Na íntegra: Sprint Race 2016, 1/8

CASCAVEL – O Bandsports exibiu na terça-feira os VTs da primeira etapa da Sprint Race Brasil. As corridas aconteceram em Curitiba, no mesmo fim de semana em que estive lá participando da prova extracampeonato da Classic Cup.

A próxima etapa, dia 24 de abril, vai levar a Sprint Race de volta a Interlagos. Por ora, fiquemos com a edição do Beto Borghesi e os principais momentos da etapa de Curitiba, que terminou com um acidente assustador.

Anúncios

É fim de temporada

CASCAVEL – Como assim, fim de temporada? Nem terminou o primeiro trimestre ainda. Tem campeonato que nem começou. Como assim?

Bem, por aqui falo sempre em primeira pessoa. E, para mim, é fim de temporada. Sábado e domingo, 2 e 3 de abril do corrente ano da graça, faço minhas últimas participações de 2016 como piloto amador de corridas. Aqui em Cascavel. No sábado, participo da prova que complementa a primeira etapa do Metropolitano de Turismo 1600, iniciada em 28 de fevereiro e suspensa por conta de um momento ruim. No domingo, em dupla com o Felipe Carvalho, participo da segunda etapa do mesmo campeonato. E é só.

E as outras quatro etapas? Ainda vão rolar mais quatro depois dessa. Pois é. Mas essas vão coincidir com os campeonatos em que trabalho de alguma forma – ou narrando, ou escrevendo. Ah, mas em outubro na Cascavel de Ouro você volta, né? Não, não volto. Quer dizer, volto, mas não para correr. Tal qual no ano passado, só vou estar por aqui no domingo da corrida, até sábado tem narração bem longe de Cascavel.

MINARDI

Meu fim de temporada, portanto, vai ser com as corridas de sábado e domingo, que vão acompanhar as de Marcas & Pilotos. Vai ser guiando um Gol, em vez do Escort que tem me acompanhado nas últimas jornadas – pilotos, os de verdade, costumam usar “guiar” para casos assim. O carrinho vem bem ensinado. Era do Aloysio Ludwig, foi feito sob a batuta dele, dispensa apresentações. Felipe e eu tivemos um treino semana passada com o carrinho. Gostoso de guiar, aparentemente mais fácil, ou menos difícil. E a pintura lembra a da Minardi em seus bons tempos. Vai ser divertido, enfim.

O grid da Turismo N para a segunda etapa tem, em princípio, nove carros confirmados. Todos eles, casualmente, modelo Gol. Além do #66 que o Felipe vai revezar comigo tem o #5 do Marcos Cortina, o #12 do Renato Hein (será que o Cido Morais completa a dupla?), o #35 do César Cortina e do Richard Valandro, o #36 do André Soffa, o #39 do Roney Ribeiro, o #80 do Juliano Silva, o #88 do Cleber e do Juninho Fonseca. O Rodrigo Larralde já avisou que seu carro número #10, também um Gol, não fica pronto até o fim de semana. Não sabemos se o Zé Newton Ficagna vai trazer o Escort #17 dele. Ainda temos a confirmar também a presença do Gol #55 da equipe do Max Nunes, que ano passado foi usado pelo Clóvis Ramos. Luizão Cezarotto acabou de finalizar um Escort, igual ao que usei na primeira etapa, que está à disposição de interessados em uma vaga experimental e aluguel.

Na terceira etapa, em maio, vão se juntar ao grid o Apollo da Sete Motorsport, que já tem piloto definido, e pelo menos mais dois Gol, um do Marcelo Guinot e outro do Eduardo Zambiazi e do Júnior Francez. Nossa categoria dos carburadinhos está evoluindo, não dá para negar.

GRID

Tela veloz

SPRINT RACECASCAVEL – Começou a quinta temporada da Sprint Race Brasil. E as provas da primeira etapa, disputadas no autódromo de Curitiba, serão exibidas em VT hoje, a partir das 19h30, pelo Bandsports. Narração minha, produção da galera do Beto Borghesi.

E o domingo, dia 3, vai ter dose dupla da Sprint Race na televisão. A PlayTV vai mostrar as provas da primeira etapa a partir das 9h30. Antes, a partir de 8h15, o programa “Acelerados” vai mostrar no SBT o primeiro episódio do reality show que Gerson Campos e Cássio Cortes vão produzir nas pistas ao longo da temporada. Na etapa de Curitiba, aliás, deve ter rolado algo semelhante a um paredão. O Cássio não apareceu para correr. Mas segue imune.

