Mais de 40 carros

HB20

O Hyundai HB20 da Fast Racing terá sua estreia no próximo fim de semana, nas provas que vão apontar os campeões do Paulista de Marcas e do Brasileiro de Turismo 1600

SÃO PAULO – Semana que vem rola aqui em Interlagos a etapa final dos campeonatos Paulista de Marcas e Brasileiro de Turismo 1600. Que vêm a ser a mesma categoria, com algumas sutis diferenças técnicas – aquela eterna questão envolvendo a unificação dos regulamentos, que caminhou um pouquinho mas ainda tem longa estrada pela frente.

Bem, Paulista e Brasileiro vão compor exatamente o mesmo grid, com uma corrida no sábado e outra no domingo. Hoje em dia os serviços de cronometragem tiram isso de letra, separam todo mundo por categorias, por campeonatos, pelo critério que o promotor bem entender. Haverá gente no grid disputando só a etapa do Brasileiro, haverá gente no grid disputando só a etapa do Paulista – meu caso –, haverá gente inscrita nos dois campeonatos com o mesmo carro, haverá gente participando dos dois campeonatos em carros diferentes. Haverá de tudo.

Fato é que, por conta da junção na etapa final do Paulista de Automobilismo, em programação que teremos em ação todas as categorias do campeonato e mais a Copa Truck, o grid de Marcas & Pilotos, ou de Turismo 1600, terá mais de 40 carros. Um grid desse porte vai fazer bem à saúde e ao planejamento do Paulista e do Brasileiro para 2018. No segundo caso, já com uma mostra do resultado esperado para o processo de, digamos assim, renovação de frota. O grid acolherá um novíssimo modelo Hyundai HB20, da equipe Fast Racing. A chegada do simpático carrinho será assunto na semana que vem.

Bem, com base no que foi dito até agora pelos envolvidos com a etapa, em telefonemas, conversas por aplicativos ou contato pessoal, arrisco aqui uma lista dos pilotos participantes. Que não deve ser tomada como absolutamente fiável, porque vou alterá-la aqui mesmo, no blog, sempre que souber de novas inscrições, atualização de números, mudanças nas formações de duplas, essas coisas. Os números que indico na lista, em parte, são fruto de minha memória nem sempre confiável, e há casos de pilotos diferentes que usam o mesmo número, e fatalmente um dos envolvidos vai ter de mudar – meu caso, também, já que por aqui o 66 é cativo do Luisinho Filgueiras.

2 – João Neto

4 – Aleandro (Arias Competições)

5 – Denis Marcolin

8 – Ricardo Lima

9 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

17 – Daniel Kaefer

27 – Edgard Amaral/Wanderson Freitas

31- Davi Plutarcho

31 – Thiago Azalini

32 – Eber Gomes/Jefferson Gomes

33 – Pablo Alves

36 – Carlos Auricchio/Anderson Scovoli

37 – Giovani Almeida

38 – André Jacob

42 – Larissa Cruzeiro

44 – Gabriel Correa

44 – Alexandre Peppe

46 – Edson do Valle

46 – Thiago Tambasco

53 – Wilton Pena

59 – Luiz Henrique Cirino

65 – Aldo Piedade Júnior

66 – Luís Filgueiras/Rodrigo Moreno

67 – Lamartine Pinotti

71 – Cláudio Ramenzoni

77 – Wanderson Freitas/Leandro Freitas

80 – Carlos Asciutti

84 – Paul Lanfredi

87 – Gustavo Mascarenhas

89 – Lucas Inoue

89 – Vicente Passarelli/Gustavo Passarelli

92 – Luís Piccolo

96 – Enrico Bucci

99 – César Bonilha

100 – Mateus Biriba

102 – Gilmar Gobetti de Souza

107 – Edson Henrique Bueno

166 – Luc Monteiro

171 – Alê Souza

174 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

333 – Eduardo Doriguel

357 – Gustavo Veronez

555 – Leandro Reis/Renato Braga

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Vêm aí as 300 Milhas de Cascavel!

