Longa duração na Copa HB20

Foto: Rodrigo Aguiar Ruiz

A Hyundai Copa HB20 teve um início de trajetória de gala em Campo Grande, um mês atrás, e em sua primeira temporada está prestes a lançar um campeonato paralelo com provas de longa duração.

CASCAVEL – Pouca gente acreditou que sairia do papel no prazo prometido. Eu, mesmo, cheguei a duvidar, a vinte dias da primeira largada. Não é feio admitir um palpite errado. Mas a Hyundai Copa HB20 não só aconteceu como teve um nascimento sólido e bem aceito pela comunidade do automobilismo, e nessa lista incluam-se os que estavam perto ou participando e também os que estavam acompanhando de longe. A quem possa interessar, o conteúdo da transmissão da primeira etapa, disputada em Campo Grande, pode ser vista nesse link aqui.

Pois bem, a categoria teve um início positivo e, já nesta primeira temporada, prepara novidades que não estavam no roteiro. Além das oito etapas compostas por duas corridas curtas, de 30 minutos e mais uma volta, a Copa HB20 terá ainda em 2019 três provas de longa duração. Provas com três horas de duração, em que os pilotos do campeonato correrão ao lado de convidados. A coisa toda está em fase final de elaboração na mesa do Daniel Kelemen e será devidamente anunciada nos próximos dias.

Fosse eu o capitão dessa nau, as três etapas de longa duração da Copa HB20 aconteceriam em Guaporé, Cascavel e Piracicaba – abriria mão de narrar as corridas para delas participar. Como não sou, e não estou minimamente perto disso, dou meu palpite que essas etapas vão acontecer em Curitiba (ou Cascavel), Tarumã (ou Velopark) e Interlagos.

Foto: Rodrigo Aguiar Ruiz

Com pacote técnico uniforme e o mais baixo dos orçamentos entre os campeonatos brasileiros de automobilismo, a Hyundai Copa HB20 terá sua segunda etapa nos dias 1º e 2 de junho em Londrina.

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Guaporé e a loteria do tempo

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Marçal Müller, piloto de Novo Hamburgo, comemorando com a Giocar Racing a pole position que conquistou com seu velocíssimo VW Gol, que é puxado pelo motor onda K20 2.1

GUAPORÉ – No fim das contas, foram 29 os carros que encararam o dilúvio, a chuva e a garota de hoje nos treinos livres e classificatórios das Duas Horas de Guaporé. A pole ficou com o gaúcho Marçal Müller. Foi quem melhor lidou com a poça de óleo que havia na primeira curva do Autódromo Internacional Dr. Nelson Luiz Barro, formando uma combinação nada agradável com a água da pista. Com um Gol-Honda (não, você não leu errado), ele alcançou 1min23s414, 0s188 mais veloz que Cláudio Ricci, segundo colocado com o Maserati Trofeo.

Os três primeiros carros do grid são da classe GT. Em terceiro ficou Tiel Andrade, a 0s221 do Marçal. Uma prova especial para o Tiel, já que leva o nome do pai dele, Carlinhos Andrade, que partiu há poucas semanas. Em quarto e quinto vieram os dois primeiros colocados da classe TS – dois protótipos Aldee. O que larga à frente, em quarto na geral, é o do João Luiz e do Bidu Kreuz. Logo em seguida vem o nosso – Roberto Lacombe, JB Rodrigues e eu vamos revezar o carro número 33. JB mandou muitíssimo bem em sua primeira saída à pista na tomada de tempos.

Foi um dia de bastantes novidades para mim. A pista molhada e o carro, principalmente, um protótipo leve, de estimados 750 quilos, e puxado (sim, a tração é dianteira) por um motor 2.0 de 208 cavalos. Se olhar para o pedal do acelerador você sente um soco nas costas. Tentei me habituar a isso em uma pista encharcada, com o carro aquaplanando e apontando para o muro algumas vezes. Muita gente falou que a corrida vai ser sem chuva. Torço para que sim.

Teremos, como informei no início da semana, transmissão ao vivo das Duas Horas de Guaporé na internet. A partir das 11h30 o site superturismors.com.br e o canal do “Curva do S” no YouTube já terão as imagens ao vivo do autódromo. A seguir, logo depois da foto, informo o resultado do treino que definiu o grid de largada. Lá abaixo trago algumas fotos do dia, produzidas pelo Vanderley Soares e pelo William Inácio. É fácil distinguir para efeito de crédito: as do William são as que tem o logotipo da Lacombe Motorsport no canto inferior direito.

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Carrinho rápido e comportado, o Aldee da Lacombe Motorsport. Pena ter meu primeiro contato com ele na chuva, mas não dá para escolher tudo. Já escolhi Guaporé para correr no fim de semana do meu aniversário.

