A Copa JR

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Com modelos GM, todos de motor 1.4, a Copa JR prepara sua terceira temporada tendo o baixo custo como atrativo: é possível correr lá com um orçamento de menos que R$ 1.500 por mês.

CASCAVEL – Uma das sacadas positivas dos últimos tempos no universo brasileiro dos campeonatos de Marcas foi a adoção dos motores 1.4, teoricamente menos fortes que os 1.6 de sempre, e que pelo conjunto da obra acabam proporcionando às equipes uma economia nada desprezível.

Os dois exemplos mais evidentes dessa alternativa vêm do Rio Grande do Sul e de Goiás. Já há algum tempo o Campeonato Gaúcho instituiu os motores 1.4 para todos os carros da categoria, inclusive de outras marcas, o que acaba gerando um panorama pitoresco – pode-se ver um Uno, um Gol ou um Ka com motor da GM, por exemplo. O que não ocorre na Copa Centro-Oeste. Lá a categoria Marcas mantém sua raiz. A motorização é 1.6, mesmo, e Gol anda com motor VW, Palio anda com motor Fiat, e Celta com motor GM. Os motores 1.4 compõem uma outra realidade, a da nova Copa JR, que foi implantada no ano passado e cujo regulamento só permite a participação de carros fabricados pela GM. Um grid com os modelos Corsa, Celta e Classic, em resumo.

Tratada inicialmente como categoria de acesso e hoje despertando interesse de pilotos já consagrados do automobilismo regional, a Copa JR começou sua trajetória em Goiás com sete carros no grid. O título de 2017 foi conquistado pelo brasiliense Gustavo Ribeiro. Em 2018 o grid médio tem sido de 14 carros. O promotor Joel Júnior se mostra seguro de que serão mais de 20 na temporada do ano que vem.

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Rafael Varga e Raphael Teixeira fecharam lado a lado a disputa pela vitória na décima corrida da Copa JR, em novembro. Teixeira levou a melhor por seis milésimos de segundo!

A decisão da Copa JR de 2018 em Goiânia deve emoldurar uma disputa duríssima nas quatro corridas que vão compor a rodada dupla de 8 e 9 de dezembro. Fábio Varga/Rafael Varga, Raphael Teixeira e o próprio Gustavo Ribeiro são os pilotos que decidem o título da classe Super. A Light também tem três candidatos à conquista da taça, que será decidida entre Luiz Fernando, Tiago Vieira e Glêves Campos.

Conversei bastante com o promotor na última semana sobre a Copa JR, de olho em viabilizar minha presença no grid dessa última rodada dupla – vai dar certo. Esse contato me permitiu entender direitinho o funcionamento da categoria. Achei interessante e convidativo, inclusive. Entra sem dúvida na lista de opções para as minhas aceleranças do ano que vem.

O calendário de 2019 será composto por sete etapas, fechando 14 corridas. O deste ano também teve sete etapas, mas com as obras de reforma que mantiveram o autódromo sem automobilismo por alguns meses o campeonato começou um tanto mais tarde e essas corridas foram distribuídas em cinco fins de semana distintos. Houve etapas simples, de duas provas, nos meses de junho, julho e setembro. Em novembro os pilotos tiveram rodada dupla, com quatro corridas, mesmo formato adotado para o evento que vai apontar os campeões na semana que vem.

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O regulamento padronizado para fornecimento de motor, injeção e amortecedores alavanca a competitividade da Copa JR. A foto, como todas as que ilustram o post, é da lavra do Fábio César.

O custo de cada etapa, para o piloto, é de 5 mil reais. O valor, fixo em contrato com o promotor, cobre a inscrição na etapa, combustível, pneus, assistência técnica de preparador e mecânicos no fim de semana de corrida, fornecimento de motor, amortecedores e injeção eletrônica. Quem corre de Marcas em qualquer lugar do Brasil já terá percebido que o valor fechado é muito atrativo. Automobilismo bom e barato.

Voltando ao orçamento de 5 mil por etapa, chegamos a um valor de 35 mil reais para a temporada completa, que pode ser quitado em 12 parcelas de janeiro a dezembro. O piloto pode fazer um campeonato completo pagando menos de 3 mil reais por mês. Se for correr em dupla, vai gastar menos de 1,5 por mês. Foi a conta que fiz enquanto conversava com o Juninho, e até perguntei a ele se havia algum erro de informação. Ele riu e disse que não havia erro algum, é isso mesmo. Guardei o rascunho da conta comigo, posso precisar dele nos próximos meses.

