Meu pódio na estreia

CELIO 5

Um brinde ao Betão Fonseca, ao Wagner Agostinho, ao Pedro Pimenta e a toda a rapaziada da CenterBUS-Sambaíba, em foto do Célio Debes Jr. que vai virar quadro na sala do meu novo apartamento.

SÃO PAULO – Não tenho falado em outra coisa nos últimos dias, mas não tem problema. Vai demorar para cansar de abordar a participação que tive no Mercedes-Benz Challenge em Interlagos, no dia 27 de maio. Muito justo, pois, que eu faça o meu relato protocolar aqui no blog. Menos por achar que minhas impressões interessam a alguém, mais para ter um conteúdo que me permita reviver tudo aquilo daqui a algum tempo, quando outras corridas e fins de semana memoráveis tiverem acontecido. Claro que o VT da corrida, devidamente armazenado na internet, pode rememorar alguns momentos da pista. Aliás, vamos a ele, ao VT da transmissão ao vivo que teve narração do Celso Miranda e comentário do Tiago Mendonça, com imagens geradas pela Master/CATVE.

Quando comecei a correr, quase três anos atrás, usei comigo mesmo a desculpa de que seria um meio de entender melhor o ambiente em que trabalho. Não passava de balela, àquela época. Hoje tem ajudado, sim, e bastante. Vocês não têm ideia do quanto foi possível, em dois dias de atividades de pista, mergulhar a fundo na categoria de que fui narrador por quase cinco temporadas nas transmissões de TV, primeiro pela Rede TV! e, na fase atual, pelo BandSports. A ideia inicial do pessoal da CenterBUS-Sambaíba que me integrou à equipe para esta etapa passou por várias adaptações até o momento da saída à pista para o primeiro treino livre, já na véspera da largada. No fim, consegui me entender bem com o carrinho. Na tomada de tempos, nono lugar entre os 16 inscritos. Nada mau para quem fazia a corrida de estreia em campeonatos brasileiros. Fui o melhor colocado no grid dos seis da equipe, considerando a classe C250 Cup – havia outros três carros alaranjados na CLA 45 AMG Cup, a série principal.

Me entender bem com o carro foi importante, até por ter sido um fim de semana atípico. Os efeitos da paralisação nacional dos profissionais do transporte rodoviário, que refletiu na vida de todo mundo, ecoou no autódromo também, levando a programação da etapa a uma série de readequações. Essa adaptação teve a assinatura substancial do Pedro Pimenta, que nunca havia pisado no box da CenterBUS-Sambaíba, mas que desta vez estava lá, escalado para ser o meu guia. “Coach”, como se convencionou dizer no automobilismo. Vá lá que a paciência de Jó com que ele me mostrou o caminho das pedras durou bem pouco na corrida, já que eu não parava de chama-lo no rádio. “Para de falar e guia, deixa que eu falo!”, esbravejou. Ordens são ordens. Combinamos a estratégia, combinamos a tentativa do pulo do gato, combinamos como seria uma eventual readequação da corrida que havíamos traçado. O Pimenta sabia do meu potencial e das minhas limitações, tinha a exata noção de até onde eu poderia ir com o carro, sabia o que deveria ser feito e dito.

SOUZA 1

Sorte até no número. Meu 66 velho de guerra estava na lista dos números reservados pela equipe. Não podia ser outro para a estréia em Campeonatos Brasileiros. A foto é do Sandro de Souza.

Na corrida, minha preocupação inicial – um erro, vejo hoje – era a de não perder posição para o pessoal que vinha atrás. Teria largado melhor se me preocupasse com quem estava à frente. Mantive a posição, perdendo um pouquinho de contato  com os oito primeiros, o que foi bastante produtivo no início da segunda volta. Um salseiro no S do Senna deixou vários carros atravessados, alguns deles fora de combate. Tinha alguns metros de distância para esse pessoal da frente, foi o suficiente para me permitir desviar da confusão e seguir com minha corridinha. Algumas voltas mais tarde, um momento que não vou esquecer: uma disputa bem acalorada com ninguém menos que o Ângelo Giombelli, o grande Ângelo. Tê-lo como companheiro de equipe nessa ocasião já era algo digno de nota para o meu parco currículo. Trocar posição com ele algumas vezes, os dois sabendo que ficar à frente do outro poderia valer o pódio, foi sensacional. Lembrei do Otávio Mesquita, dez anos atrás, quando disputou posição com Emerson Fittipaldi numa corrida da GT3 e depois da corrida chorou emocionado. Não chorei e nem carreguei na emoção, mas na corrida mesmo fiz minha nota mental: pôr no currículo que tive um pega bem bacana com o Giombelli. Pus.

