Porsche 500

CUP ALLGAIER

Miguel Paludo volta a dividir o carro número 7 com Justin Allgaier. Beto Gresse, seu parceiro nas duas primeiras corridas e também líder do Endurance Series, vai para o carro número 50.

SÃO PAULO – Fim de semana de Porsche Império GT3 Cup Challenge Brasil cá em Interlagos. Escrevo no instante em que os pilotos vão à pista para o último treino livre da Porsche 500, a etapa final do Endurance Series, que também vai apontar o campeão geral – ou o Overall Champion, para usar o nome correto da soma de pontos dos dois campeonatos, o das corridas longas e o das curtas, que já terminou. Gosto de nomes de corridas com números. Indy 500, Goiânia 500, Porsche 500…

Grid de 30 carros – nada mau! –, sendo 20 na Cup e 11 na Challenge, nomes que vão sair de cena logo depois da bandeirada da corrida de amanhã. Em 2018 teremos a GT3 Cup e a Carrera Cup, que serão devidamente esmiuçadas por aqui e pela mídia oficial do campeonato no decorrer dos períodos.

São 69 os pilotos inscritos no Porsche 500. Tem bastante gente de fora. Justin Allgaier, dos EUA, Dennis Olsen, da Noruega, Thomas Preining, da Áustria, Marcus “Magic” Vario, do Panamá (mas nasceu na Itália), mais os chilenos Mario Chomalí e Carlos Ruíz, que estreiam em dupla. Ninguém da Argentina, curiosamente. Na Cup, os líderes do Endurance Series viram adversários. Miguel Paludo passa a ter Allgaier como parceiro, vendo Beto Gresse, ao lado de quem cumpriu as etapas do Velo Città e de Goiânia, atuar ao lado de Bia Figueiredo e Ramon Alcaraz.

Bem, tudo isso vai ser mostrado ao vivo. Na parte que me cabe, narro as quatro tomadas de tempo classificatórias hoje, a partir das 16h30, para a transmissão ao vivo pela página do Facebook e pelo canal do YouTube. Amanhã, nesses mesmos meios, estaremos ao vivo com a corrida, que deverá durar qualquer coisa entre três horas e meia e quatro horas. Tiago Mendonça no comentário e Bruno Monteiro na reportagem me acompanham na jornada, que é calçada na inigualável geração de imagens da Master/CATVE.

Abaixo, porque sempre tem alguém que pergunta isso, deixo aí abaixo a lista de pilotos inscritos na Porsche 500.

CUP JIMENEZ

Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista, vencedores da prova e vice-campeões em 2016, mantêm a dupla para a disputa da Porsche 500. Mas, no carro 3, só Jimenez tem chance de título. 

0 – Sylvio de Barros/Cacá Bueno (Cup)

3 – Rodrigo Baptista/Sérgio Jimenez (Cup)

4 – Beto Leite/Nonô Figueiredo/Marcos Gomes (Cup)

5 – Marçal Müller/Denis Navarro (Cup)

7 – Miguel Paludo/Justin Allgaier (Cup)

10 – Adalberto Baptista/Bruno Baptista (Cup)

13 – Pedro Queirolo/Clemente Lunardi (Cup)

15 – Mario Chomali/Carlos Ruiz (Challenge)

18 – Carlos Ambrósio/Felipe Nasr (Cup)

19 – Tom Filho/Rodrigo Mello/João Gonçalves (Challenge)

20 – Marcel Visconde/Werner Neugebauer (Cup)

21 – Eloi Khouri/Diego Nunes (Challenge)

27 – Ricardo Baptista/Valdeno Brito (Cup)

31 – Luca Seripieri/Alan Hellmeister (Challenge)

34 – Marco Billi/Maurizio Billi (Challenge)

37 – Francisco Horta/Fábio Carbone/Guilherme Reischl (Cup)

44 – Marcos Vario/Dennis Olsen (Cup)

45 – Paulo Totaro/Ronaldo Kastropil/Laszlo Piquet (Challenge)

50 – Ramon Alcaraz/Bia Figueiredo/Norberto Gresse Filho (Cup)