Gaúchos dando aula

ENDU 1.jpg

CASCAVEL – Afirmar que o universo sul-rio-grandense dá aula ao resto do país quando o assunto é automobilismo às vezes beira a redundância, tamanhos são o empenho e a devoção da gauchada no fomento aos bons eventos. A nova cartada do lado de lá do Mampituba é o Festival Brasileiro de Endurance, programação que será desenvolvida pela primeira vez neste domingo, dia 3, em Viamão. A programação, extensa e das mais atrativas, destaca a disputa dos 500 Quilômetros de Tarumã. A Copa Classic e o Track Day Trofeo Experience Pirelli vão complementar a festa.

Haverá categorias para todos os tipos imagináveis de carros nos 500 km de Tarumã. Imagino quão metódico será o trabalho de organização do pódio no fim da tarde de domingo – nem tão fim da tarde assim, já que a largada será dada às 10h40 e a previsão de duração é de menos de cinco horas, caso não chova – não vai chover.

O material de divulgação que recebi da Glauce Schutz enumera os protótipos MR18, MRX, MCR, Tubarão, Tornado, Spyder, Scorpion e 1R, além de Porsche e Lamborghini, nas classes GP1, P2 e P3, além de uma infinidade de outros carros de turismo – as fotos que ilustram esse post, produzidas pelo Dudu Leal, dão uma leve ideia de quão variado é o grid gaúcho. A lista de inscritos apontava 26 carros até ontem. Deve passar de 30 até o início do primeiro treino livre, na manhã de sexta-feira.

Se há um lugar onde o Endurance sobrevive, todos sabemos, esse é o Rio Grande do Sul. Sobrevive muito bem, diga-se de passagem, com o fortíssimo Campeonato Gaúcho da categoria. Os 500 km vão valer pela abertura da temporada estadual, também, além de contar como primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Endurance, cujas outras etapas serão os 500 km de Santa Cruz do Sul, em 19 de junho, os 500 km de São Paulo, dia 18 de setembro no Velo Città, e as 500 Milhas de Londrina, dia 26 de novembro.

ENDU 2Já que falei da gauchada, cabe menção rápida ao trabalho da AGA, Associação Guaporense de Automobilismo, no resgate da prova Seis Horas de Guaporé, que volta ao calendário com a décima edição de sua história. A corrida vai acontecer só no dia 10 de setembro. Ainda assim, Telmo Júnior e seu batalhão organizador já contabilizam 43 carros confirmados no grid. Vão passar dos 60, não tenho dúvida. Estou fora desse grid por ser fim de semana de Copa Petrobras de Marcas em Interlagos. Mas que o pé coçou, isso coçou.

Em termos de automobilismo a gauchada dá aula, não há como negar.

Classic Cup em Curitiba, terceiro dia

CWB Escort

O Escortinho me acompanhou no fim de semana que pode ter representado minha última e única chance da vida de participar de uma corrida no autódromo de Curitiba

CASCAVEL – Parece-me que quando uma série de posts se propõe a contar dia a dia de determinado fato ela tem de ser publicada todo dia. Bem que tentei. Só agora, uma semana depois da corrida, é que consigo parar para compartilhar com vocês um pouco do que foi minha participação no evento extracampeonato da Classic Cup em Curitiba. Se não por outros motivos, alguns de ordem técnica, um pitoresco: o vídeo da câmera onboard da corrida veio de ponta-cabeça e eu não sabia, ainda não sei, invertê-lo. O da tomada de tempos está assim também, ainda vou substituí-lo.

O correto seria mencionar as corridas, no plural, mas vocês lembram que só consegui participar da segunda – na primeira o carro quebrou quando estava indo para o grid. Foi o primeiro momento de um dia bem intenso para mim: sem conseguir largar, alinharia da última fila no grid da prova final. Ainda no sábado, um segundo momento: a mensagem que recebi do César Chimin, que ainda estava hospitalizado, dizendo para eu ficar de cabeça fria e focar a segunda prova. E que esperaria minha visita com o troféu na segunda-feira. São fatos relevantes na minha modesta odisseia.