Cheguei a figurar em segundo lugar, mas isso era por causa da estratégia de parar no último momento em que fosse possível. Vai que entra o safety car e todo mundo já parou… Seria o pulo do gato. Não entrou safety car nenhum, e quando voltei à pista era o quarto colocado. Poderia ter mantido a posição se tivesse compreendido a contento a penúltima mensagem do Pimenta no rádio. Estava três segundos e meio à frente do Flávio Andrade, faltavam seis minutos para a corrida terminar e depois do Flávio não havia ninguém próximo a ponto de ameaçar o nosso pódio, era só trazer o carro para a bandeira quadriculada. Bem, foi essa a mensagem que suponho ter sido passada pelo Pimenta. Com os ouvidos já tão cansados quanto o corpo, só entendi o lance dos seis minutos e o “ninguém perto”, além de algo envolvendo três segundos e meio – não me atrevi a pedir para repetir. Vi o carro amarelo do Flávio pelo espelho e decidi tirar o pé e deixa-lo passar. Pensei que fosse um dos três carros que a equipe dele mantém na CLA 45 AMG Cup. Difícil afirmar que teria me mantido à frente dele, que vinha numa prova de recuperação bem interessante depois daquele quiproquó na segunda volta. Poderia ter resistido e segurado o quarto lugar. Ele poderia ter descontado essa diferença e passado do mesmo jeito. Nunca vou saber. E o Pimenta não sabia disso até agora, vai me matar quando ler.

CONTO 2

É regra: toda vez que a Rita vai comigo à corrida, termino no pódio. Funcionou até no Mercedes-Benz Challenge. Mais um motivo pra ter essa doçura sempre por perto. Foto do Fernando Conto.

Fato é que deu pódio. Sem saber, uma vez que só fui constatar isso já em casa, consultando as minhas anotações, fui o 50º piloto a figurar no pódio do Mercedes-Benz Challenge em oito temporadas da categoria. Números redondos são legais, dão a impressão de potencializar um resultado que por si só, considerando que o piloto era eu e todas as demais circunstâncias envolvidas, foi bom demais. Acabei a corrida como melhor colocado entre os pilotos da CenterBUS-Sambaíba na C250 Cup – a equipe ganhou na geral com o Betão Fonseca e o Adriano Rabelo, que correram em dupla. E poucas vezes veio tanto a calhar minha mania de trazer para as corridas a bandeira de Cascavel. Ela foi comigo para o pódio, conforme mostram as fotos ou as imagens da matéria que a Patrícia Cabral fez comigo para a CATVE. Meu agradecimento a ela e também à Taísa Kisiel e ao Luciano Neves, da TV Tarobá, que me deram uma baita colher de chá no “Tarobá Esporte”.

GUERIN 1

Além do ótimo carro, o pódio foi resultado do trabalho em dupla. O Pimenta são não pressionou os pedais. Importante compreender o funcionamento do coaching. A foto é do capilar Glauco Guerin.

Teve também o ponto negativo do fim de semana – sempre tem um ponto negativo. Que, no caso dessa corrida, foi o toque com o Cello Nunes, da categoria principal. Um cara que conheci lá mesmo, no Challenge, enquanto mostrou uma evolução absurda como piloto em 2017, correndo de C250. Cello disputava posição com o Renato Braga, os dois me alcançaram para pôr volta de vantagem (categorias diferentes, carros diferentes, a diferença de uma volta no fim da corrida é ocorrência normal). Ele esperava uma reação minha, eu contava com outra dele, nenhuma das duas aconteceu e faltou espaço para nós dois na Junção. O Cello rodou por causa do toque e acabou perdendo o pódio que vinha conquistando com muita competência. Fiquei extremamente chateado. Mesmo sem ter a cancha que ele já vem construindo nas corridas, sei bem, aprendi ainda mais nessa corrida, o quanto vale um pódio, levar o champanhe para a equipe. E, conforme ele mesmo afirmou, a rapaziada da equipe dele merecia muito aquele champanhe. Vou torcer de forma especial para que o próximo resultado do Cello compense a decepção que ele teve. Deve ter ficado puto comigo.

