Intercâmbio

EDSON E LORENZO

Edson Massaro, promotor da Cascavel de Ouro até 2023, e o filho Lorenzo vão revezar um dos carros do grid das 12 Horas de Tarumã. Ótimo para o esporte, péssimo para quem tem o hábito de plantar uma “treta”

CASCAVEL – Ouvi e li muita bobagem desde que foi confirmado o novo formato das 12 Horas de Tarumã, só com carros configurados pelo regulamento do Gaúcho de Marcas, com motores 1.4. “Uma vai comprometer a outra”, já me disseram, numa alusão clara à Cascavel de Ouro, que terá a 33ª edição no dia 3 de novembro com carros Marcas 1.6, e a igualmente tradicional corrida em Viamão, marcada para 16 de dezembro. “O Massaro e os gaúchos logo vão começar a guerra”, foi outra pérola que veio pelo WhatsApp.

Massaro, para quem não sabe, é o Edson Massaro, piloto e advogado aqui de Cascavel que desde 2017 assumiu também a condição de promotor da Cascavel de Ouro – que lhe está assegurada pelo Automóvel Clube da cidade até 2023, em contrato. E, aos que esperavam ver uma briga de foice no escuro entre o Massaro e os integrantes do Automóvel Clube do Rio Grande do Sul, que realiza a corrida, trago uma má notícia: ele, Massaro, estará no grid das 12 Horas de Tarumã. Terá o filho Lorenzo Massaro como um dos parceiros na prova, em equipe ainda não definida.

A própria presença do promotor da Cascavel de Ouro no grid das 12 Horas é mais que suficiente para pôr fim a comentários bobos sobre uma relação de concorrência que não existe. O que existe, sim, é um ritmo de trabalho frenético para que as provas festivas de fim de ano em Cascavel e Viamão ofereçam o máximo possível a pilotos e torcedores.

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As nossas 24 Horas

ST3

As 24 Horas de Guaporé terão a Superturismo, categoria de maior sucesso do automobilismo gaúcho na atualidade, como base de seu regulamento, que também admitirá a inscrição de protótipos.

CASCAVEL – Sempre um espetáculo digno da atenção de quem gosta das corridas, as 24 Horas de Le Mans, no último fim de semana, suscitaram muita discussão sobre provas longas entre as tribos que consomem o automobilismo de competição. A prova francesa foi, por assim dizer, o assunto mais comentado do sábado e do domingo.

Como toda boa roda de papo, o falatório sobre a prova – potencializado pela atuação vitoriosa dos pilotos do Brasil – levou a algumas ideias até malucas. Os gaúchos, por exemplo, concluíram cobertos de razão que seu forte automobilismo merece, também, uma prova de 24 horas. O Telmo Júnior comprou a ideia e, ainda que em caráter informal, já lançou para janeiro de 2021 a primeira edição das 24 Horas de Guaporé.

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Sei que o regulamento já está sendo elaborado – os gaúchos não perdem tempo. A lista das categorias que vão formar o grid, em princípio, contempla todas as que compõem o Campeonato Gaúcho de Superturismo, além de classes específicas para protótipos.

Tirar uma corrida de 24 horas das cabeças empolgadas dos pilotos e levá-la para a pista é missão das mais difíceis e trabalhosas. O pouco que conheço do Telmo e dos parceiros gaúchos me faz crer e apostar que teremos qualquer coisa em torno de 35 ou 40 carros na largada das 24 Horas de Guaporé ao meio-dia de algum sábado daqui a 19 meses.

O número 66 já está reservado para o meu carro. É uma tradição que os gaúchos começam a observar, afinal.

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Se tem uma corrida marcada, temos que dela participar. Já defini com o Leandro Totti que vamos às 24 Horas de Guaporé com o simpatico flechinha-negra. O número também já está reservado, será o 66. 

Na íntegra: Porsche Império Carrera Cup 2019, 2/9

CASCAVEL – O Porsche Império Carrera Cup também volta à pauta da semana, com o resgate das etapas aqui no blog. Depois de abrir a temporada repetindo em Interlagos o formato experimentado em 2018 na programação preliminar do GP do Brasil de Fórmula 1, o campeonato retomou sua programação habitual na segunda etapa, no mês de abril em Curitiba. Foi uma transmissão honrosa para o Tiago Mendonça e para mim, que tivemos na cabine a participação digna de reverências de ninguém menos que o Ingo Hoffmann.

As quatro corridas estão no vídeo aí acima. As duas primeiras, uma da categoria Carrera e outra da GT3, estão em sequência a partir dos 4min50s do vídeo. A sequência das corridas que complementaram a etapa curitibana em cada classe, para facilitar a localização por vocês, está a partir de 2h44min48s.