Aí me chamou atenção a questão dos preparadores e mecânicos. Essa mão-de-obra está incluída no pacote oferecido aos pilotos, o que me levou de imediato à conclusão de que não poderia contar com um preparador que venha me acompanhando há algum tempo – todo piloto tem seu preparador de confiança, quase de estimação, afinal. Nesse caso, suposição errada. O participante pode tanto contar com um dos preparadores que já integram a equipe técnica da categoria quanto tem a opção de indicar seu próprio preparador, que será pago pelo organizador da Copa JR – é um custo que está incluído no pacote, lembremos disso.

Para esses casos, além do contrato entre piloto e promotor, celebra-se um contrato paralelo com o preparador. Uma das cláusulas desse contrato adicional, estipulada para garantir a homogeneidade entre os carros, prevê que a eventual adoção de soluções vetadas pelo regulamento técnico implicará não só a desclassificação do piloto, mas também o veto definitivo à atuação do preparador em questão na Copa JR. Espertalhões não têm vez.

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Diferente do que ocorre na Copa Centro-Oeste de Marcas, também disputada em Goiânia, a Copa JR determina o uso de carros da GM. Corsa, Celta e Classic compõem o grid, todos com motores 1.4.

A ideia de disputar um campeonato completo pagando menos de 1.500 reais por mês é atrativa ao extremo – lembrando que essa é uma estimativa para os que optam por correr em dupla. E é valida inclusive para quem não tem seu próprio carro: pode-se alugar um carro junto à própria organização da categoria, por 1.500 reais por etapa. Quem tiver interesse em se inteirar devidamente de mais detalhes da Copa JR pode contatar diretamente o Joel Júnior pelo número (62) 9 8305-3333, disponível também para comunicação via WhatsApp.

Bem, está decidido. Na semana que vem vou a Goiânia ver de perto, provavelmente de dentro, o andamento das coisas na Copa JR, e de quebra acompanhar essa decisão dos títulos. Pode ser o meu campeonato em 2019.

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A Copa JR foi criada em 2017 com sete carros na pista, e o grid médio da temporada que termina na semana que vem foi de 14. A projeção do organizador para o campeonato de 2019 é de mais de 20.

 

Calendário 2019: LDA

LDA - MARCAS

O campeonato de Marcas & Pilotos da LDA mantém as mesmas classes de graduação praticadas no Paulista – Super, Light e Novatos. À frente, na foto, o carro dos líderes mineiros Wilton Pena e Lucca Paulinelli.

CASCAVEL – A Liga Desportiva de Automobilismo também já definiu e divulgou as datas de seu campeonato de automobilismo de 2019. Serão oito etapas, todas em Interlagos, com a temporada começando no segundo fim de semana do ano e, tal qual ocorre agora, terminando no último.

Presidida por Ernesto Costa e Silva, que por vários anos atuou como diretor de provas da Federação de Automobilismo de São Paulo, a LDA tem em 2018 o primeiro campeonato de sua história, lançado como alternativa ao Campeonato Paulista levado a efeito pela própria Fasp. O diferencial oferecido aos pilotos está nos custos de filiação e inscrição para as etapas, bem mais baixos que os praticados no Paulista.

O resultado inicial da novidade foi a divisão dos grids – um grande contingente que compunha o Paulista até o ano passado migrou de mala e cuia para a LDA, que tem em disputa os títulos das categorias Marcas (com as classes Super, Light e Novatos, as mesmas do Paulista), Hot Cars (com as divisões D1, D2, D3, D4, D5 e D8),  New Speed (A e B), Copa Opala, Turismo (A e B), Fórmula LDA, Clássicos de Competição (A e B) e Força Livre (com as subdivisões Protótipos e Turismo, ambas com classes A e B). As tabelas de classificação disponíveis no site da Liga revelam que 216 pilotos marcaram pontos em pelo menos uma etapa nos seis eventos já realizados neste ano.

As oito etapas do campeonato de  automobilismo da LDA estão marcadas para os fins de semana de 13 de janeiro, 10 de fevereiro, 3 de março, 5 de maio, 2 de junho, 14 de julho, 15 de setembro e 29 de dezembro.

