Na íntegra: Turismo Nacional 2018, 5/6

GOIÂNIA – É semana de encerramento de temporada na Turismo Nacional, que chega a Curvelo para as corridas da sexta etapa no Circuito dos Cristais. Hora mais que propícia, então, para vermos o que de melhor aconteceu na etapa de Cascavel, que foi a penúltima. Produção e edição do Deivicris de Cristo e da rapaziada da equipe “No Alto Giro”, com minha narração.

Aos que tiverem a curiosidade de acompanhar também o que aconteceu nas etapas anteriores da Turismo Nacional em 2018, elas podem ser vistas aqui mesmo, no blog. Basta acessar os links da primeira etapa, em Londrina, da segunda, que marcou a estreia de Guaporé como sede do campeonato, da terceira, disputada aqui em Goiânia, ou da quarta, em Interlagos, que teve as primeiras corridas noturnas da categoria.

 

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Na íntegra: Copa Truck 2018

Corrida 2 da 9ª etapa da Copa Truck em Curitiba.

Roberval Andrade comemorou em Curitiba, no último domingo, a conquista do título geral da Copa Truck em 2018. Em 18 corridas ele conquistou cinco vitórias, dois segundos e três terceiros lugares. 

CASCAVEL – A série “Na íntegra” foi criada para trazer ao blog, em princípio, as corridas que eu narro na televisão e na internet. Não narro a Copa Truck, mas como este blog é a única coisa do universo a que dou minhas regras sem prestar contas a ninguém, resolvi trazer aqui todas as corridas da temporada da Copa Truck. Sobretudo por estarem postadas no YouTube, pelo pessoal do LPVW Brasil AV, todas as transmissões que as nove etapas tiveram dos canais SporTV.

A primeira das quatro Copas da temporada teve início cá em Cascavel, sob chuva, no dia 25 de março. Wellington Cirino e Giuliano Losacco foram os dois primeiros vencedores do ano, conforme revemos.

O domingo também foi chuvoso em Guaporé no dia 15 de abril, durante o segundo evento do calendário. Wellington Cirino e Felipe Giaffone venceram as duas corridas no sinuoso traçado da Serra Gaúcha, de onde Cirino saiu como campeão da Copa Sul. Ele, Losacco e André Marques, os três primeiros na pontuação, voltavam para casa já classificados à decisão do título – os três primeiros de cada Copa levam pontos para a etapa final que vale o título brasileiro.

A etapa de 27 de maio em Interlagos deu início à Copa Sudeste. Foi um dia de gala para Roberval Andrade, que ganhou as duas corridas e abriu vantagem na disputa pelo segundo título do ano, cuja decisão, inicialmente marcada para dali a duas semanas, seria postergada para o início de outubro. Adequações que acabam se fazendo necessárias ao longo da vida.

Com a já citada mudança de calendário, o evento de 29 de julho em Campo Grande deu início a mais um torneio, a Copa Centro-Oeste. Felipe Giaffone e Roberval Andrade foram os nomes do dia, cada um com uma vitória e um segundo lugar. Quase que uma premonição do que seria a decisão do título geral, pouco mais de quatro meses depois.

Giaffone acabou conquistando o título da Copa Sudeste com os dois segundos lugares na etapa de 26 de agosto em Goiânia, onde Danilo Dirani levou a novata PPD a duas vitórias. Andrade, com um sexto e um terceiro lugar, terminou a Copa em segundo, com André Marques ganhando mais chances na final geral com o terceiro lugar na pontuação.

A Copa Truck rompeu a fronteira pela primeira vez para a etapa de 16 de setembro em Buenos Aires. A disputa argentina foi amplamente dominada por Felipe Giaffone, que ganhou as duas corridas e abriu caminho para conquistar mais uma das Copas da categoria.

