O início do Metropolitano

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CASCAVEL – A foto é horrível, eu sei. Trata-se, na verdade, do print de um vídeo que o Guinho Biberg publicou em seu perfil no Facebook. Vídeo que mostra um minutinho da segunda bateria da primeira etapa do Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel, que começou ontem. No vídeo, o que mais me chamou atenção foi a simpatia daquele Zé-do-Caixão amarelinho que aparece nos segundos finais. Uma beleza.

Na pista do Autódromo Zilmar Beux, uma vitória de Leandro Zandoná e outra de Thiago Klein. Jair Peasson faturou as duas baterias na categoria B, enquanto Cléber Fonseca e Cido Moraes revezaram o primeiro lugar na categoria N. O Osires Júnior traz todos os resultados da etapa no Radiogol.

O primeiro grid cascavelense de 2014 teve 24 carros. Nada mau. A segunda etapa está confirmada para 4 de maio, em evento que terá também a terceira etapa do Campeonato Paranaense da categoria.

Na íntegra: Porsche GT3 Cup Challenge 2013, 8/9

MOGI MIRIM – Como os exemplares Porsche dão a tônica ao meu fim de semana, nada mais propício que seguir, aqui no blog, com a série de postagens com a íntegra de todas as corridas da temporada de 2013 do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil.

É dia de vermos a oitava etapa, disputada em novembro em Interlagos como preliminar do GP do Brasil. O evento às barbas da Fórmula 1 é sempre diferente, cheio de uma óbvia pompa a mais.

E, no caso do campeonato dos Porsche, muda também o formato da disputa – é apenas uma corrida por categoria. Assim, vamos primeiro com a 14ª das 16 corridas que compuseram o campeonato da categoria Challenge – o grid incluiu também, em disputa extacampeonato, os participantes da Light.

Então. Por questões técnicas inerentes à particularidade da etapa, e para alívio de quem gosta de corridas, o vídeo não tem minha narração. É uma oportunidade legal, também, para que vocês mesmos narrem as provas, contando com o áudio ambiente que contempla bem os motores e a algazarra nas arquibancadas, enquanto as assistem pelo computador, celular, tablet, Smart TV, forno microondas ou similares. O que será possível fazer, também, na corrida a seguir, 15ª das 17 etapas da categoria Cup.

Bandeira verde em Cascavel

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MOGI MIRIM – Não estou por perto, só para variar, mas vale lembrar que a temporada de 2014 do Campeonato Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel vai começar domingo agora.

O grid vai apresentar algumas novidades no Autódromo Zilmar Beux. Como dois carros que integram o Campeonato Paulista – o Fiesta número 66, de Guilherme Pedras e Luiz Filgueiras, e o Corsa 213, de Márcio Ocanha Silva e Luiz Nuno Pagliato. Há pilotos e carros do Campeonato Metropolitano de Curitiba, também, como os três da foto acima, de Fernande Valandro, Marcel Sedano e, salvo engano, Emílio Weiss. No total, 13 ou 14 carros das categorias A e B e mais 10 da categoria N. Um grid considerável.

O quente da programação está concentrado no domingo – no sábado, apenas os treinos livres. Tomada de tempos classificatória das categorias A e B vai começar ás 10h30, a da categoria às 11h, as duas vão ter 20 minutos de duração. A primeira bateria terá largada às 14h e a segunda, às 15h50, sempre para 30 minutos e mais duas voltas de corrida. A programação do campeonato será intercalada com Track Day para motociclistas.

Ingressos a R$ 10, credenciais de box a R$ 30, a história do automobilismo de Cascavel sendo escrita por uma rapaziada com que, por conta de trabalho, tenho perdido contato.

Apareçam no autódromo, vocês que estão em Cascavel.

O Abba vive

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MOGI MIRIM – Lenda urbana que resgatamos dias atrás num bate-papo na casa de um amigo, envolvendo o grupo sueco Abba: as duas integrantes do grupo já teriam morrido. Já tinha ouvido em algum lugar que a alegada morte das duas não passava disso, de lenda urbana. Agora, com um pouquinho de tempo sobrando, fui fuçar na internet atrás disso.

Agnetha Fältskog, a loira, tem 63 anos. Vive numa fazenda na Suécia, com a filha, os netos e o genro. Lançou vários álbuns-solo – o último, de 2013, chama-se “A” e valeu-lhe discos de ouro no Reino Unido, na Austrália, na Suécia e na Alemanha. Aparamentemente, Agnetha participou desse talk show no ano passado, vivinha da silva.

Björn Ulvaeus, hoje 68 anos, passou uma década envolvido com o musical “Mamma  Mia!”, que correu o mundo até virar filme em 2008 – consta que o lançamento da fita, estrelada por Meryl Streep, tenha sido a última aparição pública dos quatro integrantes da formação original do Abba.

Frida, a morena-ruiva, também está com 68 anos. De nome Anni-Frid Lyngstad, lançou em outubro de 2010 uma faixa gospel para uma coletânea sueca.

Benny Andersson, hoje aos 67 anos, vive sossegado com a patroa em Estocolmo, realiza pequenas apresentações com sua orquestra e com um grupo de amigos flautistas e, vez ou outra, dá as caras nas estreias do musical “Mamma Mia!”, camaradagem com Björn.