DUAS HORAS DE GUAPORÉ – GRID DE LARGADA

1º) Marçal Müller (544, VW Gol), GT, 1min23s414

2º) Cláudio Ricci/Telmo Tecchio (9, Maserati Trofeo), GT, 1min23s602

3º) Tiel Andrade/Júlio Martini (5, Ford Focus), GT, 1min23s635

4º) João Luís Kreus/Bidu Kreuz (118, Protótipo Aldee), TS, 1min24s646

5º) Roberto Lacombe/JB Rodrigues/Luc Monteiro (33, Protótipo Aldee), TS, 1min25s354

6º) Juliano Salton/Rafael Biancini (31, Fiat Linea), TS, 1min25s532

7º) Rodrigo Lemke/Marcelo Lemke (199, Fiat Linea), TS, 1min25s800

8º) Marcelo Steyer/Felipe Steyer (26, Ford Escort), TS, 1min26s886

9º) Sérgio Rocha/Paulo Fontes/Paulo Weber (48, GM Onix), T1, 1min28s466

10º) Carlos Rabello/Telmo Júnior (51, VW Voyage), T1, 1min28s498

11º) Rui Schulz/Rafa Schulz (333, Peugeot 208), T1, 1min28s821

12º) Arthur Caleffi/Luiz Sena Júnior (20, Mercedes-Benz CLA 45 AMG), TS, 1min29s367

13º) Ike Halmenschlager/Reinaldo Halmenschlager/Catô Belleza (22, VW Gol), T1, 1min30s044

14º) Júnior Victorette (14, Mercedes-Benz CLA 45 AMG), TS, 1min31s944

15º) Leovaldo Petry (310, VW Gol), T1, 1min32s211

16º) Ricardo Terres/Juarez Terres (88, VW Gol), T1, 1min32s284

17º) Silvano Brock/Tiago Muriel (18, Protótipo Aldee), TS, 1min32s359

18º) Marcelo Dieder/Nelson Cardoso/Thalisson Cardoso (0, GM Corsa), T2, 1min32s389

19º) Beto Giacomello/André Senger (17, GM Sonic  Stock Car), GT, 1min33s068

20º) Márcio Martins/Thiago Martins (53, VW Gol), T2, 1min33s768

21º) Nikolas Kreuz/Renato Kreuz (180, VW Gol), TL, 1min37s342

22º) Alessandro Gandra/Pedro Ávila (44, GM Corsa), T2, 1min37s665

23º) Fernando Schlosser/José Fernando Schlosser/José Antônio Sala (16, GM Celta), TL, 1min38s175

24º) Luiz Sena Júnior/Maicon Roncen (197, GM Celta), TL, 1min39s888

25º)  Sílvio Lodi/Nikolas Dall’Agnol (8, GM Celta), TL, 1min40s053

26º) Mauro Vargas (12, Ford Escort), TL, 1min41s319

27º)  Cezar Vianna/Fernando Brock (70, Protótipo Aldee), TS, 1min42s249

28º) Cleiton Krause/Niltão Amaral (95, Fiat Uno), T2, 1min42s680

29º) Rafael Bassani (221, GM Corsa), TL, 1min42s861

 

Duas Horas, ao vivo na rede

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O Aldee-VW da Lacombe Motorsport, meu carrinho para a segunda participação nas Duas Horas de Guaporé. Vou correr na subdivisão TS, tendo o Roberto Lacombe e o JB Rodrigues como parceiros.

CASCAVEL – Chegou meu primeiro fim de semana de corrida no ano. De corrida minha, no caso. O que é muito bom, já que pensei que não iria para a pista em 2019. Mas vou, pela Lacombe Motorsport, nas Duas Horas de Guaporé. A corrida vai acontecer no sábado, com largada ao meio-dia e, ao que tudo indica, debaixo de um toró daqueles. Sem problemas, contornar o Radiador na chuva deve ser divertido. Ai.

Os dois parceiros são gaúchos: Roberto Lacombe, o dono do carro, e JB Rodrigues, que já esteve ao meu lado como comentarista em várias transmissões do Endurance Brasil e do Mercedes-Benz Challenge que narrei para a televisão e para a internet. Aliás, devo ser o único paranaense no grid que tem mais de 70 nomes.

Telmo Júnior, que é piloto do Superturismo e promotor do campeonato, confirmou um lance muito bacana para os amigos da gente verem a corrida estando em Guaporé ou não. As Duas Horas terão transmissão ao vivo no site do Campeonato Gaúcho de Superturismo e também no canal do “Curva do S” no YouTube. A geração de imagens será da equipe do Marcos Moschetta, com narração do melênico Gefferson Kern. Quem estiver no autódromo vai acompanhar na locução do Elton Cipriani. Sei que o Elton entende bastante de vinhos, não sei se sabe algo das corridas (brincadeira, claro; sabe, e não é pouco).

