Corridas & partidas

BALBUENACASCAVEL – Falei dias atrás sobre o piloto Odair dos Santos, brasileiro radicado no Paraguai, que vai representar o automobilismo cascavelense na disputa das Três Horas de Goiânia. Pois bem, o Odair configura um dos casos, talvez raros fora dos noticiários esportivos, de gente que concilia futebol e automobilismo – um como profissão, outro como hobby.

O futebol, no caso, é o que leva como profissão. Proprietário da OnLine S/A, ele comandou a negociação que levou para o Corinthians o zagueiro Fabian Balbuena, destaque da seleção paraguaia na última Copa América, que vinha defendendo o Libertad.

A OnLine é a mantenedora do Antonio Aranda Encina, estádio do 3 de Febrero, clube da divisão do futebol paraguaio. Foi o estádio onde Ronaldinho Gaúcho estreou na seleção brasileira fazendo aquele golaço contra a Venezuela na vitória por 7 a 0 pela Copa América de 1999.

E também é, a OnLine, minha patrocinadora no Metropolitano de Turismo 1600. Sim, porque volto à pista no fim do mês para participar da primeira etapa da temporada. Em 2016 devo ficar só em uma etapa, mesmo, por conta do calendário de corridas de campeonatos nacionais a que presto algum tipo de serviço. Talvez consiga fazer a segunda, também, e olhe lá. Falarei disso nos próximos dias.

Boa, Neymar

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CASCAVEL – Não gosto de Neymar. Nunca gostei. Menos pelas vitórias do Santos sobre o meu Corinthians que todo mundo atribuía a ele, mais por ver em sua postura em campo algo teatral, forçado, falso. Rei das quedas desnecessárias. Se jogasse no Fluminense, costumo dizer, o Fluminense cairia.

Pois que me vi obrigado a aplaudir Neymar pelo que fez depois do jogo de ontem do Brasil, com o jeito moleque que às vezes irrita, quando tirou um mini-invasor de campo das mãos dos seguranças que tratavam de contê-lo para tê-lo nos braços e levá-lo a integrar a festa do time depois da vitória no amistoso.

O vídeo do gesto que mereceu meu aplauso está nesse link aqui. Neymar saiu do zero no meu conceito. Boa, garoto.

Fla-Flu beneficente

CASCAVEL – Camisas oficiais utilizadas por jogadores do Flamengo e do Fluminense. Estão com o Jorge Guirado, que prometeu há pouco, em seu perfil no Twitter, entregá-las a quem se dispuser a fazer doações ao Lar dos Bebês.

Aliás, o Jorjão vem dando expediente filantrópico no Twitter hoje. Vale acompanhar.

Para muitos, uma chance única. Quando rolar a do Corinthians o Jorjão já sabe a quem mandar a cobrança.

Dia de estreia

CASCAVEL – Dia de gala para o amigo Fábio Seixas, com a estreia de “31 – a Copa no mundo”, o filme que produziu dois anos atrás nos intervalos de noites de sono que não duravam mais que segundos, pulando como pipoca por todos os pontos do mapa múndi e deixando biruta a ferramenta do Facebook que ameaça suspender um perfil quando acessado de lugares diferentes do habitual.

Já falei aqui no blog do “31”, que resultou de uma das maiores maluquices de todos os tempos. Essa foi uma das poucas que deram certo. O documentário, com duração de 54 minutos, será exibido pela ESPN Brasil à meia-noite de hoje. Não tiro a razão dos que alertarem que a exibição não será hoje, mas amanhã, por começar à meia-noite, não tenham dúvida que haverá chatos propensos a esse apontamento. Podem fazer a conta pelo calendário chinês, também, mas que assistam ao filme.

Para os que dormem antes da novela terminar, haverá chances adicionais. “31” será reapresentado amanhã, às 8h, na quinta-feira, às 14h30, e terá duas exibições no sábado, marcadas para as 9h e as 19h30, sempre na ESPN Brasil.

O Seixas é daqueles sujeitos que fazem de tudo um pouco, ou um monte. Editor de jornal e de site jornalístico, comentarista de rádio, pitaquista em programas de televisão, apresenta programas de tevê na internet, se é que essa última definição faz algum sentido, e me pediu para não comentar nada sobre o livro que pretende lançar daqui a pouco tempo. Em meio a tudo isso, reserva tempo sagrado para a sempre bem-vinda cervejinha nossa de cada dia, que no caso dele é apreciada – talvez sem tanta moderação – à beira-mar, no Leblon.

Timão, 2012: o começo da saga

2012 começa com ares de rotina, mais um título do Corinthians. Ufa!, já fazia mais de um mês que não tínhamos festa de título, essas coisas às vezes preocupam. Agora o hiato vai ser um pouco maior, não há mais a Gaviões da Fiel no Carnaval paulista. Não gosto de carnaval, mesmo.

Um 2 a 1 de virada na final da Copa São Paulo, deixando tristinhos nossos adversários preferidos, os pós-de-arroz, que estão em extinção. Só uns cinco ou seis sobrevivem na fauna futebolística, aponta algum estudo.

Oito jogos, oito vitórias. Ao Fluminense, quatro finais consecutivas, quatro vice-campeonatos. Tadinhos. Para ilustrar, aleatoriamente, estão aí duas fotos produzidas pelo Fernando Donasci e publicadas nessa galeria aqui, do UOL.

Aqui é Timão, mano.

Sertanejão na veia

Quem deu a dica foi o Mikael Lincoln, ilustríssimo presidente das redes sociais da Capital FM.

Sócrates, ele mesmo, já atacou também como cantor de música sertaneja, quem diria. Ele gravou um disco com clássicos do gênero em 1980, conforme o site da rádio conta nessa postagem aqui, que traz um link para download do álbum. Foram 50 mil exemplares, há até alguns deles à venda no Mercado Livre.

Corintianos cantando música sertaneja, vejo que Sócrates e eu temos, enfim, mais algo em comum. A diferença é que ele gravou um disco. E jogava bola com um pouco mais de desenvoltura que eu.