 

Calendário 2019: Campeonato Paulista

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No começo do ano, antes de assumir o ritmo loucoda temporada de trabalho, conciliei participações no Paulista de Marcas, pela Alpie Competições, e no Fusca Cup, pela Wessler Racing.

CASCAVEL – A Fasp definiu o calendário do Paulista de Automobilismo de 2019. As dez etapas em Interlagos estão marcadas pra 27 de janeiro, 24 de fevereiro, 21 de abril, 19 de maio, 9 de junho, 7 de julho, 4 de agosto, 8 de setembro, 22 de setembro e 22 de dezembro.

O calendário prevê que a nona etapa pode ser transferida pra alguma outra data de outubro ou novembro no Velo Città – acho até que deveria haver mais etapas em Mogi.

Quem sabe ano que vem eu volte a participar de algumas etapas do Paulista.

Apadrinhados

MAQUINI EQUIPE

A Maquini Racing, equipe que chega ao automobilismo na Opala 250 e que acabou “apadrinhada” pelo Pedro Pimenta, que tem 32 anos de trajetória nas pistas e lidera a Old Stock Race.

CASCAVEL – O Pedro Pimenta tem um jeito diferente de trabalhar com automobilismo, isso não dá para negar. Tem coisas que ele comenta com a maior naturalidade do mundo, talvez sem se dar conta de que destoa dos ritos do esporte. Como o que me falou agora há pouco, enquanto conversávamos sobre a terceira etapa da Old Stock Race, domingo agora, em que ele vai defender a liderança do campeonato em Interlagos.

O Pimenta simplesmente adotou um piloto – apadrinhou, como ele define. Ok, não chega a ser tanta novidade assim, se levarmos em conta que há muitos pilotos experientes que colocam estreantes sob sua tutela desportiva, a título de trabalho ou de participação no eventual sucesso. Não é o caso de agora. Não há dinheiro envolvido. Ele chegou até a usar o termo “inclusão social”, que não estou certo de ser o mais adequado à situação. De qualquer forma, achei muito bacana.

Bruno Boulle Matrai, o piloto em questão, corre na Opala 250, que é algo como uma classe de acesso à Old Stock Race. Na etapa passada, estava sem box em Interlagos. Pimenta acomodou carro, piloto e equipe dentro do box que já dividia com os outros pilotos de sua equipe, a Motorfast. Feito isso, o que chamou atenção do Pimenta foi o fato do preparador Adauto Faquini, que é tio do Bruno, ser cadeirante. Tem as pernas paralisadas.

MAQUINI BRUNO

Com um quinto e um terceiro lugar, Bruno Matrai ocupa o quinto lugar na classificação da Opala 250. A partir da etapa deste domingo, ele terá a instrução técnica e desportiva de Pedro Pimenta. 

Adauto foi quem construiu de cabo a rabo o carro do sobrinho, o Opala número 222 da Maquini Racing, que Bruno levou a um terceiro e a um quinto lugar nas duas corridas da etapa passada, que teve nove carros na pista. “Dá gosto ver o Adauto trabalhar. Ele pula da cadeira, vai para baixo do carro, mexe em amortecedor, mexe em tudo, o filho ajuda ele a voltar para a cadeira”, foi o que me falou o Pimenta. “Me chateou ver que eles estavam sem box. Lembrei na hora de quando comecei a correr. Daí nasceu a ideia de ‘adotar’ a equipe”, explicou.

A Maquini Racing é equipe nova. Além do Adauto e do Bruno, é composta pela Sílvia Faquini, a responsável por colocar tudo para funcionar, e pelos mecânicos Giovani Faquini, Alexandre Sanghy e Bruno Bastos. “Eles estão começando agora, e vão ficar no mesmo box que eu até o fim do campeonato. Vou procurar ensinar ao Bruno e à equipe a fazerem automobilismo como eu sempre fiz. Coisas de pista, análise de telemetria e de imagens onboard, o marketing e a fidelização dos patrocinadores, o que pode ser feito e como pode ser feito. Acho que tenho muito a contribuir com essa rapaziada”, arrisca o Pimenta. “É uma inclusão social que a WeCredit e o Grupo ODA me dão suporte para levar adiante. Isso me traz uma satisfação pessoal”.