Enfim, no domingo, chegou a hora da corrida, depois de um treininho de 10 minutos. Esse treino teve um lance divertido: a cronometragem registrou as voltas do treino usando configuração de corrida. Como fui quem deu mais voltas, apareci em primeiro no resultado geral. Gravei um print daquilo no celular e mostrava aos outros no autódromo fazendo ares de pouco caso. Houve um ou outro que ficou sem entender como um Escort da Turismo N estava em primeiro na geral da Classic Cup. Uma versão que não publiquei, claro; em vez disso, alertei o Juliano, da Cronoelo, para que substituísse o arquivo pela versão correta que ele tinha.

Mas veio a corrida, era o que eu dizia, e ela alternou coisas que deram certo e coisas que deram errado. A primeira deu certo. O carro chegou ao grid com as homocinéticas inteiras, apesar de eu ter percebido o pedal do freio bem mais baixo que nos treinos. Ficaria sem freios? Se ficasse, pararia e pronto. Na volta de apresentação, outra preocupação, essa sem grande importância por eu estar na última fila: a largada lançada, uma completa novidade para mim. Quando entrei na reta e pensei que já daria para acelerar estava todo mundo de pé no tucho.

CWB Classic Cup

O pelotão da Classic Cup em Curitiba: olha ali o Escort no meio dos dois Voyage, do Flavio e do Milton, os dois com quem eu esperava ter alguma troca-de-tinta na corrida. Ficou para a próxima.

Meu foco, claro, eram os carros da minha categoria, a Turismo N, que tinha seis participantes. Eram oito, contando os dois Speed Fusca, mas os pilotos dos dois fusquinhas tinham pódio em separado. Com uma combinação de fatores favorável poderia alcançar a maioria deles para tentar um lugar no pódio – o César estava esperando o troféu, afinal. Ainda na primeira volta, passei o Bianco e um dos Voyage da minha categoria. Começou a dar certo. Mas na curva do Pinheirinho, preocupado em ver onde estava o pelotão à frente, errei e saí da pista. Isso custou mais distância em relação aos demais.

A cada vez que entrava na reta oposta do autódromo, procurava lá na frente os Voyaginhos do Milton Vieira e do Flavio Gomes. Era com quem, em circunstâncias normais, eu esperava disputar o segundo lugar na corrida. O primeiro, salvo imprevistos, seria do Rafa Gimenez, que largou ao meu lado da última fila – fora desclassificado no sábado por não ver a ordem de cumprir um drive-thru – e, mantendo o ritmo fortíssimo de todos os treinos, sumiu lá para a frente em poucas voltas. Era sair do S de baixa e olhar lá na frente. Milton e Flavio, sempre próximos, ainda estavam na oposta. Nos boxes, Marcelo Gomes, o Torrão, me indicava por placas que eu estava a coisa de nove segundos deles. Seria difícil descontar essa diferença sem um safety car, ou sem que eles errassem. Nossos tempos de volta eram parecidos demais.

Na terceira volta, descendo para o S de alta, vi encostar o Uninho vermelho e branco da dupla de Santa Catarina. Era quarto na categoria. Precisaria ganhar posição de Rafa, Milton ou Flavio para estar no pódio. O embalo era esse até a sétima volta, quando a quarta marcha do Escort voltou a ser teimosa. Puxei a alavanca com um pouco mais de força e a bolinha da alavanca saiu na minha mão. Pus a marcha com dois dedos enquanto segurava a tal bolinha e desci a reta tentando encaixá-la no lugar. Não consegui, joguei em qualquer lugar dentro do carro. Foi uma irresponsabilidade: vai que ela fosse parar embaixo de algum pedal, por exemplo. No fim, acomodou-se sob tal cavidade do assoalho.

CWB volta

Depois da bandeirada, o carrinho ficou ali, à beira da pista. Voltei aos boxes a pé, com um monte de coisas passando pela cabeça, para o meu primeiro pódio no automobilismo. Foi legal.

Duas voltas depois os líderes da corrida na classificação geral me alcançaram para pôr volta. Impressiona o quanto andam aqueles Passatões. Foi a volta em que de novo errei e saí da pista no Pinheirinho. Na 11ª volta, um momento de alento: o Corcel II do Nenê Finotti me ultrapassou. Ele havia ficado parado na largada, e ao ser ultrapassado notei, claro, que estava de volta à batalha. Tenho pouco contato com o Nenê, mas são sujeitos cujo trabalho eu admiro bastante, o Nenê e o seu Luís, pai dele. Duas curvas depois, vi o carro do Milton parado à beira da pista. Teve problemas com alguma bomba do carro. Entrei na reta dando a linha de fora para o Adriano Lubisco me colocar uma volta com seu Passatão número 8. Torrão me dava placa indicando “P4”, sem saber do perrengue do Milton. Com os dedos, como se ele conseguisse ver, fiz sinal que era terceiro.