ZOIAO 4

Foto feita pelo Vanderley Soares na volta de apresentação. Fui o nono colocado no grid de 16 carros, primeiro entre os que compuseram o esquadrão alaranjado da CenterBUS-Sambaíba na etapa.

A participação no Mercedes-Benz Challenge acabou sendo minha última corrida como integrante da lista de pilotos da WeCredit Racing. São mais de 15 em várias categorias pelo Brasil e pelo mundo, e por sete meses tive a honra de integrar essa lista. Uma parceria que começou com pódio, o décimo lugar geral nas 500 Milhas de Londrina do ano passado, e terminou com pódio, esse bendito quinto lugar em Interlagos. Toda gratidão e simpatia ao Renato Costa, ao Marcelo Gomes e à equipe do Grupo Financial, dono da marca, que me acompanharam em tantos momentos bacanas. Quando a história da WeCredit Racing for contada em livro, vai constar de alguma página que fui o primeiro piloto a conquistar uma vitória para eles no automobilismo, na segunda etapa do Fusca Cup, também aqui em Interlagos. Vinda longa ao time, pois.

Sem muito mais a dizer e bastante coisa para guardar na gaveta das boas memórias, deixo aqui, mais uma vez, o meu agradecimento ao Betão Fonseca e ao Wagner Agostinho, que viabilizaram aquele fim de semana tão improvável quanto aprazível, ao Evandro, ao Carlinhos e a todos os meninos da equipe, que me acolheram com a maior cortesia do mundo, e ao bom Deus que me tem proporcionado tanta coisa bacana. Tomo a saída estratégica pela esquerda deixando uma galeria de fotos dos amigos Celinho Debes, Fernando Conto, Sandro de Souza e Vanderley Soares.

 

 

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Em casa

MB 01

Wagnão Agostinho me ciceroneou a tarde toda na sede da CenterBUS-Sambaíba em Taboão da Serra, aqui do ladinho. E falou pra eu me sentir em casa na equipe. Como se precisasse.

SÃO PAULO – Ontem foi o dia de conhecer a sede da CenterBUS-Sambaíba, minha equipe na etapa deste domingo do Mercedes-Benz Challenge em Interlagos.

O Wagner Agostinho, com sua paciência de Jó, não só me descreveu de cabo a rabo a trajetória da equipe como também falou de alguns dos planos para as próximas temporadas. É uma rapaziada muito bem disposta a fazer história, essa da equipe.

A visita serviu também para o primeiro contato com o #66, meu companheiro do fim de semana. Vamos nos entender bem.

Eu e a Meca

O Mercedes-Benz C250 Turbo número 66 da CenterBUS-Sambaíba, meu próximo carro nessas andanças e aceleranças em pistas daqui e dali.

CASCAVEL – Um pouco de curiosidade, um monte de empenho, um pouco de apreensão, um monte de tesão, de tudo um pouco, ou um monte. É assim que surge, meio que como presente de aniversário, meu novo desafio nas pistas. Dois anos e meio depois de começar a correr, e sem ter entendido direito ainda o que estou fazendo no meio desse negócio, vou participar de uma etapa de Campeonato Brasileiro.

Serei um dos 41 sujeitos alinhados no grid de Interlagos na manhã de 27 de maio, no grid do Mercedes-Benz Challenge. Vai ser a terceira etapa da temporada em que a categoria se une à Copa Truck para dividir programação e prestígio em sete autódromos do Brasil e mais um de fora. Vou integrar a C250 Cup. Dei sorte com o número do carro: meu 66 de sempre está na frota da CenterBUS-Sambaíba, a equipe que vou defender a convite do Betão Fonseca e do multifunções Wagner Agostinho. Vai ser o meu carro nesta etapa, o 66.