52 – Marcelo Stallone/Beto Posses/Rodolfo Ometto (Cup)

53 – Rodolfo Toni/Dennis Dirani/Danilo Dirani (Challenge)

63 – Lico Kaesemodel/Ricardo Zonta (Cup)

71 – Kreis Júnior/Giulio Borlenghi/Lucas Foresti (Cup)

77 – Daniel Schneider/Thomas Preining (Cup)

79 – Marcus Peres/Lucas Peres (Challenge)

80 – Nando Elias/Rouman Ziemkiewicz (Challenge)

88 – Eduardo Rocha Azevedo/Ricardo Maurício (Cup)

90 – JP Mauro/Felipe Fraga (Cup)

99 – Tom Valle/Daniel Serra (Cup)

155 – Ricardo Mendes/Leandro Romera/Alexandre Auler (Challenge)

CUP GERAL

Os carros da Cup e da Challenge dividem a pista de Interlagos na Porsche 500, etapa final da 13ª temporada do Porsche Império GT3 Brasil. A foto feita durante os treinos livres é da Fernanda Freixosa.

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Na íntegra: Porsche Império GT3 Cup 2017, 1/9

CASCAVEL – Meu sábado de corridas foi pilotando o microfone. Começou ontem, afinal, a temporada de 2017 do Porsche Império GT3 Cup e também da Fórmula 3 Brasil. Narrei todas as corridas da programação para a transmissão ao vivo do Grande Prêmio, tendo o Marcelo Gomes como comentarista. Haverá exibição na televisão, também, nos próximos dias. Vamos informando tudinho por aqui.

O vídeo disponibilizado rapidamente no YouTube pela produção da Cup contempla tudo o que mostramos ao longo do dia. São mais de seis horas de conteúdo. Para facilitar um pouco a vida de quem procura algo em específico, decupo aqui os instantes em que começa a transmissão de cada corrida. Aos 15min, abrimos a primeira corrida da F-3. Ainda considerando a contagem do vídeo, segunda prova da F-3 começa a 3h59min.

No caso das corridas de Porsche, a transmissão da primeira prova da categoria Cup começa a 1h20min do vídeo. A corrida única da Challenge está a partir de 2h25min. Haveria uma segunda corrida da Cup, como de costume, mas que acabou frustrada pela chuva que empoçou água em muitos pontos da pista. Os pilotos chegaram a largar, conforme vemos a partir de 5h27min, mas as condições de segurança bastante aquém das ideais forçaram a interrupção de tudo com bandeira vermelha. Os pilotos, em reunião no box número 4, decidiram por não correr – a prova será reposta na próxima etapa, dia 6 de maio em Interlagos.

Vale citar, ainda, que a 2h10min do vídeo nós batemos um papo com o novo presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo, Waldner “Dadai” Bernardo, que falou um pouco sobre as perspectivas para seus quatro anos anos à frente da entidade.

Cascavelense no Porsche Cup?…

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David Muffato recebendo instruções de Vinícius Quadros, engenheiro do Porsche GT3 Cup, antes de seu primeiro teste com um carro da categoria, em Interlagos.

CASCAVEL – Nada certo, ainda, mas é muito possível que o automobilismo de Cascavel tenha, pela primeira vez, um representante no Porsche GT3 Cup Brasil. Pelo que observei a certa distância na sexta-feira em Interlagos, arriscaria apostar alguns cobres na presença de David Muffato no grid das nove etapas de 2017.

Faz tempo, e disso eu já sabia, que o David está ensaiando uma aproximação sem compromisso com a categoria. Faria um teste em dezembro, mas sua agenda de trabalho impediu a ida a São Paulo no dia em que houve uma atividade assim para alguns pilotos. Houve outra bateria de treinos experimentais anteontem cedo. Dener Pires avisou o David sobre a data umas duas semanas atrás, houve tempo de sobra para que a operação toda fosse programada e lá estava o David pronto para saber de fato como é acelerar um Porsche GT3 911 da geração 991. “Fazia tempo que eu queria conhecer o carro, conhecer a estrutura do campeonato mais de perto. Quando o Dener falou que haveria esse teste de fevereiro eu disse ‘opa!, vamos lá’, e dessa vez consegui me programar e fazer o teste”.

