Bacalhau com batatas (47)

GUARULHOS – Acabou, bradaria o Galvão. A cozinha que rendeu tantos bacalhaus com batatas nos últimos dias fecha hoje, aqui em Guarulhos. Cheguei há pouco depois de mais de duas semanas fora de casa.

Foi muita história pra contar, algumas contadas e compartilhadas por aqui. A próxima jornada começa na quinta-feira, também jornada dupla, que terá a Fórmula Truck no Rio de Janeiro como ponto de partida. Mas penso nisso amanhã.

Agora é tratar de aproveitar a noite de descanso cá em Guarulhos. Amanhã, dia de voltar pra casa. Vá lá que falamos, meu povo e eu, todos os dias, via webcam, mas não é a mesma coisa.

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Bacalhau com batatas (46)

MEXILHOEIRA GRANDE – Esse é o escritório de onde André Duek, comentarista, e eu, narrador, tocamos o trabalho de hoje aqui no Algarve, durante as quatro corridas da segunda etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil.

Daqui a pouquinho, a partir das 11h30 de Brasília, estaremos no ar pelo Speed Channel e também no site da categoria, com a transmissão de todo o evento.

Acompanhe as corridas, e interaja conosco pelo Twitter. O meu é @lucmonteiro.

Bacalhau com batatas (45)

MEXILHOEIRA GRANDE – Experiência pra lembrar até o fim da vida agora há pouco aqui no Algarve. No intervalo entre uma e outra corrida do Porsche GT3 Brasil, desci ali aos boxes pra dar uma pescoçada na atividade promocional desenvolvida pela organização do evento em parceria com a AGS F1, com carros de Fórmula 1 de dois lugares.

A Ana Munarolo e a Silvana Pires me viram e não tiveram dúvida: entra lá, mandaram. Entrei, claro. No banco da frente, o Patrick de Fleur, piloto instrutor do F1 Driving Experience. Que, como dizem, desceu o cacete na pista. E serviu, se não para outros fins, para me dar uma noção de quão desafiador é o traçado do Algarve. Olhando aqui de fora a gente até supõe isso, mas não chega a ter noção. Um sobe-desce-sobe-de-novo dos diabos.

Não dá pra descrever a sensação, muita velocidade e um puta motorzão roncando nas costas, e por isso nem vou tentar. A posição no cockpit de trás não é lá das muito confortáveis, joelhos curvados, os pés a poucos centímetros da bunda. A não mais que um palmo da viseira do capacete, duas alças verticais paralelas, de óbvia dedução, ou você segura ali ou vai saber como se sente um joão-bobo.

Entre as duas alças, uma sutil tecla vermelha. Algo como um botão-puta-merda. Se você está com medo, aperta aquilo e o piloto tira o pé. O Fábio Seixas teve experiência parecida meses atrás, em Abu Dhabi, e há relatos de que tenha enfiado o dedo no botão poucos segundos depois da saída de boxes. O próprio relato dele em seu blog naquele dia deixou claro o alto grau de frescura.

Que o pescoço dói, dói, nisso concordo com o Seixas. A reclamar, só o fato da pista ter menos de cinco quilômetros. Queria, quero, experimentar isso no traçado antigo de Nürburgring, ainda dá?

Desculpem a falta de tato, os palavrões aqui excedem até a minha média para ocasiões menos formais que o blog, mas não há um jeito gentil de descrever isso de forma mais honesta. É fato é que a experiência foi do caralho. Minha cara ao sair do carro mostra, acho.

Bacalhau com batatas (43)

MEXILHOEIRA GRANDE – Em foto de instantes atrás, o piloto Marcel Visconde, do Porsche GT3 Cup Brasil, pronto para ir à pista no Algarve com um Fórmula 1 construído pela AGS, equipe que integrou o Campeonato Mundial entre as décadas de 80 e 90 e hoje desenvolve oficinas de pilotagem pelo mundo.

No autódromo luso, os pilotos da categoria porschística brasileira têm à disposição quatro modelos F-1. Duas unidades produzidas pela AGS, cujos layouts imitam pinturas da Ferrari e da Renault, um modelo Prost que foi conduzido por Jean Alesi e Nick Heidfeld no Mundial de 2000 e o Arrows que serviu a Pedro de La Rosa e Tora Takagi em 1999. Cada um que desce do carro depois de suas quatro voltas conta sensações diferentes.

É um dia que essa galera jamais vai esquecer, o de hoje.

