Crash!

CASCAVEL – O trabalho com o Porsche GT3 Cup na etapa argentina já havia acabado e estávamos, em pequeno grupo, beliscando uns conosquinhos (a piadinha é antiga, talvez alguém não a capte) no lounge da categoria no Autódromo Provincial de Termas de Río Hondo. Foi quando o Beto Gresse chamou atenção de todos para um dos monitores que acompanhavam a transmissão ao vivo da corrida final da Top Race V6, que fechava a programação do domingo.

Ficamos embasbacados vendo o que acontecia na pista. Veja também.

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Na íntegra: Fórmula Truck 2016, 2/10

CASCAVEL – A proposta da série é resgatar cá no blog as corridas narradas por mim, vocês sabem. A exceção faz-se válida por ter sido o bróder Osires Júnior a comandar a transmissão da segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, no último dia 10 no Autódromo Internacional de Curitiba. E por eu ter aberto aqui no blog a série da temporada da Truck com a etapa de 13 de março em Santa Cruz do Sul – lá fui eu quem narrou.

Segue a íntegra da corrida de Curitiba, tal qual transmitida pela Rede Bandeirantes com a geração de imagens da Master/CATVE. O campeonato, não custa lembrar, terá sequência no dia 15 de maio, em Campo Grande.

Túnel do tempo argentino, parte 1

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Uma pretensa panorâmica do Museo Termas de Río Hondo, em Santiago del Estero: todo apreciador de corridas de carros e motos tem de passar por lá pelo menos um dian na vida

GUARULHOS – Começaria esse post observando que nós, brasileiros que gostamos e vivemos o automobilismo de alguma forma, somos todos uns merdas no que diz respeito a preservar a história e a glória passada desse esporte tão fascinante, e de cara faz-se necessário observar justa exceção ao Paulo Trevisan, a quem ainda não conheço, que criou e fez tornar-se real na gaúcha Passo Fundo o Museu do Automobilismo Brasileiro, que também ainda não conheço, imperdoavelmente. Tenho duas viagens ao Rio Grande do Sul no mês de junho, vou fazer com que uma delas contemple a parada em Passo Fundo.

Faz-se necessário, também, agradecer ao talibânico José Mário Dias pelo puxão de orelha que me deu sei lá de que ponto do mapa múndi quando soube que eu estava em Termas de Río Hondo, simpática cidadezinha da província argentina de Santiago del Estero, que abriga um dos mais impressionantes dos 25 autódromos onde já estive. “Se voltar para casa sem visitar o museu, dou-lhe uns tapas na cara”, avisou o Zé, polido como sempre. Desavisado como sempre, eu sequer sabia da existência de um museu no complexo da pista, onde estive para narrar as corridas da segunda etapa do Porsche GT3 Cup Challenge. Que é do Brasil.

Já havíamos vivido, é válido lembrar, um certo clima de viagem ao passado nos dias em que estivemos em Termas. O hotel onde ficamos, ao lado do autódromo (íamos e voltávamos a pé todos os dias, algo inimaginável para um sedentário como eu), é todo decorado com motivos que remetem à história do automobilismo argentino. O culto a Juan Fangio lembra a devoção dos brasileiros por Ayrton Senna. As paredes dos quartos, do hall, do restaurante, tudo no hotel remetia à Fórmula 1 dos anos 50, era em que a Argentina nadou de braçada no esporte. E era o próprio Fangio quem nos recepcionava à entrada do Museo Termas de Río Hondo.

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Luc Monteiro, Juan Manuel Fangio e Luis Ferrari: o encontro improvável de três lendas do automobilismo às portas do Museo Termas de Río Hondo…

Rapaz, e que museu! São centenas ou milhares de metros quadrados que abrigam parte rica da história do automobilismo e do motociclismo da Argentina e do mundo. Estive lá na tarde de ontem, com as corridas já encerradas. Fui com os pilotos Ricardo Landi e Norberto Gresse Filho e o colega jornalista Luís Ferrari. Ficamos todos embasbacados com tanta coisa bonita e que exalava história, por si só.

