Pelo boné do Pedrão

Fiz a brincadeira na primeira corrida da Fórmula Truck no ano, foi no fim de fevereiro, não houve acertadores e o prêmio, digamos, acumulou. Vale de novo, portanto, agora com um prazo a mais para que mais doentes por bonés de automobilismo possam participar.

Domingo tem corrida da Truck em Jacarepaguá. Ao vivo na Band a partir da uma da tarde, transmissão em HD, treino classificatório de sábado começando às duas da tarde com transmissão ao vivo no site da categoria, aquela coisa toda.

Pedro Muffato, piloto da categoria, cedeu ao BLuc dois bonés de sua equipe, autografados a caneta. Um deles vai para o eventual vencedor desta gincana virtual, que consiste num torneio de palpites. Vai escolher um dos dois o jogador que acertar, em resposta até a noite do sábado, qual terá sido a classificação final de Pedro na etapa carioca.

Havendo dois acertadores, o blog abre uma exceção e vão os dois bonés de uma vez, um para cada, cabendo o direito de escolha entre o verde e o rosa àquele que se manifestar primeiro. Se tivermos mais de dois acertadores, vão todos a sorteio, a critério da casa, e só um leva o brinde.

Antes que o Nei Tessari venha questionar nosso risonho e límpido regulamento, valerá como resposta correta à pergunta a classificação atribuída a Pedro ao final da corrida de domingo, mesmo em caso de abandono. No caso da corrida de um mês atrás em Santa Cruz do Sul, por exemplo, Pedro parou depois de seis voltas, com problemas na caixa de direção, e ficou em 21º – resultado não indicado por nenhum dos participantes.

Está valendo, pois. Os palpites, só um por jogador, devem ser enviados para meu Twitter, que é @lucmonteiro, acompanhado da hastag #PedroMuffato e do link dessa postagem, que é http://bit.ly/hY0HAT.

De volta ao começo

Faz pouco mais de um ano que fizemos, Luc & Juli, nosso primeiro show como dupla musical. Foi no palco do Square Bar, contei aqui como foi.

Foi o ponto de partida para ocuparmos os palcos de várias casas noturnas aqui de Cascavel no tradicional esquema voz & violão, sempre com o que se convencionou definir como sertanejo universitário.

E é com o sertanejo universitário que voltamos, Luc & Juli, ao palco do Square Bar na quinta-feira. Bem diferente daquele show quase improvisado de um ano atrás, agora estamos com banda fixa, repertório redondinho, que não se detém no sertanejinho – haverá umas coisas legais, para a freguesia curtir e dar risada.

E, “se pá” (nunca entendi essa expressão, mas parece que se aplica a esse caso), podem rolar uns convites cortesia aos interessados.

E vale, por que não?, relembrar aquela primeira experiência do ano passado, que foi viabilizada pelo Luiz Silvério durante um café morno num boteco simples. Vai aí:

Pastéis de Belém (32)

Ao estilo do “Conta-gotas”, mais uma das séries que iniciei aqui no blog e às quais não dei sequência, registro minhas últimas considerações sobre a viagem rápida a Portugal:

*** Foi, de fato, rápida. Vou me programar melhor pro ano que vem, trazer a família a essa ou levá-la a outra etapa de sítio interessante, esticar por uns dias;

*** Fanta, aqui, tem realmente gosto de laranja, e os hambúrgueres – provei-os em lugares diversos – são fantasticamente mais gostosos. O ketchup que fornecem por essas bandas, por outro lado, tem exatamente o mesmo gosto do extrato de tomate que se usa no Brasil. Não estranhem, quando moleque eu comia extrato de tomate de colherada. Também comia cubinhos de caldo Knorr;

*** O único aspecto ruim da agenda corrida vai ser, mesmo, perder a transmissão da corrida da Fórmula 1 na Austrália. Essas novas e bobas regras vão tornar esse campeonato, como diria um músico que tocava com Luc & Juli, um festival de presepadas;

*** Voltando ao campo das guloseimas, os croquetinhos de bacalhau que preparam por aqui são ótimos, embora eu não seja exatamente um apreciador de bacalhau;

*** Brasil, Japão e Portugal são países onde o público do automobilismo nutre devoção por Ayrton Senna. Não necessariamente nesta ordem. Eu arriscaria adequar para Japão, Brasil e Portugal;

*** Se houver algum jacu, depois de mim, que nunca tenha provado ou ouvido falar dos pastéis de Belém e recorrer ao Google atrás de alguma referência terá a infelicidade de ser trazido a esse escanteado blog. E não, não provei nenhum pastel desses. Vou provar em Cascavel, no boteco que o João Passos indicou;

*** A viagem acabou, mas o trabalho do fim de semana, não. Amanhã narro em Interlagos as provas da segunda etapa do Pirelli Mobil Superbike, para o site da categoria. A página é essa aqui, disponibiliza áudio e vídeo. E, pelo que informou o Du Cardim, parece que enfim estão dando fim ao matagal por lá. Ainda bem, senão em pouco tempo ninguém conseguiria encontrar a pista de corridas;

*** A brincadeira de tentar imitar o jeito de falar dos portugueses, que só perde a graça quando alguém consegue – e sempre aparece um que consegue – pode levar a constrangimentos. No embalo da farra, chamei a atendente do hotel de “gaja”. Ela própria, percebendo que a brincadeira da turma não tinha nada de maldade, tratou de me alertar para a gafe. Ainda bem. A coitada não tem aparência e nem idade para ser puta, afinal;

*** Por falar em satirizar o jeito de falar daqui, acho que vou pegar uma bicha enorme antes de voltar pra casa, embora minha torcida seja por uma bicha bem pequenininha;

*** E este é o último produto da pastelaria, já que só vou ver computador na frente de novo chegando a São Paulo – embora o primeiro pastel da série tenha sido assado em Guarulhos.