Os carros da Opala 250 rendem 240 hp de potência, um pouco menos que os da Old Stock, que põem nas rodas traseiras cerca de 300 dos 370 cavalos que o motor têm de potência. Bruno está em quinto na pontuação. Com o Pimenta dando pitacos, aposto meus cobres que vai evoluir logo.

MAQUINI ADAUTO

A limitação física de Adauto Gomes Faquini não o impede de responder pela construção e preparação do carro que o sobrinho Bruno Matrai levou duas vezes ao pódio na etapa passada da Opala 250.

Palio Cup, a novidade do Nordeste

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O primeiro grid da Palio Cup teve cinco carros na pista em Caruaru, no fim do mês passado. A rapaziada da Garagem 83 terá o dobro disso à disposição dos pilotos a partir do evento de julho.

SÃO PAULO – Uma novidade legal que tem movimentado o automobilismo do Nordeste brasileiro é a Palio Cup. Os carros, montados pela equipe Garagem 83, têm preparação uniforme, em trabalho coordenado pelo piloto Adésio Santos. São 10 os carros disponíveis, com motorização 1.0.

A primeira coisa da Palio Cup que chama atenção dos pilotos dispostos a iniciar carreira é o orçamento. O custo de uma etapa, de R$ 2,5 mil, inclui inscrição, combustível, pneus, locação do carro e a mão-de-obra de pista. Os pilotos obviamente podem aplicar aos carros as marcas de seus patrocinadores e apoiadores.

O equilíbrio da categoria é praticamente institucional. Os carros são sorteados entre os pilotos antes de cada evento, e a partir do evento seguinte o novo sorteio é feito de modo a impedir que um piloto participe de mais que uma etapa no mesmo carro. A programação é padrão: no sábado, duas horas de treinos livres, e no domingo, além do treino classificatório de 15 minutos, as duas corridas, cada uma com percurso de 12 voltas.

O evento de abertura da temporada, em Caruaru, aconteceu no fim de abril. Fábio Menezes ganhou as duas provas da etapa. Tiago Gonçalves e Ricardo Augusto foram segundo e terceiro na primeira corrida, enquanto na segunda o pódio teve ainda Minho Pimentel e Giovanni Feitosa. Antonio Pitta também tomou parte dos grids. Um dos pilotos inscritos acabou não participando da etapa, por motivos pessoais, e um sétimo carro estava disponível como reserva.

O próximo evento da Palio Cup, nos dias 2 e 3 de junho, vai acontecer em São Miguel de Taipu, cidade da Paraíba localizada a 40 km da capital João Pessoa, no autódromo mais novo do Brasil. Para essa, segundo me disse o Elton Andrade, da Garagem 83, a lista de chamada já está completa. Mas vai ter mais uma em Caruaru, em julho. Aliás, vai ter bem mais – o calendário prevê três eventos em Caruaru e outros três em São Miguel de Taipu. Qualquer hora volto ao Nordeste para fazer uma etapa dessas.

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O sorteio dos carros assegura o equilíbrio das disputas da Palio Cup, que prevê 12 corridas em seis eventos nesta primeira temporada. O custo de cada etapa para o piloto é irrisório: R$ 2,5 mil.

Novo desafio na Turismo 1600 regional

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CASCAVEL – No dia 18 começa em Cascavel a temporada de 2018 do Campeonato Metropolitano de Automobilismo. Além da categoria Marcas & Pilotos, que vai estruturando seu grid para abrir o ano com pelo menos 15 carros na pista, teremos na pista a Turismo 1600, com suas duas subdivisões para injetados e carburados. Nessa, acabei metendo o bedelho.

