Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2019, 2/8

CASCAVEL – A segunda etapa, disputada no último domingo em Campo Grande, marcou minha estreia na narração do Mercedes-Benz Challenge no que diz respeito à temporada de 2019. A corrida teve transmissão ao vivo pelo BandSports e quem esteve a meu lado como comentarista foi o Pedro Pimenta, piloto da Old Stock Race que já pilotou praticamente tudo que tivesse quadro rodas em mais de três décadas de carreira.

Para ver ou rever, eis a íntegra da corrida, que teve geração de imagens da Master/CATVE.

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Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2018

CURITIBA – É fim de semana de etapa decisiva no Mercedes-Benz Challenge. Com sistema de pontuação mais generoso que das etapas anteriores, conforme prevê o regulamento, a oitava e última corrida vai confrontar os pilotos no Autódromo Internacional de Curitiba a partir das 10h20. Em disputa, os títulos das categorias CLA 45 AMG Cup e C250 Cup, além dos dois títulos da classe Máster.

Vai ser uma final de campeonato interessante, e que faz valer uma recapitulada no que ocorreu até agora na temporada de 2018. Assim, trago aqui os vídeos completos das transmissões ao vivo das sete primeiras corridas pelo BandSports. Sei de gente que vai ver os sete até sábado para estar devidamente a par do andamento das coisas para a transmissão de domingo, que vai ter narração minha e comentário do Rodrigo Bianchi. Vamos ao que aconteceu até aqui no ano, pois.

Cascavel recebeu a primeira etapa da temporada sob chuva. Cheguei à cidade poucas horas antes da corrida, vindo de Curitiba, onde tinha narrado a abertura do campeonato do Porsche GT3 Cup. Depois de muito tempo, acompanhei uma corrida do Mercedes-Benz Challenge como espectador.

 

Na segunda etapa os pilotos tiveram, pela primeira vez em oito temporadas de história do MBC, a oportunidade de disputar uma corrida em Guaporé, no divertido traçado do Autódromo Dr. Nelson Luiz Barro.

 

Em Interlagos, efeito da greve geral de caminhoneiros, nem todos os carros estavam no autódromo para a terceira etapa e, na categoria CLA 45 AMG Cup, os pilotos inscritos formaram duplas para que todos pudessem participar. Para mim foi uma corrida bastante especial, visto que participei como piloto, com o carro número 66 da CenterBUS-Sambaíba, na C250 Cup. Deu pódio, inclusive.

 

A primeira metade da temporada terminou em Campo Grande, numa corrida complicada em vários sentidos.

 

A quinta etapa, em Goiânia, marcou minha volta à categoria como narrador da transmissão ao vivo pelo BandSports.

 

A sexta etapa voltou a apresentar um novo circuito ao Mercedes-Benz Challenge. Os pilotos competiram pela primeira vez em Rivera, no Autódromo Eduardo Prudêncio Cabrera.

 

Pela terceira vez no ano a categoria acrescentou um autódromo a seu histórico de corridas realizadas. Foi na sétima etapa, em Curvelo, disputada no fim de outubro.

Meu pódio na estreia

CELIO 5

Um brinde ao Betão Fonseca, ao Wagner Agostinho, ao Pedro Pimenta e a toda a rapaziada da CenterBUS-Sambaíba, em foto do Célio Debes Jr. que vai virar quadro na sala do meu novo apartamento.

SÃO PAULO – Não tenho falado em outra coisa nos últimos dias, mas não tem problema. Vai demorar para cansar de abordar a participação que tive no Mercedes-Benz Challenge em Interlagos, no dia 27 de maio. Muito justo, pois, que eu faça o meu relato protocolar aqui no blog. Menos por achar que minhas impressões interessam a alguém, mais para ter um conteúdo que me permita reviver tudo aquilo daqui a algum tempo, quando outras corridas e fins de semana memoráveis tiverem acontecido. Claro que o VT da corrida, devidamente armazenado na internet, pode rememorar alguns momentos da pista. Aliás, vamos a ele, ao VT da transmissão ao vivo que teve narração do Celso Miranda e comentário do Tiago Mendonça, com imagens geradas pela Master/CATVE.

Quando comecei a correr, quase três anos atrás, usei comigo mesmo a desculpa de que seria um meio de entender melhor o ambiente em que trabalho. Não passava de balela, àquela época. Hoje tem ajudado, sim, e bastante. Vocês não têm ideia do quanto foi possível, em dois dias de atividades de pista, mergulhar a fundo na categoria de que fui narrador por quase cinco temporadas nas transmissões de TV, primeiro pela Rede TV! e, na fase atual, pelo BandSports. A ideia inicial do pessoal da CenterBUS-Sambaíba que me integrou à equipe para esta etapa passou por várias adaptações até o momento da saída à pista para o primeiro treino livre, já na véspera da largada. No fim, consegui me entender bem com o carrinho. Na tomada de tempos, nono lugar entre os 16 inscritos. Nada mau para quem fazia a corrida de estreia em campeonatos brasileiros. Fui o melhor colocado no grid dos seis da equipe, considerando a classe C250 Cup – havia outros três carros alaranjados na CLA 45 AMG Cup, a série principal.