Para quem competiu por 13 temporadas na Stock Car, onde foi campeão em 2003, o comparativo entre os dois carros foi inevitável. Até porque seu primeiro referencial direto no Porsche Cup foi outro campeão da Stock, Max Wilson, um dos pilotos consultores da categoria – foi, também, o comentarista da minha primeira transmissão de TV, em 2009, para o finado Speed Channel. “Fiz uma sequência de voltas com pneus usados e os tempos foram muito bons, segundo a telemetria mostrou, comparando com uma volta do Max com pneus zero (quilômetro)”, contou. “E o carro me surpreendeu, um carro muito bom, prazeroso de guiar, e muito confortável”, frisou, estabelecendo o primeiro comparativo com o Stock Car.

Isso porque o habitáculo do Stock, ao que parece, não é dos mais hospitaleiros para grandalhões de mais de um e oitenta como David, Thiago Camilo e Átila Abreu, só para dar dois exemplos mais. “Uma coisa que eu sempre critiquei, não só eu como vários outros pilotos, é que o carro da Stock Car foi construído para pilotos que têm 1,72, 1,75. Eu e outros pilotos que têm mais de 1,80 sempre sofremos um pouco dentro dos carros da Stock, era desconfortável, tudo isso”, rememorou. “E no Porsche é o contrário, você se adapta rapidamente, você pode mexer o volante para cima ou para baixo, o banco, e fica muito confortável, dá tranquilidade e segurança para guiar”, ilustrou.

A avaliação do desempenho do GT3 Cup fluiu igualmente em forma de comparativo. “Me surpreendeu, porque a potência dele é maior que a do Stock. De curvas o Porsche é um carro muito bom, como o Stock também é. Só nas freadas é que a gente consegue ser um pouquinho mais agressivo com o Stock. Mas achei muito legal. O prazer de guiar um carro rápido como o da Porsche que guiei na sexta-feira me deixou muito feliz. O carro é muito, muito bom”, falou.

David Muffato não foi o primeiro cascavelense a acelerar um carro da categoria. Pedro, seu pai, teve essa experiência quase dois anos atrás, na programação da única etapa que o Porsche GT3 Cup realizou em Cascavel em suas 12 temporadas de história. Daniel Kaefer, no mesmo dia, teve experiência parecida e ensaiou uma estreia efetiva na categoria, mas preferiu continuar disputando a Copa Petrobras de Marcas, onde está desde 2014.

David pode ser o primeiro piloto da cidade a alinhar num grid. É uma hipótese que ele não faz a menor questão de descartar. Pelo contrário. “Vamos ver. Agora é questão de conversar com o Dener, e conforme as coisas acontecerem pode ser que eu vá correr de Porsche em 2017”. Deve correr. E por que esse palpite meu? Nada científico, nem fruto de alguma informação privilegiada que eu tenha conseguido com o Dener, o Vini, o Enzo, a Regina ou qualquer outro integrante do staff (tentei aportuguesar, como sempre, mas “estafe” fica horrível). É apenas palpite, mesmo. E porque tenho dito desde que trocou a Stock Car pela Fórmula Truck, em fins de 2013, que o David tem o perfil de um piloto de ponta do Porsche GT3 Cup. Parece que vou poder conferir isso.

Porsche GT3 Cup abre nova fase

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O carro número 0 de Cacá Bueno e Cláudio Dahruj, que voltam a correr em dupla no campeonato de longa duração que integra a temporada do Porsche GT3 Cup

SÃO PAULO – Tendo seu carro pintado, ou plotado, nas cores da Cimed, marca que patrocina a equipe de seus principais adversários na Stock Car (hum…), Cacá Bueno faz neste fim de semana, cá em Interlagos, sua estreia no Porsche GT3 Cup Challenge Brasil. Ele retoma com Cláudio Dahruj a dupla vice-campeã brasileira de GT em 2012, ano em que pilotaram um modelo Z4 da BMW na equipe de Antonio Hermann.

