Mais de 40 carros

HB20

O Hyundai HB20 da Fast Racing terá sua estreia no próximo fim de semana, nas provas que vão apontar os campeões do Paulista de Marcas e do Brasileiro de Turismo 1600

SÃO PAULO – Semana que vem rola aqui em Interlagos a etapa final dos campeonatos Paulista de Marcas e Brasileiro de Turismo 1600. Que vêm a ser a mesma categoria, com algumas sutis diferenças técnicas – aquela eterna questão envolvendo a unificação dos regulamentos, que caminhou um pouquinho mas ainda tem longa estrada pela frente.

Bem, Paulista e Brasileiro vão compor exatamente o mesmo grid, com uma corrida no sábado e outra no domingo. Hoje em dia os serviços de cronometragem tiram isso de letra, separam todo mundo por categorias, por campeonatos, pelo critério que o promotor bem entender. Haverá gente no grid disputando só a etapa do Brasileiro, haverá gente no grid disputando só a etapa do Paulista – meu caso –, haverá gente inscrita nos dois campeonatos com o mesmo carro, haverá gente participando dos dois campeonatos em carros diferentes. Haverá de tudo.

Fato é que, por conta da junção na etapa final do Paulista de Automobilismo, em programação que teremos em ação todas as categorias do campeonato e mais a Copa Truck, o grid de Marcas & Pilotos, ou de Turismo 1600, terá mais de 40 carros. Um grid desse porte vai fazer bem à saúde e ao planejamento do Paulista e do Brasileiro para 2018. No segundo caso, já com uma mostra do resultado esperado para o processo de, digamos assim, renovação de frota. O grid acolherá um novíssimo modelo Hyundai HB20, da equipe Fast Racing. A chegada do simpático carrinho será assunto na semana que vem.

Bem, com base no que foi dito até agora pelos envolvidos com a etapa, em telefonemas, conversas por aplicativos ou contato pessoal, arrisco aqui uma lista dos pilotos participantes. Que não deve ser tomada como absolutamente fiável, porque vou alterá-la aqui mesmo, no blog, sempre que souber de novas inscrições, atualização de números, mudanças nas formações de duplas, essas coisas. Os números que indico na lista, em parte, são fruto de minha memória nem sempre confiável, e há casos de pilotos diferentes que usam o mesmo número, e fatalmente um dos envolvidos vai ter de mudar – meu caso, também, já que por aqui o 66 é cativo do Luisinho Filgueiras.

2 – João Neto

4 – Aleandro (Arias Competições)

5 – Denis Marcolin

8 – Ricardo Lima

9 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

17 – Daniel Kaefer

27 – Edgard Amaral/Wanderson Freitas

31- Davi Plutarcho

31 – Thiago Azalini

32 – Eber Gomes/Jefferson Gomes

33 – Pablo Alves

36 – Carlos Auricchio/Anderson Scovoli

37 – Giovani Almeida

38 – André Jacob

42 – Larissa Cruzeiro

44 – Gabriel Correa

44 – Alexandre Peppe

46 – Edson do Valle

46 – Thiago Tambasco

53 – Wilton Pena

59 – Luiz Henrique Cirino

65 – Aldo Piedade Júnior

66 – Luís Filgueiras/Rodrigo Moreno

67 – Lamartine Pinotti

71 – Cláudio Ramenzoni

77 – Wanderson Freitas/Leandro Freitas

80 – Carlos Asciutti

84 – Paul Lanfredi

87 – Gustavo Mascarenhas

89 – Lucas Inoue

89 – Vicente Passarelli/Gustavo Passarelli

92 – Luís Piccolo

96 – Enrico Bucci

99 – César Bonilha

100 – Mateus Biriba

102 – Gilmar Gobetti de Souza

107 – Edson Henrique Bueno

166 – Luc Monteiro

171 – Alê Souza

174 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

333 – Eduardo Doriguel

357 – Gustavo Veronez

555 – Leandro Reis/Renato Braga

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Porsche 500

CUP ALLGAIER

Miguel Paludo volta a dividir o carro número 7 com Justin Allgaier. Beto Gresse, seu parceiro nas duas primeiras corridas e também líder do Endurance Series, vai para o carro número 50.

