Truck com a F-4

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CASCAVEL – Em 2012, a etapa cascavelense da Fórmula Truck , que marcou a reinauguração do Autódromo Zilmar Beux de Cascavel​, teve como preliminar uma prova extracampeonato do Metropolitano de Marcas & Pilotos. Marco “Tico” Romanini​ venceu as duas baterias, inclusive.

No ano passado, a Truck veio e trouxe como preliminar uma etapa da Sprint Race Brasil​. Gustavo Martins e Yago Cesário venceram as provas pela categoria Pró, enquanto Marcelo Maiolli e Kau Machado foram os primeiros na GP.

Daqui a menos de dez dias teremos Fórmula Truck mais uma vez pelas bandas de cá, com a nona e penúltima etapa – que pode determinar o tricampeonato de Leandro Totti, inclusive. E, mais uma vez, com uma categoria interessante na programação preliminar: a Fórmula 4 sul-americana. Parceria entre Neusa Navarro e Gerardo “Tato” Salaverría, que dão as cartas nos dois campeonatos, definiu que as etapas finais de ambos terão programações conjuntas – em Cascavel, no dia 8 de novembro, e Londrina, no dia 6 de dezembro.

Os monopostos da F-4 são novidade para o público cascavelense, apesar de se tratarem dos mesmos carros que formaram o grid da Fórmula Future, que Felipe Massa tentou alavancar como categoria-escola e que durou três temporadas no Brasil. Os motores Fiat 1.8 de 16 válvulas desenvolvem potência de 150 cavalos fazem os carrinhos, que têm os mesmos volantes dos primos distantes da GP3, atingirem mais de 220 km/h de velocidade final. Pilotos do Uruguai, da Argentina e do Brasil protagonizam a disputa pelo título.

A festa ficou ainda mais interessante.

A vitória, um ano depois

2014

CASCAVEL – Tenho falado muito da Cascavel de Ouro de 2015 nos últimos dias, então chega a hora de mudar de assunto. Falemos, pois, da Cascavel de Ouro de 2014. Que aconteceu na tarde de 15 de novembro, um sábado feriado. Estava bem longe, em Salvador, com a Stock Car e o Mercedes-Benz Challenge, enquanto 23 duplas disputavam no autódromo daqui uma corrida de três horas.

A vitória foi de Emílio Weiss, a terceira dele, e Edgar Favarin, sua sétima. São os pilotos que aparecem à direita na foto daquele pódio, feita pelo Sérgio Sanderson. Correram com um VW Gol número 9 pela Stumpf Preparações. Em segundo lugar, com o Ford Fiesta número 8 da Ferrari Motorsport, ficaram Leandro Zandoná e Daniel Kaefer, obviamente os dois da esquerda da foto.

Foi questão de horas para aquela história mudar. A vistoria técnica apontou que o carro de Emílio e Edgar estava um tantiquinho abaixo do peso mínimo exigido. Os dois foram desclassificados. Era noite do sábado quando Leandro e Daniel foram declarados vencedores. Partiram do Automóvel Clube de Cascavel, na quinta-feira seguinte, a decisão e seu comunicado sobre a devolução do primeiro lugar aos pilotos do carro 9. A discussão daqueles dias orbitou as balanças utilizadas pelos vistoriadores técnicos para a pesagem dos carros. Atenho-me ao que lembro de ter ouvido de um e de outro, já disse que estava na Bahia enquanto isso tudo acontecia – quando estou por perto costumo acompanhar esse tipo de situação de perto e compartilho as informações por mim mesmo, sem depender de ninguém.

O caso foi parar na Justiça Desportiva, claro. No último domingo, Emílio largou para a 29ª edição da corrida na condição de atual campeão. Edgar, então heptacampeão, atuou dos boxes, como coach do Odair dos Santos. E hoje, 348 dias depois da bandeirada final, Kaefer e Zandoná foram aclamados oficialmente campeões da 28ª Cascavel de Ouro. A notícia foi dada a Kaefer pelo advogado Marcelo Aiquel, por telefone, tão logo saiu da sessão do tribunal de justiça desportiva da Federação Paranaense de Automobilismo, em Ponta Grossa. Os recursos interpostos acerca do caso envolveram, também, o fato do carro de Favarin e Weiss ter percorrido algumas voltas sem o sensor de cronometragem, janela em que os tempos de volta da dupla foram auferidos pressupostamente de modo manual.