PROVA 1

Foto feita pelo Rodrigo Guimarães na Cascavel de Ouro, que classificou 50 dos 56 carros inscritos para as três horas de corrida. Os carros de Marcas vão voltar à pista em Cascavel no fim de janeiro.

CASCAVEL – Há quem vai dizer que é pelo grande sucesso da cinquentenária Cascavel de Ouro. E não é, embora a novidade vá incorporar muita coisa da Cascavel de Ouro nas searas técnica, desportiva e promocional. Fato é que o Orlei Silva, presidente do Automóvel Clube, acabou de confirmar para os dias 27 e 28 de janeiro a realização da primeira edição das 300 Milhas de Cascavel.

O anúncio sai um dia depois da maior edição de todos os tempos da Cascavel de Ouro (faz três anos que sempre falamos na maior de todos os tempos em se tratando da prova, e o mais legal é que em todas as vezes foi verdade). A ideia das 300 Milhas foi costurada já há dois meses e meio e foi opção do Automóvel Clube reservar o assunto até que a Cascavel de Ouro terminasse para que uma coisa não atropelasse a outra. Comentei com o Orlei, naquela ocasião, sobre as 8 Horas de Interlagos, de nome oficial Endurance Interlagos, prova de que participei em fevereiro último. Tinha a informação de que a corrida não vai acontecer no ano que vem, e ouvindo isso ele se propôs a fazer algo parecido pelas bandas de cá. Achei sensacional. Em mais dois ou três minutinhos de papo descartamos a ideia de corrida noturna, Orlei sugeriu um percurso de 300 milhas, que vai dar qualquer coisa em torno de quatro horas de corrida, como foi a Cascavel de Ouro em 2015 e 2016.

Na pista, só carros da categoria Marcas & Pilotos 1.6, configurados pelo regulamento técnico do Campeonato Paranaense. Ainda não sei dizer, o Orlei também não sabe, qual será a marca de pneus – se os da Pirelli, usados nos campeonatos do Paraná, ou os Dunlop, que calçam os carros do Brasileiro de Turismo 1600 e de praticamente todos os campeonatos regionais de Marcas.

Uma das diferenças desportivas em relação à Cascavel de Ouro está na manutenção das classes de pilotos A e B, que existem no Paranaense de Marcas. E que serão observadas também na hora do Orlei assinar os cheques da premiação – sim, haverá prêmios em dinheiro. Por ora, as 300 Milhas de Cascavel saem com garantia de R$ 5.000,00 para os vencedores da classe A e outros R$ 5.000,00 mil para os vencedores da classe B. E troféus, claro, belíssimos troféus para os cinco melhores de cada categoria.

As inscrições estão abertas desde já. Custam R$ 3.000,00 por carro, independentemente do número de pilotos – também no formato da Cascavel de Ouro, serão admitidos trios e duplas. Com estimadas quatro horas de corrida, os trios podem ser uma opção bacana. Na Cascavel de Ouro, com três horas, o melhor dos trios inscritos terminou em 15º, o que pode sugerir uma maior eficiência da participação em dupla. E como fazer inscrição? Sem protocolos. Basta falar com o Orlei, pelo celular (45) 9 9952-2360, ou comigo, no (45) 9 9937-1052. Os dois números são também contatos de WhatsApp.

 

Turismo 1600 na PlayTV

Foto: Rodrigo Aguiar Ruiz

Velo Città, Londrina e Interlagos serão os palcos da reta final do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600. Exibição de todas as corridas pela PlayTV é uma realidade muito próxima.

CASCAVEL – O Campeonato Brasileiro de Turismo 1600 dará início domingo agora, dia 24, à segunda metade de sua primeira temporada. Para maioria dos pilotos vai ser uma oportunidade inédita de acelerar no Velo Città, belíssimo autódromo que há cinco anos escreve da pacata Mogi Guaçu parte boa da história do automobilismo brasileiro.