Senti, dias atrás, que a galera da Turismo 1600 estava um tanto desanimada. Procurei o Orlei Silva, presidente do Automóvel Clube daqui, trocamos algumas ideias durante o café (que ele pagou) e definimos uma parceria. Assumi o compromisso de, pelo menos nesse início de temporada, levar a Turismo 1600 adiante. Vou promover a categoria dentro do evento do ACC e da Federação Paranaense.
É preciso fazer um corpo-a-corpo com pilotos e equipes para fazer um negócio desse dar certo. Não só chamá-los para a corrida, afinal todos sabem que a etapa vai acontecer, mas apresentar motivos suficientes para convencê-los a tomar parte. Um deles, talvez o principal, conseguimos logo de cara: redução na taxa de inscrição. Por minha conta e risco, tirei de saída um terço do valor. Em vez dos 750 reais que são a taxa para 2018, a inscrição vai custar 500 reais.
A Turismo 1600 vai dividir a programação de treinos livres com a galera do Marcas. Nas corridas, teremos grid separado. Correr na mesma bateria do Marcas é algo que os pilotos não curtem muito, sobretudo pelo fato dos carros da Turismo 1600 serem menos rápidos. Acabamos ficando sempre no fim da fila.
O primeiro passo foi dado, agora temos dez dias, um pouco menos que isso, para resgatar carros e pilotos que, em vários casos, não tinham as corridas em sua agenda de 2018. Terão, e vai ser bem bacana.

Nosso calendário

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Apesar do grid baixo, a Turismo 5000 é, na minha insignificante opinião, a categoria mais bacana do Campeonato Paranaense de Velocidade no Asfalto. Que pode ter até uma série de monopostos em 2018.

CASCAVEL – Um fim de semana de reuniões em Curitiba, entre dirigentes de clubes de automobilismo e a Federação Paranaense, definiu o que recebi como sendo um pré-calendário dos campeonatos de velocidade no asfalto para 2018 no Paraná. Faço questão de frisar o “pré”, diante da possibilidade sempre presente de mudanças sob as mais variadas motivações.

O Campeonato Paranaense de Automobilismo, com as categorias Marcas, Turismo 1600 e Turismo 5000, vai ter seis etapas, duas em cada autódromo, assim listadas no calendário: 29 de abril (Curitiba), 20 de maio (Londrina), 10 de junho (Cascavel), 26 de agosto (Londrina), 23 de setembro (Curitiba) e 4 de novembro (Cascavel). Não por acaso, todas essas datas e locais vão aparecer nos próximos calendários, isso por conta da óbvia realização conjunta com, etapas dos campeonatos metropolitanos.

A Federação Paranaense também incluiu em seu pré-calendário, vejam só, a Old Truck, campeonato de caminhões com seis etapas – 4 de março (Curitiba), 8 de abril (Cascavel), 20 de maio (Londrina), 5 de agosto (Cascavel), 26 de agosto (Londrina) e 21 de outubro (Curitiba). A novidade chegou a ser anunciada tempos atrás como Super Truck Racing e tinha o Max Nunes, preparador aqui de Cascavel, como um dos mentores. Max falou comigo agora, explicou que não tem mais envolvimento com a iniciativa.

O Metropolitano de Curitiba tem suas seis etapas pré-definidas para 4 de março, 29 de abril, 24 de junho, 23 de setembro e 21 de outubro. As coisas não andam tão simples na negociação com a nova administração do Autódromo Internacional, e essa lista aqui é, na minha opinião, a mais suscetível a eventuais mudanças no decorrer do período.

Em Londrina, o Campeonato Metropolitano de Automobilismo vai ter cinco etapas, nos dias 18 de março, 15 de abril, 20 de maio, 26 de agosto e 14 de outubro. As 500 Milhas, evento fantástico do qual tive a oportunidade de tomar parte como piloto dois meses atrás, vão acontecer no dia 24 de novembro, sábado.

O Metropolitano de Cascavel, que por ora é o que mais me interessa, por motivos estritamente meus e dos meus patrocinadores de pista, prevê seis etapas, nos dias 11 de março, 8 de abril, 6 de maio, 10 de junho, 5 de agosto e 4 de novembro. E a grande cereja do bolo da cidade, a Cascavel de Ouro, confirmadaça para 18 de novembro. A final do Metropolitano e do Paranaense duas semanas antes vai ser uma ótima oportunidade de preparação para as equipes.

Curioso eu falar da Cascavel de Ouro. Não que não faça isso; pelo contrário, faço até demais. É que exatamente agora, quando recebi as datas definidas em Curitiba, estava preparando algo que vai ser determinante para a prova ser, como vem sendo desde 2015, a maior de todos os tempos.

METROPOLITANO

O Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel volta a ter seis etapas, todas no Autódromo Zilmar Beux. Ano passado foram oito, que incluíram uma na pista de Londrina e outra na de Curitiba.