Uma volta no ex-autódromo

CASCAVEL – O Carlos Augusto Senise, dirigente do motociclismo do Distrito Federal, esteve hoje cedo no ex-autódromo de Brasília e deu uma volta pela ex-pista para nos mostrar em que pé pararam as obras de reforma que vinham sendo feitas desde fins do ano passado para a capital do país receber, em 8 de março, a etapa de abertura da Fórmula Indy – todos sabemos que o evento foi cancelado ontem, no fim da tarde.

A única providência da Confederação Brasileira de Automobilismo a respeito foi emitir uma nota, que chegou ao meu e-mail às 13h27 de hoje. A nota é muito pobre de conteúdo, não por inaptidão de quem a redigiu, mas pela falta de argumentos da entidade diante da questão. A frase que me chamou atenção na nota: “A CBA espera que, mesmo com o cancelamento da etapa da Fórmula Indy, a reforma já iniciada no autódromo Nelson Piquet tenha continuidade”.

Como assim, a CBA espera? Três anos atrás o automobilismo brasileiro vivia drama parecido, com o iminente fim de Jacarepaguá, que o esporte perdeu para a especulação imobiliária. Naquela ocasião, o presidente da CBA, Cleyton Pinteiro, havia prometido aos quatro ventos que todas as medidas judiciais seriam respeitadas e observadas, mantendo o discurso de seu antecessor opositor Paulo Scaglione. Pinteiro havia declarado, ainda, que se fosse necessário acorrentar-se-ia aos portões do autódromo para impedir a demolição.

Foi demolido, e até hoje ninguém o viu perto de portão nenhum.

Figuras de linguagem à parte, se quando prometeu todo o empenho legal, logístico, político e desportivo possível a CBA deixou um autódromo ser destruído, que podemos esperar de um episódio como o de agora, em que a entidade “espera que a reforma tenha continuidade”.

Um autódromo a menos no Brasil, podem contar. Os promotores, que já tinham seus calendários de eventos prontos, desdobram-se agora para definir com maior agilidade possível as corridas que haviam agendado para o Autódromo Internacional Nelson Piquet.

Sem Indy

BRASILIA INDY 300

CASCAVEL – Pouco há a dizer e muito há a saber sobre o cancelamento da etapa brasileira da Fórmula Indy, informado há pouco à imprensa pela assessoria de imprensa do evento, que aconteceria no dia 8 de março em Brasília – o comunicado emitido pelo jornalista Rodolpho Siqueira segue reproduzido na íntegra ao fim do post.

O evento está cancelado e isso é irreversível. A maior interrogação que fica para o automobilismo brasileiro, no que diz respeito a seu futuro, envolve as obras de reforma do Autódromo Internacional Nelson Piquet, tocadas a um ritmo frenético desde o fim do ano passado. O trabalho terá sequência? As categorias nacionais que agendaram etapas em Brasília – se não todas, quase todas – terão de promover mais um remanejamento de seus calendários?

A sequência disso vai ser movimentada. De modo ou outro, uma pena. A foto da obra no autódromo – carregada de presença de espírito, por sinal – foi produzida pelo Alex Farias. Que não ma cedeu para publicação. Pincei-a de seu perfil no Facebook, assumindo o risco de um processo por violação de direitos autorais. Abaixo da foto, o comunicado da Brasília Indy 300 à imprensa.

ALEX FARIAS

Cancelado está, conforme o

Comunicado

Cancelamento da prova Brasília Indy 300

A Band informa que a Terracap, Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, que contratou a emissora para realizar a etapa brasileira da Fórmula Indy, cancelou unilateralmente a prova marcada para o dia 8 de março. O cancelamento da “Brasília Indy 300”, foi informado à direção da emissora na tarde desta quinta-feira (29). A Band, promotora do evento, informará nos próximos dias como será feita a devolução do valor pago pelos ingressos. A emissora lamenta essa atitude precipitada e vai seguir investindo na promoção do esporte e de grandes eventos.”

Disputa entre grandes

CASCAVEL – Bom momento do Festival Brasileiro de Marcas & Pilotos 1.6, que aconteceu no primeiro fim de semana de dezembro no Autódromo Internacional de Curitiba. Um pega, como dizemos, que mostra quão interessantes são as corridas desses campeonatos baseados no bom e velho automobilismo regional – embora, nesse caso específico, um título brasileiro estivesse em jogo.