 

Na íntegra: Copa HB20 2019, 1/8

CASCAVEL – Falha imperdoável, acabei não registrando no blog o início de história da Hyundai Copa HB20. É, sem sombra de dúvidas, o campeonato que mais despertou curiosidades no automobilismo brasileiro nesta primeira metade de temporada.

Fruto de um quase devaneio do Daniel Kelemen, a Copa HB20 tem seu grid formado por 24 unidades do modelo HB20 na versão Rspec. Faço menção ao devaneio sem qualquer tom de pejoração – bem pelo contrário: quando começou a idealizar o campeonato, o Daniel mal sabia como se virar para comprar um refrigerante dentro de um autódromo, sequer tinha pensado em virar piloto de corridas, como virou para disputar neste ano a Old Stock Race paulista e o Mercedes-Benz Challenge.

Lembro bem do dia em que o Pedro Pimenta me apresentou ao Daniel em Interlagos, era fim de 2017 e eu estava lá para correr no Fusca Cup. Talvez sem ligar o nome à pessoa, ele me falou um pouco da categoria que pensava em implantar e sacou do bolso o celular para me mostrar um vídeo. “Olha só isso, até o narrador da Cascavel de Ouro já está sabendo”, exibiu-se, mostrando o trecho da transmissão da edição daquele ano, em que o Eduardo Homem de Mello, comentarista, falou da ideia e complementei com o que sabia até então. Vendo o vídeo em Interlagos, perguntei ao Daniel se ele conhecia o tal narrador, e diante da resposta negativa me apresentei de novo. Foi engraçado, até.

Ao contrário do que costuma acontecer no automobilismo, foi uma boa ideia que teve boa condução e não morrer na praia, a ponto da Hyundai Copa HB20 já ter apresentado corridas bastante interessantes em seus primeiros momentos de história. As duas primeiras aconteceram em abril, nos dias 13 e 14, no Autódromo Internacional de Campo Grande. O primeiro dos vídeos abaixo mostra a íntegra da corrida de sábado, que narrei ao vivo para a transmissão de internet tendo como comentaristas o próprio Daniel, que além de ter criado a categoria é presidente da Associação Nacional dos Concessionários Hyundai, e o Jan Telecki, gerente nacional de Marketing da marca sul-coreana. O segundo vídeo reproduz a transmissão ao vivo pelo canal BandSports, numa janela de uma hora que trouxe os melhores momentos da corrida do sábado e a íntegra da prova final da etapa sul-mato-grossense.

Gold Classic Interlagos

GOLD CLASSIC

Primeira edição da Gold Classic (nome sugerido pelo Edson Massaro e que agradou de primeira) aconteceu em Cascavel. A segunda será em Interlagos. Já tem uma marcada para longe daqui em janeiro de 2021…

CASCAVEL – Já contei algumas vezes, aqui mesmo no blog, como nasceu a “Gold Classic”. A ideia inicial era conseguir formar um grid com pelo menos 20 carros para dar um tempero a mais ao caldo da programação da Cascavel de Ouro no ano passado. A lista chegou a 92, caiu a 76 e, depois de muita coisa ter “dado errado”, brincadeira interna que repito sempre aos participantes, largamos com 44. Tivemos transmissão ao vivo da CATVE nas duas corridas, conteúdo compartilhado também no portal de internet da emissora, foi tudo sensacional, os pilotos adoraram. A ponto de, a vários meses da segunda edição – que vai acontecer nos dias 2 e 3 de novembro, novamente como atração preliminar da Cascavel de Ouro -, termos fechado as 50 vagas que compõem o grid máximo formatado pela Federação Paranaense de Automobilismo.

A lista dos 50 carros – todos devidamente inscritos – foi publicada no dia 20 de maio e pode ser conferida nesse link aqui. Depois da publicação houve uma desistência, da dupla César Ferro/Marcelo Rampazzo, e a vaga dos pilotos londrinenses foi preenchida pelo paulista Carlos Eduardo Harmel, que era o primeiro, cronologicamente falando, em uma hipotética lista de espera que foi acordada com os participantes. Há outros cinco carros na tal fila, cujos pilotos por enquanto dão de cara apenas com a plaquinha que infelizmente traz a mensagem “não há vagas”.

MARCELO MIRANDA

Piloto de um Hot-Fusca da Divisão 3, o sul-mato-grossense Marcelo Miranda, já confirmado na segunda edição do torneio em Cascavel, foi o primeiro a efetivar inscrição na “Gold Classic Interlagos”.