Era só levar o carro até o fim para estar no pódio. Motivo pelo qual não me perdoei pela rodada ao fim da reta na 12ª volta. Parei no S de alta, de frente para a pista. O Chevette do Fernando Mello vinha pela reta a uns 300 metros, decidi voltar antes de ele passar; aquelas zebras do S de baixa são altas demais, mesmo saindo devagar o escapamento do Escortinho saiu danificado. O ronco mudou e a preocupação aumentou.

Mais duas voltas e foi o câmbio do Escort que me trouxe temores: ao tentar engatar a quarta, veio só a alavanca – que estava só na haste desde a perda da bolinha –, e não a marcha. O carro ficou travado na terceira. Até tentei algumas mudanças de marcha, sem o menor sucesso. Vou parar, pensei. Foi quando saí do Pinheirinho e vi o Rafa parado, poucos metros à frente do Uno. Se completasse a volta em vez de parar nos boxes, ganharia a posição dele e seria segundo colocado. Foi o que decidi fazer. Ao completar a volta e ser segundo colocado, vi placa indicando que só faltava mais uma volta. Chegamos até ali, o Escortinho e eu, ele haveria de aguentar mais uma volta. “Vai que o Flavio também se ferra”, pensei, cheio de maldade.

CWB bandeirada

Bandeirada da corrida em Curitiba: 27 socos no volante e a mão doendo bastante por quadro dias, mas valeu a pena. Um dia, numa dessas, ainda volto a correr nessa pista.

O Flavio não se ferrou e ganhou. Terminei em segundo. Lembrei do César na reta de chegada e comecei a dar murros no volante, foi o que me deu vontade fazer naquele momento para comemorar o bom resultado de uma corrida em que, na verdade, não consegui disputar posição com muita gente. Como o próprio Flavio disse em seu blog, levar o carro até o fim é um mérito e tanto. Não deixa de ter razão.

Recebi a bandeirada, encostei o carro à beira da pista e voltei a pé para os boxes. Foi meu primeiro pódio no automobilismo. Foi a única e última chance que tive de correr na pista de Curitiba, caso seja mesmo demolida para virar condomínio – ainda duvido que isso vá ocorrer. Foi um fim de semana em que as coisas que deram certo e as que deram errado somaram um saldo dos mais agradáveis.

O troféu foi parar nas mãos do César, enfim. Quando estivemos juntos em Homestead no mês passado combinamos, ele eu, que em breve faríamos uma corrida do FARA USA com um dos carros do Team Ginetta, e que a condição mútua era ganharmos troféu. Não foi na equipe do Adolpho Rossi, nem foi na Flórida, mas de modo ou outro trouxemos um trofeuzinho de uma corrida fora de Cascavel. Está na sala da casa dele, inclusive.

E o vídeo da corrida, pela câmera do meu carro, segue abaixo.

(ATUALIZANDO EM 30 DE MARÇO, ÀS 10h26)

O Cleomar Souza observou aí abaixo na área de comentários, coberto de razão, que faltaram no post uma foto do pódio e outra do troféu. Em que pese estarem todas na galeria que publiquei dias atrás, encerro com a que a Cíntia Azevedo me mandou via Facebook horas depois da corrida. Gostei muito dessa, deve virar quadro lá em casa.

CWB41

Cascavel na Copa Petrobras

,Tico 2

Marco “Tico” Romanini, que já competiu na Copa Petrobras de Marcas em 2013, com o pai Marco Antonio, que assume a coordenação esportiva da Paraguay Racing no campeonato

CASCAVEL – Fazia tempo que Cascavel não tinha uma equipe em uma categoria de ponta do automobilismo. Claro que não esqueci da Muffatão Racing, que está na Fórmula Truck há mais de uma década com o incansável Pedro Muffato, mas aqui me refiro a competições de automóveis. E, nesse caso, as últimas grandes expressões da cidade foram a equipe do Gilberto “Giba” Magalhães, que atendia Ingo Hoffmann e Ângelo Giombelli na Stock Car no início dos anos 90, e depois a própria Muffatão, à época sob coordenação do Oscar “Lagarto” Sorbara, defendida por Pedro na fase mais áurea da Fórmula 3 Sul-Americana.

