Triste fim

NENHURES – Não me sinto ofendido, nem ultrajado, nem nada. Os promotores do Mini Challenge, afinal, não tomaram meu dinheiro. Não me fizeram pagar o salário astronômico de qualquer patife que dá de ombros ao fato de ter sido condenado à cadeia por roubar dinheiro dos outros. Não esfregaram nenhum método sujo na minha cara. Nada disso, quem faz essas coisas é a corja do PT.

Os promotores do Mini Challenge apenas decidiram que era hora de interromper uma iniciativa. Simples assim. Do modo como começaram um campeonato, deram fim a um evento, criado, bancado e viabilizado por eles próprios, sem nenhum custeio via caixa-dois do governo, sem que nenhum publicitário tivesse recebido seus vencimentos por remessas de dinheiro para paraísos fiscais, como faz a corja do PT.

Narrei uma única corrida do Mini Challenge, a que fechou a rodada tripla de Cascavel, em setembro último, na transmissão ao vivo da CATVE para as cidades da região. Campeonato interessante, que integrou o calendário brasileiro de automobilismo nos três últimos anos.

É pena as corridas do Mini Challenge terem acabado. Eram legais, bem movimentadas, mesmo. Lamúrias virão, é claro. Problema único e exclusivo de quem geria o campeonato.

Mas que dá dó ver o fim que levaram os simpáticos carrinhos, isso dá.