A decisão da Copa Mercosul, no dia 7 de outubro, aconteceu em Rivera. O circuito uruguaio jamais havia recebido uma corrida de caminhões. Roberval Andrade e Renato Martins arrebataram as vitórias nas duas corridas. Felipe Giaffone fez valer a vantagem trazida da Argentina para garantir o título terminando uma corrida em segundo e outra em quarto.

A oitava etapa aconteceu em Curvelo, no dia 28 de outubro, marcando o término da Copa Sudeste. Essa etapa teria acontecido em junho, em seguida à etapa de Interlagos, e acabou adiada por conta dos efeitos da paralisação nacional dos caminhoneiros. Felipe Giaffone ganhou as duas corridas, o que não o fez disputar o título da Copa – não havia corrido em Interlagos no dia das 500 Milhas de Indianápolis por conta das atribuições como comentarista da Fórmula Indy na Band e no BandSports. André Marques terminou uma corrida em sétimo e outra em quarto e ficou com o título. Renato Martins e Roberval Andrade também acumularam pontos para a final, como vice-campeão e terceiro colocado.

O título foi decidido no último domingo, na etapa final que segundo os organizadores do campeonato reuniu 32 mil torcedores no autódromo de Curitiba. O sistema de pontuação da Copa Truck classificou seis pilotos para a disputa final pelo anel do campeão, que foi parar literalmente nas mãos de Roberval Andrade, com uma vitória e um segundo lugar.

Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2018

CURITIBA – É fim de semana de etapa decisiva no Mercedes-Benz Challenge. Com sistema de pontuação mais generoso que das etapas anteriores, conforme prevê o regulamento, a oitava e última corrida vai confrontar os pilotos no Autódromo Internacional de Curitiba a partir das 10h20. Em disputa, os títulos das categorias CLA 45 AMG Cup e C250 Cup, além dos dois títulos da classe Máster.

Vai ser uma final de campeonato interessante, e que faz valer uma recapitulada no que ocorreu até agora na temporada de 2018. Assim, trago aqui os vídeos completos das transmissões ao vivo das sete primeiras corridas pelo BandSports. Sei de gente que vai ver os sete até sábado para estar devidamente a par do andamento das coisas para a transmissão de domingo, que vai ter narração minha e comentário do Rodrigo Bianchi. Vamos ao que aconteceu até aqui no ano, pois.

Cascavel recebeu a primeira etapa da temporada sob chuva. Cheguei à cidade poucas horas antes da corrida, vindo de Curitiba, onde tinha narrado a abertura do campeonato do Porsche GT3 Cup. Depois de muito tempo, acompanhei uma corrida do Mercedes-Benz Challenge como espectador.

 

Na segunda etapa os pilotos tiveram, pela primeira vez em oito temporadas de história do MBC, a oportunidade de disputar uma corrida em Guaporé, no divertido traçado do Autódromo Dr. Nelson Luiz Barro.

 

Em Interlagos, efeito da greve geral de caminhoneiros, nem todos os carros estavam no autódromo para a terceira etapa e, na categoria CLA 45 AMG Cup, os pilotos inscritos formaram duplas para que todos pudessem participar. Para mim foi uma corrida bastante especial, visto que participei como piloto, com o carro número 66 da CenterBUS-Sambaíba, na C250 Cup. Deu pódio, inclusive.

 

A primeira metade da temporada terminou em Campo Grande, numa corrida complicada em vários sentidos.

 

A quinta etapa, em Goiânia, marcou minha volta à categoria como narrador da transmissão ao vivo pelo BandSports.

 

A sexta etapa voltou a apresentar um novo circuito ao Mercedes-Benz Challenge. Os pilotos competiram pela primeira vez em Rivera, no Autódromo Eduardo Prudêncio Cabrera.

 

Pela terceira vez no ano a categoria acrescentou um autódromo a seu histórico de corridas realizadas. Foi na sétima etapa, em Curvelo, disputada no fim de outubro.

A Copa JR

COPA JR 1

Com modelos GM, todos de motor 1.4, a Copa JR prepara sua terceira temporada tendo o baixo custo como atrativo: é possível correr lá com um orçamento de menos que R$ 1.500 por mês.