Um levantamento preliminar que fiz por aqui indica que o grid já tem 31 carros. Nossa categoria, a TS, é uma das que têm o maior número de inscritos – nove formações entre participações individuais, em dupla ou em trio. A TL também tem nove carros, segundo os alfarrábios do #DataLuc. Há ainda cinco carros na T1, quatro na T2 e quatro na GT. Tudo isso é extraoficial, o que vai valer mesmo é a fila da inscrição na secretaria na sexta-feira. Acho que poderemos chegar aos 35 carros.

Fiz minha primeira participação na prova no ano passado, um convite literalmente de última hora – feito perto das dez da noite na véspera dos treinos. Acabei formando dupla com o Bruno Ceccagno na TL com o Celtinha da Leandro Motorsport. No fim das contas rendeu um trofeuzinho de terceiro lugar na categoria. A corrida de 2018, realizada em junho, não teve transmissão ao vivo, mas como é padrão na categoria rolou dias depois um VT com a narração do impagável Ademir “Perna” Moreira. É esse aí de baixo.

Definido: só Marcas nas 12h de Tarumã

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Largada do Gaúcho de Marcas na etapa de horas atrás na pista de Tarumã, em foto feita pelo Dudu Leal: carros da categoria, todos com motores 1.4, vão formar o grid das 12 Horas no dia 15 de dezembro

CASCAVEL – Em dezembro último informei aqui no blog que, a partir de 2019, as tradicionalíssimas 12 Horas de Tarumã teriam seu grid formado por carros configurados ao regulamento do Campeonato Gaúcho de Marcas, todos com motor GM 1.4, independente de modelo e marca da carroceria. Aquele post foi rechaçado por automobilistas gaúchos – dentre outros motivos pelo fato da solução encontrada para o resgate da corrida, uma das mais tradicionais do automobilismo do Sul do Brasil, não ter aceitação unânime.

Bem, não foi uma “barrigada”, gíria do jornalismo que define uma notícia falsa. O anúncio formal foi feito pelo Automóvel Clube do Rio Grande do Sul durante o briefing das categorias que compuseram na própria pista de Tarumã, ontem e hoje, a segunda etapa do Campeonato Gaúcho de Automobilismo. O Marcas 1.4 será, sim, categoria única no grid das 12 Horas na edição deste ano, confirmada para 16 de dezembro, também com largada à meia-noite do sábado. Os motivos da mudança estão expostos naquele post que rendeu narizes torcidos de dezembro – a quem quiser retomar o assunto, basta clicar no link ali de cima.

Cada carro poderá ter dois, três ou quatro pilotos. A taxa de inscrição – formato do qual eu discordo, diga-se – é por piloto, e não por carro: R$ 1.500,00 por participante. Segundo me disse o Fernando Seabra, do ACRGS, trabalha-se desde já com a possibilidade de o número de carros inscritos ser maior que o limite determinado para o grid, de 55 carros. Assim, uma das providências administrativas já tomadas assegura que os carros das 30 primeiras inscrições tenham vaga garantida no grid, independentemente de eventuais procedimentos pré-classificatórios. Tenho falado bastante com o Seabra a respeito disso, não é de hoje.

Haverá prêmio em dinheiro para os cinco primeiros colocados nas 12 Horas de Tarumã. Detalhes acerca deste anúncio ficam para para daqui a algumas semanas. Há uma faixa de premiação já planejada, mas a possibilidade de um parceiro da organização aumentar esse valor leva essa definição para um segundo momento.

Outro chamariz que o ACRGS adotou, e que o Seabra me ligou depois do post publicado para contar (incluí a posteriori, pois): qualquer grupo de fora do Rio Grande do Sul que lotar uma carreta-cegonha com carros para o grid das 12 Horas terá o custo desse frete bancado pela organização do evento. Frise-se que uma cegonha lotada comporta 11 carros.

A adoção dos motores 1.4 foi uma solução adotada anos atrás no automobilismo gaúcho com vistas à redução de custos. Parece ter dado certo, já que foi adotada também no Campeonato Mineiro e na Copa Centro-Oeste. Houve um movimento nessa linha em 2017 no automobilismo paulista, mas a coisa não andou, já que a cisão que envolveu pilotos e equipes com o surgimento da Liga Desportiva de Automobilismo levaram tanto a própria LDA quanto a Fasp, federação filiada à CBA, a priorizar a busca por pilotos da categoria já existente, de motores 1.6, para seus grids.

Os organizadores das 12 Horas preparam-se para atender equipes cujos carros seguem os regulamentos de campeonatos como os do Paraná, de São Paulo ou da Copa Centro-Oeste, que mantêm os motores 1.6 (há os dois campeonatos na versão baseada em Goiânia). Kits com amortecedores, motores e injeção eletrônica serão disponibilizados para locação e preços bem baixos – evito os anúncios aqui e deixo a consulta para que os interessados a façam junto aos organizadores da corrida.