Os VTs das duas corridas serão exibidos no domingo mesmo, via internet, em canais e horários que vamos divulgar à exaustão nos grupos de mensagens e em todas as redes sociais. A novidade desta etapa, que muito provavelmente será estendida às duas seguintes, fica por conta da exibição das corridas na televisão pela PlayTV, em datas e horários que vamos igualmente informar na sequência aos que acompanham o campeonato.

Nem sei se era para revelar, mas como vai para a televisão e para a internet não há motivo para maiores discrições. A inserção do Brasileiro de Turismo 1600 na grade de programação da PlayTV foi viabilizada pelo Grupo Financial. A logo dourada da empresa, que começa a ser vista com bastante frequência aqui e ali nesse mundinho das corridas, estará estampada nas testeiras de todos os carros de grid – devem ser quase 30 em Mogi, na programação dos 500 Quilômetros de São Paulo.

O cubo mágico

TURISMO 1600 CASCAVEL

A primeira temporada do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600 teve sua largada no dia 28 de maio no Autódromo Internacional de Cascavel, com domínio de Júnior Caús. A foto é da Cíntia Azevedo.

CASCAVEL – O Ângelo Correa, que ao fim e ao cabo é quem está suando sangue para levar a efeito a primeira temporada do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600, já levou bordoada de todos os lados, como dizem, por conta da indefinição de datas e locais para as três etapas que ainda restam para o fim da competição. É necessário admitir: até de mim, que procuro ser parceiro dele, ele ouviu coisas despidas da gentileza esperada.

Pilotos e equipes que já disputaram as etapas de Cascavel, Curitiba e Goiânia vêm cobrando essa definição há semanas, e com razão. Tenho acompanhado de perto, apesar da distância geográfica, o drama que o Ângelo tem vivido para formatar a coisa. E posso testemunhar que a realização do campeonato assemelha-se bastante ao que fazemos com cubos mágicos: quando fecha a cor de um lado, bagunça a de outro que já estava montada. Se você não sabe o que é cubo mágico, paciência. Promover e organizar eventos, sobretudo no automobilismo, é tarefa das mais difíceis. Sei bem do que estou falando, principalmente desde que passei para o lado de trás do balcão da Cascavel de Ouro, alguns meses atrás.

O Brasileiro de Turismo 1600 começou de um ímpeto, mais de 20 anos depois do Campeonato Brasileiro de Marcas & Pilotos sumir do mapa. Em essência, é a mesma categoria, que leva à pista modelos de fabricação nacional com motorização de 1.600 cilindradas. Gol, Celta, Palio, Ka, Fiesta, 207, C3, Corsa, Clio. Os carrinhos que temos em nossas garagens, enfim. Uma fórmula que deu às equipes dos campeonatos regionais o acesso ao âmbito nacional do nosso automobilismo a um custo substancialmente menor que o dos campeonatos brasileiros em voga.

(Aqui, faço uma justa reparação, a posteriori. Em 2007 a Interlagos Eventos Esportivos, empresa do Toninho de Souza, promoveu um Campeonato Brasileiro de Marcas. Modelos nacionais com motores 1.6 e, como ponto diferencial, pneus slick. As etapas aconteciam em conjunto com o Brasileiro de Endurance, que também tinha promoção da empresa. A primeira, salvo engano, acompanhou a etapa brasileira do WTCC, que abriu a temporada mundial. Lembro de ter trabalhado como locutor de arena nas etapas de Curitiba, Londrina, Cascavel, Campo Grande e Vitória, trabalho que rendeu uns trocados muitíssimo bem-vindos e que torna imperdoável ter esquecido daquela iniciativa no post original. Também houve etapas em Santa Cruz do Sul, Curitiba de novo e Interlagos. Que o Toninho e o Pedro Rodrigo não me levem a mal. Talvez nem tenham lido…)

TURISMO 1600 CURITIBA

Rodrigo Ruiz foi quem fotografou a largada da segunda etapa no dia 24 de junho em Curitiba, onde César Bonilha, atual vice-líder do Brasileiro de Turismo 1600, foi o vencedor das duas corridas.