CASCAVEL – Uma das sacadas positivas dos últimos tempos no universo brasileiro dos campeonatos de Marcas foi a adoção dos motores 1.4, teoricamente menos fortes que os 1.6 de sempre, e que pelo conjunto da obra acabam proporcionando às equipes uma economia nada desprezível.

Os dois exemplos mais evidentes dessa alternativa vêm do Rio Grande do Sul e de Goiás. Já há algum tempo o Campeonato Gaúcho instituiu os motores 1.4 para todos os carros da categoria, inclusive de outras marcas, o que acaba gerando um panorama pitoresco – pode-se ver um Uno, um Gol ou um Ka com motor da GM, por exemplo. O que não ocorre na Copa Centro-Oeste. Lá a categoria Marcas mantém sua raiz. A motorização é 1.6, mesmo, e Gol anda com motor VW, Palio anda com motor Fiat, e Celta com motor GM. Os motores 1.4 compõem uma outra realidade, a da nova Copa JR, que foi implantada no ano passado e cujo regulamento só permite a participação de carros fabricados pela GM. Um grid com os modelos Corsa, Celta e Classic, em resumo.

Tratada inicialmente como categoria de acesso e hoje despertando interesse de pilotos já consagrados do automobilismo regional, a Copa JR começou sua trajetória em Goiás com sete carros no grid. O título de 2017 foi conquistado pelo brasiliense Gustavo Ribeiro. Em 2018 o grid médio tem sido de 14 carros. O promotor Joel Júnior se mostra seguro de que serão mais de 20 na temporada do ano que vem.

COPA JR 3

Rafael Varga e Raphael Teixeira fecharam lado a lado a disputa pela vitória na décima corrida da Copa JR, em novembro. Teixeira levou a melhor por seis milésimos de segundo!

A decisão da Copa JR de 2018 em Goiânia deve emoldurar uma disputa duríssima nas quatro corridas que vão compor a rodada dupla de 8 e 9 de dezembro. Fábio Varga/Rafael Varga, Raphael Teixeira e o próprio Gustavo Ribeiro são os pilotos que decidem o título da classe Super. A Light também tem três candidatos à conquista da taça, que será decidida entre Luiz Fernando, Tiago Vieira e Glêves Campos.

Conversei bastante com o promotor na última semana sobre a Copa JR, de olho em viabilizar minha presença no grid dessa última rodada dupla – vai dar certo. Esse contato me permitiu entender direitinho o funcionamento da categoria. Achei interessante e convidativo, inclusive. Entra sem dúvida na lista de opções para as minhas aceleranças do ano que vem.

O calendário de 2019 será composto por sete etapas, fechando 14 corridas. O deste ano também teve sete etapas, mas com as obras de reforma que mantiveram o autódromo sem automobilismo por alguns meses o campeonato começou um tanto mais tarde e essas corridas foram distribuídas em cinco fins de semana distintos. Houve etapas simples, de duas provas, nos meses de junho, julho e setembro. Em novembro os pilotos tiveram rodada dupla, com quatro corridas, mesmo formato adotado para o evento que vai apontar os campeões na semana que vem.

COPA JR 2

O regulamento padronizado para fornecimento de motor, injeção e amortecedores alavanca a competitividade da Copa JR. A foto, como todas as que ilustram o post, é da lavra do Fábio César.

O custo de cada etapa, para o piloto, é de 5 mil reais. O valor, fixo em contrato com o promotor, cobre a inscrição na etapa, combustível, pneus, assistência técnica de preparador e mecânicos no fim de semana de corrida, fornecimento de motor, amortecedores e injeção eletrônica. Quem corre de Marcas em qualquer lugar do Brasil já terá percebido que o valor fechado é muito atrativo. Automobilismo bom e barato.