2014 PISTA

Assim, a quase cinquentenária Cascavel de Ouro passa a ter uma nova galeria de campeões, como segue:

GALERIA DE CAMPEÕES DA CASCAVEL DE OURO*

1967 – Rodolfo Scherner/Bruno Castilho (Laranjeiras do Sul/Curitiba), Simca

1970 – Sérgio Valente Withers (Curitiba), Volkswagen Divisão 5

1971 – Pedro Muffato (Cascavel), VW Puma Spartano

1973 – Francisco Lameirão (São Paulo), protótipo Avallone

1974 – Pedro Muffato (Cascavel), protótipo Avallone

1975 – Pedro Muffato (Cascavel), protótipo Avallone

1976 – Nelson Piquet (Brasília), Super Vê

1980 – Marcos da Silva Ramos (Curitiba), GM Chevette

1982 – Aroldo Bauermann (Porto Alegre), Fórmula 2

1983 – Edgar Favarin (Cascavel), VW Fusca

1984 – Cláudio Elbano (Curitiba), VW Passat

1985 – Saul Mário Caús (Cascavel), GM Opala

1986 – Dilso Sperafico (Toledo), Hot-Fusca

1987 – Aloysio Ludwig Neto (Cascavel), Dodge RT

1988 – Ruy Chemin (Cascavel), Dodge RT

1989 – Marcos Corso (Curitiba), VW Passat

1990 – Edgar Favarin/Clênio Faust (Cascavel/Francisco Beltrão), VW Passat

1991 – Edgar Favarin/Milton Serralheiro (Cascavel), VW Gol

1992 – Constantino Júnior (Brasília), March-Honda Fórmula 3

1993 – Cláudio Girotto/Lourenço Barbatto (São Paulo), protótipo Aldee

1994 – Edgar Favarin/David Muffato/Gilson Reikdall (Cascavel/Cascavel/Curitiba), protótipo Aldee

1996 – Edgar Favarin/Valmor Emílio Weiss (Cascavel/Curitiba), VW Gol

1997 – Valmor Emílio Weiss/Antônio Espolador (Curitiba), VW Gol

2003 – Flávio Poersch/Aloysio Ludwig Neto (Cascavel), VW Voyage

2004 – David Muffato/Ruy Chemin (Cascavel), Ford Escort

2005 – Edgar Favarin/Flavio Poersch (Cascavel), Ford Escort

2012 – Paulo Bonifácio/Sérgio Jimenez (São Paulo/Piedade), Mercedes-Benz SLS AMG

2014 – Leandro Zandoná/Daniel Kaefer (Cascavel), Ford Fiesta

2015 – Natan Sperafico/Ricardo Sperafico (Toledo), Ford Ka

* Em 1991, a Cascavel de Ouro premiou também os vencedores de cada categoria. Além de Edgar Favarin e Milton Serralheiro, campeões na classificação geral, foram declarados vencedores Flávio Trindade/Beto Richa (Força Livre), José Edison Bento (Hot-Fusca), Jair Bana (Speed Fusca), Gilnei Faoro/Dimas Moreira (Dodge) e Mauro Turcatel/André Costi Filho (Maverick).

Na íntegra: Cascavel de Ouro 2015

CASCAVEL – Já falei o que tinha para falar sobre a Cascavel de Ouro. Mas como mostrar é melhor que falar, os mais interessados no assunto terão interesse total nesse post aqui.

A CATVE transmitiu ao vivo as quatro horas da corrida do último domingo na TV e na internet, com o mesmo padrão de geração de imagens com que atende, via Master/CATVE, campeonatos como Stock Car, Fórmula Truck, Porsche GT3 Cup ou Moto 1000 GP, para citar só quatro dos eventos que atende no mundo dos motores.

Providenciem café, pipoca de microondas, desliguem o celular e deleitem-se com a corrida. Que tem narração do Vanderlei Luiz Ratto, comentário do Milton Sperafico e reportagem do Otil Bandeira e da Paty Cabral.

Aliás, não custa lembrar que em 2014, numa corrida de tarde de sábado com duração de uma hora a menos, a CATVE também transmitiu tudo ao vivo. Aquela corrida está nesse link aqui, para os que a quiserem rever.

Na íntegra: Porsche GT3 Brasil 2015, 7/9

CASCAVEL – Fim de semana sem corridas, o que não deixa de ser estranho. Tem a da F-1, parece até que dessa vez vou conseguir acompanhar pela televisão. Mas vou aproveitar o fim de semana de feriadão para rever as corridas da sétima etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil. Aconteceram no último sábado, no Autódromo Internacional de Curitiba.