Guiar uma C250 Turbo em Interlagos não chega a ser uma novidade. Tive essa oportunidade em dezembro de 2016, quando o Leandro Romera me recrutou para uma atividade de pista com clientes de uma empresa parceira da empresa dele. Não foi exatamente um teste de desempenho, já que naquela vez sempre havia um convidado me acompanhando do banco da direita. Agora serei eu comigo mesmo, talvez alguém no rádio. Bem, o que não falta numa etapa do Mercedes Challenge é tempo da pista para tentar me entender com o carro. O funcionamento prático de pneus slick ainda me é uma incógnita, apesar de eu já ter experimentado a novidade no Spyder com que estreei ano passado nas 500 Milhas de Londrina.

Desde o surgimento do Mercedes-Benz Challenge, em 2011, fui o narrador que mais transmitiu corridas da categoria, fosse pela internet, pela Rede TV! ou pelo BandSports, a casa atual. Octávio Muniz e Celso Miranda também já passaram pelo microfone do campeonato – é o Celso, neste ano, quem comanda as transmissões ao lado do Tiago Mendonça. Nunca pensei que um dia fosse pular o balcão, ou a mureta de box. Mas desafio feito é desafio aceito. “Tem coragem?”, foi o que me perguntou o Betão Fonseca, quando me fez o convite. Bem, o Betão e eu interagimos pouco, apesar de tantos anos de convivência profissional na categoria. Tivéssemos um pouco mais de contato e ele saberia que essa é a única coisa que não me falta.

Picoloko, Inspevel, Grupo ODA e WeCredit, os parceiros de sempre, juntam-se nessa iniciativa isolada à CenterBUS e à Sambaíba na relação de apoiadores. É a segunda vez que vou à pista numa corrida com transmissão ao vivo na televisão; a primeira foi a Cascavel de Ouro de 2016, quando o diretor de imagens só mostrou meu carro nas duas vezes em que rodei. Não quero rodar a Mercedes em Interlagos. Logo, se quiser aparecer na televisão, vou ter que fazer por merecer.

Conto com a torcida de vocês todos.

Preparei umas camisetas promocionais pra essa atípica participação num Campeonato Brasileiro. Espero fazer sobrarem algumas pra galera que me acompanha por aqui.

Um 2017 em 66 imagens

CASCAVEL – E por que 66 imagens, ora? Primeiro, porque o blog é meu e nele publico quantas fotos quiser. Segundo, e principal, porque 66 é o número que costumo usar nos carros quando participo de alguma corridinha aqui ou ali. Às vezes não dá, ou porque o número já é de outro piloto, ou porque corro como parceiro de pilotos que usam outros números, como 37, 71, 113. Não importa.

Mas resumi aqui em 66 fotos, para meu próprio consumo, o que foi minha temporada nas pistas em 2017. Do lado de dentro, no caso. Foram cerca de 30 fins de semana em autódromos transmitindo corridas ou escrevendo sobre elas e outros dez, exatamente dez, participando delas. Fiz uma seleção parecida em 2016, também, que publiquei em meu perfil do Facebook – está aqui, em post aberto.

Um ano bem interessante, sob o meu ponto de vista, em que tive a companhia e o incentivo de muita gente bacana e o apoio muitíssimo bem-vindo de marcas como, alfabeticamente citando, Boteco Praia, Casa Wireless, Egali Intercâmbio, Grupo Financial, Grupo ODA, Grupo Pra Frente Brasil, Inspevel Inspeção Veicular de Cascavel, Jack’s Wash Motorcycle e Tio Armênio. Meu muito obrigado, mais uma vez, a toda essa gente.

Minha seleção de 66 fotos tem contribuição de bastante gente. Acho que creditando a Adilson Zavarize, Anderson Zambrzycki, André Lemes, Cesar Barros, Cíntia Azevedo, Cleocinei Zonta, Rodrigo Ruiz e Vanderley Soares não esqueço de ninguém. E pé embaixo em 2018, meu povo!

Tchau, #66!

ESCORT

E foi-se embora o Escortinho das corridas que considero as minhas primeiras. Ficam boas lembranças. E os quadros, um aqui na sala de casa, outro lá no Bar do Zé, contemplado por todos.