Voltando ao orçamento de 5 mil por etapa, chegamos a um valor de 35 mil reais para a temporada completa, que pode ser quitado em 12 parcelas de janeiro a dezembro. O piloto pode fazer um campeonato completo pagando menos de 3 mil reais por mês. Se for correr em dupla, vai gastar menos de 1,5 por mês. Foi a conta que fiz enquanto conversava com o Juninho, e até perguntei a ele se havia algum erro de informação. Ele riu e disse que não havia erro algum, é isso mesmo. Guardei o rascunho da conta comigo, posso precisar dele nos próximos meses.

Aí me chamou atenção a questão dos preparadores e mecânicos. Essa mão-de-obra está incluída no pacote oferecido aos pilotos, o que me levou de imediato à conclusão de que não poderia contar com um preparador que venha me acompanhando há algum tempo – todo piloto tem seu preparador de confiança, quase de estimação, afinal. Nesse caso, suposição errada. O participante pode tanto contar com um dos preparadores que já integram a equipe técnica da categoria quanto tem a opção de indicar seu próprio preparador, que será pago pelo organizador da Copa JR – é um custo que está incluído no pacote, lembremos disso.

Para esses casos, além do contrato entre piloto e promotor, celebra-se um contrato paralelo com o preparador. Uma das cláusulas desse contrato adicional, estipulada para garantir a homogeneidade entre os carros, prevê que a eventual adoção de soluções vetadas pelo regulamento técnico implicará não só a desclassificação do piloto, mas também o veto definitivo à atuação do preparador em questão na Copa JR. Espertalhões não têm vez.

COPA JR 4

Diferente do que ocorre na Copa Centro-Oeste de Marcas, também disputada em Goiânia, a Copa JR determina o uso de carros da GM. Corsa, Celta e Classic compõem o grid, todos com motores 1.4.

A ideia de disputar um campeonato completo pagando menos de 1.500 reais por mês é atrativa ao extremo – lembrando que essa é uma estimativa para os que optam por correr em dupla. E é valida inclusive para quem não tem seu próprio carro: pode-se alugar um carro junto à própria organização da categoria, por 1.500 reais por etapa. Quem tiver interesse em se inteirar devidamente de mais detalhes da Copa JR pode contatar diretamente o Joel Júnior pelo número (62) 9 8305-3333, disponível também para comunicação via WhatsApp.

Bem, está decidido. Na semana que vem vou a Goiânia ver de perto, provavelmente de dentro, o andamento das coisas na Copa JR, e de quebra acompanhar essa decisão dos títulos. Pode ser o meu campeonato em 2019.

COPA JR 5

A Copa JR foi criada em 2017 com sete carros na pista, e o grid médio da temporada que termina na semana que vem foi de 14. A projeção do organizador para o campeonato de 2019 é de mais de 20.

 

Na íntegra: Porsche Carrera Cup 2018, 6/9

CASCAVEL – Ando mais atrasado do que deveria com as postagens das corridas do Porsche Império Carrera Cup, mas logo volto a ficar rigorosamente em dia. Dando sequência à série, é dia de revermos as corridas da sexta etapa, que aconteceram pouco mais de dois meses atrás no Velo Città. Eu narrei, Tiago Mendonça comentou, Renata Diniz reportou, a Master/CATVE produziu.

Quem quiser ver as corridas anteriores da temporada nem precisa procurar. Estão aqui mesmo no blog, basta clicar no link da etapa desejada – a primeira, a segunda, a terceira, a quarta ou a quinta.

 

Campeã do Brasil

ALLINE 1

Segunda brasileira a conquistar um título internacional no automobilismo, a paulista Alline Cipriani é também a primeira campeã da movimentada história da TransAm GT na classe TA3

CASCAVEL – Brasileiros campeões no automobilismo internacional não são fato raro. Bem pelo contrário. Agora, se o assunto forem brasileiras campeãs a coisa muda de figura. A última que me vem à mente, não posso afirmar minha impressão de ter sido a única até então, foi a Suzane Carvalho, que faturou o título da classe B no Sul-Americano de Fórmula 3 de 1992.