Era a terceira e última bateria da competição. A disputa pela liderança mostra Marco “Tico” Romanini, de Cascavel, com o Renault Clio número 88, José Cordova, de Curitiba, com o Peugeot 207 inscrito com o número do modelo do carro, Gabriel Corrêa, de Goiânia, com o Ford Ka número 44, e Jorge Martelli, que é catarinense de Coronel Freitas, com o VW Gol número 87.

Romanini manteve a liderança da corrida em uma manobra de sucesso pouco provável diante da tentativa de ultrapassagem do experiente Cordova. A manutenção da liderança era suficiente para ele, meu conterrâneo cascavelense, repetir o título brasileiro que conquistou em 2009. Contudo, teve uma quebra de motor na segunda metade da corrida e estacionou. Martelli foi quem ganhou a corrida e Corrêa, o campeonato. Cordova e seu parceiro Marcos Ramos foram vice-campeões. Romanini foi o terceiro na pontuação final.

As imagens são do acervo do Deivicris de Cristo, do blog No Alto Giro.

Challenge no Bandsports

MBC LARGADA (FF)CASCAVEL – O evento de daqui a exatos dois meses em Goiânia vai marcar, também, a abertura da temporada de 2015 do Mercedes-Benz Challenge, que mantém o formato de disputas do ano passado – grid único para as categorias CLA 45 AMG Cup e C250 Cup, nominadas de acordo com os modelos dos carros que as compõem. Vai mudar alguma coisinha no regulamento desportivo, os carros vão incorporar umas novidades técnicas, nada que altere em grande escala a fórmula do ano passado, primeiro em que os novos CLA 45 AMG estiveram na pista.

Serão oito etapas do Challenge, datas e locais estão indicadas no fim deste post. Todas elas serão transmitidas pelo Bandsports. O canal vai mostrar sete corridas ao vivo e uma em VT, todas elas com reapresentações nos dias seguintes. O único caso em que a primeira exibição não se dará ao vivo será o da etapa de fim de maio, muito provavelmente por conta de questões contratuais envolvendo a exibição do torneio de tênis de Roland Garros – isso é achismo meu. O canal dá uma cobertura ampla e boa ao evento, o que é pertinente em se tratando de algo do quilate de Roland Garros.

Quanto ao Challenge, a narração das oito corridas será atribuição minha.

Enfim, como prometido, lembro aqui as datas e os locais das oito corridas do campeonato deste ano: 22 de março – Goiânia; 12 de abril – Ribeirão Preto (pista de rua, claro); 31 de maio – Curitiba; 16 de agosto – Goiânia; 13 de setembro – Brasília; 4 de outubro – Santa Cruz do Sul; 8 de novembro – Tarumã; 13 de dezembro – Interlagos.

Os nomes da Fórmula 3 Brasil

CHRISTIAN HAHNCASCAVEL – A Fórmula Brasil vai ser a primeira categoria do automobilismo nacional a ter pilotos e carros na pista para treinos e corridas oficiais. As provas da primeira rodada dupla, nos dias 7 e 8 de fevereiro, acontecerão em Curitiba, numa programação que vai acolher, também, os treinos coletivos da Stock Car.

Por ora, são 12 os pilotos confirmados no grid da etapa curitibana. Menos que no ano passado, quando algumas das etapas chegaram a ter 18 carros na pista, mas bem mais do que se podia prever em 2013, quando quem acompanha o automobilismo lamentava os grids esquálidos com literal meia dúzia de participantes.

Cabem mais pilotos, claro, e as equipes seguem negociando com mais pilotos. A lista deve aumentar. E quem é que já está no campeonato?

Fortunato Racing – Artur Fortunato (A)

Cesário F3 – Pedro Piquet (A), Matheus Iorio (A), Pedro Cardoso (Light) e Guilherme Samaia (Light)

CF3 – Carlos Cunha (A)

PropCar Racing – Rodrigo Baptista (A), Matheus Muniz* (Light) e Igor Fraga* (Light)

RR Racing – Giuliano Raucci (A), Felipe Ortiz (Light) e Andres Visnardi (Light)

Hitech Racing – Christian Hahn (A) e Pedro Caland (Light)

(ATUALIZANDO EM 27 DE JANEIRO, ÀS 13h39)

* Qualquer ser humano mais atento que a média terá notado que anunciei 12 nomes e que a lista aqui acima traz 14. É que Muniz e Fraga (que nasceu no Japão, mora na mineira Ipatinga e não tem nenhum parentesco com o Felipe, que corre na Stock) foram acrescentados agora, seis dias depois da publicação do post, mediante confirmação que me foi feita pelo chefe de equipe Dárcio dos Santos, apreciador de uma boa música sertaneja.

