Dúvida cruel

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CASCAVEL – Chamou minha atenção uma postagem do Cacá Bueno, ontem, em sua conta no Instagram. Que continha, além da foto aí acima, o comentário “Pena que acabou, era bom o campeonato da Fiat . Correr na mesma equipe com meu irmão @popobueno e chefiado pelo amigo patrão tricolor @williamcurvelo dá saudades, né, Will? #lembracomoerabomganharwill?”.

Alguém comentou comigo que sentiu um gostinho de indireta no comentário do Cacá. Duvido muito. É um dos sujeitos mais francos do automobilismo, em patamares de franqueza compatíveis com os de Léo Burti e Djalma Fogaça, por exemplo.

Mas tentei ver algo nas entrelinhas não escritas pelo piloto. Será que ele sabe de alguma coisa que eu não sei? Estaria rolando algo de surpreendente nas antessalas do reino do automobilismo?

Se houver respostas, tê-las-emos em breve. E eu também estou no Instagram.

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Feriado nacional

CASCAVEL – Hoje, para quem não sabe, é feriado municipal por aqui. Aniversário da cidade, Cascavel já é uma sessentona de respeito. Ou quase, tudo é questão de ponto de vista.

Enfim, por ser feriado municipal, a cidade para nesta quarta-feira, comercialmente falando. Dono de bodega nenhum abre as portas. Nem os mercados abrem, foi o que me disse há pouco a moça do Muffatão.

Até aqui tudo certo. A questão é que amanhã, quinta-feira, também é feriado. E feriado nacional, Proclamação da República, e o país inteiro vai parar e só vai voltar a respirar na segunda-feira, como é hábito que ninguém jamais vai mudar.

O país inteiro, menos Cascavel. Como por aqui tudo para hoje (será que a Havan também para? ela se orgulha tanto de ter atendimento quase ininterrupto…) -, amanhã tudo volta a funcionar, comerciantes e prestadores de serviços vão abrir suas portas às oito da manhã pimpões e saltitantes, como se fosse um dia como outro qualquer. Todo mundo que fica por aqui vai trabalhar no feriado.

Quem tiver conhecimento de causa ou paciência para pesquisar que nos esclareça. A mim, sem consultar alfarrábio nenhum, isso parece inconstitucional.

Dúvida cruel

CASCAVEL – Foi a segunda vez, hoje, que presenciei uma mesma situação de trânsito em Cascavel desde que o Município instalou os radares que apontam excesso de velocidade ou avanço de sinal vermelho.

O motorista está parado em seu devido lugar, com o farol vermelho às fuças, quando surge, em alta velocidade e com sirene a plenos pulmões (é só uma expressão), uma viatura do Samu, ou Siate, ou do Corpo de Bombeiros, ou equivalente – a de hoje era do Samu. O motorista, como manda o princípio da vergonha na cara, faz o que lhe é possível para dar passagem ao motorista da viatura, de cuja pressa pode estar dependendo uma vida. Essa cessão de passagem, invariavelmente, contempla um avanço de sinal vermelho, ainda que leve e pretensamente sem comprometer o fluxo da via transversal.

Como fica? Esse avanço de sinal, identificado pelo pardal, acarretará a multa e os pontos na carteira de habilitação? (Coincidentemente, enquanto escrevo este parágrafo, passa uma viatura dessas a mil por hora aqui por frente do escritório, sirene acionada; que seja uma ação bem sucedida dos socorristas envolvidos)

É uma das milhares de dúvidas que pretendo dirimir ainda em 2012. Até lá, que me desculpem os bravos socorristas, não avanço um farol vermelho nem fodendo.

Dúvida cruel

O que Sebastian Vettel cometeu com seus adversários de Fórmula 1 nas duas últimas temporadas foi red-bullying.

É um trocadilho tosco e até óbvio demais para não ter sido aplicado em canto algum. Mas ainda não o ouvi, nem li. Não posso ter sido o primeiro a inventar isso. Posso?