CASCAVEL – E meu companheirinho de pista foi embora de vez. Vai dar carona a sonhos e objetivos malucos de outros malucos, a partir de agora lá no Centro-Oeste do Brasil.

Fiquei triste, de verdade, quando o Beto Trento me mandou a foto, nossa última foto, do Escortinho que, cúmplice do Thiago Klein, me fez ter coragem de encarar a pista de corridas, ainda que a meu modesto modo.

O carrinho viaja levando com ele um monte de marcas que levei comigo em doideiras nas corridas em Cascavel e em Curitiba. Paraguay Racing, Inspevel, ABS Sports, Sensei Sushi Bar, Sprint Race Brasil, AuStore, Bar do Zé, Pirelli (adesivo que usei só pra cobrir um outro no para-choque dianteiro, mas os pneus do carrinho eram Pirelli), Poderoso Timão.

Esse carrinho, antes de me levar pra pista, levou vários outros amigos pra começarem suas histórias nesse mundinho das corridas. Pra citar os mais recentes, Lorenzo Massaro, Caíto Carvalho e Felipe Carvalho.

O Escortinho leva pra Minas Gerais, também, o adesivo onde se lê “Valeu, #Bipe”. Imagino que o novo dono vá eliminá-lo. Mas valeu, mesmo, e o Bipe sabe disso.

Pintando o sete

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Acrílica sobre tela de 50 x 90 cm, genial como todas as do mestre Muccillo. Vai ficar chique na sala do apartamento.

CURITIBA – “Pintando o 66” seria um título mais fiel à situação, mas matenho o da série. Tinha até esquecido da existência do blog, na verdade, mas diante da novidade senti-me tentado a recorrer a ele para compartilhar com vocês o belíssimo resultado do trabalho do Roberto Muccillo Torino.

Eis que o gauchinho eternizou meu carrinho de corridas – o Gol número 66, que sendo honesto com os fatos é da Paraguay Racing, e não meu – com um fantástico trabalho em acrílica sobre tela. Há anos sou fãzaço da obra do Muccillo. Hoje à tarde, logo depois de desembarcar em Curitiba, vi que saiu a tela do 66 e exclamei um palavrão de irrefutável admiração. O taxista me olhou assustado. Quando parou no farol vermelho mostrei a ele a foto no visor do celular. Ele concordou comigo, ficou mesmo do caralho!

Dias atrás fiz uma brincadeira na internet, falei que como participante de corridas de carros estava prestes a me igualar a grandes nomes, acho que citei Pedro Muffato, Rubinho Barrichello, Miguel Paludo, Nelson Piquet, seguramente mais alguns que agora me fogem à memória. São pilotos que, a exemplo de vários amigos desse mundinho das corridas, já tiveram seus carros e motos e caminhões de competição vertidos à linguagem perfeita do Muccillo. Agora sou um deles. Sensacional.

Aos que acham que estou exagerando, e aos que conhecem o portfólio do Muccillo e sabe que não há exagero algum, recomendo uma visita ao site dele, artesmuccillo.com. É de olhar por horas e mais horas.

Meus highlights

CASCAVEL – Mês passado fomos a Curitiba para uma etapa do Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel, acho que já contei isso. Se não contei, pelo menos chamei atenção para o videotape do evento, que foi mostrado em várias cidades do Paraná e de Santa Catarina no programa “Velocidade Máxima”.

Foi um fim de semana bem bacana, aquele de Curitiba. No que diz respeito propriamente às duas corridas, que aconteceram no dia 9 de abril, o Deivicris de Cristo fez um resuminho bem bacana, também em vídeo, do que foi minha participação, que valeu um trofeuzinho de terceiro lugar na etapa da categoria Marcas B.

A terceira etapa do Metropolitano vai ser em Cascavel, no dia 4 de junho, na mesma programação da quarta etapa da Fórmula Truck. Chegarei à cidade na madrugada do domingo – até sábado estarei em Mogi Guaçu narrando a terceira etapa do Porsche Império GT3 Cup – para largar da última fila e tentar fazer mais uns pontinhos. Estou em quarto no campeonato, afinal. Para mim, nada mau.