Na categoria Cup, vejam só, chegamos a 14 corridas com dez vencedores diferentes. Isso porque Daniel Schneider e Pedro Queirolo ganharam pela primeira vez no ano, cada um em uma prova. Ei-las, as duas provas

Na categoria Challenge, João Paulo Mauro liquidou a fatura e assegurou o título com antecipação de uma etapa. Na classe Sport, que fechou a temporada na etapa paranaense, Daniel Correa correu por fora, surpreendeu os favoritos Tom Filho e Rodrigo Mello e ficou com o título. Nem o próprio Daniel considerava suas chances de título, segundo ele próprio me disse. Honestamente, eu também não. Essas coisas acontecem.

As corridas compartilhadas aqui estão na íntegra, tal qual as transmitimos ao vivo pelo Terra. Narração minha, comentário do piloto convidado Marco Cozzi, que disputa o Brasileiro de Turismo, geração de imagens da Master/CATVE. A próxima etapa, no dia 15 de novembro em Interlagos, vai ser a tão esperada preliminar do GP do Brasil de F-1.

Lágrimas

BLOG CORRIDA - GRID (FG)

CASCAVEL – Mês passado fiz uma maluquice sem tamanho, que já contei aqui. Participei de uma corrida de carros. Mais que o exercício presumível de enxergar sob outro ponto de vista uma situação tão corriqueira para mim, que é uma corrida de carros, foi algo que me deu um fôlego. Tenho brincado com os mais próximos que, quando resolvi correr, estava precisando mesmo fazer alguma maluquice, algo como pular de paraquedas, desacatar alguma autoridade, beber um frasco de Pinho Sol ou correr de carro. Essa última alternativa me pareceu mais palpável, até porque não havia Pinho Sol em casa.

Aquela corridinha mexeu comigo, como já citei, quem está por perto percebeu isso. Foi bom. Mas não chegou as pés de uma outra corrida de carros, a de domingo último. E dessa eu nem participei. Falo da Cascavel de Ouro – aliás, não tenho falado de outra coisa nas últimas semanas. Não vim aqui para contar como foi a corrida. Fiz um pouco disso quando redigi o press release para a assessoria de imprensa do evento, e nesse cometi um erro grave logo na primeira sentença. “A 29ª edição da Cascavel de Ouro revelou o segundo nome de um piloto vencedor a também integrar a galeria de campeões”, foi como comecei o texto, engolindo um elemento importante. “A 29ª edição da Cascavel de Ouro revelou o segundo filho de piloto vencedor a também integrar a galeria de campeões”, era o que deveria ter escrito. Estava com a cabeça no mundo da lua. Imperdoável.

Poderia eleger várias réguas para medir o sucesso da Cascavel de Ouro. Poderia citar o grid com 38 carros, a lista de inscritos abarrotada de 87 nomes que viajaram de cidades de nove estados brasileiros até Cascavel, ou o regulamento tão simples quanto eficaz que ateve a disputa a duplas e trios com seus carros de Marcas 1.6, que abundam em todos os campeonatos regionais do país, ou ainda a transmissão ao vivo pela televisão, algo um tanto excêntrico para uma corrida de quatro horas de duração. Poderia exaltar o fato de Ka, Celta, Palio e Gol terem ocupado as quatro primeiras posições finais da corrida, algo que em momento algum ocorreu quando o Campeonato Brasileiro de Marcas & Pilotos teve seu grid formado por Ford, GM, Fiat e Volkswagen em 1983 e 1984 – meus conhecimentos acerca do tema não vão a tanto, quem observou isso foi o inserindípito fidélico Luiz Alberto Pandini.

Poderia adotar uma série de parâmetros, mas prefiro fiar-me ao mais verdadeiro de todos: as lágrimas. Há coisa mais real nesse mundo que lágrimas? Duvido. No meu modo maluco de ver as coisas, penso ter traduzido os feitos e fatos do último domingo nas lágrimas.

Nas lágrimas do Juraci Massoni, dirigente que comandou, liderou seria o verbo mais correto, um verdadeiro batalhão para que a corrida, ou o evento, tomasse a proporção que tomou. Jura deixou-se flagrar às lágrimas enquanto acompanhava a saída à pista de vários exemplares antigos, enquanto os 38 carros que formariam aquele grid permaneciam postados, imponentes, à frente dos boxes.

Nas lágrimas do Valdir Favarin, que pôde enfim acelerar seu protótipo bimotor no autódromo, durante o mesmo desfile em que, a bordo de um carro de corridas, foi exceção à regra do belíssimo acervo de exemplares de todas as épocas e espécies. De cara para o vento, sem capacete e de macacão, curtindo aquele momento em um templo onde amealhou tantas emoções boas e ruins.

