Pilotos-propaganda: Rubens Barrichello

CASCAVEL – Ainda não vi na televisão, mas circulam na rede desde a semana passada os filmetes comerciais da Renault em que Rubens Barrichello volta a atuar como garoto-propaganda. Participação que ele anunciou a seu modo, por assim dizer, em sua conta no Instagram. Vi parte da repercussão dessa postagem, ri de alguns comentários.

A campanha anuncia a promoção que premia os clientes da marca com 12 modelos Logan zero quilômetro e tem duas versões, “Hoje sim” e “Choro”:

Nota-se, na primeira versão, a clara sátira ao “hoje não, hoje sim” que marcou a narração de Cléber Machado ao fim do GP da Áustria de 2002. Sátira que no ano passado norteou uma campanha da Volvo, em que Barrichello confrontava o V40 da marca sueca com modelos alemães na pista do Velopark. Com um minuto e meio, aquele comercial simulou um ambiente de corridas, com direito à narração do Luiz Carlos Largo e comentário do Flavio Gomes.

Barrichello tem lá alguma cancha nesse negócio de participar de comerciais. Já repiquei vários deles aqui mesmo, no blog, em dois posts da série.

O primeiro, disponível nesse link aqui, relembra os comerciais de que ele participou para a Fiat – foram vários –, a Arisco, a Pepsi, a FebraGolfe. O segundo post, que pode ser visto aqui, traz Barrichello atuando numa campanha antifumo e também promovendo os Correios, a Peugeot, a Net, a Tic Tac, a Vodafone e sapatos italianos.

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Pilotos-propaganda: Tony Kanaan

Já está no ar a nova campanha do TNT Energy Drink, que tem o Tony Kanaan como garoto-propaganda. Aos que ainda não viram, o comercial é esse aqui.


Vá lá que comerciais de TV não sejam propriamente uma novidade para o midiático baiano. Está credenciado, portanto, à sequência da série aqui do blog, que já teve Nelson Piquet, Rubens Barrichello, Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e Barrichello de novo.

Um comercial clássico de Tony foi feito uns 13 anos atrás, para a Honda.


A IZOD, grife americana que batiza o campeonato da Indy, também dá trabalho aos pilotos com a gravação de comerciais. Produção é o que não falta aos filmetes, como nesse aqui, que deve ser de 2008.


Antes mesmo da chegada da IZOD à categoria, Tony foi requisitado para alguns vídeos promocionais da IndyCar. Esse aqui explora sua dedicação ao triatlo.


Tem outro, bem recente, que vale inclusive como dica aos que curtem um concurso cultural. A mim, acabou servindo como alerta de perigo, já que não dou as caras no curso de inglês há eras. Como não estudo no instituto parceiro do Tony, não vou xeretear no box dele em Indianápolis, acho.


Tony também já posou como comilão no VT de 15 segundos dos chocolates Reese’s, em que contracenou com Kevin Harvick, piloto da Nascar.


O material preparado pela Band para promoção da Indy no Brasil, claro, sempre tem a participação de Tony. São várias peças – nessa aqui, de 2006, aparecem também Helio Castroneves, Vitor Meira e Felipe Giaffone, com quem aliás falei por uns 20 minutos agora há pouco.


E como não basta ser brasileiro, mas também tem de participar, lá estava o Tony, em 2009, trabalhando na promoção das ações comerciais interncionais da ApexBrasil para o público norte-americano.


Bem, material com a participação de Tony Kanaan é o que não falta na internet. Aliás, vou até sair um pouquinho da lógica da nossa série aqui para deixar aqui a indicação de uma descontraída entrevista do baiano ao Celso Miranda, então na TV Cultura, em 1995. Foi Barrichello quem tratou de quebrar o gelo do bate-papo.

Pilotos-propaganda: Sperafico Bros.

No intervalo do “Globo Esporte”, agora há pouco, eis que surgiram na tela duas caras bem conhecidas. Ricardo e Rodrigo Sperafico, com macacões e tudo, em ação na nova campanha da Prati Donaduzzi, laboratório farmacêutico que tem sede em Toledo, cidade dos dois, fica aqui ao lado.


Já houve outro filmete antes, esse aqui, em que só apareceu o Ricardo. Poderia ser o Rodrigo, já que os dois têm a mesma lata. Reza a lenda, inclusive, que em determinado campeonato de kart do início dos anos 90 um correu no lugar do outro na decisão de um título, se você perguntar eles não dizem nada e só dão risada.