Bem, é válido observar que 16 dos 50 carros que vão formar o grid de novembro têm pilotos paulistas. Um deles, amigo de longa data, fez uma cobrança naquele tom brincadeira-com-fundo-de-verdade. “Pô, Luc, vamos todos correr em Cascavel e o único de Cascavel que vem correr em Interlagos na Classic Cup é você”. Um fato. Mas não há pilotos cascavelenses na categoria – não de forma regular. Esse comentário me fez começar a pensar. Já tínhamos o time escalado para a preliminar da Cascavel de Ouro e os campeonatos de carros clássicos e antigos, convenhamos, têm um potencial enorme. Não quero envolvimento com campeonatos, mas a ideia de fazer acontecer algo como a Gold Classic em Interlagos me atraiu bastante. Conheço bem boa parte dos pilotos que embarcam nessas ondas, e correr em São Paulo para muitos deles é algo perto de um sonho. É gente que pratica o automobilismo com o coração e que reverencia Interlagos por tudo que lá fizeram os principais nomes do automobilismo mundial. O tipo de consideração em que sempre acabo ouvindo ou lendo o nome de Senna.

Fazer acontecer uma corrida de automobilismo de gente simples em Interlagos não é fácil. Bem menos fácil que em rincões como Cascavel, Londrina, Guaporé ou Tarumã, por questões financeiras, logísticas, geográficas e de várias outras ordens. Mas fui atrás. Falei com um, com outro, com mais outro, e quem acolheu a ideia quando eu já estava em cima da ponte pronto para pular com uma pedra amarrada ao pescoço (sim, copiei isso do encarte do CD dos Mamonas Assassinas) foi o Claudinho Vieira, do Interlagos Motor Clube. O IMC já tinha bastante coisa com que se preocupar para o evento de 6, 7 e 8 de setembro, visto que além das inúmeras categorias do Campeonato Paulista de Automobilismo o evento comportará a quinta etapa da Turismo Nacional e, talvez, a prova de mais uma categoria de âmbito nacional. Mas nos deu ouvidos e atenção.

MIGUEL BEUX

Depois de 12 anos de uma restauração artesanal do protótipo Avallone com que Pedro Vitor de Lamare competiu nos anos 70, Miguel Beux vai ter enfim a chance de competir com o carro em Interlagos.

O resultado é que o torneio que implantamos com intenções bem modestas cá em Cascavel vai ter, sim, uma edição especial no principal autódromo do país. O regulamento será o mesmo que praticamos cá em Cascavel, com duas corridas de 30 minutos e mais uma volta, subdivisão da disputa nas categorias Super Classic, Força Livre, GT, Turismo Super, Turismo Light, Fusca Cup e Speed Fusca. Tivemos a confirmação do Claudinho uma semana atrás. Em poucos dias de contatos com os pilotos tivemos a confirmação de 35 carros no grid – em que pese o único efetivamente inscrito ser o Hot-Fusca do Marcelo Miranda, de Campo Grande.

O número de carros que podem compor um grid é regido por uma extensa fórmula matemática editada pela FIA, que leva em conta praticamente todos os números implícitos em uma corrida. Em Interlagos, pela instrução que recebi, esse limite é de 60. Não vou sossegar até que tenhamos os 60 carros confirmados para as duas corridas de setembro, que ainda não sei se acontecerão no dia 7 ou no dia 8 – é uma definição que teremos até o fim desta semana.

LEOVALDO PETRY

Sempre parceiro das maluquices que eu invento, o Leovaldo Petry, gaúcho de Ivoti, estará no grid de Interlagos com o Maverick da Project Motorsport. Teremos outros dois ou três exemplares do Maverick no grid.

Não era de hoje que eu buscava uma ligação entre Cascavel e São Paulo nas corridinhas de antigos. É coisa de quinze anos, já que conheci a Classic Cup em 2004 na etapa paulista da Pick-up Racing, categoria onde comecei a trabalhar fora de Cascavel com locução e narração. Tentei trazer uma etapa para cá em 2007, estava praticamente tudo certo, mas para isso dependeria de gente que concluiu – erroneamente – que eu ganharia dinheiro em suas costas. Ah, esquece, esse assunto não vale a pena.

O que vale a pena é ver os amigos de São Paulo e de outros cantos sorrindo de orelha a orelha diante da iminência de um torneio que, apostei com alguns deles, trará a todos nós motivos para bons risos e boas histórias. Pena para mim que não vou poder estar na pista, já que contratei a mim mesmo para narrar as corridas na transmissão ao vivo pela internet. Sim, porque a primeira condição que imponho a mim mesmo para me meter com a realização de um evento de automobilismo é sua transmissão ao vivo.

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A “Gold Classic Interlagos” terá o boa-praça Caio Lacerda como um dos pilotos da HT Guerra, equipe de lá, de São Paulo, que terá o maior número de carros na segunda edição do torneio em Cascavel.

Rodada dupla d’além mar

ESTORIL

O Porsche GT3 Cup Brasil esteve três vezes na pista do Estoril, abrindo os campeonatos de 2011, 2012 e 2014. Neste ano a categoria volta para lá para movimentar suas duas disputas por títulos.