Fechar o calendário do Brasileiro de Turismo 1600 foi um parto de porco-espinho, como bem definiria um parceiro meu de longa data. Mas fechou, para nosso alívio. A segunda metade da temporada terá corridas em Mogi Guaçu, Londrina e São Paulo, sempre duas por etapa.

A quarta etapa está confirmada para dia 24 de setembro no belíssimo Velo Città, em Mogi Guaçu. Vai compor a programação dos 500 Quilômetros de São Paulo, prova que chega a 60 anos de história e que, neste ano, também vai valer para a disputa pelo título nacional do Dopamina Endurance. A quinta, no dia 25 de novembro, também vai acompanhar um evento bastante tradicional do automobilismo brasileiro: as duas corridas vão dar o tom à programação preliminar das 500 Milhas de Londrina. No encerramento da temporada, dia 17 de dezembro em Interlagos, a categoria acompanhará não só a etapa final do Campeonato Paulista de Automobilismo como, também, a etapa final da nova e ascendente Copa Truck.

Nos próximos dias, ao que tudo indica, surgirão novidades também quanto à transmissão das corridas do Brasileiro de Turismo 1600 pela televisão. Ao fim das contas, pelo pouco que conheço do Ângelo, as bordoadas que ele tomou do automobilismo terão valido a pena.

TURISMO 1600 GOIANIA

A primeira metade do campeonato terminou no dia 29 de julho em Goiânia, onde o líder Daniel Kaefer conquistou uma vitória e um segundo lugar, na vitória do piloto local Edson do Valle. Foto do Randes Nunes.

Os nomes do novo Brasileiro

BACIAO

Cadê a sequência da pista? A descida para a curva do Bacião, ainda desconhecida de parte dos pilotos inscritos, recebe 35 pilotos para a primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600

CASCAVEL – “A hora dos marquinhas”, foi o que escrevi outro dia. E a hora chegou. O Campeonato Brasileiro de Turismo 1600 abre nesta sexta-feira sua programação de treinos livres para a primeira etapa da temporada. Vai ser aqui mesmo, em Cascavel, com 27 carros e 35 pilotos confirmados para as duas corridas de domingo à tarde. A programação vai ser muito bacana, inclui também as duas corridas da terceira etapa da Sprint Race Brasil e as da Copa Paraná-Sul de Motovelocidade, também em sua terceira etapa.

Dos 27 carros, 13 terão pelo menos um piloto cascavelense – uma definição imprecisa, já que nessa lista incluo por exemplo o Natan Sperafico, que é de Toledo, o Odair dos Santos, gaúcho de nascimento que mora no Paraguai. Mas a distribuição geográfica do grid está interessante: treinos e corridas terão em ação pilotos de sete estados brasileiros e mais o Distrito Federal.  Um deles, que tomo como paulista por morar na Baixada Santista, é o João Lemos Mont, que na verdade é português. A lista completa dos participantes da etapa cascavelense está aí abaixo, no fim do post.

Normalmente, em posts como esse aqui, usamos fotos dos carros na pista, daquelas bonitonas e cheias de trabalho com os efeitos da luz que costumam sair das lentes do Cleocinei Zonta, do Vanderley Soares, do Sérgio Sanderson, do Orlei Silva – que agora guardou a câmera, virou dirigente e está diretamente envolvido na organização da categoria -, do Vandré Dubiela, da Sandra Zama, da Monica Godoy, da Cíntia Azevedo e de tantos outros amigos que costumam fotografar as corridas em Cascavel. Mas, como citei no post anterior, estou de saída para o Rio Grande do Sul e não vou poder acompanhar o início das atividades de pista, daqui a pouquinho. Assim, a saída nada ortodoxa para ilustrar o post é apelar para a imagem lá em cima, produzida durante a última Cascavel de Ouro (confesso que não sei por qual dos fotógrafos citados há pouco) e também para as fotos que os pilotos vieram postando no grupo do campeonato no WhatsApp, maioria deles com os carros já carregados nas carretinhas de transporte, a caminho de Cascavel e do autódromo.