Me entender bem com o carro foi importante, até por ter sido um fim de semana atípico. Os efeitos da paralisação nacional dos profissionais do transporte rodoviário, que refletiu na vida de todo mundo, ecoou no autódromo também, levando a programação da etapa a uma série de readequações. Essa adaptação teve a assinatura substancial do Pedro Pimenta, que nunca havia pisado no box da CenterBUS-Sambaíba, mas que desta vez estava lá, escalado para ser o meu guia. “Coach”, como se convencionou dizer no automobilismo. Vá lá que a paciência de Jó com que ele me mostrou o caminho das pedras durou bem pouco na corrida, já que eu não parava de chama-lo no rádio. “Para de falar e guia, deixa que eu falo!”, esbravejou. Ordens são ordens. Combinamos a estratégia, combinamos a tentativa do pulo do gato, combinamos como seria uma eventual readequação da corrida que havíamos traçado. O Pimenta sabia do meu potencial e das minhas limitações, tinha a exata noção de até onde eu poderia ir com o carro, sabia o que deveria ser feito e dito.

SOUZA 1

Sorte até no número. Meu 66 velho de guerra estava na lista dos números reservados pela equipe. Não podia ser outro para a estréia em Campeonatos Brasileiros. A foto é do Sandro de Souza.

Na corrida, minha preocupação inicial – um erro, vejo hoje – era a de não perder posição para o pessoal que vinha atrás. Teria largado melhor se me preocupasse com quem estava à frente. Mantive a posição, perdendo um pouquinho de contato  com os oito primeiros, o que foi bastante produtivo no início da segunda volta. Um salseiro no S do Senna deixou vários carros atravessados, alguns deles fora de combate. Tinha alguns metros de distância para esse pessoal da frente, foi o suficiente para me permitir desviar da confusão e seguir com minha corridinha. Algumas voltas mais tarde, um momento que não vou esquecer: uma disputa bem acalorada com ninguém menos que o Ângelo Giombelli, o grande Ângelo. Tê-lo como companheiro de equipe nessa ocasião já era algo digno de nota para o meu parco currículo. Trocar posição com ele algumas vezes, os dois sabendo que ficar à frente do outro poderia valer o pódio, foi sensacional. Lembrei do Otávio Mesquita, dez anos atrás, quando disputou posição com Emerson Fittipaldi numa corrida da GT3 e depois da corrida chorou emocionado. Não chorei e nem carreguei na emoção, mas na corrida mesmo fiz minha nota mental: pôr no currículo que tive um pega bem bacana com o Giombelli. Pus.

Cheguei a figurar em segundo lugar, mas isso era por causa da estratégia de parar no último momento em que fosse possível. Vai que entra o safety car e todo mundo já parou… Seria o pulo do gato. Não entrou safety car nenhum, e quando voltei à pista era o quarto colocado. Poderia ter mantido a posição se tivesse compreendido a contento a penúltima mensagem do Pimenta no rádio. Estava três segundos e meio à frente do Flávio Andrade, faltavam seis minutos para a corrida terminar e depois do Flávio não havia ninguém próximo a ponto de ameaçar o nosso pódio, era só trazer o carro para a bandeira quadriculada. Bem, foi essa a mensagem que suponho ter sido passada pelo Pimenta. Com os ouvidos já tão cansados quanto o corpo, só entendi o lance dos seis minutos e o “ninguém perto”, além de algo envolvendo três segundos e meio – não me atrevi a pedir para repetir. Vi o carro amarelo do Flávio pelo espelho e decidi tirar o pé e deixa-lo passar. Pensei que fosse um dos três carros que a equipe dele mantém na CLA 45 AMG Cup. Difícil afirmar que teria me mantido à frente dele, que vinha numa prova de recuperação bem interessante depois daquele quiproquó na segunda volta. Poderia ter resistido e segurado o quarto lugar. Ele poderia ter descontado essa diferença e passado do mesmo jeito. Nunca vou saber. E o Pimenta não sabia disso até agora, vai me matar quando ler.

CONTO 2

É regra: toda vez que a Rita vai comigo à corrida, termino no pódio. Funcionou até no Mercedes-Benz Challenge. Mais um motivo pra ter essa doçura sempre por perto. Foto do Fernando Conto.