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Outra controvérsia que saiu na conversa durante a cervejada e os espetinhos na casa do meu amigo diz respeito a “Abba – The Show”, um tributo que foi apresentado em Cascavel em outubro de 2011 (estive nesse show; caramba, já faz tempo!): o saxofonista que arranca aplausos com a introdução de “I do, I do, I do, I do, I do” seria Benny Andersson, integrante do quarteto dos anos 70. Confusão que se pode atribuir à coincidência de sobrenomes. O tiozinho é na verdade Ulf Andersson, músico de apoio da banda original – Janne Schaffer, guitarrista da banda de quatro décadas atrás, também integra o show atual.

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Abba é uma palavra sem significado, nada mais que a junção das iniciais dos nomes dos quatro integrantes da formação original. Que consideram viabilizar uma reunião neste ano, quando “Waterloo”, primeiro sucesso do grupo, completa 40 anos.

Já que o assunto é esse, vai aqui um pouquinho de Abba para quem gosta, não sei se é muita gente.

Aos que também estão com um tempinho a mais, tem também esse vídeo com quase 90 minutos apresentando os maiores sucessos do grupo. O Abba, ao que tudo indica, ainda vive.

Team Brazil na Europa

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MOGI MIRIM – Antes tarde do que nunca, a menção à equipe brasileira que vai alinhar dois carros na Nascar Whelen Euro Series – já vi chamarem de Euronascar, denominação que não existe. É o Team Brazil, que marca presença com dois modelos Chevrolet SS. Um será pilotado por Victor Guerin e Alex Fabiano; o outro, por William Ayer Júnior e Marçal Melo. O site da categoria anuncia a empreitada dos brasileiros dizendo que o quarteto vai levar um pouco de samba para o grid. Samba? Bem… Alegorias improváveis à parte, o campeonato vai começar nos dias 12 e 13 de abril em Valencia. O grid da etapa espanhola está fechado com 34 carros, com pilotos de 20 nacionalidades. Já há qualquer coisa em torno de 70 mil ingressos vendidos.

O campeonato terá 24 corridas, sempre com duração de 30 minutos, cada. Serão seis rodadas quádruplas, com duas corridas aos sábados e duas aos domingos – os grids do domingo são formados por uma tomada de tempos diferente, que considera o tempo da melhor volta de cada piloto durante sua corrida na véspera. Cada integrante da dupla disputa duas das quatro corridas de um evento, e cada um pontua por si, em seu campeonato, sem depender dos resultados do companheiro de equipe – o que há, na verdade, é um revezamento dos carros.

O contato com os europeus que viabilizou a criação do Team Brazil e sua inscrição no campeonato de 2014 vem sendo costurado desde fins de 2012 por Adriano Gonçalves, que atua no marketing, e pelo próprio William – que está lá, inclusive, e com quem conversei por longos minutos há pouco, já adentrando o início do sábado europeu. O carro número 82 terá William disputando as duas corridas da categoria Elite 1 e Marçal nas duas da Elite 2. No carro 83, Victor participa da Elite 1 e Alex, da Elite 2 – Marçal e Alex, que foram vice-campeões da subdivisão GT Premium no Sul-Americano de GT em 2013, também vão pontuar no Gentleman Trophy.

Depois de Valencia, a Nascar Whelen Euro Series vai passar por Brands Hatch, na Inglaterra; Tours Speedway, uma pista oval na França; Nürburgring, na Alemanha; Magione, na Itália; e Le Mans, de volta à França. Os planos do Team Brazil são de inscrever um terceiro carro já a partir da etapa britânica. A programação da primeira etapa está aqui, completinha. Ainda não tenho sei dizer se haverá transmissão das corridas da categoria para o Brasil. Pode ser que haja.

Aí abaixo, um vídeo que nos mostra um pouco do que é o campeonato.

Jaime de Audi

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MOGI MIRIM – O retorno de Jaime Melo ao automobilismo, depois de quase um ano de afastamento, vai sendo marcado por novidades. Depois da inédita participação na Stock Car, formando dupla com Diego Nunes na corrida do último domingo em Interlagos, o piloto acaba de ser confirmado no grid das Seis Horas de Nürburgring.

Será, como já dito, uma novidade para Melo. Não pela prova de longa duração, que essas ele já disputou às pencas e já perdeu as contas de quantas venceu – 24h de Le Mans e 12h de Sebring em destaque na lista. Ocorre que todas essas participações e vitórias aconteceram com meu conterrâneo cascavelense pilotando modelos da Ferrari. Desta vez, ele encara a pilotagem de um Audi R8.

Jaime será um dos pilotos da Prosperia C. Abt nas Seis Horas de Nürburgring, prova que servirá – e bastante – como preparação das equipes para as tradicionais 24 Horas, estas agendadas para junho. As Seis Horas, na verdade, valem como tomada de tempos para as 24 Horas. É uma dinâmica que eu não domino mas que certamente o Rodrigo Mattar, especialista em corridas de carros com longa duração, há de explicar em seu recomendável A Mil por Hora.

Vai ser estranho ver o Jaime vestindo o macacão da Audi, depois de uma década pilotando carros da Ferrari. Mas a gente se acostuma.