Bem, a lista acaba de aumentar. A Alline Cipriani, guiando um G55 da Ginetta, traz para o Brasil o título da categoria TA3 da TransAm GT. A última das 11 etapas aconteceu dias atrás em Daytona, e o título da menina veio com um sexto lugar na corrida. Mark Boden, principal adversário dela na disputa pelo título, ficou em quarto com um Porsche 991 GT3. A decisão aconteceu só na última volta da etapa final e teve tons dramáticos – Boden, que seria campeão se vencesse a corrida, chegou a liderá-la por alguns instantes.

Alline tornou-se campeã à custa da consistência, para usar a definição que ela própria me deu. Terminou sete das 11 corridas no grupo dos cinco primeiros, com destaque para o segundo lugar na etapa de Pittsburgh. O título soma-se em seu currículo à taça do Brasileiro de Endurance e às duas conquistas que teve na FARA USA antes de interromper a carreira, em 2016, para aguardar devidamente a chegada do filho Enzo. As etapas de 2018 da TransAm GT aconteceram em Sebring, Road Atlanta, Homestead, Indianápolis, Pittsburgh, Mid-Ohio, Road America, Watkins Glen, Virginia, Austin e Daytona.

De quebra, Alline põe na estante de casa o troféu de melhor estreante do ano na TransAm GT norte-americana. Conquistas que pretende celebrar em solo brasileiro, no dia 22 de dezembro, quando estará no grid dos 500 Quilômetros de São Paulo com um modelo G50 da marca inglesa. Esio Vichiese vai ser um dos parceiros dela na corrida, que vai acompanhar a programação a etapa final do Paulista de Automobilismo.

ALLINE 2

Alline disputou a temporada de 2018 pilotando o G55 do Team Ginetta USA e enfrentou outros 26 pilotos em sua categoria ao longo das 11 etapas que compuseram o calendário

Calendário 2019: LDA

LDA - MARCAS

O campeonato de Marcas & Pilotos da LDA mantém as mesmas classes de graduação praticadas no Paulista – Super, Light e Novatos. À frente, na foto, o carro dos líderes mineiros Wilton Pena e Lucca Paulinelli.

CASCAVEL – A Liga Desportiva de Automobilismo também já definiu e divulgou as datas de seu campeonato de automobilismo de 2019. Serão oito etapas, todas em Interlagos, com a temporada começando no segundo fim de semana do ano e, tal qual ocorre agora, terminando no último.

Presidida por Ernesto Costa e Silva, que por vários anos atuou como diretor de provas da Federação de Automobilismo de São Paulo, a LDA tem em 2018 o primeiro campeonato de sua história, lançado como alternativa ao Campeonato Paulista levado a efeito pela própria Fasp. O diferencial oferecido aos pilotos está nos custos de filiação e inscrição para as etapas, bem mais baixos que os praticados no Paulista.

O resultado inicial da novidade foi a divisão dos grids – um grande contingente que compunha o Paulista até o ano passado migrou de mala e cuia para a LDA, que tem em disputa os títulos das categorias Marcas (com as classes Super, Light e Novatos, as mesmas do Paulista), Hot Cars (com as divisões D1, D2, D3, D4, D5 e D8),  New Speed (A e B), Copa Opala, Turismo (A e B), Fórmula LDA, Clássicos de Competição (A e B) e Força Livre (com as subdivisões Protótipos e Turismo, ambas com classes A e B). As tabelas de classificação disponíveis no site da Liga revelam que 216 pilotos marcaram pontos em pelo menos uma etapa nos seis eventos já realizados neste ano.

As oito etapas do campeonato de  automobilismo da LDA estão marcadas para os fins de semana de 13 de janeiro, 10 de fevereiro, 3 de março, 5 de maio, 2 de junho, 14 de julho, 15 de setembro e 29 de dezembro.