Mais que os números, os motivos

TRUCK 1

A Fórmula Truck será uma das primeiras competições do automobilismo brasileiro a levar seus pilotos à pista nesta temporada. E o 2015 das pistas será especial para a própria Truck, que volta a atingir um número redondo – o de 20 temporadas disputadas. Número que, já é de se esperar, virá acompanhado de atos comemorativos em profusão, tanto no campeonato que vai começar em Caruaru na primeira tarde de março quanto no do ano que vem, quando a categoria completará 20 anos. As quantidades de temporadas e de anos, em casos como esse, nunca batem, trote numérico natural que leva os mais desatentos a duvidar da exatidão da matemática como ciência. Ficou em dúvida também? Conte nos dedos as temporadas e os anos de existência e sua dúvida será arquivada em definitivo.

Gosto desse negócio de fuçar nos números. Foi a brincadeira com os números que levou, no ano passado, à conclusão de que a corrida de setembro em Córdoba seria, e foi, a 200ª – ducentésima, aos que assim preferirem – corrida da história válida oficial. Não é uma contagem simples. Exigiu que se considerasse que os cinco primeiros campeonatos comportaram rodadas duplas, que alguns dos eventos desses anos aconteceram em tom extraoficial, que em 2005 uma corrida deixou de ser considerada porque um acidente na largada tirou quase todos os caminhões de combate, e por aí vai. A se manter a razão de dez corridas por ano em etapas únicas, como vem sendo desde 2009, o 200º evento oficial – ok, ducentésimo… – será o da terceira etapa do campeonato de 2018.

TRUCK 3

Disse antes que chegar à temporada número vinte é especial para a Fórmula Truck. E é, como também o foi completar seis, ou nove, ou treze campeonatos. Talvez o vinte chame mais atenção por ser um número inteiro, redondo, deve ter suas bodas simbolizadas por um material mais nobre que seus pares. Deixando os números de lado, já que eles, por si só, têm importância apenas e tão somente para doidos desocupados como eu, o interessante é tentar arrematar, de bate-pronto, tudo que aconteceu nessas quase duas décadas de história – como última curiosidade estatística do bate-papo, lembro que as duas décadas serão completadas em abril próximo, se considerada a primeira das corridas quatro experimentais de 1995, que aconteceu aqui em Cascavel e acabou marcando o início de tudo.

Foi muita coisa. De perto ou de longe, e nos últimos anos tem sido bem de perto, acompanhei com especial atenção o nascimento da Truck, a forma como buscou de seu nível próprio de excelência, os experimentos com que foi conduzida para ser diferente de tudo mais que leva gente a autódromos no Brasil e na América do Sul, seu amadurecimento, a profissionalização, a tênue transição de categoria para caminhoneiros (falavam isso no início) para o campeonato que já teve participação de cinco ex-pilotos de Fórmula 1, a trabalhosa equalização que possibilitou às equipes e às montadoras envolvidas levarem à pista caminhões de corrida de seis marcas diferentes, cada qual com seu peso, sua motorização e suas peculiaridades, e verem todos separados por centésimos e milésimos de segundo.

A categoria chega em 2015 a um imponente número redondo e é natural que haja reflexões, balanços, avaliações e projeções especiais por conta das 20 temporadas. Uma história digna de um livro (quem sabe?) foi escrita em pouco mais de 200 corridas e quase 170 eventos em 16 autódromos de dois países. No instante em que chega a seu vigésimo campeonato e percebe que o tempo passou rápido demais, a Fórmula Truck não apenas revisa o passado para reverenciar os autores dessas primeiras páginas de sua história – e foi muita, muita gente. Mais que olhar para trás, a categoria olha para a frente e começa a preparação das páginas onde vai escrever suas próximas décadas.

TRUCK 2

Brasileiro de Motos mantém oito etapas

M1GP 6

CASCAVEL – Voltando a falar sobre calendário, cabe também uma passadinha pelas duas rodas. O Moto 1000 GP divulgou agora há pouco, via assessoria de imprensa, as datas das oito etapas de sua quinta temporada.

Curitiba, Cascavel, Goiânia, Interlagos, Brasília e Santa Cruz do Sul são as pistas que receberão as categorias do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2015.

Sprint Race: 16 pilotos (por ora), 16 corridas

SPRINT RACE 2015

CASCAVEL – Tinha decidido parar e ver um pouco de televisão. Mas a galerinha aqui de casa está vendo um filme com o Capitão América, a que assisti tempos atrás durante uma viagem de ônibus, e lembro que odiei. Assim, preferi compartilhar com vocês, acho que ninguém fez isso ainda, as datas das oito etapas da Sprint Race Brasil em 2015, ano da quarta temporada da categoria. Sempre rodadas duplas. Logo, 16 corridas.