A etapa do Porsche GT3 Cup em Interlagos, quinta das nove que formam o calendário de 2016, é também a primeira das três que têm o formato de longa duração, experimentado no fim do ano passado em uma divertida corrida extracampeonato que pode ser vista na íntegra nesse link aqui, que reproduz a transmissão ao vivo em que narrei tendo o irreverente Paulo Gomes como comentarista.

Uma única corrida, tendo na pista os carros das duas categorias (Cup e Challenge). Serão 29 os carros na pista, com duplas que revelam, por exemplo, quatro pilotos que tiveram passagens pela Fórmula 1 – a saber, Nelsinho Piquet, Ricardo Zonta, Ricardo Rosset e Gaston Mazzacane. Zonta e Mazzacane também fazem suas estreias no campeonato.

A corrida vai ter transmissão ao vivo, a partir das 14h30 deste sábado na internet. Os fãs da categoria poderão acompanhar a transmissão pelo perfil de Facebook do campeonato, ou diretamente pelo canal de YouTube do Porsche GT3 Cup, ou ainda pelo site da categoria. Essas duas últimas opções valem, também, para os treinos classificatórios, que vão começar às 16h de hoje, sexta-feira. Essas transmissões terão minha narração, comentário do Marcelo Gomes e geração de imagens da MasterTV/CATVE. Haverá a exibição em VT pela Band tão logo terminem os Jogos Olímpicos do Rio.

Logo abaixo, ao fim do post, indico a lista das duplas que vão disputar a etapa de amanhã, que terá percurso de 300 quilômetros, ou duração máxima de dua horas e meia.

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O carro de Pedro Queirolo e Marcel Visconde, que venceram a prova experimental de dezembro. A foto foi feita nos treinos de ontem. Agora, o número no parabrisa é o 1.

00 – Ricardo Rosset/Lucas Foresti (Cup)

0 – Cacá Bueno/Cláudio Dahruj (Cup)

1 – Pedro Queirolo/Marcel Visconde (Cup)

2 – Márcio Basso/Nonô Figueiredo (Cup)

3 – Sérgio Jimenez/Rodrigo Baptista (Cup)

4 – Beto Leite/Alberto Valério (Cup)

5 – Pedro Piquet/Nelsinho Piquet (Cup)

6 – Ricardo Zonta/Alan Hellmeister (Cup)

7 – Miguel Paludo/Beto Gresse (Cup)

8 – Dario Giustozzi/Gaston Mazzacane (Cup)

12 – Christian Hahn/Renan Guerra (Challenge)

16 – Marcelo Hahn/Allam Khodair (Cup)

19 – Rodrigo Mello/Tom Filho (Challenge)

21 – Eloi Khouri/Marco Cozzi (Challenge)

25 – Maurício Salla/Guiulherme Reischl (Challenge)

27 – Nando Elias/Marçal Müller (Challenge)

34 – Maurizio Billi/Ricardo Maurício (Cup)

38 – Roberto Samed/Márcio Mauro (Challenge)

44 – Paulo Pomelli/Diego Nunes (Cup)

50 – Ramon Alcaraz/William Freire (Challenge)

52 – Clemente Lunardi/Beto Posses (Cup)

56 – Otávio Mesquita/Cristiano Piquet (Challenge)

69 – Sérgio Maggi/Mau Zanella (Challenge)

77 – Daniel Schneider/Ricardo Baptista (Cup)

81 – Gil Farah/Marcelo Franco (Cup)

88 – Eduardo Rocha Azevedo/Sylvio de Barros (Cup)

89 – Daniel Paludo/Carlos Ambrósio (Challenge)

90 – JP Mauro/Gabriel Casagrande (Cup)

91 – Luiz Arruda/Marcus Vario (Challenge)

Nosso 13º palco

Termas 15TERMAS DE RÍO HONDO – Começou movimentada a primeira apresentação do Porsche GT3 Cup Challenge em Termas de Río Hondo. A sexta-feira foi inteiramente reservada aos treinos preparatórios e às atividades da categoria brasileira, que entre sábado e domingo dividirá a programação e a atenção do público argentino com a Top Race V6, que é o que há de melhor no bom automobilismo daqui.