Conversei rapidamente com o Rodrigo agora, fazia tempo que não nos falávamos. “Nosso próximo passo é a ‘Malhação’ e, depois, a novela das oito”, adiantou. Os gêmeos já apareceram em comerciais de tevê quando eram moleques, imagino que um filmete contratado pela marca de água mineral do Milton, tio deles. Achismos.

Rodrigo e Ricardo, em 2012, serão os pilotos da Mico’s Racing na Stock Car. Antes disso, amanhã, estarão em Cascavel patrocinando a rodada de chope.

Pilotos-propaganda: Barrichello, o retorno

Ano passado lancei uma seriezinha aqui no blog que não iria longe. Menos por eu ser um péssimo blogueiro, mais por não haver tanto material disponível. O Bruno Vicaria se viraria bem melhor com essa ideia no espaço dele no TotalRace.

Salvo falha de memória, e a memória ainda vai bem, obrigado, foram quatro pilotos-propaganda: Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Rubens Barrichello. É só clicar nos nomes dos pilotos aí pra ver os comerciais de TV que cada um, hã, estrelou.

Enfim, achei que tinha abafado com a pesquisa dos comerciais de que Rubens participou, esses que você pôde ver clicando no nome dele no parágrafo anterior. Até que apareceu a Keli Saverio, que parece ser mais fã do piloto que ele próprio, e indicou mais uma carrada de links, todos aqui distribuídos. Agradecimentos à Keli pelo material, que ela me enviou há vários meses e que até hoje eu não tinha encontrado tempo para editar aqui. Então, lá vai.

Nesse aqui, Rubens dá um pitaco nas ações antitabagismo do governo de São Paulo.

Tem outro, com um certo tom de zoação. Rubens, que ainda aguarda Papai Noel trazer uma carta lá da Williams, interpreta o bom velhinho e diz que o serviço dos Correios é mais rápido que ele próprio. Parênteses: essa história de “bom velhinho” é algo como licença poética; acho a figura de Papai Noel de uma filhadaputice sem tamanho. Fecho parênteses.

O áudio tem pouca qualidade, mas se o sujeito da mesa ao seu lado fizer um pouquinho de silêncio você consegue ouvir. Em 1995, tempos de Jordan-Peugeot, Rubens também vestiu a marca. Será que ele tinha mesmo um carro desse? Já ouvi que eram seis. Enfim.

Também teve uma campanha de Rubens para a Net, operadora de TV a cabo. Nos últimos dias choveu no Twitter reclamações do serviço de internet da Net, parece-me que são a mesma coisa, não sei ao certo. E não, “choveu reclamações” não está errado.

E como Rubens reconheceu dias atrás que a amizade de Michael Schumacher lhe faz falta, vai aqui um filmete dos dois, quando parceiros na Ferrari, promovendo a Tic Tac – aliás, até hoje não sei se os Tic Tac são balas, pastilhas ou o quê. Gosto daquelas sabor laranja.

Michael e Rubens também aparecem juntos nesses comerciais da Vodafone:

Esse aqui, também para a Vodafone, pode sugerir várias piadas prontas, sobretudo para a torcida brasileira. Talvez o próprio Rubens possa nos fazer algum comentário a respeito, que tal?

Quem viu Rubens no comercial dos tênis Dynatech, que mostrei no primeiro post da série, talvez não o imaginasse fazendo propaganda de sapatos, e falando em italiano. Está aqui:

Os anúncios de Rubens são numerosos, como vemos. Agora é esperar o anúncio que ele próprio tem esperado com certa ansiedade. E que, palpite meu, deve sair na terça-feira, dia 17.

Pilotos-propaganda: Ayrton Senna

Fiquei devendo, semana passada e semana retrasada, posts da nossa série. Ando numa correria dos diabos nos últimos dias, essa que é a verdade, e empreguei em uma rodada de uísque e noutras agendas indispensáveis o tempo que usaria para blogar.

Enfim, nada excepcional, menos ainda revelador. Trago aqui algumas coisinhas que Ayrton Senna andou fazendo para seus patrocinadores. É, não foi só para o Banco Nacional que o piloto exerceu sua questionável verve teatral.

Esse aqui, por exemplo, é de 1984. Parte da campanha da Ford em torno de seu lançamento, o Escort. Aliás, lembro de anúncios de página inteira – ou eram de páginas duplas? – veiculados na 4 Rodas. E Ayrton tinha, mesmo, um XR3.