Uma das peças que mais atraem atenção dos visitantes é a Benetton-Renault B196, com que Gerhard Berger e Jean Alesi disputaram o Mundial de Fórmula 1 em 1996. Carro original, com motor, câmbio, tudo. Dizem que dá para funcionar o motor e sair andando, desde que haja gasolina no tanque. Não seria má ideia, num ano em que tenho feito tantas maluquices, mas tirar o Benetton de uma plataforma de uns 60 ou 70 cm de altura era risco de prejuízo na certa.

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A Benetton de Berger e Alesi exposta no interior da Argentina: tanto em aerodinâmica quanto em layout, um dos carros mais bonitos que a Fórmula 1 já mostrou ao mundo

Mas carro de Fórmula 1 a gente cansou de ver pela televisão, e às vezes ao vivo também. O que pega, como dizem lá no meu boteco, é ver os carros antigos. E lá fomos nós quatro ver os carros antigos. Trouxe no pouco um pouco daquela história para compartilhar com os amigos que me acompanham por aqui. Respirem fundo e apreciem sem moderação.

A ideia era mostrar aqui tudo que vi no Museo Termas de Río Hondo. Não deu – o que por um lado é bom, porque me obriga a voltar lá pelo menos mais uma vez. Primeiro, porque há um recinto, ao qual não havia acesso por ser domingo à tarde e pela ausência de determinado responsável pelo lugar, com raridades do Mundial de MotoGP. Parece que há até uma moto do “Doutor” respousando por lá. Segundo, porque quando entrei no museu e formatei meu roteiro ele não contemplou o devido exame dos carros que repousam sobre a simulação de um trecho de pista atrás de determinada parede. Fotografei só o primeiro e esqueci de voltar. Fico devendo. Pago no ano que vem.

Nem só de carros é feito o delicioso roteiro do passeio. Há motos, também, de todas as idades e para todos os gostos. Trouxe-as comigo, também. Estarão por aqui até amanhã, ou no máximo até quinta-feira. Acho bacana compartilhar essas coisas com a audiência. E notei que vocês também acham isso quando mostrei aqui um pouco da garagem de carros antigos que o Ted Vernon mantém na Flórida.

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Motocicletas de todas as idades e para todos os gostos também atraem atenção de quem vai a Termas de Río Hondo. Amanhã ou depois apresento esses belos exemplares à audiência do blog.

 

Nosso 13º palco

Termas 15TERMAS DE RÍO HONDO – Começou movimentada a primeira apresentação do Porsche GT3 Cup Challenge em Termas de Río Hondo. A sexta-feira foi inteiramente reservada aos treinos preparatórios e às atividades da categoria brasileira, que entre sábado e domingo dividirá a programação e a atenção do público argentino com a Top Race V6, que é o que há de melhor no bom automobilismo daqui.

É o 13º autódromo que o Porsche GT3 Cup visita em 12 temporadas de história – os demais foram os de Interlagos, Curitiba, Jacarepaguá, Santa Cruz do Sul, Velopark, Velo Città, Cascavel e Goiânia, todos no Brasil, além de Buenos Aires, aqui mesmo na Argentina, Estoril e Algarve, ambos em Portugal, e Barcelona, na Espanha.

Há pouco os boxes receberam a visita de Ricardo Sosa, secretário de Turismo da cidade, que trouxe as boas vindas do governo local ao Porsche GT3 Cup. Será um fim de semana de muitos atos sociais, também. Na pista, a conclusão de todo mundo é uma só: o traçado é extremamente desafiador. Garantia de boa carga de emoções em treinos e corridas.

Composto por 11 curvas e com extensão de 4.805 metros, o traçado do autódromo, bastante seletivo, se faz caracterizar por uma reta com 1.070 metros de extensão. Pelo traçado original de 4.275, inaugurado em 2008, essa reta, que sucede a reta dos boxes, atinge 1.340 metros – uma sequência de cotovelos foi adicionada ao projeto inicial a pedido dos organizadores do MotoGP, para que o Mundial pudesse ter suas etapas pelas bandas de cá. A foto aí acima, que na verdade é a foto da foto que foi tirada alguns anos atrás e estampa uma das paredes de cantinho que descolamos aqui, mostra o traçado completo.

