Largada em duas rodas

copa-pr-sulCASCAVEL – A temporada das competições oficiais da velocidade em Cascavel vai começar mais cedo que de costume. O Autódromo Zilmar Beux vai receber pilotos e equipes de várias partes do país nos dias 11 e 12 de fevereiro para o Torneio Verão de Motovelocidade.

Vai ser um fim de semana para fã de motociclismo nenhum apontar defeito, culminando em três corridas no sábado e outras seis no domingo. O maior grid tende a ser o da Força Livre, com motos de 250cc e de 300cc. Haverá, ainda, o da 300cc Pro e o grid conjunto da 1.000cc/600cc. Cada categoria terá três corridas, sendo uma no sábado e duas no domingo.

Os regulamentos do Torneio Verão são os mesmos praticados na Copa Paraná-Sul, que o Orlei Silva criou em fins de 2015 e que foi um sucesso tremendo na temporada passada – as fotos que ilustram esse post, produzidas pelo Sérgio Sanderson, dão uma leve ideia disso. O torneio terá supervisão da Federação Paranaense e da Confederação Brasileira de Motociclismo.

Pilotos e equipes podem encaminhar inscrições e colher informações mais detalhadas diretamente com  o Orlei, pelo número celular (45) 9 9952-2360.

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Motos clássicas no Brasil

ICGPCASCAVEL – Notícia legal enviada pelo parceiro Luiz Alberto Pandini. O International Classic Grand Prix vai ter no Brasil a etapa de encerramento da temporada de 2016, que vai começar no mês que vem na França.

O evento vai acontecer no autódromo e Goiânia, que nos anos 80 recebeu três etapas do Mundial  de Motovelocidade. Beto Keller, brasileiro que disputa o campeonato, está diretamente envolvido com a realização inédita do evento no país.

Trata-se de um dos eventos mais bacanas da motovelocidade mundial. Detalhes sobre a competição e suas motos clássicas podem ser vistos nesse blog aqui. Tem também o site do campeonato, que o Dú Cardim me indicou, está nesse link aqui. Essa edição em Goiânia está marcada para o dia 23 de outubro – a chance de eu perder a automobilística Cascavel de Ouro para estar em Goiânia é razoável.

Cascavel na pista com #Bitten22

CASCAVEL – A movimentação da velocidade no fim de semana fica por conta das 500 Milhas Brasil, evento tradicional da nossa motovelocidade que chega em Interlagos à 19ª edição. A programação será aberta amanhã, com treinos livres, e a corrida de domingto terá largada ao meio-dia, para 187 voltas.

BITTENComo todo bom evento do esporte motor, as 500 Milhas não ficariam sem uma presença de Cascavel. E caberá ao Lucas Bittencourt bem representar a cidade que está prestes a dominar o mundo. Ele vai disputar a prova com uma Kawasaki da Paulinho Superbike, mesma equipe que defende no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade e pela qual terminou a temporada de 2015 como terceiro colocado na classificação geral. O número da moto seria o mesmo 22 que Lucas usa no Moto 1000 GP. No fim, por questões de secretaria, a equipe teve de adotar o 66 (gostei!), que é do paulista Marcus Trotta. Lucas e Marcus vão revezar a pilotagem da moto com Victor Moura e Ives Moraes.

A bem da verdade, é a primeira participação do cascavelense na prova. Ele chegou a abrir participação nos treinos da edição do ano passado, mas teve de voltar à cidade às pressas, antes da prova, por conta de um problema de ordem pessoal. Ele compete em Interlagos com apoio de Farmácia Nova Formula, Elemento Puro, Twenty Twos, Distee Distribuidora e Autêntica MultiSeg Corretora de Seguros.

Que traga o troféu a Cascavel, pois.

Curso de pilotagem

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CASCAVEL – Chegou setembro, o mês do curso de pilotagem que a Top Line Trading agendou em parceria com a Center Moto Racing Team. As atividades serão desenvolvidas entre os dias 18 e 20 no Autódromo Internacional de Campo Grande e os instrutores dispensam apresentações para quem acompanha o mundo da motovelocidade: o português Miguel Praia, os cariocas Alex Pires e Pedro Lins e o pernambucano Thiago Fonseca, pilotos que disputam o Moto 1000 GP pela Center Moto.

São dois módulos: o Racing, para quem já tem bagagem de pista em algum grau, e o Premium, para aprimoramento das técnicas de motociclistas ou mesmo de pilotos. Os dois incluem ações e instruções em sala de aula, atividades de pista com acompanhamento de instrutores, treinos livres para experimento do ensinamento teórico e assistência mecânica, palestras de orientação, cronometragem com transponder e entradas em pista, além de alimentação e bebidas (só não alcoólicas), fotos e vídeos personalizados e participação na confraternização de encerramento.

A quem interessar, as reservas nas turmas podem ser feitas com o Rodrigo Cunha, pelo celular (11) 9207-2278 ou pelo e-mail atendimento@toplinetrading.com.br; com o chefe de equipe Henrique Krausse, pelo (21) 7838-7036; ou com o Alex Pires, no (21) 9-6409-9437 ou pelo e-mail centermoto@centermoto.com.br.

Os participantes terão vantagem para contratar hospedagem no Grand Park Hotel, um cinco-estrelas a 15 minutos do autódromo – basta providenciar pelo fone (67) 3044-4444. Para obter os descontos, que estão condicionados à disponibilidade de vagas, é necessário se identificar como integrante do grupo Top Line/Center Moto.