SÃO PAULO – Fim de semana de Porsche Império GT3 Cup Challenge Brasil cá em Interlagos. Escrevo no instante em que os pilotos vão à pista para o último treino livre da Porsche 500, a etapa final do Endurance Series, que também vai apontar o campeão geral – ou o Overall Champion, para usar o nome correto da soma de pontos dos dois campeonatos, o das corridas longas e o das curtas, que já terminou. Gosto de nomes de corridas com números. Indy 500, Goiânia 500, Porsche 500…

Grid de 30 carros – nada mau! –, sendo 20 na Cup e 11 na Challenge, nomes que vão sair de cena logo depois da bandeirada da corrida de amanhã. Em 2018 teremos a GT3 Cup e a Carrera Cup, que serão devidamente esmiuçadas por aqui e pela mídia oficial do campeonato no decorrer dos períodos.

São 69 os pilotos inscritos no Porsche 500. Tem bastante gente de fora. Justin Allgaier, dos EUA, Dennis Olsen, da Noruega, Thomas Preining, da Áustria, Marcus “Magic” Vario, do Panamá (mas nasceu na Itália), mais os chilenos Mario Chomalí e Carlos Ruíz, que estreiam em dupla. Ninguém da Argentina, curiosamente. Na Cup, os líderes do Endurance Series viram adversários. Miguel Paludo passa a ter Allgaier como parceiro, vendo Beto Gresse, ao lado de quem cumpriu as etapas do Velo Città e de Goiânia, atuar ao lado de Bia Figueiredo e Ramon Alcaraz.

Bem, tudo isso vai ser mostrado ao vivo. Na parte que me cabe, narro as quatro tomadas de tempo classificatórias hoje, a partir das 16h30, para a transmissão ao vivo pela página do Facebook e pelo canal do YouTube. Amanhã, nesses mesmos meios, estaremos ao vivo com a corrida, que deverá durar qualquer coisa entre três horas e meia e quatro horas. Tiago Mendonça no comentário e Bruno Monteiro na reportagem me acompanham na jornada, que é calçada na inigualável geração de imagens da Master/CATVE.

Abaixo, porque sempre tem alguém que pergunta isso, deixo aí abaixo a lista de pilotos inscritos na Porsche 500.

CUP JIMENEZ

Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista, vencedores da prova e vice-campeões em 2016, mantêm a dupla para a disputa da Porsche 500. Mas, no carro 3, só Jimenez tem chance de título. 

0 – Sylvio de Barros/Cacá Bueno (Cup)

3 – Rodrigo Baptista/Sérgio Jimenez (Cup)

4 – Beto Leite/Nonô Figueiredo/Marcos Gomes (Cup)

5 – Marçal Müller/Denis Navarro (Cup)

7 – Miguel Paludo/Justin Allgaier (Cup)

10 – Adalberto Baptista/Bruno Baptista (Cup)

13 – Pedro Queirolo/Clemente Lunardi (Cup)

15 – Mario Chomali/Carlos Ruiz (Challenge)

18 – Carlos Ambrósio/Felipe Nasr (Cup)

19 – Tom Filho/Rodrigo Mello/João Gonçalves (Challenge)

20 – Marcel Visconde/Werner Neugebauer (Cup)

21 – Eloi Khouri/Diego Nunes (Challenge)

27 – Ricardo Baptista/Valdeno Brito (Cup)

31 – Luca Seripieri/Alan Hellmeister (Challenge)

34 – Marco Billi/Maurizio Billi (Challenge)

37 – Francisco Horta/Fábio Carbone/Guilherme Reischl (Cup)

44 – Marcos Vario/Dennis Olsen (Cup)

45 – Paulo Totaro/Ronaldo Kastropil/Laszlo Piquet (Challenge)

50 – Ramon Alcaraz/Bia Figueiredo/Norberto Gresse Filho (Cup)

52 – Marcelo Stallone/Beto Posses/Rodolfo Ometto (Cup)

53 – Rodolfo Toni/Dennis Dirani/Danilo Dirani (Challenge)

63 – Lico Kaesemodel/Ricardo Zonta (Cup)

71 – Kreis Júnior/Giulio Borlenghi/Lucas Foresti (Cup)

77 – Daniel Schneider/Thomas Preining (Cup)

79 – Marcus Peres/Lucas Peres (Challenge)

80 – Nando Elias/Rouman Ziemkiewicz (Challenge)

88 – Eduardo Rocha Azevedo/Ricardo Maurício (Cup)

90 – JP Mauro/Felipe Fraga (Cup)

99 – Tom Valle/Daniel Serra (Cup)

155 – Ricardo Mendes/Leandro Romera/Alexandre Auler (Challenge)

CUP GERAL

Os carros da Cup e da Challenge dividem a pista de Interlagos na Porsche 500, etapa final da 13ª temporada do Porsche Império GT3 Brasil. A foto feita durante os treinos livres é da Fernanda Freixosa.