CASCAVEL – Já se vão mais de seis anos, vejam como o tempo passa, desde que estive em Portugal pela última vez. Em 2013, as duas primeiras etapas do Porsche Império Carrera Cup, à época tratado como Porsche GT3 Cup Challenge Brasil, aconteceram em Portugal, uma semana na pista do Estoril, outra na do Algarve, e depois de ter estado no Algarve por dois anos seguidos não entendo por que a Fórmula 1 não retoma seu GP de Portugal naquele sítio fantástico em Mexilhoeira Grande.

Bem, o campeonato esteve no Estoril também em 2014, mas não me fiz presente ao evento – narrei as corridas ao vivo de um estúdio em São Paulo. E agora, vamos voltar para lá. Mas não estava no calendário, você haverá de alegar. Não estava, de fato. Mas uma reviravolta que teve o aval dos pilotos do Porsche Império Carrera Cup vai levar o evento de volta para lá no início de agosto. Lá acontecerão a quarta das seis etapas do campeonato de corridas de curta duração, evento inicialmente marcado para o próximo o dia 4 de agosto na pista argentina de Termas de Río Hondo, e também a primeira etapa do Endurance Series, que pela previsão inicial ocorreria no próximo dia 29 no Velo Città, em Mogi Guaçu. As duas ocorrerão no mesmo fim de semana, o primeiro fim de semana de agosto, data original de Termas.

Condensar corridas curtas e uma prova do Endurance Series em um único fim de semana não é novidade. Isso já aconteceu em 2015, quando uma corrida festiva de fim de ano horas depois da etapa de encerramento do campeonato acabou sendo o ponto de partida para a implantação do campeonato de provas longas no campeonato – a aprovação foi total, para surpresa de muitos. Bacana demais, o formato desse retorno ao Estoril. Para os pilotos, além da oportunidade de ouro de competir em um dos mais tradicionais circuitos da Europa, é a chance de em três dias levar a cabo suas atuações em dois eventos, válidos por dois campeonatos diferentes.

Foi no Estoril, em 2012, que encontrei tempo e paciência para lançar aqui no blog a série “Bacalhau com batatas” (a série de posts do ano anterior havia sido “Pastéis de Belém”, uma sugestão do Marcel Visconde, e a do ano seguinte seria “Alentejanas”, as duas ambientadas na passagem do campeonato por Portugal), trazendo para os amigos daqui coisas de lá. O primeiro bacalhau com batatas descreveu uma ação daquelas que cabem na cabeça multifunções do Dener e que usou 48 carros 911 GT3 para formar na reta principal do autódromo a palavra “Porsche”, pretensamente respeitando os padrões do logotipo alemão.

PORSCHE

A palavra “Porsche” grafada na reta principal do Autódromo Fernanda Pires da Silva com os carros do campeonato, ação que consumiu dezenas de guardanapos rabiscados ao longo de semanas.

Pois bem,

Longa duração na Copa HB20

Foto: Rodrigo Aguiar Ruiz

A Hyundai Copa HB20 teve um início de trajetória de gala em Campo Grande, um mês atrás, e em sua primeira temporada está prestes a lançar um campeonato paralelo com provas de longa duração.

CASCAVEL – Pouca gente acreditou que sairia do papel no prazo prometido. Eu, mesmo, cheguei a duvidar, a vinte dias da primeira largada. Não é feio admitir um palpite errado. Mas a Hyundai Copa HB20 não só aconteceu como teve um nascimento sólido e bem aceito pela comunidade do automobilismo, e nessa lista incluam-se os que estavam perto ou participando e também os que estavam acompanhando de longe. A quem possa interessar, o conteúdo da transmissão da primeira etapa, disputada em Campo Grande, pode ser vista nesse link aqui.

Pois bem, a categoria teve um início positivo e, já nesta primeira temporada, prepara novidades que não estavam no roteiro. Além das oito etapas compostas por duas corridas curtas, de 30 minutos e mais uma volta, a Copa HB20 terá ainda em 2019 três provas de longa duração. Provas com três horas de duração, em que os pilotos do campeonato correrão ao lado de convidados. A coisa toda está em fase final de elaboração na mesa do Daniel Kelemen e será devidamente anunciada nos próximos dias.

Fosse eu o capitão dessa nau, as três etapas de longa duração da Copa HB20 aconteceriam em Guaporé, Cascavel e Piracicaba – abriria mão de narrar as corridas para delas participar. Como não sou, e não estou minimamente perto disso, dou meu palpite que essas etapas vão acontecer em Curitiba (ou Cascavel), Tarumã (ou Velopark) e Interlagos.

Foto: Rodrigo Aguiar Ruiz

Com pacote técnico uniforme e o mais baixo dos orçamentos entre os campeonatos brasileiros de automobilismo, a Hyundai Copa HB20 terá sua segunda etapa nos dias 1º e 2 de junho em Londrina.