Nas lágrimas do Márcio Sírtoli, tio de piloto, tão fora de si diante do terceiro lugar do sobrinho na corrida. Ninguém dava nada para esses meninos, a resposta está aí, era o que o Márcio bradava, sem disfarçar o choro compulsivo, emocionado com o feito heróico de um trio que, segundo seus urros, era desacreditado.

Nas lágrimas do Cleyton Cezarotto, emocionado que desceu do carro depois de quatro horas de corrida, depois de ter largado lá de trás com um carro que terminou de ser montado minutos antes dos treinos livres da etapa e em dupla com um parceiro, Marcelo Campagnolo, que sequer conhecia até serem apresentados via celular por gentes ligadas à promoção da corrida.

Nas lágrimas do Osires Júnior, locutor de arena da corrida – e essas não presenciei, mas me foram relatadas pelo próprio –, quando a voz embargou diante de determinada mensagem de agradecimento e congratulação encaminhada via rádio a toda a equipe de trabalho.

Nas lágrimas do Michel Giusti, da Sandra Zama, do Tiago Souza, nas de tanta gente que em algum momento rendeu-se a uma energia que eu nunca tinha presenciado ou vivido naquele sítio onde a história de uma corrida de nome forte como a Cascavel de Ouro voltou a ser notada nos quatro cantos do país por quem consome o automobilismo de competição por algum modo.

Nas minhas próprias lágrimas, porque aquilo tudo que estava acontecendo tinha um pouquinho dos meus dedos também, e ali estavam os dedos de um batalhão já citado, e as deixei escapar mais de uma vez, quando um grupo de amigos representados pelo Aloysio, pelo Anderson, pelo Guilherme, pelo Marcos, pelo Leônidas, pelo Wanderley e mais alguns presentes foram injustos com o conjunto da obra e me renderam um gesto do mais gentil agradecimento, ou quando caminhei pelo meio do grid e fiz questão de agradecer um a um os pilotos a quem tive acesso por estarem ali fazendo parte daquilo, ou ainda quando arrumei uma frestinha na grade da mureta dos boxes e, imperceptível, ali do meu mundinho, estendi meu polegar a cada um dos 22 pilotos que receberam a bandeira quadriculada, sobretudo por ver que todos eles cerraram punhos e comemoraram efusivamente, fossem os vencedores ou os últimos colocados, e aquele gesto me foi o bastante para traduzir, pelas minhas próprias réguas, o que foi, de fato, esse domingo de Cascavel de Ouro que nos envolveu por tantos e tantos meses.

Ultimamente tenho dado importância até exagerada a coisas pequenas. Não que a Cascavel de Ouro tenha sido pequena, dizer isso seria de uma tolice sem tamanho. É que foi necessário ocorrerem duas corridas de automóveis, uma em setembro e outra domingo, estando dentro da pista em uma e grudado à mureta de boxes ou na sala de imprensa e nas áreas vip da outra, para eu voltar a ver um pouco de sentido em coisas e pessoas. Ando meio chato, essa é a verdade.

Valeu a pena!

CORRIDA 2

CASCAVEL – Depois escrevo sobre como e quanto valeu a pena o envolvimento com a Cascavel de Ouro. É um conceito que, antes de compartilhar, quero amadurecer comigo mesmo. Por enquanto, deixo aqui o resultado da corrida a quem queira examiná-lo.

(ATUALIZANDO EM 27 DE OUTUBRO, ÀS 18h56: iria mudar esse post aqui, mesmo, mas para quem chegou aqui por links indicados basta clicar nesse outro link aqui para ver o que eu achava que tinha a dizer sobre a prova; o resultado segue abaixo, como na postagem original)

29ª CASCAVEL DE OURO – RESULTADO

(Classificação final da corrida após 162 voltas)

1º) Natan Sperafico/Ricardo Sperafico (Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team), 4h02min07s835

2º) Edoli Caús Júnior/Marlon Bastos (GM Celta/Caús Motorsport), a 5s564

3º) Leônidas Fagundes/Vinicius Fagundes/Guilherme Sírtoli (Fiat Palio/Sérgio Ferrari Racing Team), a 23s866

4º) Fernande Valandro/Guto Baldo (VW Gol/Stumpf Preparações), a 1 volta

5º) Michel Giusti/Jorge Martelli/Marcelo Cancelli (VW Gol/MP Competições), a 2 voltas

6º) Gabriel Correa/Edson do Valle (Ford Ka/Classe A Racing-Ferrari Motorsport), a 2 voltas

7º) Rogério Castro/André Marques (Ford Ka/Quality Sports-Fórmula Truck), a 3 voltas

8º) Cleyton Cezarotto/Marcelo Campagnolo (Ford Fiesta/Ferrari Motorsport), a 7 voltas