Distribuição geográfica

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A “distribuição geográfica” do grid é um dos detalhes que chamam atenção na Sprint Race Brasil em sua sexta temporada. A foto, produzida momentos antes da etapa noturna de outubro em Londrina, é do Rodrigo Guimarães.

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – São mais de três horas de conexão no Afonso Pena na peregrinação até São Paulo, algo já corriqueiro para quem precisa se deslocar de Cascavel para qualquer canto do mundo. Por ora ainda há alguns voos partindo de Cascavel, uns para cá e outros para Viracopos, donde conseguimos seguir viagem para quaisquer outros lugares. É bom aproveitarmos. Não dá para saber até quando haverá voos tendo o aeródromo cascavelense na ponta de saída ou na de chegada.

Enfim, são mais de três horas no Afonso Pena, e o começo do dia comporta mais que meu desafio ao colesterol na Jatinho Lanches, onde o lanche é muito bom e a vitamina de maçã deixa bastante a desejar. Aproveito para organizar as anotações das corridas do fim de semana. Amanhã e sábado estarei em Interlagos com o Porsche Império GT3 Cup Challenge Brasil, em decisão do título da Endurance Series e também do Overall Championship. O campeonato usa muito os nomes em inglês, mas quem acompanha a categoria não tem a menor dificuldade com isso.

No domingo volto cedinho para cá e tomo um táxi (ou Uber, que é mais barato e fora de Cascavel funciona…) até o autódromo ali em Pinhais. Curitiba tem suas pistas de aviação e de corridas de carros nas cidades vizinhas, o que funciona bem. Lá, ou aqui, já nem sei mais, vão rolar as duas corridas finais da Sprint Race Brasil, campeonato também batizado em inglês, como seus minitorneios Winter Cup e Final Cup, que valem aos campeões uns bônus bem atrativos em dinheiro. Bem, eram as anotações da Sprint Race que eu estava organizando agora quando um detalhe me chamou atenção: a distribuição geográfica que o grid apresenta, com seis estados tendo seus pilotos envolvidos diretamente na disputa pelos títulos.

Os cinco primeiros colocados da classe Pro, por exemplo, são de Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. João Rosate, Juninho Berlanda, Raphael Campos, Gabriel Lusquiños e Erik Mayrink, respectivamente. Todos eles estão na disputa pelo título – Luiz Gustavo Túrmina e Vinicius Margiota, sexto e sétimo, também têm chances de título e são do Paraná e de São Paulo. Na categoria GP são quatro estados representados na disputa pelo título. A dupla líder tem o paranaense Kau Machado e o catarinense Jorge Martelli, ambos cientes de que o paulista Gerson Campos e o sul-mato-grossense Cláudio Buschmann estão vivinhos da silva na caça ao título.

As tabelas de pontuação podem ser conferidas no site da Sprint Race. Aliás, a categoria vai apresentar amanhã à noite a pilotos e convidados suas novidades e seus planos para 2018.

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As corridas do Endurance Series cativaram pilotos e torcedores além da expectativa nesses dois primeiros anos de provas longas no campeonato. A foto dos 300 km de Goiânia é do Luca Bassani.

Col vai promover o MB Challenge

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Luiz Carlos Ribeiro, campeão da CLA 45 AMG Cup em 2016, conquistou na etapa de outubro em Viamão sua primeira vitória no Mercedes-Benz Challenge. A foto é do repertório do Fábio Davini.

SÃO PAULO – Chegou agora à tarde às caixas postais dos pilotos e chefes de equipe do Mercedes-Benz Challenge o comunicado emitido pelo departamento de Marketing e Comunicação da Mercedes-Benz do Brasil. A missiva eletrônica formaliza a transferência de gestão do campeonato a partir da próxima temporada. Passa da marca alemã para a Mais Brasil, agência de Carlos Col. No mundinho das corridas é dispensável apresentar Col, que redefiniu os rumos da Stock Car ainda nos anos 90, que na última temporada foi consultor na fase de renascimento das corridas de caminhões no Brasil e, já anunciado, será o promotor da Copa Truck, campeonato recém criado e que assume sem surpresas, face à gestão eficiente, o status oficial de Campeonato Brasileiro.