Enfim, Cascavel está de volta ao mapa das grandes equipes nacionais. Isso por conta da entrada da Paraguay Racing na Copa Petrobras de Marcas. Com suporte técnico da Stumpf Preparações, uma das principais referências nacionais em termos de campeonatos regionais, a Paraguay Racing será uma das equipes da Toyota no grid da competição, que entra em sua sexta temporada – os outros dois Corolla do grid estarão a cargo do Eduardo Bassani e da Bassani-Toyota.

Serão três os pilotos da Paraguay Racing. Num dos Corolla, inscrito sob o número 74, estará Odair dos Santos, brasileiro radicado no Paraguai. No outro, com o número 88, Thiago Klein e Marco “Tico” Romanini formarão dupla nas oito etapas da competição, a primeira delas com suas corridas confirmadas para 9 e 10 de abril na pista gaúcha do Velopark.

PARAGUAY RACING 2

Odair dos Santos e Thiago Klein vão representar a Toyota na Copa Petrobras de Marcas de 2015 nos carros da Paraguay Racing, com suporte técnico da cascavelense Stumpf Preparações.

Romanini foi o primeiro piloto da equipe a ter contato com a Copa Petrobras de Marcas. Esteve no grid da penúltima etapa de 2013, em Cascavel, com um dos Ford Focus da Amir Nasr Racing. Marcou dois décimos lugares, em um dos casos largando dos boxes, depois de todo o pelotão. Santos disputou a etapa de Goiânia do ano passado pela RSports, com um Chevrolet Cruze, formando dupla com Alberto Cattucci. Foi décimo, igualmente, em sua bateria. Para Klein, campeão metropolitano em Cascavel na última temporada, a categoria que acompanha a Stock Car representa uma completa novidade.

A formação do grid da Copa Petrobras de Marcas para 2016 sugere um campeonato bem apertado. A Honda, que tem seus quatro carros sob a batuta de Juliano Moro com os dois ramos da equipe JLM, vai contar com Daniel Kaefer, também de Cascavel, Carlos SG Souza, de Londrina, e Vicente Orige, de Florianópolis. Atual campeão, o brasiliense Vitor Meira ainda não tem sua participação totalmente confirmada. Estará no Civic número 3, no fim das contas.

A Renault já definiu os quatro pilotos de seus Fluence. Os dois da C2 Team terão os paranaenses Gabriel Casagrande, de Pato Branco, e William Starostik, de Curitiba. Fábio Greco chega à categoria coordenando a Greco-Renault, inscrevendo como pilotos Fábio Carbone, de São Paulo, e Guilherme Salas, de Jundiaí. Pelos lados da Toyota, só a Paraguay Racing tem seus pilotos definidos. O anúncio dos nomes da Bassani era esperado para hoje, acabou não acontecendo. No começo da semana, talvez.

A Chevrolet tem definidos os pilotos de dois de seus Cruze, os da Onze Motorsport, que mantém o chefe de equipe Flávio “Nonô” Figueiredo, de São Paulo, no comando de um e traz Márcio Basso, de Ribeirão Preto, para pilotar o outro. A RSports também não anunciou seus pilotos. Eu diria, hoje, que um dos carros vá ser pilotado pelo chefe de equipe Leandro Romera, que até já ganhou corrida na categoria. A Ford, por fim, mantém César Bonilha, de Londrina, e Marcelo Tripa, de Goiânia, nos Focus da Friato Racing Team. O anúncio da equipe que assumirá os outros dois Focus deve sair logo após a Páscoa e um dos pilotos, ao que tudo indica, é carioca.

Corrida 1 da Copa Petrobras de Marcas em Curitiba - Duda Bairros/Vicar

Chevrolet Cruze, Ford Focus, Honda Civic, Renault Fluence e Toyota Corolla, com quatro unidades, cada, são os carros que formam o grid da Copa Petrobras de Marcas.

O fim de semana em fotos

CASCAVEL – Sim, eu sei, ainda estou devendo o relato da única corrida que consegui disputar na Classic Cup em Curitiba no último fim de semana. Eram duas, mas na primeira o carro quebrou na volta de formação do grid.

Enquanto não trato de arrumar o vídeo que tem a gravação onboard (foi gravado de ponta-cabeça e tenho de submetê-lo a um programa que para variar não domino), compartilho com vocês algumas das fotografias de três dias que não vou esquecer tão cedo. Nem tarde.