Bacalhau com batatas (42)

MEXILHOEIRA GRANDE – De novo, Ipe Ferraiolo domina um treino no Porsche GT3 Challenge Brasil. com 403 milésimos de vantagem sobre Rodolfo Ometto (foto), que tomou o segundo lugar do Johnny Freire nos instantes finais.

O resultado do segundo e último treino da Challenge está aí abaixo e os Porsche só voltam à pista no Algarve amanhã, a partir das 6h30 de Brasília, para os treinos classificatórios da segunda etapa. As corridas serão mostradas a partir das 11h30, também do horário brasileiro, pelo Speed Channel, com exibição simultânea no site da categoria.

1º) Ipe Ferraiolo, 1min53s555
2º) Rodolfo Ometto, 1min53s958
3º) Johnny Freire, 1min54s358
4º) Carlos Ambrósio, 1min54s689
5º) Gil Farah, 1min54s730
6º) Guilherme Ribas, 1min55s329
7º) Alan Turres, 1min55s464
8º) Eduardo Rocha Azevedo, 1min55s467
9º) Amilcar Collares, 1min55s500
10º) Gui Affonso, 1min55s548
11º) Sylvio de Barros, 1min55s642
12º) Daniel Schneider, 1min55s703
13º) Hugo Silva, 1min55s793
14º) Peter O’Donnell, 1min55s806
15º) Tommy Soubihe, 1min56s072
16º) Carlos Silveira, 1min56s397
17º) Edu Guedes, 1min56s862
18º) Marcelo Stallone, 1min56s863
19º) Renato Benedetto, 1min57s270
20º) Marcello Sarcinella, 1min58s444
21º) Armando Di Nardo, 2min03s908
Média do 1º: 147,785 km/h

Agora, hora de conferir a movimentação dos carros de Fórmula 1. Alguns deles estão entre os mais bonitos dos meus poucos anos vendo corridas. São só 23.

Bacalhau com batatas (41)

MEXILHOEIRA GRANDE – Para a categoria Cup, a programação de treinos oficiais do Porsche GT3 Brasil no Algarve terminou agora, com o segundo e último treino. Clemente Lunardi e Ricardo Baptista, líder e vice-líder do campeonato, arrebataram as duas primeiras posições, separados entre si por 0s087.

Agora, enquanto vêm à pista os carros da Challenge, também para o segundo e último treino livre, o pessoal AGS Formule One está preparando lá nos boxes 1 e 2 os carros de Fórmula 1 que os pilotos do Porsche GT3 Brasil vão conduzir pela pista, cada um em uma sequência de quatro voltas. Vai ser daqui a pouquinho, ainda antes do almoço pelo horário aí do Brasil.

Enquanto isso, os tempos do segundo treino da Cup:

1º) Clemente Lunardi, 1min51s560
2º) Ricardo Baptista, 1min51s647
3º) Marcelo Franco, 1min52s495
4º) Guilherme Figueirôa, 1min52s556
5º) Tom Valle, 1min52s597
6º) Daniel Paludo, 1min52s736
7º) Fábio Viscardi, 1min52s819
8º) Otávio Mesquita, 1min53s114
9º) Marcel Visconde, 1min53s189
10º) Sérgio Ribas, 1min53s527
11º) Maurizio Billi, 1min53s639
12º) Adalberto Baptista, 1min53s648
13º) Beto Posses, 1min53s659
14º) Esio Vichiese, 1min54s154
15º) Zeca Feffer, 1min54s415
16º) Eduardo Souza Ramos, 1min54s676
17º) Omilton Visconde, 1min55s724
18º) Henry Visconde, 1min58s688
Média do 1º: 150,222 km/h

Por falar em almoço, vou lá embaixo ver o que tem pra comer hoje. Já deu fome.

Bacalhau com batatas (40)

MEXILHOEIRA GRANDE – Lembram que antes de sair lá do Estoril publiquei a foto de um simpático carrinho que era desembarcado no autódromo de lá? Foi nesse post aqui.

Então. Eis que folheando a revista portuguesa AutoSport, encontrei um pouco a respeito da categoria. Aquele que vimos no portão do Circuito Estoril é um protótipo Caterham Graduates, do Campeonato Nacional de Clássicos. A categoria é a da foto que abre esse bacalhau, aí acima. Abaixo, a página mal e porcamente fotograda da matéria publicada pela revista – aos que quiserem lê-la, basta clicar na foto da reportagem.

Outra edição da AutoSport que está dando sopa por aqui, de abril de 2011, estoura na capa uma foto do carro de Felipe Massa e o título “Porque falhou a Ferrari”. Que sina, não?