Falta afinar detalhes e fazer o anúncio oficial, mas é sabido que Col e seu time, dos mais funcionais, passam a tocar o campeonato, que desde a falência da GT Brasil passou a integrar os eventos da Vicar, dividindo espaços e programações com a Stock Car e suas agregadas. Várias composições foram cogitadas para os CLA 45 AMG e os C250 com a estrela de três pontas na grade dianteira seguissem em ação. O Challenge vai mesmo acompanhar as etapas da Copa Truck – oito das nove confirmadas na última semana, e a exceção fica por conta da passagem dos caminhões por Buenos Aires. A conversa toda ainda vai passar pela associação de pilotos da categoria, claro. Para que haja um ok de todas as partes envolvidas, e a partir disso passa-se a tratar de toda a conversa da segunda página – transmissão de televisão, por exemplo.

O Mercedes-Benz Challenge foi criado em 2011, tendo seu grid composto por 22 carros da categoria C250 Turbo. João Campos e seu filho Márcio, correndo em dupla, foram campeões nas duas primeiras temporadas. Em 2013, em atuação individual, Márcio chegou ao tricampeonato – dali seguiu para o Brasileiro de Turismo, onde terminou uma temporada em terceiro e foi campeão das duas seguintes, para estrear na Stock Car no campeonato atual. Voltando à C250, Cristian Mohr faturou o título de 2014. Peter Michael Gottschalk foi o campeão duas vezes, em 2015 e no ano passado.

Em 2014, a expansão do campeonato levou à implantação de mais uma categoria, a CLA 45 AMG Cup, que trouxe à pista o modelo homônimo e, diante da manutenção dos C250, fez o grid atingir a casa de 40 carros. O paulista Arnaldo Diniz e os gaúchos Fernando Júnior e Luiz Carlos Ribeiro conquistaram os três títulos já decididos, e Júnior lidera com folga a classificação atual.

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A C250 Cup deu início à trajetória do Mercedes-Benz Challenge no Brasil e terá sob a batuta de Carlos Col, na programação da Copa Truck, sua oitava temporada de existência. Foto do Davini, também.

 

 

Vêm aí as 300 Milhas de Cascavel!

PROVA 1

Foto feita pelo Rodrigo Guimarães na Cascavel de Ouro, que classificou 50 dos 56 carros inscritos para as três horas de corrida. Os carros de Marcas vão voltar à pista em Cascavel no fim de janeiro.

CASCAVEL – Há quem vai dizer que é pelo grande sucesso da cinquentenária Cascavel de Ouro. E não é, embora a novidade vá incorporar muita coisa da Cascavel de Ouro nas searas técnica, desportiva e promocional. Fato é que o Orlei Silva, presidente do Automóvel Clube, acabou de confirmar para os dias 27 e 28 de janeiro a realização da primeira edição das 300 Milhas de Cascavel.

O anúncio sai um dia depois da maior edição de todos os tempos da Cascavel de Ouro (faz três anos que sempre falamos na maior de todos os tempos em se tratando da prova, e o mais legal é que em todas as vezes foi verdade). A ideia das 300 Milhas foi costurada já há dois meses e meio e foi opção do Automóvel Clube reservar o assunto até que a Cascavel de Ouro terminasse para que uma coisa não atropelasse a outra. Comentei com o Orlei, naquela ocasião, sobre as 8 Horas de Interlagos, de nome oficial Endurance Interlagos, prova de que participei em fevereiro último. Tinha a informação de que a corrida não vai acontecer no ano que vem, e ouvindo isso ele se propôs a fazer algo parecido pelas bandas de cá. Achei sensacional. Em mais dois ou três minutinhos de papo descartamos a ideia de corrida noturna, Orlei sugeriu um percurso de 300 milhas, que vai dar qualquer coisa em torno de quatro horas de corrida, como foi a Cascavel de Ouro em 2015 e 2016.