9º) Gelmar Chmiel Júnior/Gilliard Chmiel (VW Gol/Stumpf Preparações), a 8 voltas

10º) Marcos Ramos/Marcelo Karam/Tillo Trombini (Peugeot 207/LeLac-Cordova Motorsports), a 11 voltas

11º) Higor Hoffmann/Rodrigo Elger/Marcelo Monte (GM Corsa/Maringá Racing), a 12 voltas

12º) Luís Filgueiras/Thiago Oliveira (VW Gol/AGB Preparações), a 12 voltas

13º) Marcelo Beux/João Paulo Gelain (VW Gol/Speed Car), a 15 voltas

14º) Luiz Fernando Pielak/David Muffato (Ford Fiesta/Ferrari Motorsport), a 17 voltas

15º) Renato Braga/Celio Vinicius (GM Celta/Fast Racing), 18 voltas

16º) Anderson Portes/Rafael Paiva/Juliano Bastos (Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team), a 22 voltas

17º) Emílio Weiss/Alex Fabiano (VW Gol/Stumpf Preparações), a 25 voltas

18º) Cesar Bonilha/Wellington Cirino (VW Gol/Cesinha Competições), a 31 voltas

19º) Lúcio Seidel/Davi dal Pizzol (GM Classic/Seidel Preparações), a 36 voltas

NÃO COMPLETARAM

Sandro Moura/Júnior Maggi/Mauro Smozinski (VW Gol/Stumpf Preparações), a 45 voltas

Thiago Klein/Marcelo di Tripa (VW Gol/Paraguay Racing), a 46 voltas

Edson Massaro/César Chimin (VW Gol/Speed Car), a 51 voltas

Lorenzo Massaro/Cleves Formentão (VW Gol/Speed Car), a 65 voltas

Guilherme Sperafico/Rodrigo Sperafico (Renault Clio/Sérgio Ferrari Racing Team), a 69 voltas

Caíto Carvalho/André Bragantini/Galid Osman (GM Celta/Sorbara Motorsport), a 71 voltas

Gustavo Magnabosco/Eduardo Berlanda/Fausto de Lucca (VW Gol/FF Racing), a 81 voltas

Eduardo Zambiazi/Junior Francez (VW Gol/Ribecar), a 85 voltas

Paulo Salustiano/Dani Navarro (GM Corsa/Quality Sports-Fórmula Truck), a 85 voltas

Paulo Bento/Carlos SG Souza (Ford Fiesta/Ferrari Motorsport), a 90 voltas

Leandro Zandoná/Daniel Kaefer (Ford Fiesta/Ferrari Motorsport), a  90 voltas

Ricardo Lima/Edgard Amaral/Beto Vanzin (Ford Fiesta/Cezarotto Motorsport-Fast Racing), a 92 voltas

Wanderley Faust/Aloysio Ludwig Neto (Ford Ka/Sérgio Ferrari Racing Team), a 102 voltas

Ingmar Biberg/Eduardo “Edo” Diesel/Thiago Camilo (Renault Clio/Sorbara Motorsport), a 107 voltas

Odair dos Santos/Leandro Reis (Ford Fiesta/Paraguay Racing), a 117 voltas

Diogo Pachenki/Edson Bueno (Ford Ka/Cezarotto Motorsport), a 123 voltas

Marco Romanini/Beto Monteiro (Renault Clio/Stumpf Preparações), a 133 voltas

Marcel Sedano/Leandro Totti (VW Gol/Stumpf Preparações), a 136 voltas

Wanderson Freitas/Leandro Freitas/Fabiano Cardoso (GM Celta/Fast Racing), a 147 voltas

Melhor volta: Ricardo Sperafico, na 150ª, 1min18s315, média de 140,570 km/h

Tela veloz

TELA VELOZ MARCAS

CASCAVEL – Hoje, enquanto lidamos com as coisas e causas da nossa agradável Cascavel de Ouro, estarei dose dupla na programação da Band.

A partir das 13h, teremos a transmissão da sétima e penúltima etapa da Copa Petrobras de Marcas, corridas que aconteceram uma semana atrás no Autódromo Internacional de Curitiba. Eu narro, com comentário do Tiago Mendonça e reportagem do Bruno Monteiro.

Logo em seguida, às 14h, a Band vai exibir as corridas que compuseram ontem, lá mesmo no AIC, a sétima etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil. Neste caso, narração minha e comentário do piloto convidado Marco Cozzi, do Campeonato Brasileiro de Turismo.

Nos dois casos, a geração de imagens campeã é da Master/CATVE.

TELA VELOZ PORSCHE