O melhor remédio

SÃO PAULO – Tá, admito. Eu ri.

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Bacalhau com batatas (35)

MEXILHOEIRA GRANDE – Começando o dia no Algarve ao som de uma sacada sensacional, extraída lá do blog do Gomes.


A propósito do “Ai, se eu te pego”, impressiona, de um modo particular, a frequência com que a música toca aqui pelas bandas de Portugal, o que nos rendeu, à nossa turma, algumas boas histórias para contar.

Por falar nisso, ainda estão enchendo o saco do Michel Teló ou já caíram na real que se o rapaz está acumulando fama e fortuna é porque é bom no que faz?

Enfim, meu conterrâneo Teló resolve as querelas dele. Eu tenho as minhas para resolver agora, e estão ambientadas na Fórmula 1 de 20 anos atrás. Volto mais tarde.

Sertanejão na veia

Aí que Zezé di Camargo & Luciano vão ter muita mídia nos próximos tempos da próxima semana.

Separa, não separa, fato é que no show de ontem em Curitiba o Zezé subiu ao palco, explicou o problema entre irmãos e começou o show sozinho. Lá pelas tantas, o Luciano voltou ao teatro, foi pro palco e também deu sua versão ao ocorrido. Consta que Luciano, hoje, está internado, consequência do que teria sido uma overdose de remédios. Troço complicado.

Como sou um maria-vai-com-as-outras reconhecido, trago Zezé e Luciano – ou Mirosmar José e Welson David – à série do blog, hoje, com um combo que gostei muito. “Tristeza do Jeca”, uma das três músicas mais belas já gravadas no Brasil, e “Último dos apaixonados”, uma música que já usei para fazer paródia lá na Capital FM. Ainda bem que a paródia sumiu dos registros, esse não é o tipo de brincadeira que se deve fazer com amigos. Prefiro parodiar sobre políticos ladrões e sacanagens afins.

Por falar em ladrões, agradeço se alguém tiver notícias do meu carro.