Na pista, só carros da categoria Marcas & Pilotos 1.6, configurados pelo regulamento técnico do Campeonato Paranaense. Ainda não sei dizer, o Orlei também não sabe, qual será a marca de pneus – se os da Pirelli, usados nos campeonatos do Paraná, ou os Dunlop, que calçam os carros do Brasileiro de Turismo 1600 e de praticamente todos os campeonatos regionais de Marcas.

Uma das diferenças desportivas em relação à Cascavel de Ouro está na manutenção das classes de pilotos A e B, que existem no Paranaense de Marcas. E que serão observadas também na hora do Orlei assinar os cheques da premiação – sim, haverá prêmios em dinheiro. Por ora, as 300 Milhas de Cascavel saem com garantia de R$ 5.000,00 para os vencedores da classe A e outros R$ 5.000,00 mil para os vencedores da classe B. E troféus, claro, belíssimos troféus para os cinco melhores de cada categoria.

As inscrições estão abertas desde já. Custam R$ 3.000,00 por carro, independentemente do número de pilotos – também no formato da Cascavel de Ouro, serão admitidos trios e duplas. Com estimadas quatro horas de corrida, os trios podem ser uma opção bacana. Na Cascavel de Ouro, com três horas, o melhor dos trios inscritos terminou em 15º, o que pode sugerir uma maior eficiência da participação em dupla. E como fazer inscrição? Sem protocolos. Basta falar com o Orlei, pelo celular (45) 9 9952-2360, ou comigo, no (45) 9 9937-1052. Os dois números são também contatos de WhatsApp.

 

Na íntegra: Cascavel de Ouro 50 anos

CASCAVEL – Há muito a ser dito sobre a Cascavel de Ouro 50 anos. Como também há muito a ser feito para que possamos dar por encerrado o evento que teve seu ponto alto ontem, com as três horas de corrida que tiveram transmissão ao vivo pelo BandSports.

Por ora, limito-me a compartilhar com a audiência o vídeo da transmissão, que foi calçada na geração de imagens da Master/CATVE. Narrei a corrida – foi minha primeira Cascavel de Ouro na televisão – ao lado do comentarista Eduardo Homem de Mello e do repórter Osires Júnior.

Nomes e cores: Cascavel de Ouro

CASCAVEL – Terminou ontem o prazo para inscrições de pilotos e carros para a disputa da edição cinquentenária da Cascavel de Ouro. Fechamos a lista com 56 carros e 121 pilotos, que vêm de 14 estados brasileiros e do Distrito Federal. São recordes absolutos para a corrida, que terá largada às 13h de domingo, com transmissão ao vivo do BandSports. Pela primeira vez vou narrar uma Cascavel de Ouro na TV, tendo suporte do Eduardo Homem de Mello no comentário e do Osires Júnior na reportagem. Geração de imagens da campeoníssima Master/CATVE.

Com a lista fechada, cumpre apresentar aos fãs das corridas os carros que vão protagonizar a festa – que terá, em sua programação preliminar, uma etapa oficial do Campeonato Paulista da Old Stock Race. O post vai irritar alguns fotógrafos. Primeiro, porque não anotei os devidos créditos, embora saiba que aí há fotos de Albert Egon, Cíntia Azevedo, Cleocinei Zonta, Daniel Gomes, Deivicris de Cristo, Dudu Mazzei, Rodrigo Ruiz, Vanderley Soares, Victor Lara, e de mais gente também. E algumas feitas pelos próprios pilotos em suas garagens e oficinas, e outras ainda em que metemos a caneta virtual descaradamente, ou só trouxemos a projeção de layout, para dar uma ideia de como estarão apresentados na pista.

De modo ou outro, conheçamos os carros da prova que vai premiar seus vencedores com R$ 100 mil. Que saem apresentados apenas por números e nomes de seus pilotos. Até o fim do dia, se tudo correr bem, pretendo acrescentar um pitaco sobre cada dupla ou trio participante.