É o 13º autódromo que o Porsche GT3 Cup visita em 12 temporadas de história – os demais foram os de Interlagos, Curitiba, Jacarepaguá, Santa Cruz do Sul, Velopark, Velo Città, Cascavel e Goiânia, todos no Brasil, além de Buenos Aires, aqui mesmo na Argentina, Estoril e Algarve, ambos em Portugal, e Barcelona, na Espanha.

Há pouco os boxes receberam a visita de Ricardo Sosa, secretário de Turismo da cidade, que trouxe as boas vindas do governo local ao Porsche GT3 Cup. Será um fim de semana de muitos atos sociais, também. Na pista, a conclusão de todo mundo é uma só: o traçado é extremamente desafiador. Garantia de boa carga de emoções em treinos e corridas.

Composto por 11 curvas e com extensão de 4.805 metros, o traçado do autódromo, bastante seletivo, se faz caracterizar por uma reta com 1.070 metros de extensão. Pelo traçado original de 4.275, inaugurado em 2008, essa reta, que sucede a reta dos boxes, atinge 1.340 metros – uma sequência de cotovelos foi adicionada ao projeto inicial a pedido dos organizadores do MotoGP, para que o Mundial pudesse ter suas etapas pelas bandas de cá. A foto aí acima, que na verdade é a foto da foto que foi tirada alguns anos atrás e estampa uma das paredes de cantinho que descolamos aqui, mostra o traçado completo.

Vamos usar o traçado do MotoGP, também.

Em se tratando do Porsche GT3 Cup, nossa programação do sábado prevê treinos classificatórios a partir das 12h40 para a categoria Challenge e a partir das 14h10 para a Cup. A abertura das rodadas duplas, também no sábado, terá o início das atividades da Challenge às 15h20 e da Cup às 17h05. No domingo, a corrida da Challenge abre programação às 9h30 e a da Cup, às 11h40. Não há diferença de fuso horário em relação a Brasília e todas as atividades descritas neste parágrafo terão transmissão ao vivo pelo canal no YouTube. Também será possível assistir a tudo isso simplesmente acessando o site da categoria.

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E eu vou colocando meu 25º autódromo no currículo, conta que inclui as pistas de rua de Vitória, Ribeirão Preto, São Paulo (Anhembi) e Salvador.

O susto anterior

CASCAVEL – Já fazia mais de dois anos que eu não me via obrigado a narrar uma capotagem. Foi na tarde de 8 de junho de 2013, um sábado, que o Marcelo Franco pegou a todos nós de surpresa com sua capotagem na descida do Lago em Interlagos, durante a terceira etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil.

“Perto desse o meu virou criancinha”, falou o Marcelo no último domingo, depois do acidente espetacular de Pedro Piquet em Goiânia. Concordo com ele, sem desmerecê-lo.

Deu no JN

CASCAVEL – Nada a acrescentar ao que já escrevi e falei sobre o assunto. A matéria que o “Jornal Nacional” exibiu ontem sobre o acidente de Pedro Piquet em Goiânia fala por si só. A ressalvar, apenas o fato de que o piloto teve, sim, uma fratura de menor gravidade na mão esquerda – os exames de domingo haviam descartado qualquer fratura, segundo me havia informado ainda no domingo o doutor Dino Altmann, chefe da equipe médica do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil.

Ao Motorsport.com, admiti ter temido pelo pior quando vi, a poucos metros da janela da sala de onde narrava a corrida, o carro número 6 voando pelos ares em meio a uma tempestade de poeira.

A reportagem do “JN” segue reproduzida abaixo.

Momentos antes da exibição no “JN” falei com Ricardo Baptista, por telefone. Ele me confirmou o furo no pneu antes do toque final no carro de Pedro, episódio posto em dúvida ontem por quem opinou sobre o assunto – essas discussões, ao fim das contas, tornam-se saudáveis por colocar todo mundo envolvido atrás da informação precisa. Pedrinho, ao “JN”, ratificou a questão do pneu furado.

E Piquet pai, ao repórter da Globo, definiu o acidente do filho como “espetacular”…