Posso antecipar, também, que o primeiro carro inscrito nas 12 Horas terá o número 66.

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O ACRGS trabalha para atingir a meta de preencher as 55 vagas disponíveis no grid das 12 Horas de Tarumã. De qualquer forma, os 30 primeiros inscritos terão vaga garantida.

Tributo ao Carlinhos

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Carlinhos Andrade em ação com seu icônico Chevette #5 no Campeonato Gaúcho de Marcas dos anos 80. Pioneiro do automobilismo do Rio Grande do Sul morreu no início de abril, aos 66 anos.

CASCAVEL – Carlinhos Andrade foi, é, um daqueles sujeitos que merecem todas as homenagens possíveis pelo conjunto da obra – em seu caso, o homem e o automobilista. E a galera do automobilismo gaúcho preparou uma que seguramente vai emocionar muita gente no fim de semana no autódromo de Tarumã, na segunda etapa da Copa Classic RS.

O Gilmar Carlassara, de Passo Fundo, vai colocar na pista seu GM Chevette adesivado exatamente como o que o Carlinhos pilotou nos anos 80 no Gaúcho de Marcas. Mais que isso, assinou um convite que piloto algum recusaria: chamou o velocíssimo Tiel Andrade, filho do Carlinhos, para formar dupla com ele. Convite feito e aceito, obviamente. O carro tem preparação do também piloto Anderson Baggio, da Baggio Racing.

Foi com um Chevette que Carlinhos se destacou nas pistas de 1982 a 1993, primeiro na Copa Chevette – onde foi campeão em 1983 – e depois no próprio Gaúcho de Marcas. “A realidade naquela época era outra, havia um suporte de patrocínio muito forte, e a cada dois anos o pai montava um monobloco novo e encostava o Chevette anterior”, conta Tiel. “O Gaúcho era até mais forte que o próprio Brasileiro, largavam mais de quarenta carros, os grandes nomes de outros estados vinham correr aqui no Sul também por causa disso”.

Carlinhos Andrade, fundador da emblemática equipe MC Tubarao, foi-se aos 66 anos no início de abril, dia 6. Exatamente uma semana depois de ter combinado comigo em Curitiba que faríamos, ele e eu, alguma corridinha em dupla na pista de Guaporé – onde, aliás, outra homenagem muito legal está sendo preparada para o próximo dia 11, antes de mais uma edição das Duas Horas. Estarei lá.

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O Chevette com que Gilmar Carlassara e Tiel Andrade formarão dupla na etapa de Tarumã da Classic Cup RS, domingo. O carro será devidamente adesivado para ficar idêntico ao da foto acima.

Na íntegra: Sprint Race Brasil 2019, 2/9

CASCAVEL – Uma semana de emoções bastante controversas marcou a preparação para a segunda etapa da Sprint Race Brasil em 2019. As duas corridas aconteceram ontem em Interlagos, dentro de uma programação que contemplou também todas as categorias do Campeonato Paulista de Automobilismo.

No caso da Sprint, transmissões ao vivo no YouTube, no Facebook e no Instagram, uma das maiores novidades do ano – isso tem aproximado da categoria uma gama ainda maior de torcedores do automobilismo. Narrei as duas provas lá de Interlagos ao lado do Tiago Mendonça, nós dois com direito a um luxuoso cafezinho que nos foi trazido pelo Dinho Drage, da Master/CATVE, que gerou as imagens do evento.

Corridas disponibilizadas na íntegra aqui no blog, como sempre, para quem já viu uma vez, para quem já viu mais que uma vez e para quem vai ver pela primeira vez.

O campeonato começou no mês passado em Londrina, na mesma pista onde a categoria terá em setembro a sequência de sua temporada nacional. Só em setembro? Sim. O intervalo de cinco meses até a já tradicional etapa noturna londrinense será preenchido com toda a operação que vai levar a Sprint Race Brasil aos Estados Unidos pela primeira vez. Serão duas etapas na Flórida, uma em Homestead, no dia 30 de junho, e outra em Sebring, em 7 de julho. Os carros serão embarcados no navio no dia 1º de maio.

Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2019, 2/8

CASCAVEL – A segunda etapa, disputada no último domingo em Campo Grande, marcou minha estreia na narração do Mercedes-Benz Challenge no que diz respeito à temporada de 2019. A corrida teve transmissão ao vivo pelo BandSports e quem esteve a meu lado como comentarista foi o Pedro Pimenta, piloto da Old Stock Race que já pilotou praticamente tudo que tivesse quadro rodas em mais de três décadas de carreira.

Para ver ou rever, eis a íntegra da corrida, que teve geração de imagens da Master/CATVE.