0 – Renato CONSTANTINO/Luciano LOBÃO/Rafael SUZUKI000 (Cleocinei Zonta)

2 – Júnior CAÚS/Ingmar “Guinho” BIBERG002 (Cleocinei Zonta)

3 – Felipe CARVALHO/Guilherme SALAS/Cássio CORTES003 (Albert Egon)

6 – Fernando JÚNIOR/Clemente MORONI006

7 – Ariel BARRANCO/Rafael BARRANCO007 (Victor Lara)

8 – André NICASTRO/Marcos REGADAS/Lukas MORAES008

9 – Miguel LASTE/Ricardo SPERAFICO/Rodrigo SPERAFICO009 (Deivicris de Cristo)

11 – Fabiano CARDOSO/Tuka ANTONIAZI011

12 – Vilmar MALAGI/Gustavo VERONEZ/Matias PINHEIRO012 (Cleocinei Zonta)

13 – Caíto CARVALHO/Paulo BENTO013 (Cleocinei Zonta)

14 – Marcelo BEUX/João Paulo GELAIN014 (Deivicris de Cristo)

15 – Carlos MACHADO/Ricardo HERACLIO015

17 – Daniel KAEFER/Carlos SOUZA017

18 – Cleves FORMENTÃO/Gabriel FORMENTÃO018 (Cleocinei Zonta)

19 – Guilherme SIRTOLI/Leônidas FAGUNDES019 (Cleocinei Zonta)

22 – Edgar FAVARIN/Israel FAVARIN022 (Paulinho Nascimento)

27 – Natan SPERAFICO/Gabriel CORREA027 (Sergio Sanderson)

28 – Marcel SEDANO/Valmor Emílio WEISS028 (Albert Egon)

30 – Rogério CASTRO/Marcelo di TRIPA030

31 – André BRAGANTINI/Galid OSMAN031 (Cleocinei Zonta)

32 – Raijan MASCARELLO/Fernando FORTES032

33 – David MUFFATO/Beto MONTEIRO033 (Cinta Azevedo)

34 – Helio FAUSTO/Pedro CARDOSO034

37 – Marcelo CAMPAGNOLO/Gastão WEIGERT037 (Albert Egon)

39 – Roney RIBEIRO/Luiz Fernando PIELAK/Felipe BRAZ039 (Cintia Azevedo)

41 – João LEMOS/Analino “Choka” SIRTULI041 (Divulgacao)

43 – Anderson PORTES/Juliano BASTOS043 (LDB Machines)

44 – Luiz Carlos RIBEIRO/Peter FERTER044

45 – Cesar CARDOSO/Miguel MALLACO/Cleber FONSECA045

46 – Edson MASSARO/Wellington CIRINO046 (Cleocinei Zonta)

60 – Betão FONSECA/Adriano RABELO060

64 – Lorenzo MASSARO/Paulo SALUSTIANO064 (Cinta Azevedo)

66 – Luís Guilherme FILGUEIRAS/Rodrigo MORENO066 (Dudu Mazzei)

69 – Andrei CARTA/Ruslan CARTA Filho069 (Daniel Gomes)

71 – Wyllian CEZAROTTO/Eber GOMES/Pablo ALVES071 (Cleocinei Zonta)

72 – Davi DAL PIZZOL/Gustavo DAL PIZZOL072 (Victor Lara)

73 – Leandro TOTTI/Maicom TUMIATE073

74 – Odair dos SANTOS/Thiago KLEIN074 (Albert Egon)

86 – Gustavo FRIGOTTO/Nicolas SALMINI086

87 – Jorge MARTELL/Michel GIUSTI087

88 – Leandro ZANDONÁ/Paulo PIZZONI088

90 – Ricardo LANDI/Ronaldo GIORDANI090

99 – César BONILHA/Juca LISBOA099 (Rodrigo Guimaraes)

107 – Edson BUENO/Diogo PACHENKI107 (Cleocinei Zonta)

117 – Gustavo MYASAVA/Pedro SADERI117 (Albert Egon)

118 – João Paulo NAUMES/Alisson NURNBERG118 (Albert Egon)

128 – Wilians PERES/Guto BALDO128 (Albert Egon)

133 – Gustavo MAGNABOSCO/Eduardo BERLANDA133 (Albert Egon)

146 – Rogério “Jegue” dos SANTOS/Dorivaldo GONDRA Júnior146

169 – Gelmar CHMIEL Júnior/Gilliard CHMIEL169 (Cleocinei Zonta)

174 – Alexandre SEDA/Francisco PAIVA Júnior174

246 – Edson do VALLE/Wellington JUSTINO246

332 – Rafael COLOMBARI/Mário GARIBALDI Filho332

333 – Fábio TOKUNAGA/Paulo Henrique COSTA333 (Cleocinei Zonta)

555 – Renato BRAGA/Leandro REIS/Leandro ROMERA555

999 – Alexandre FRANKENBERGER/Rafael BASTOS999