Talvez nem fosse o momento de trazer essa informação, por faltar uma última confirmação: a sede da primeira corrida, marcada para 29 de março. Se não sair em Brasília, sai em uma das quatro pistas do Rio Grande do Sul.

Algumas etapas terão peculiaridades. A terceira, em Londrina, será noturna, experiência que deu muito certo na reta final do campeonato do ano passado, foi uma pena eu não ter podido acompanhar. Neste ano, pelos calendários de ora, estarei lá com a rapaziada, pode até rolar aquela cantoria na festa de premiação.

A quinta etapa, em Curitiba, e a oitava, em Interlagos, terão atribuição do dobro da pontuação habitual aos pilotos, ferramenta que tem sido adotada por vários campeonatos, o da Fórmula 1 inclusive. Ainda não sei se acho uma boa ideia, essa dos pontos em dobro em determinadas etapas, mas é fato que a regra é essa e vale para todos. A penúltima etapa, também na pista de Curitiba, terá treinos e corridas no traçado do anel externo do autódromo. Logo, em oito etapas, os pilotos vão competir em seis traçados diferentes.

Tenho visto com ressalva pessoal os calendários das categorias de carros e motos que incluem Interlagos e Brasília. São duas pistas que marcam em 2015 uma fase de reformas profundas. Sabe como é reforma, sempre pode atrasar, rolam mudanças de planos com a coisa em andamento. Acabei de fazer uma reforminha aqui em casa, sei bem o que digo. O custo sempre acaba aumentando depois do trabalho iniciado, e como nesse caso há dinheiro público envolvido a coisa fica bem mais complicada que a penca de papagaios que tive de fazer para comprar telhas, cimento, vidro, piso, essas coisas. Se dependesse de mim, colocaria um asterisco na frente das datas, sobretudo as de Interlagos. Devaneios meus, enfim.

A foto lá de cima é do Sprint Race de 2015. Todo ano os carros trazem alguma coisinha de novidade. Não lembro exatamente quais são as deste ano, faz tempo que não converso com o Thiago, mas lembro de uns cavalinhos a mais no motor, uns penduricalhos hidráulicos para abertura das portas que dão um ar mais chique ao carro (um amigo meu diria que dá uma aparência mais “profissa”), uns novos recortes e contornos para melhorar a aerodinâmica.

Ah, claro, se existem carros precisa haver pilotos, também. Por enquanto são 16. O próprio Thiago fez uma brincadeira em recente jantar nosso, algo sobre eu fazer fofocas, então vou manter a razão dele nessa observação e antecipar aqui que os nomes já confirmados no grid – Billy Zonta, Eduardo Serrato, Felipe Lobo, Felipe Rabello, Fernando Dias, Flávio Lisboa, Gustavo Kiryla, Juninho Berlanda, Luca Milani, Lucas Villela, Luiz Santos, Marcelo Rodriguez, Matheus Marini, Pietro Rimbano, Roberto Milani e Rodrigo Gil, por óbvia ordem alfabética. Tem uma galera nova se juntando aos pilotos que não abrem mão de correr de Sprint Race. Sei de mais três ou quatro nomes que estão rondando a sede da categoria em Pinhais, mas não sou tão fofoqueiro assim, só abro a boca quando tenho certeza. Quando confirmarem terão a honrosa menção aqui no blog, também.

Era o que tinha para o momento. O filme do Capitão América ainda não acabou, então vou tratar de arrumar mais algo para fazer. Comer, nessas horas, é sempre uma boa pedida.

SPRINT RACE

Os nomes da Stock Car em 2015

STOCK CAR LARGADA (FF)

CASCAVEL – Daqui a exatos dois meses a gente desembarca em Goiânia para a primeira etapa do novo evento da Vicar, que vai acomodar em 13 fins de semana as etapas das cinco categorias que a empresa tem sob seu guarda-chuva – Stock Car, Brasileiro de Marcas, Brasileiro de Turismo, Mercedes-Benz Challenge e Fórmula 3 Brasil.

As corridas de 21 e 22 de março em Goiânia terão quatro dessas categorias – a programação não inclui F-3, que abrirá seu campeonato daqui a duas semanas, em Curitiba.

Na Stock Car, série principal da festa, 28 das 34 vagas do grid já estão preenchidas. Não investiguei nada, a lista está disponível lá no site da Stock Car – e segue reproduzida aí ao fim do post, também.