Fosse mais perto de casa, levaria minha moto, uma modesta jabiraquinha 125cc, para tomar umas aulas com essa turma. Aliás, essa é a única exigência feita aos participantes: que compareçam ao autódromo nos dias das atividades com suas motos.

Brasileiro de Motos mantém oito etapas

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CASCAVEL – Voltando a falar sobre calendário, cabe também uma passadinha pelas duas rodas. O Moto 1000 GP divulgou agora há pouco, via assessoria de imprensa, as datas das oito etapas de sua quinta temporada.

Curitiba, Cascavel, Goiânia, Interlagos, Brasília e Santa Cruz do Sul são as pistas que receberão as categorias do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2015.

Campeões de quatro países

GP 600 07 - CHEGADACASCAVEL – Descansar é para os fracos. Assim, o domingo foi de cabo enrolado, gíria de gentes do mundo das motos, com a etapa final do Moto 1000 GP no autódromo de Cascavel.

As quatro corridas de hoje, de cujos troféus constava a inscrição “GP Petrobras”, proporcionaram uma festa esportiva digna de uma final de Campeonato Brasileiro, e o M1GP, como o tratamos no âmbito interno, é homologado como Brasileiro de Motovelocidade.

As quatro categorias chegaram aqui com os títulos indefinidos. E cada título foi carimbado no passaporte de um país diferente, o que atesta a condição internacional – também chancelada em tom oficial pela Federação Internacional de Motociclismo, frise-se – do campeonato.

O único título de um brasileiro no Campeonato Brasileiro foi o de Meikon Kawakami na série-escola GPR 250. Em seguida foi a vez de um argentino, Nicolas Tortone, na categoria GP Light – foi o primeiro piloto da história do Moto 1000 GP a levar uma moto Yamaha a um título. A equipe argentina da Yamaha comemoraria mais um título brasileiro poucos instantes depois, com o uruguaio Maxi Gerardo na GP 600. O cara é um colosso, parece. Só neste ano já tinha conquistado os títulos do Campeonato Argentino e do Campeonato Uruguaio. A Europa vai ser pequena pra ele – que, lembrei agora, não gosta de ser chamado de Maxi, o nome é Maximiliano. Na cereja do bolo do Moto 1000 GP, título do francês Matthieu Lussiana na GP 1000, embora a torcida da galera lá fora do alambrado torcesse pelo Wesley Gutierrez, que é bicho do Paraná, tinha vencido a corrida de agosto aqui, e tudo mais. Foi vice, o Wesley.

Outro detalhe legal é que os quatro conquistaram seus títulos ganhando as corridas do GP Petrobras.

E era isso. Tenho um apreço especial pelo Moto 1000 GP. Não entendo exatamente por quê, já que sou pouco – ou nada – afeito ao mundo das duas rodas. E não se trata, antes que um bobalhão qualquer lance gracinhas na área de comentários, de fazer média com o patrão. Trabalho no Moto 1000 GP como trabalho em alguma coisa na Sprint Race, no Porsche Cup, no Mercedes Challenge, na Fórmula Truck, no Brasileiro de Turismo, no Brasileiro e no Paulista de Marcas. Fosse o caso de uma puxação de saco desesperada, teria pares deles, os sacos, para sair arrastando por aí.

O Moto 1000 GP de volta a Cascavel

M1GP CASCAVEL 0CASCAVEL – A foto aí acima foi produzida na manhã de 31 de agosto de 2014. Sérgio Sanderson, o fotógrafo, embrenhou-se na lama na área reservada ao público que já aguardava no Autódromo Zilmar Beux as primeiras corridas do GP Cascavel, quarta etapa da temporada do Moto 1000 GP. Sim, lama, porque choveu horrores naquele dia. Fomos para casa como pintos molhados, como se diz, assim que o evento terminou. Mesmo com chuva, o GP Cascavel foi considerado um sucesso absoluto.

A etapa do Moto 1000 GP, ou do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, como queiram, era, seria, o penúltimo evento de credencial nacional no nosso circuito em 2014 – o último, até então, foi o Brasileiro de Arrancada para um oitavo de milha, esse aconteceu em outubro enquanto eu estava no Rio Grande do Sul com a Fórmula Truck, quem esteve por aqui conta que foi um sucesso estrondoso. Para depois disso as agendas do Wanderley Faust e do Jaci Pian contemplavam as corridas finais do Metropolitano de Marcas & Pilotos, a Cascavel de Ouro – falarei dela nos próximos dias -, eventos promocionais, sessões de Track Day, talvez uma missa do padre Marcelo Rossi, alguém aventou isso, acho que era mentira.

Mas tem mais. O próprio Moto 1000 GP vai voltar a Cascavel, no dia 14 de dezembro. A etapa final da temporada aconteceria em Goiânia, mas Cascavel é melhor que Goiânia. Não, talvez não seja, é bairrismo meu. A sério, os reais motivos da mudança são esmiuçados pelo promotor Gilson Scudeler.

O Moto 1000 já veio a Cascavel em outras oportunidades, claro. Em 2012, promoveu aqui, no início de dezembro, uma rodada dupla que valeu pelas quinta e sexta etapas, de um calendário de oito. Eram três as categorias em disputa naquela época – GP 600, GP Light e GP 1000, esta incorporando os pilotos inscritos na classe GP Máster. No ano passado, já incorporando a categoria de formação de pilotos GPR 250 e sem a classificação à parte para os pilotos Máster, foram dois eventos distintos, que contaram pontos pelas quarta e oitava etapas – um no dia 26 de agosto, outro em 1º de dezembro.

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