Agora, de fato, vou para a fila do embarque. Para casos extremos, há área para fumantes, ao menos.

Cafunés a todos.

Pastéis de Belém (31)

Maldoso por natureza, o Antonio Contreras Muniz, que despacha no Twitter como @nico_contreras, fez questão de me enviar esta foto, que ele próprio tirou logo após uma das etapas do Porsche Cup em Interlagos. Segundo ele, na temporada de 2007.

Nico flagrou Constantino Júnior, vencedor da corrida de agora há pouco no Estoril, em prática pouco recomendável pelos chatos professores de etiqueta. Pode ser que a entrada dele, Nico, esteja providencialmente impedida em Interlagos na próxima passagem da categoria por lá.

Da esquerda para a direita, na foto, vemos Guilherme Figueirôa, Beto Posses, Constantino, o vencedor Tom Valle, Marcel Visconde e Clemente Lunardi. Os seis participaram do evento em Portugal.

Tinha aspectos diferentemente pitorescos, naquela época, o Porsche Cup Brasil. Eu nem lembrava que os macacões de todos os pilotos eram iguais.

Pastéis de Belém (30)

Da unidade da Cotapharma, logo à entrada do terminal 1 do aeroporto de Lisboa, dou as últimas internetadas enquanto aguardo o embarque para a volta.

Farmácia interessante, essa. Vende também bilhetes de loteria – só não comprei um porque não há como reclamar o prêmio a partir do Brasil – e disponibiliza uma pequena lan house, de onde, via webcam, conversei um pouco com o pessoal lá de casa.

Ver a Juli e o Luc Jr. ao vivo, ou quase ao vivo (esse troço tem delay e a imagem fica picotando) fez bater uma saudade ainda mais forte de casa.

É bom voltar.

Pastéis de Belém (29)

Dou de ombros às garantidas denúncias de marmeladas. É de Cascavel, minha cidade, o ganhador do prêmio bacaninha no torneio de palpites do fim de semana de Porsche GT3 Brasil no Estoril.

Beto Trento, que não entende patavinas de automobilismo e olhou os resultados dos treinos livres da quinta-feira para chegar a um palpite, foi quem mais pontos conseguiu na promoçãozinha que lancei naquele dia, essa aqui.

Trento acertou o quinto e o sexto colocado na corrida final da programação portuguesa, justamente as duas posições que valiam as maiores pontuações. Levou o boné com 11 pontos marcados.

Washington Luiz e Alexandre Braciak empataram em segundo lugar, com cinco pontos, cada. Outro empate na quarta posição, com Adriano Lubisco e Guilherme Marques fazendo três pontos, e ainda triplo na sexta posição, com Nico Contreras e Wagner de Freitas comemorando, cada um, um mísero pontinho.

Só metade dos participantes conseguiram acertar pelo menos uma posição do pódio. Dou os nomes dos que zeraram para que levem o sarro de toda uma nação: Antonio de Luca, Bruno Americano, Luiz Schneider, Marcelo Câmara, Tarso Marques Lima, Vinícius Lelis e Michelle Kapiche.

Os seis primeiros colocados na corrida que emprestou seu resultado final à brincadeira foram, do vencedor para o sexto, Constantino Júnior, Ricardo Rosset, Clemente Lunardi, Maurizio Billi, Marcelo Franco e Beto Posses.

Na semana que vem, com corrida de Fórmula Truck no Rio de Janeiro, vamos colocar dois bonés do piloto Pedro Muffato, autografados, em jogo para a galera do Twitter.

Pastéis de Belém (28)

Dizem que tudo que é bom dura pouco. Por outro lado, uma semana não pode durar mais que uma semana. Esta foi uma semana divertidíssima, e sobretudo de muito trabalho, por conta da vinda do Porsche GT3 Brasil a Portugal. E de contato com um novo parâmetro para nós, que no mundo ideal bem poderia – deveria – ser aplicado no automobilismo lá do Brasil.

Na programação de hoje, cuja transmissão pelo Canal Speed teve Luiz Alberto Pandini e eu aos microfones, vitórias de Gil Farah na classe Challenge e de Ricardo Rosset na Cup. Na terceira corrida, que teve na pista os 44 carros das duas categorias, vitórias de Sylvio Barros e Constantino Júnior, respectivamente. E a consagração de um evento que começou modesto, seis anos atrás, para chegar aos números invejáveis de ora.

Uma experiência interessante chega ao fim, dela só levo boas lembranças, apesar da água suja e dos botecos fechados com que demos de cara no Estoril. Foram dias em que deu gosto compartilhar com vocês, aqui pelo blog e lá no Twitter, um pouco, ou bastante, de coisas que a mim pareceram pitorescas acerca do evento, do lugar, do que me desse na telha.

Evento encerrado, fecho rapidamente o laptop, entro no táxi que já deve estar ali à minha espera e corro pra Lisboa. Tomo o voo de volta ainda hoje, amanheço o domingo em São Paulo, para continuar falando sobre velocidade com vocês – aliás, deixo já um abraço de gratidão a cada amigo que acompanhou o trabalho, que sugeriu, que criticou, que alertou, que retuitou.

Já vamos programando a vinda a Portugal em 2012. A parte boa da despedida é voltar pra casa. Já deu saudade.