Só quatro das 17 equipes ainda não anunciaram suas duplas de pilotos. Duas delas, a ProGP e a RC3-Bassani, não confirmaram nenhum nome. Duda Pamplona e Eduardo Bassani, os respectivos chefes de equipe, tratam da questão com notável esmero e devem ter novidades a contar já nos próximos dias. A RZ Motorsport e a Cavaleiro Racing Sports têm um piloto confirmado, cada – Luciano Burti e Beto Cavaleiro, respectivamente. As outras 13 já mandaram imprimir as placas que vão acima dos boxes com os nomes de todo mundo.

Aí abaixo, pois, a lista dos pilotos que já bateram o cartão para a Stock Car em 2015:

Full Time Sports: Rubens Barrichello e Allam Khodair

Red Bull Racing: Cacá Bueno e Daniel Serra

Eurofarma-RC: Ricardo Maurício e Max Wilson

Ipiranga-RCM: Thiago Camilo e Galid Osman

Schin Racing Team: Rafa Matos e Felipe Lapenna

Shell Racing: Valdeno Brito e Ricardo Zonta

Voxx Racing: Felipe Fraga e Marcos Gomes

C2 Team: Gabriel Casagrande e Sérgio Jimenez

Mobil Super Racing: Átila Abreu e Lucas Foresti

Vogel Motorsport: Diego Nunes e Denis Navarro

Boettger Competições: Alceu Feldmann e Vitor Genz

Hot Car: Raphael Abbate e Fábio Fogaça

Prati Mico’s Racing: Júlio Campos e Antonio Pizzonia

Cavaleiro Racing Sports: César Ramos* e Popó Bueno**

Bassani Racing: Vitor Meira*** e Bia Figueiredo***

RZ Motorsport: Luciano Burti e Rafael Suzuki****

(ATUALIZANDO EM 21 DE JANEIRO, ÀS 14h46)

* Incluí agora na lista, alguns dias depois da postagem, o nome do gaúcho César Ramos, cujo acordo com a Cavaleiro Racing Sports foi anunciado em press release distribuído pela Glauce Schutz; logo, restam cinco vagas na lista dos 34 pilotos que vão disputar a temporada de 2015.

(ATUALIZANDO DE NOVO EM 27 DE JANEIRO, ÀS 15h44)

** Mais uma atualização no âmbito da Cavaleiro Racing Sports. Popó Bueno será o companheiro de César Ramos. Beto Cavaleiro, que pilotaria o carro, vai focar a coordenação da equipe. No que diz respeito à Stock Car, portanto, Beto não terá de vestir macacão.

(E ATUALIZANDO MAIS UMA VEZ EM 29 DE JANEIRO, ÀS 17h54)

*** A Bassani Racing, uma das equipes que citei como indefinidas, já tem sua dupla de pilotos definida com os ex-Indy Bia Figueiredo e Vitor Meira, conforme o parceiro Bruno Vicaria anunciou há pouco, com exclusividade, no site Red Bull Motorsports.

(E TOME ATUALIZAÇÃO! AGORA A 3 DE FEVEREIRO, ÀS 16h01)

**** Seria de bom tom eu preparar um post novo, em vez de ficar atualizando esse aqui. Mas veio de novo do Bruno Vicaria, no Red Bull Motorsports, a confirmação de mais um nome, o de Rafael Suzuki, para formar com Luciano Burti a dupla da RZ Motorsport. Chegamos a 32 dos 34 nomes, portanto. ‘Tá quase.

Sertanejão na veia

CASCAVEL – Hoje vai uma dose dupla de peças que talvez nem se enquadrassem na série. Apesar de gravadas por nomes que fazem sucesso no estilo sertanejo, são duas músicas que mantiveram grupos pop nas paradas de sucesso na década de 80 – época em que ainda se dizia “paradas de sucesso”.

“Ando falando sozinho”, disponível em sua versão original nesse clipe do Polegar, foi regravada recentemente por Jadson & Jadson. Ficou assim.

Caso parecido envolve “Com todos, menos comigo”. Das várias duplas sertanejas que a regravaram eu gosto da versão de Dalvan & Donizetti, até porque aprecio de maneira especial a interpretação do Dalvan, aquele que fazia dupla com o Duduca – faz de novo, com um Duduca novo, enquanto Donizetti é aquele que fez sucesso quando moleque cantando “Galopera”. Essa música, também nos anos 80, estourou com o Dominó, que surgiu pouco antes do Polegar e tinha um estilão, sei lá, meio estranho.

Ei-la, com Dalvan & Donizetti. Aliás, por onde anda o Dalvan, hein? Ainda vive em Jundiaí?