Fato é que deu pódio. Sem saber, uma vez que só fui constatar isso já em casa, consultando as minhas anotações, fui o 50º piloto a figurar no pódio do Mercedes-Benz Challenge em oito temporadas da categoria. Números redondos são legais, dão a impressão de potencializar um resultado que por si só, considerando que o piloto era eu e todas as demais circunstâncias envolvidas, foi bom demais. Acabei a corrida como melhor colocado entre os pilotos da CenterBUS-Sambaíba na C250 Cup – a equipe ganhou na geral com o Betão Fonseca e o Adriano Rabelo, que correram em dupla. E poucas vezes veio tanto a calhar minha mania de trazer para as corridas a bandeira de Cascavel. Ela foi comigo para o pódio, conforme mostram as fotos ou as imagens da matéria que a Patrícia Cabral fez comigo para a CATVE. Meu agradecimento a ela e também à Taísa Kisiel e ao Luciano Neves, da TV Tarobá, que me deram uma baita colher de chá no “Tarobá Esporte”.

GUERIN 1

Além do ótimo carro, o pódio foi resultado do trabalho em dupla. O Pimenta são não pressionou os pedais. Importante compreender o funcionamento do coaching. A foto é do capilar Glauco Guerin.

Teve também o ponto negativo do fim de semana – sempre tem um ponto negativo. Que, no caso dessa corrida, foi o toque com o Cello Nunes, da categoria principal. Um cara que conheci lá mesmo, no Challenge, enquanto mostrou uma evolução absurda como piloto em 2017, correndo de C250. Cello disputava posição com o Renato Braga, os dois me alcançaram para pôr volta de vantagem (categorias diferentes, carros diferentes, a diferença de uma volta no fim da corrida é ocorrência normal). Ele esperava uma reação minha, eu contava com outra dele, nenhuma das duas aconteceu e faltou espaço para nós dois na Junção. O Cello rodou por causa do toque e acabou perdendo o pódio que vinha conquistando com muita competência. Fiquei extremamente chateado. Mesmo sem ter a cancha que ele já vem construindo nas corridas, sei bem, aprendi ainda mais nessa corrida, o quanto vale um pódio, levar o champanhe para a equipe. E, conforme ele mesmo afirmou, a rapaziada da equipe dele merecia muito aquele champanhe. Vou torcer de forma especial para que o próximo resultado do Cello compense a decepção que ele teve. Deve ter ficado puto comigo.

ZOIAO 4

Foto feita pelo Vanderley Soares na volta de apresentação. Fui o nono colocado no grid de 16 carros, primeiro entre os que compuseram o esquadrão alaranjado da CenterBUS-Sambaíba na etapa.

A participação no Mercedes-Benz Challenge acabou sendo minha última corrida como integrante da lista de pilotos da WeCredit Racing. São mais de 15 em várias categorias pelo Brasil e pelo mundo, e por sete meses tive a honra de integrar essa lista. Uma parceria que começou com pódio, o décimo lugar geral nas 500 Milhas de Londrina do ano passado, e terminou com pódio, esse bendito quinto lugar em Interlagos. Toda gratidão e simpatia ao Renato Costa, ao Marcelo Gomes e à equipe do Grupo Financial, dono da marca, que me acompanharam em tantos momentos bacanas. Quando a história da WeCredit Racing for contada em livro, vai constar de alguma página que fui o primeiro piloto a conquistar uma vitória para eles no automobilismo, na segunda etapa do Fusca Cup, também aqui em Interlagos. Vinda longa ao time, pois.

Sem muito mais a dizer e bastante coisa para guardar na gaveta das boas memórias, deixo aqui, mais uma vez, o meu agradecimento ao Betão Fonseca e ao Wagner Agostinho, que viabilizaram aquele fim de semana tão improvável quanto aprazível, ao Evandro, ao Carlinhos e a todos os meninos da equipe, que me acolheram com a maior cortesia do mundo, e ao bom Deus que me tem proporcionado tanta coisa bacana. Tomo a saída estratégica pela esquerda deixando uma galeria de fotos dos amigos Celinho Debes, Fernando Conto, Sandro de Souza e Vanderley Soares.

 

 

Em casa

MB 01

Wagnão Agostinho me ciceroneou a tarde toda na sede da CenterBUS-Sambaíba em Taboão da Serra, aqui do ladinho. E falou pra eu me sentir em casa na equipe. Como se precisasse.

SÃO PAULO – Ontem foi o dia de conhecer a sede da CenterBUS-Sambaíba, minha equipe na etapa deste domingo do Mercedes-Benz Challenge em Interlagos.

O Wagner Agostinho, com sua paciência de Jó, não só me descreveu de cabo a rabo a trajetória da equipe como também falou de alguns dos planos para as próximas temporadas. É uma rapaziada muito bem disposta a fazer história, essa da equipe.

A visita serviu também para o primeiro contato com o #66, meu companheiro do fim de semana. Vamos nos entender bem.

Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2017, 1/8

MBC

No clique do capilar Rodrigo Ruiz, a largada da primeira etapa do Mercedes-Benz Challenge em Goiânia. Fernando Júnior, do carro 06 (por que o 0 ali?), largou em quarto e venceu.

GOIÂNIA – Terminou agora há pouco a primeira etapa do Mercedes-Benz Challenge. Mostramos a corrida ao vivo pelo BandSports, que neste ano passa a compartilhar a transmissão também em seu site e em sua página no Facebook.

Assim, aos que sempre pedem o VT das corridas, estão na rede os 90 minutos da transmissão em que tive o Tiago Mendonça como comentarista e o Marcelo Rozenberg como comentarista. Basta acessar esse link aqui, da página do canal no Facebook. A geração de imagens, e nem poderia ser diferente num evento de tamanho porte, é da Master/CATVE.

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Na íntegra: Mercedes-Benz Challenge 2016, 1/8

CASCAVEL – A temporada começou, inclusive. E agora é a vez de trazer aqui a íntegra da etapa de abertura do Mercedes-Benz Challenge, que aconteceu também em Curitiba, isso no primeiro domingo de março.

O vídeo traz a hora e meia de transmissão ao vivo que tivemos do evento pelo Bandsports, com narração minha, comentário do Tiago Mendonça e reportagem do Bruno Monteiro – não somos parentes.

O Mercedes-Benz Challenge dará sequência à temporada no dia 22 de maio, com a segunda etapa em Goiânia.

As duplas da Stock Car

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Átila Abreu mantém com Nelsinho Piquet a dupla que já atuou nas edições da prova em Interlagos e Goiânia

CASCAVEL – O dia já foi de bastante trabalho para as equipes da Stock Car no Autódromo Internacional de Curitiba, onde a temporada começa no domingo com a já tradicional corrida de duplas que, para efeito de campeonato, vai atribuir pontos aos seis primeiros colocados – seus convidados não pontuam, obviamente.

Serão 32 os carros na pista – o desfalque fica por conta dos dois da catarinense Boettger. Nomes novos, alguns voltando, bastante gente do Brasileiro de Turismo tendo a chance de estrear na Stock pelo formato da prova e um fim de semana que promete bastante. A série de acesso vai ter rodada dupla com corridas no sábado e no domingo, dia em que também começa a temporada do Mercedes-Benz Challenge.

Estarei lá no sábado pela manhã. Narro a primeira corrida do Turismo na transmissão pelo YouTube, tendo o Gersinho Marques como comentarista, e também a prova de domingo do Mercedes-Benz Challenge, ao vivo no Bandsports, ao lado do comentarista Tiago Mendonça e do repórter Bruno Monteiro. Não somos parentes.

Meu ano começou, enfim. Aqui, trago a lista das duplas inscritas na corrida da Stock Car.

Axalta C2 Team – Gabriel Casagrande/Márcio Campos e Júlio Campos/Alan Hellmeister

Cavaleiro Sports – Popó Bueno/Norberto Gresse Filho e Sérgio Jimenez/Beto Cavaleiro

Eisenbahn Racing – Nestor Girolami/Franco Girolami e Vitor Genz/David Muffato

Eurofarma-RC – Max Wilson/Vitor Meira e Ricardo Maurício/Guilherme Salas

Full Time Sports – Allam Khodair/Félix da Costa e Rubens Barrichello/Augusto Farfus

Full Time-ProGP – Lucas Foresti/Luiz Razia e Felipe Guimarães/Duda Pamplona

Geolab Racing – Denis Navarro/Felipe Maluhy e Rafael Suzuki/Franco Vivian

Hot Car – Felipe Lapenna/Marco Cozzi e Raphael Abbate/Nicolas Costa

Ipiranga-RCM – Galid Osman/Damian Fineschi e Thiago Camilo/Lucas di Grassi

Mico’s Racing – Alceu Feldmann/Tarso Marques e Fábio Carbone/Vicente Orige

Red Bull Racing – Cacá Bueno/Ricardo Sperafico e Daniel Serra/Danilo Dirani

RZ Motorsport –Luciano Burti/Felipe Giaffone e Thiago Marques/César Ramos

Shell Racing – Átila Abreu/Nelsinho Piquet e Ricardo Zonta/Laurens Vanthoor

União Química Racing – Bia Figueiredo/Beto Monteiro e Diego Nunes/Dennis Dirani

TMG Motorsport – Guga Lima/Tuka Rocha e Valdeno Brito/Maxime Martin

Voxx Racing – Felipe Fraga/Rodrigo Sperafico e Marcos Gomes/Antonio Pizzonia

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Luiz Razia, ex-piloto de Fórmula 1, forma dupla com Lucas Foresti na Full time-ProGP