A melhor atuação de Ayrton num comercial aconteceu nesse da John Player Special. Ele, afinal, só teve de fazer o que melhor sabia.

Em 1990, ano do segundo título, Ayrton fez uma média com o público em nome da Showa-Shell.

Senna também falou pela Shell, em 1992, embora o filmete contenha cenas do carro de 1993 na pista.

Também em 1992 rodou esse comercial japonês do Honda Prelude, estrelado por Ayrton.

Esses comerciais aqui, de boa mensagem, foram criados para o instituto que leva o nome do piloto, criado após sua morte. A locução é do ator Rodrigo Santoro.

Ayrton também gravou, para fins não comerciais, uma mensagem que ficou famosa, na linha auto-ajuda.

Mas não há mesmo muito pra onde correr. Os comerciais gravados por Ayrton, grande maioria deles, foram mesmo para o falido banco. O primeiro da série, reza a lenda, foi esse aqui.

Um dos que me recordo sempre é esse, clássico pelo “Mãe, olha lá o Ayrrrrrrto”. “Corra pro meu banco”, é o que sugere o piloto, depois de gastar os tubos numa loja de roupas e assinar de mão canhota o cheque do Nacional.

Esse aqui, também encomendado pelo Nacional, resgata um pouco o lado enigmático que Ayrton, voluntariamente ou não, exercia como ninguém.

E por que não se aproveitar a boa vida que a profissão permitiu a Senna?, devem ter-se perguntado os publicitários do Nacional. A resposta foi dada nesse filmete aqui:

Nesse aqui, o texto de Ayrton fazia uma analogia entre o serviço do banco e o espírito de equipe que se tenta atrelar a uma equipe de competição. Henrique, o gerente, aparece todo pimpão.

Para não passar em branco de novo na semana que vem, vou começar a mexer já num material bacana que a Keli Savério mandou lá pelo Twitter.

Pilotos-propaganda: Rubens Barrichello

Vencido pela absoluta falta de tempo dos últimos dias, pensei que seria óbvio demais dar sequência com Rubens Barrichello à série iniciada na semana passada, com Nelson Piquet e seus herdeiros. Mas até que apareceram algumas pérolas interessantes e divertidas, que eu jamais havia visto.

Dei algumas risadas com esse aí, que Rubens gravou com o então colega de empresa Michael Schumacher. Tudo indica que foi em 2003, para promover o Fiat Stilo.

Também para a Fiat, Rubens integrou a seleção de candidatos para a peça de lançamento do motor Fire 1.3. É o primeiro VT desse intervalo comercial aí – que faz uma alusão sutil a Schumacher.

Barrichello já havia se vinculado à Fiat para faturar um cachê extra bem antes de chegar à Ferrari – em 1994, pelo que me contam as informações contidas na própria descrição postada. Foi numa campanha da concessionária Alpi, do ABC Paulista. Está nessa lista de VTs exibidos pela Globo durante sua programação. Aparece entre 3min07s e 3min37s.

Como tenho lá minhas ressalvas aos carros da Fiat, vamos para outras searas. Todos lembram desse aqui, da Arisco. Rodou em 1991. Alguém sabe quem é a moça? Será que vingou na carreira artística?

Por falar em moça, a desse roteiro aqui colocou nosso piloto-propaganda em boa cotação no comercial dos tênis Topper Dynatech. Não acredito que a Silvana abonaria as gravações nos dias de hoje.

A Pepsi foi outra parceira de Rubens no início de carreira e o teve em alguns vídeos. Um é o primeiro desse intervalo comercial, sobre a promoção de troca de tampinhas por um brinde (nossa!, de quantas promoções dessa já participei…).

Há outro vídeo para a Pepsi, de que também muitos hão de lembrar. Não consegui encontrar nenhuma versão sem a inserção infeliz feita no início por quem postou o vídeo. Apenas desconsideremo-la.

Tempos atrás, chuto uns cinco anos, Rubens deu umas tacadas literalmente num comercial para um evento de golfe, esporte que parece ter entre seus hobbies. Riccardo Patrese e Lewis Hamilton também miraram alguns buracos para o material.

A rigor, parece haver pitadas de humor em todos os filmetes comerciais em que Rubens atuou. Seguramente faltarão alguns aqui, os apontamentos serão muito bem-vindos. Um do qual já me falaram e que não encontrei em canto algum foi um em que Nelson Piquet alertava-lhe com um “cuidado com as curvas”. Desse, lembro vagamente.

Alguma pista?