No domingo estarei de volta, para narrar as corridas da primeira etapa na transmissão ao vivo da CATVE e da E-Paraná. Amanhã, já da sala de imprensa em Santa Cruz do Sul, volto a falar um pouquinho do Brasileiro em Cascavel. Que os amigos aqui já instalados tenham um ótimo fim de semana de trabalho. A história que eles estão retomando no automobilismo nacional merece isso.

CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO 1600

(Os 35 pilotos participantes da etapa de Cascavel)

0 – Renato Constantino (DF), A, VW Gol/Cesinha Competições

1 – Thiago Klein (PR), A, VW Gol/Paraguay Racing

2 –  Edoli Caús Júnior (PR), A, GM Celta/Caús Motorsport

7 – Guilherme Sirtoli/Leônidas Fagundes (PR/PR), B, Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team

8 – Analino “Choka” Sirtuli (RS), A, Ford Ka/Choka Car Racing

10 – Célio Vinicius (GO), A, Ford Ka/Ferrari Motorsport-Classe A

12 – Vilmar Priviatelli (PR), B, Ford Fiesta/Ferrari Motorsport

13 – Caíto Carvalho/Paulo Bento (PR/PR), B, GM Celta/Sensei-Sorbara Motorsport

14 – Marcelo Beux (PR), B, VW Gol/Speed Car

17 – Daniel Kaefer (PR), A, Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team

27 – Natan Sperafico (PR), A, Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team

33 – Felipe Carvalho (PR), B, GM Celta/Sensei-Sorbara Motorsport

41 – João Lemos Mont (POR), Máster, VW Gol/Paraguay Racing

42 – Larissa Cruzeiro/Rogério Cruzeiro (GO/GO), B, Ford Ka/Ferrari Motorsport-Classe A

44 – Gabriel Correa/Leandro Zandoná (GO/PR), A, Ford Ka/Ferrari Motorsport-Classe A

46 – Edson do Vale/Giovane Ferreira (GO/GO), A, Ford Ka/Ferrari Motorsport-Classe A

64 – Edson Massaro/Lorenzo Massaro (PR/PR), B, VW Gol/Speed Car

66 – Luís Guilherme Filgueiras (MG), A, VW Gol/AGB Preparações

71 – Alexandre Souza/Wyllian Cezarotto (SP/PR), B, Ford Fiesta/Ferrari Motorsport

74 – Francisco Júnior/Alexandre Seda (RJ/RJ), B, GM Celta/Landerson Competições

77 – Wanderson Freitas/Leandro Freitas (MG/MG), A, VW Gol/W Motorsport-Stumpf

99 – César Bonilha (PR/DF), A, VW Gol/Cesinha Competições

100 – Marcelo di Tripa (GO), A, VW Gol/Lucascar Motorsport

107 – Edson Bueno (PR), B, VW Gol/Stumpf Preparações

333 – Mário Garibaldi Filho (PR), B, VW Gol/Red Foot Racing Team

722 – Diogo Freitas (BA), A, VW Gol/Paraguay Racing

774 – Odair dos Santos (PR), B, VW Gol/Paraguay Racing,

Novidades na equipe

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Elias Azevedo estreia na Copa Petrobras de Marcas levando para a Paraguay Racing a experiência que acumulou em uma série de competições no Brasil e no exterior.

CASCAVEL – Conversando com a rapaziada da Paraguay Racing, minha equipe aqui no Metropolitano de Marcas & Pilotos, notamos que este vai ser um fim de mês de muitas estreias e novidades. A coisa está ficando ainda mais movimentada. Um pouco dessas novidades já estará à mostra no fim de semana agora, em Santa Cruz do Sul, com a segunda etapa da Copa Petrobras de Marcas. Primeiro, porque a equipe passa a responder pelos quatro Toyota Corolla do grid.

Em um desses carros estará outra novidade da equipe. Elias Azevedo, paulista com quem já convivi em uma série de outros campeonatos, fará sua estreia pilotando um dos Corolla da equipe. Elias é piloto experiente. Já competiu no Porsche GT3 Challenge Brasil, no Audi DTCC, no FARA USA, na Fórmula 3, no Brasileiro de Endurance e no Mitsubishi Lancer Cup. Tem uma galeria de títulos interessante. Por ora seu compromisso com a equipe vale só para a segunda etapa da Copa Petrobras no circuito gaúcho. Se gostar do carro, do campeonato e da erva do chimarrão, continua até o fim do ano. A julgar pelo histórico de pista, parâmetros não lhe faltam para estabelecer esse comparativo a partir de seus próprios critérios.

O fim de semana seguinte, dos dias 27 e 28, será de mais novidades para a Paraguay Racing. Uma delas, na verdade, para uma série de equipes de vários estados, que vão compor cá em Cascavel, no Autódromo Zilmar Beux, a disputa da primeira etapa do novo Campeonato Brasileiro de Turismo 1600. É a categoria Marcas & Pilotos 1.6 que segue ganhando seu espaço. Odair dos Santos, brasileiro radicado no Paraguai, e Diogo Freitas, baiano que chega à equipe para uma experiência inédita depois de vários anos acumulando vitórias em competições de velocidade na terra, são os dois representantes da equipe na categoria por enquanto.

Aí o automobilista mais atento há de perguntar: e o Thiago Klein? Questão pertinente, posto que se trata do piloto que conquistou os dois últimos títulos do Metropolitano de Marcas em Cascavel e foi vice-campeão paranaense – aliás, ele também volta a competir na Copa Petrobras de Marcas, integrando o grid a partir da etapa de Santa Cruz do Sul. Pois é. Ainda não dá para garantir que o Thiago vá estar no grid do Brasileiro de Turismo 1600. Isso porque, no mesmo dia, ele vai disputar também em Cascavel – programação conjunta, obviamente – a terceira etapa da Sprint Race Brasil, formando dupla com o paulista Caê Coelho. A estreia é um prêmio que ganhou da Sprint Race pela vitória na Cascavel de Ouro.

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O Sprint Race número 55 de Caê Coelho, carro com que Thiago Klein vai estrear daqui a menos de duas semanas na Sprint Race Brasil. A foto é do gaudério-curitibano Rodrigo Guimarães.

Me flagrei rindo agora há pouco, enquanto bisbilhotava o site da equipe. Coisa boba. Só porque tem a minha fotinho junto com a dos pilotos da equipe – por ordem alfabética são o Elias Azevedo, o Felipe Tozzo, o Luiz Santos, o Odair dos Santos, o Pedro Pimenta e o Thiago Klein. E vai aparecer mais gente nessa lista nas próximas semanas. É, a equipe está ficando com a agenda lotada.

O Festival Brasileiro de 2016

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Thiago Oliveira, com o Celta número 105 da AGB Preparações, é mineiro de Belo Horizonte. Por morar em Curitiba, acaba sendo, na prática, o único representante paranaense na pista.

CASCAVEL – O Festival Brasileiro de Marcas & Pilotos 1.6 chega à sua oitava edição em Curvelo. Com 19 carros inscritos, o grid no Circuito dos Cristais terá seis modelos de carros de Fiat, Ford, GM e Volkswagen. Os 25 pilotos participantes, apresentados na relação aí abaixo, representam sete estados brasileiros e mais o Distrito Federal.

A Federação Mineira de Automobilismo e o Automóvel Clube de Belo Horizonte ofereceu premiação de largada para as inscrições efetuadas até determinado prazo. Tinha tudo para ser uma festa esportiva ainda maior no que diz respeito ao número de carros participantes. Os custos considerados elevados para o deslocamento até o interior mineiro têm sido a justificativa das equipes do Sul, por exemplo, para não terem inscrito seus carros.

Há um gaúcho entre os participantes, o Fabiano Cardoso, que mora em Minas Gerais. Em mão inversa, a representação paranaense nesta edição acaba adaptada pela presença de Thiago Oliveira, que é de Belo Horizonte, mas reside em Curitiba. A programação teve início hoje, sexta-feira, com quatro treinos livres.

O sábado terá mais um treino livre, a partir das 11h15. A tomada de tempos classificatória vai começar às 14h30 e a primeira das três corridas terá abertura de box às 14h30. No domingo, depois de um treino de aquecimento marcado para as 9h, a programação da segunda corrida vai começar às 11h e a da terceira, às 14h30. Todos os resultados são disponibilizados em tempo real no site da Race Monitor.

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O Gol é o modelo mais frequente no grid em Curvelo, com seis exemplares, como os das duplas Leandro Freitas/Wanderson Freitas e Lisandro Cardoso/Lamartine Pinotti. Também há três Celta, três Corsa, dois Uno, dois Palio, dois Ka e um Fiesta

A relação dos pilotos participantes do Festival Brasileiro, como prometido:

0 – Renato Constantino (DF), GM Celta

2 – João Guimarães Neto (MG), Fiat Uno

31 – Thiago Azalini (DF), GM Celta

36 – Felipe Rabello (MG), Fiat Palio

38 – Yuri Tomé/Alexandre Seda (MG/RJ), VW Gol

41 – João Lemos (SP), GM Corsa

44 – Gabriel Correa (GO), Ford Ka

46 – Edson do Valle (GO), Ford Ka

50 – Luiz Fernando Moura (ES), GM Corsa

53 – Zigomar Júnior/Wilton Pena (SP/MG), VW Gol

66 – Luís Guilherme Filgueiras (MG), VW Gol

71 – Alexandre Souza (SP), Ford Fiesta

74 – Francisco Paiva Júnior (RJ), GM Corsa

77 – Leandro Freitas/Wanderson Freitas (MG), VW Gol

87 – Gustavo Mascarenhas/Fabiano Cardoso (MG/RS), Fiat Uno

88 – Flávio Costa Martins/Renato Rabello (MG), Fiat Palio

98 – Paulo César Pena (MG), VW Gol

105 – Thiago Oliveira (MG), GM Celta

777 – Lisandro Cardoso/Lamartine Pinotti (BA/SP), VW Gol

A primeira edição do Festival Brasileiro de Marcas & Pilotos 1.6 aconteceu em Cascavel em 2009. O campeão foi do paranaense Marco Romanini, piloto da casa. Em 2010 a competição teve duas fases, em Curitiba e Viamão. O título foi do gaúcho Régis Boessio, de Canoas. Em 2011, retomado o formato de corridas em programação única, Curitiba recebeu a competição e o campeão foi Marcel Sedano, catarinense de Porto União. Curitiba foi a sede também em 2012, ano do segundo título de um piloto de Cascavel – no caso, Luiz Fernando Pielak. Cascavel disparou na liderança da estatística em 2013, com outro piloto da cidade, Leandro Zandoná, conquistando o título disputado em Guaporé. Em 2014, novamente em Curitiba, o título foi de Gabriel Corrêa, de Goiânia, que é o único campeão presente à edição deste ano em Curvelo. No ano passado, os dirigentes gaúchos providenciaram boa premiação em dinheiro para a edição em Guaporé. O título ficou com um piloto da casa, Analino “Choka” Sirtuli, de Gravataí.

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O Circuito dos Cristais, em Curvelo, é o quinto autódromo brasileiro a receber as disputas do Festival Brasileiro de Marcas & Pilotos 1.6 em oito anos de existência da competição.