Benefício à TCC

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Os pilotos da Turismo Clássicos Catarinense comemoram a possibilidade de poderem competir com a carteira PVH, cujo custo anual, de R$ 200, é bem inferior ao das modalidades PC, PGC-B e PGC-A.

CASCAVEL – A primeira edição da #GoldClassic, disputada em novembro em Cascavel, foi marcada em sua fase preparatória por um benefício concedido para Federação Paranaense de Automobilismo aos pilotos ainda não filiados: a possibilidade de competirem portando a carteira PVH.

Pouco conhecida pelos pilotos de circuito, a modalidade de licença Piloto de Veículo Histórico também tem validade de um ano e é comumente utilizada em provas de subida de montanha e em ralis de carros clássicos. Seu custo (R$ 200) é bastante inferior ao das modalidades PC, PGC-B e PGC-A, utilizadas nos coronária de automobilismo de circuito no asfalto e na terra.

Os pilotos catarinenses que disputaram a #GoldClassic levaram a ideia à Fauesc, a federação de lá. E, pelo que me contam aqui, a conversa com o presidente João Alfredo Novaes resultou numa conquista: a carteira PVH passa a ser aceita em 2019 para a temporada do atrativo Turismo Clássico Catarinense. Como, aliás, ja acontece na Classic Cup de Minas Gerais.

Cumprimentos aos pilotos, por gestionarem o benefício, e ao presidente Joãozinho Novaes, por atender a reivindicação e avalizar a tão sonhada união entre os dois lados do esporte. Que mais federações sigam o exemplo da Fauesc. Pilotos e dirigentes que lutam pelo crescimento do automobilismo agradecem.

A volta das 3h de Joaçaba

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Time pronto para a largada das Três Horas de Joaçaba de 2017, última das edições da corrida, que ficou fora do calendário no ano passado e volta agora. Estarei lá para conhecer o negócio de perto.

FLORIANÓPOLIS – Empenho é total da rapaziada da velocidade da terra que já vive a expectativa de mais uma edição das Três Horas de Joaçaba. Evento confirmado para 16 e 17 de fevereiro no autódromo Cavalo de Aço. A movimentação em torno da prova lembra muito a que acompanhei nas últimas edições da Cascavel de Ouro.

Essa será, por assim dizer, a terceira edição da fase moderna das Três Horas de Joaçaba. A corrida foi disputada várias vezes na década de 80 e passou anos fora do calendário. Foi retomada com a pompa que merece em 2016, com um grid de 14 carros, todos da categoria Marcas. Vitória foi de Fausto de Lucca e Gustavo Magnabosco. Em segundo ficou o trio formado por Michel Giusti, Davi dal Pizzol e Allan Prim, à frente de Christiano Bornemann (ele prefere “Chris”) e Raulino Kreis Júnior. No ano seguinte foram 16 carros. Josias Esmerio e Flaviano Ramos formaram a dupla vencedora, com Juliano Dutra/Richard Heidrich em segundo e De Lucca/Magnabosco em terceiro. Ano passado a corrida não aconteceu e volta agora, com o maior grid da fase atual e levando o nome do patrocinador principal: Prova Scherer Autopeças.

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Gustavo Magnabosco e Fausto de Lucca venceram as Três Horas de Joaçaba em 2016. No ano seguinte, a vitória foi de Flaviano Ramos e Josias Esmerio.

Quando falo em maior grid, ele já está assegurado. São 19 os carros inscritos até agora. O limite é de 28 e os promotores Juliano Dutra e José Junqueira andam bem sorridentes diante da possibilidade de atingirem esse patamar. Com mais um carro na lista a faixa de premiação em dinheiro para os três primeiros colocados na corrida passa automaticamente a R$ 7 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil – por ora, por ter sido rompida a barreira de 15 carros, esses valores são de R$ 3 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil, conforme estipula o regulamento desportivo.

Nota imperdoável do meu ainda parco currículo de andanças pelo automobilismo, nunca estive em um autódromo de velocidade na terra. E já me falaram ao pé do ouvido, aqui, que o Cavalo de Aço de Joaçaba é o traçado que separa os homens dos meninos, bordão que todos usam para se referir ao traçado de Cascavel. Vou dar um jeito de aparecer desta vez. Se não for para correr, pelo menos para ver esse troço de perto. As fotos do post, todas da lavra do Victor Lara, já dão uma ideia de como o negócio é legal.

A quem interessar possa, a taxa de inscrição é de R$ 1.500,00 por carro, podendo ser dois ou três os pilotos do carro. O número de contato do Juliano é (49) 9 9116-6019; o do Zé, (49) 9 9915-0572. Abaixo reproduzo a lista dos nomes já inscritos, que identificam 17 carros. Outro, inscrito pela MP Competições, ainda não tem a indicação dos nomes dos pilotos. E mais um, que consolidou a nona inscrição cronológica do evento, é de uma dupla de São Paulo que vou atualizar na relação assim que obtiver os nomes.

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O circuito Cavalo de Aço, em Joaçaba, é um dos mais desafiadores da velocidade na terra nacional. Os pilotos inscritos nas Três Horas vivem a expectativa do maior grid da história do evento.

2 – Josias Esmerio/Flaviano Ramos

12 – Dirceu Rausis/Eduardo Berlanda

15 – Rafael Balestrin/Naor Petry

16 – Afonso Bastos/Alexandre Bastos

17 – Eduardo Pavelski/Juninho Berlanda

19 – Juliano Dutra/Bernardo Junqueira

32 – Gefferson de Lima/parceiro a definir

41 – Lucas Bornemann/Edson Leandro dos Reis

44 – Tarsis Hildebrando/parceiro a definir

51 – Fausto de Lucca/Gustavo Magnabosco

72 – Igor Waczyleski/Michel Levi

79 – Israel Salazar/Ezequiel Salazar

141 – Mário Bernardi/Daniel Elias

151 – Leopoldo Mess/Richard Heidrich

197 – Guilherme Ragnini/Roberto Bonato

217 – Juca Lisboa/Daniel Hoffmann

343 – Chris Bornemann/Marcelo Cancelli