Vamos usar o traçado do MotoGP, também.

Em se tratando do Porsche GT3 Cup, nossa programação do sábado prevê treinos classificatórios a partir das 12h40 para a categoria Challenge e a partir das 14h10 para a Cup. A abertura das rodadas duplas, também no sábado, terá o início das atividades da Challenge às 15h20 e da Cup às 17h05. No domingo, a corrida da Challenge abre programação às 9h30 e a da Cup, às 11h40. Não há diferença de fuso horário em relação a Brasília e todas as atividades descritas neste parágrafo terão transmissão ao vivo pelo canal no YouTube. Também será possível assistir a tudo isso simplesmente acessando o site da categoria.

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E eu vou colocando meu 25º autódromo no currículo, conta que inclui as pistas de rua de Vitória, Ribeirão Preto, São Paulo (Anhembi) e Salvador.

Na íntegra: Brasileiro de Turismo 2016, 3/15

TERMAS DE RÍO HONDO – Está no ar, para quem vai ver ou rever, a corrida que abriu a rodada dupla do Campeonato Brasileiro de Turismo no Velopark, há quase duas semanas. Foi a corrida que marcou a primeira vitória do Gabriel Robe na categoria.

Narrei a corrida ao vivo pelo canal do Brasileiro de Turismo no YouTube, tendo o Gerson Marques Jr. como comentarista. Antes de começarmos o bate-papo com os internautas, comentei com o Gerson algo como “quem é que vai conquistar a primeira vitória hoje?”. Candidatos a isso não faltavam – além do próprio Robe, listamos Pietro Rimbano, Edson Coelho Júnior, Lukas Moraes e mais uns três ou quatro nomes que me fogem à memória agora.

Enfim, a corrida está aí abaixo.

Na íntegra: Copa Paraná-Sul 2016, 2/8

CASCAVEL – Antes de fechar as malas para voltar à Argentina, compartilho com vocês a edição do programa “Velocidade Máxima” que traz, em vídeo, as corridas da segunda etapa da boa Copa Paraná Sul de Motovelocidade.

Essas corridas aconteceram no autódromo de Cascavel no dia 3 de abril e a produção é do Beto Borghesi. A terceira etapa está confirmada para o dia 15 de maio, sempre em programação conjunta com o Metropolitano de Automobilismo.

Para quem não viu, a primeira etapa, disputada no dia 28 de fevereiro, está aqui.

Na íntegra: Metropolitano de Cascavel, 2/6

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O Gol da Sensei-Sorbara Motorsport, com que disputei a prova da Turismo 1600 formando dupla com o Felipe Carvalho, dono do carro: foi minha despedida provisória das pistas

CASCAVEL – Por motivos, como diria o macaco-de-auditório daquele talk show luso, a série de transmissões das provas do Campeonato Metropolitano de Automobilismo de Cascavel em vídeo-teipe começa da segunda etapa.

Se por um lado não tempos a primeira, por outro abrimos as exibições do ano para quem é de fora de Cascavel em grande estilo: o site da revista Racing traz em primeira mão as corridas das categorias Marcas & Pilotos e Turismo 1600, antes mesmo de sua apresentação em várias emissoras paranaenses dentro do “Velocidade Máxima”, programa que leva a produção do Beto Borghesi.

Para ver as corridas, que eu mesmo narrei, basta acessar o site da Racing nesse link aqui. Para ilustrar o post, em vez de uma foto aleatória, escolhi uma das que o Sérgio Sanderson fez do carro com que participei da corrida da Turismo 1600 em dupla com o Felipe Carvalho. Preciso dar um retorninho aos meus patrocinadores, afinal – que foram, a saber, Casa Wireless, Grupo Oda, Inspevel Inspeções Automotivas, Abraplac, ABS Sports, Sensei Sushi Bar e Auto Posto Maçarico. E essa, como já contei aqui, deve ter sido minha última corrida no ano.

Aí você pergunta: ué, o Luc correu e narrou a corrida? E eu resposto que sim, foi isso mesmo.