Na íntegra: Sprint Race 2017, 6/8

CASCAVEL – No que diz respeito ao blog, a Sprint Race Brasil também está com algumas etapas de defasagem. Hoje trago as corridas da sexta e antepenúltima, que marcou a estreia da categoria no paradisíaco Velo Città, em Mogi Guaçu. Igualmente com produção do Beto Borghesi e da turma do “Velocidade Máxima”.

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Na íntegra: Brasileiro de Turismo 1600, 5/6

CASCAVEL – O calendário terminou e, como acontece todo ano, chega a hora de completar no blog, com o atraso que é marca registrada da casa, a sequência de postagens das corridas que narrei ao longo da temporada.

Caso da quinta e penúltima etapa do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600, que aconteceu em Londrina. Fui para lá com missão dupla: no Turismo 1600, narrar as duas baterias; nas 500 Milhas de Londrina, evento principal do fim de semana, para fazer minha estreia na corrida. Que rendeu um podiozinho, inclusive.

Enfim, ao que interessa: seguem as corridas londrinenses do Brasileiro de Turismo 1600, com produção de Beto Borghesi e seus blue caps.

O Fusca Cup

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CASCAVEL – Ainda vou falar especificamente da minha participação na corrida, um hábito que perdi e que quero resgatar. É para coisas assim que tenho esse espaço, afinal. Mas é da categoria que quero falar hoje. Fusca Cup, o nome do negócio. E pensa numa proposta bacana.

A corrida de sábado foi a primeira da história do Fusca Cup (uso no masculino, como faço há nove temporadas na narração do Porsche GT3 Cup ou nas cinco das sete temporadas em que fui o narrador do Mercedes-Benz Challenge na televisão). Haverá um campeonato próprio no ano que vem. O imortal besourinho volta à pista com motor 1.6, em especificações com refrigeração a água ou a ar, um conjunto suficiente para voltas na casa de 2min08s em Interlagos.

Quem me falou bastante a respeito do Fusca Cup durante o fim de semana foi o Stanley Wessler, piloto e preparador responsável por uma boa quantidade de fusquinhas de corrida. Foi quem tratou do meu carrinho na corrida do fim de semana, para a qual fui convidado pelo parceiro Paulo Plutarcho, do Boteco Praia. Soube que o já numeroso acervo de Fuscas do Stanley está incorporando mais cinco unidades e que todos os carrinhos estarão tinindo na abertura da próxima temporada, no último sábado de janeiro.

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A corrida experimental do último fim de semana integrou o grid conjunto da Classic Cup e da Turismo N. Fomos uma subdivisão com classificação em separado. Marquinhos Teodorio ganhou, eu fiquei em segundo e o Stanley foi o terceiro. A ideia para 2018 é de grid próprio, desvinculado da Classic Cup. Suposição minha, nada que a garantia de pelo menos uns 15 participantes não resolva. Só o tanto de gente que veio falar comigo de sexta-feira para cá, depois de ver as fotos que postei na internet, já daria esse quorum.
Em termos de automobilismo, uma brincadeira superdivertida e bastante acessível. O custo total por etapa vai girar em torno dos R$ 5 mil, já incluídos aluguel do carro, pneus, combustível, inscrição e mão-de-obra.
Já há calendário de corridas definido, inclusive, os interessados em integrar o grid do Fusca Cup podem tomar nota das datas das nove etapas: 28 de janeiro, 25 de fevereiro, 8 de abril, 20 de maio, 17 de junho, 15 de julho, 5 de agosto, 2 de setembro é 23 de dezembro.
Que seja bem nascido e tenha longa vida o Fusca Cup. Daqui a alguns anos, quando alguém escrever um livro contando a história da categoria, meu nome vai estar lá. Se tudo correr bem, ainda vou estar no grid quando isso acontecer.
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Mais de 40 carros

HB20

O Hyundai HB20 da Fast Racing terá sua estreia no próximo fim de semana, nas provas que vão apontar os campeões do Paulista de Marcas e do Brasileiro de Turismo 1600

SÃO PAULO – Semana que vem rola aqui em Interlagos a etapa final dos campeonatos Paulista de Marcas e Brasileiro de Turismo 1600. Que vêm a ser a mesma categoria, com algumas sutis diferenças técnicas – aquela eterna questão envolvendo a unificação dos regulamentos, que caminhou um pouquinho mas ainda tem longa estrada pela frente.

Bem, Paulista e Brasileiro vão compor exatamente o mesmo grid, com uma corrida no sábado e outra no domingo. