Nosso som na “Stock Vip”

CASCAVEL – Não é uma festa da Stock Car, mas uma festa para a Stock Car.

Foi assim que definimos, num bate-papo de instantes atrás, a “Stock Vip”, que o garboso Padaria agendou para quinta-feira, dia 14, na Wood’s Cascavel.

A categoria automobilística volta à cidade para o sétimo evento do calendário do Circuito Schin Stock Car. E, na véspera dos treinos, a Wood’s oferecerá uma recepção a pilotos, integrantes das equipes, jornalistas que acompanham a categoria e todo mundo que gosta de uma boa música.

Nessa parte, a da música, os shows da noite terão o Flávio Aquino e nós, Luc & Julie. Acho que nesse negócio de tocar umas modas sertanejas a gente se vira para largar entre os dez primeiros.

Todo mundo convidado e intimado a fazer a festa com a gente e com a galera da Stock Car na semana que vem, portanto.

STOCK VIP baixa

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Nossas modas

CASCAVEL – O lugar era o Casa da Sogra, um restaurante aqui de Cascavel que até hoje serve um rango maravilhoso, sob a batuta do Marcos Marchiore. A ocasião era um som ao vivo de amigos nossos, Flávio Aquino & Gabriel – hoje o Flavinho segue carreira solo e o Gabriel, que na verdade se chama Thiago Diel, integra a dupla Franco & Diel. Fomos lá curtir o cardápio e a boa música. E a Daniele, minha cunhada, tinha acabado de comprar um celular desses que filmam.

Junte-se a tudo isso o convite do Flavio para Juli e eu fazermos uma seleção enquanto ele tomava um gole de qualquer coisa, duvido que tenha sido água, e saiu esse vídeo aí, que corro o risco de estar repetindo aqui no blog. Não faz mal. Estava examinando o sarcófago das primeiras modas de Luc & Juli e vi esse vídeo. Que é um dos meus preferidos, apesar de não ter, musicalmente falando, nada de especial.

Não sei quanto tempo faz, mas a julgar pelo tamanhinho do Luc Júnior o vídeo tem no mínimo uns quatro anos.

Faz um ano

NENHURES – Um ano atrás, na manhã de 15 de janeiro, Juli, Juninho e eu nos enfiávamos no carro com todas as tralhas levadas para as férias e tomávamos uma daquelas centenas de rodovias de nomes iguais, pelo menos para quem não mora em São Paulo, e que levam para lá, São Paulo.

À noite teríamos, e tivemos, um compromisso inédito: um show de Luc & Juli para os amigos paulistanos, reivindicação que deles eu ouvia havia muito tempo. O primeiro show, daquela terça-feira, foi viabilizado pelo bróder Marcelo Ramaciotti, que também atende por “Torrão” e está a caminho do altar, foi num lugar chamado Adega Original, onde fomos recebidos como amigos de longa data, onde na hora do show também recebemos amigos realmente de longa data, foi uma noite legal. Lá no Facebook tem um álbum com algumas fotos da festa.

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“Sertanejo rodada dupla”, era o nome do evento, por dois motivos: um, era mesmo rodada dupla, o nosso show e o dos nossos parceiros Everton & Alex; outro, porque o evento também aconteceu em rodada dupla, já que no dia seguinte, sob a batuta do Serginho Rodrigues, também tocamos no Geninho’s Club, noutra região da cidade.

Não raro, alguém das bandas de São Paulo me pergunta quando vamos voltar a soltar nossos acordes por lá. Sem firulas, muita gente que queria ir a um dos shows de um ano atrás não foi, por uma série de motivos. Vamos voltar, sim. Não sei quando, ainda, mas vamos. Tomara que seja logo.

Duelo das Sanfonas

CASCAVEL – É esse o nome da festa que o Cowboy Saloon marcou para o próximo dia 29, uma quarta-feira véspera de feriado. Vai ser algo como uma reedição do “Sertanejo rodada dupla” que fizemos no início do ano em São Paulo, já que as atrações são as mesmas. Nós, Luc & Juli, que ainda não gravamos CD, e também Everton & Alex, que trabalham a divulgação de seu sexto CD – hoje, casualmente, eles e os músicos da banda estão embarcando para shows logo ali, em Roraima.

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Aos que me leem em outras cidades e não sabem do que se trata, o Cowboy Saloon é a principal casa de shows e bailes cá de Cascavel. Frequento aquele lugar desde que abriu, em 1992, da festa da inauguração guardo até hoje uma daquelas tulipas metálicas próprias para tomar cerveja, se o Vanderlei Costa souber disso seguramente vai exigir que eu a devolva.

Tocar no Cowboy não chega a ser absoluta novidade para nós. Everton & Alex fizeram show lá há poucas semanas, apresentei a festa e citei-os, sem exagero algum, como uma das melhores duplas do gênero no Paraná – e olhe que pelas bandas de cá há muita gente boa no mercado.

A Juli também já fez show no Cowboy, quando era vocalista da banda Escorpios. Não sei se a Escorpios ainda existe, perdi contato com aquela galera faz muito tempo, talvez o Zé Valmir tenha dado um bico na música e fundado um consulado do Grêmio em qualquer canto do país. Foi em 2003, e lembro disso porque acompanhei-a lá, ainda nem namorávamos, e daqui a dois meses faremos dez anos de casamento. Quando digo “acompanhei”, é apenas porque fui junto, acho que dei uma carona a ela, algo assim.

Também já me apresentei no Cowboy, duas vezes. Uma foi num festival de música muito bacana que a casa formatou, acho que em 1994, eram quatro fins de semana seguidos, cada um com um estilo. Cada inscrição podia contar com cinco intérpretes e o grupo de jovens da igreja ali do Coqueiral me convidou para representá-lo na noite do sertanejo, a gente se conhecia dos festivais de música promovidos pelas igrejas, isso não existe mais. O festival também teve etapas com MPB, samba/pagode e gauchesco, nós ficamos em segundo lugar, ganhou uma dupla de pirralhos de uns 10 ou 12 anos – ocorreu-me agora que podem ter sido Everton & Alex, vou tratar de averiguar isso.

A outra vez em que me apresentei no Cowboy Saloon foi fruto de, hã, uma tremenda casualidade. Poucos sabem dessa história, mas mais ou menos nessa mesma época apareceu em Cascavel, e sumiu pouco tempo depois, um sujeito bem parecido fisicamente com o Zezé di Camargo. E cantava igual ao Zezé. Conheci o cara numa casa noturna qualquer e foi questão de meia dúzia de palavras para formarmos uma dupla “Zezé di Camargo & Luciano Cover”. Fazíamos o nosso barulhinho nos botecos. Em determinada noite, acabamos tomando o rumo do Cowboy. Vanderlei estava por lá, com os convidados dele. Quando nos viu, chamou um dos integrantes da banda que tocava um baile gauchesco e determinou com a sutileza que lhe é peculiar que “era hora de curtir um sertanejinho”, e lá fomos nós, o Emerson e eu, improvisar uma palinha de uns 15 ou 20 minutos, o que facilitou bastante nosso objetivo naquela noite, que era o de arrumar umas namoradas, e tal.

Reminiscências bobas da vida noturna, enfim. O foco agora é o Duelo de Sanfonas. Que, se terminar empatado, terá sido um grande negócio para nós.

Nossas modas

SÃO PAULO – O plano era simples. Ficar quietinho, fazer cara de paisagem e fingir que nada aconteceu.

Mas aí apareceu a Rita Queiroz, com seu celular, e gravou alguns flagras comprometedores do show que fizemos terça-feira passada no Adega Original, em São Paulo, no “Sertanejo rodada dupla” que também apresentou à galera paulistana o trabalho dos ótimos Everton & Alex.

Já que a Rita postou na rede, não há mais o que esconder. Arcaremos com as consequências. Enquanto isso, numa rima inesperada, vamos de “Evidências”.

Com Luc & Juli.

Tudo como dantes

NENHURES – Foi uma amiga de São Paulo, ainda um tanto inconformada com a escolha dos locais onde teremos nesta semana as duas edições do “Sertanejo rodada dupla” – ela mora na Zona Sul, onde desta vez nem vamos dar as caras –, quem chamou atenção para uma dúvida quanto à agenda do evento.

A amiga em questão mora em Interlagos. No bairro, não no autódromo, só quem mora no autódromo pelo que percebo quando estou lá são o Stuart e o Jacaré. Por morar em Interlagos, consultou os dois endereços e concluiu que para ela e a família seria mais prático irem quarta feira a’O Depósito Boteco Paulistano, mais perto da casa deles, ou de caminho mais viável, que o Adega Original, onde tocamos amanhã.

Aí, olhando postagens no Facebook, ela quase caiu de costas. Os shows de quarta-feira de Luc & Juli e de Everton & Alex estavam marcados para o Geninho’s Club. Por que a mudança? E os milhões de flyers? Alguém avisou às emissoras de televisão e aos sites de bisbilhotice da vida alheia que vão cobrir a festa? Essas seriam as minhas primeiras preocupações.

Mas não há preocupação, enfim. Só o que acontece é que o pessoal d’O Depósito vai, nas próximas semanas, mudar o nome da casa. Vai passar a se chamar Geninho’s Club, e o Geninho, um dos diretores, tratou de antecipar a atualização no evento do Facebook. A programação continua exatamente a mesma que vimos espalhando aos quatro ventos desde sempre. E a amiga que citei aqui é real, o causo também é real. Se quiser, ela própria se manifesta aí abaixo, com algum comentário.

E como os shows são só amanhã e quarta, nos dois dias com o repertório começando por volta das nove da noite, vamos aproveitar a segunda-feira aqui em Nenhures. Talvez voltemos pra cá na quinta, para emendar esse restinho de ano.

SERVIÇO

Show: “Sertanejo Rodada Dupla”, com Luc & Juli e Everton & Alex

Dias: 15 (Adega Original) e 16 (O Depósito) de janeiro de 2013

Adega Original – Avenida Luiz Dummont Villares, 790. Jardim São Paulo. São Paulo/SP. Fones (11) 2978-7853 e 2950-2492

O Depósito Boteco Paulistano – Rua Demetrio Ribeiro, 578. Tatuapé. São Paulo/SP. Fone (11) 2268-0677

Ingressos: R$ 20 para homens e R$ 15 para mulheres

Uma palinha no DM

NENHURES – Não é por falta de apoio dos amigos que o “Sertanejo rodada dupla” vai morrer na praia. Agora foi o Américo Teixeira Júnior quem nos abriu seu cada vez mais lido Diário Motorsport para uma palinha dos eventos da semana que vem.

Sem abrir mão de seu estilo sempre gentil, Américo, já parceiro de longa data, publicou esse material aqui sobre os nossos shows em São Paulo.

Não foi a primeira vez, aliás, que saí no Diário Motorsport. Já apareci em outra ocasião, mais de três anos atrás, por um contexto tão agradável quanto uma animada festa que se faz para receber os amigos.

Tomara que o Américo também apareça, na terça ou na quarta.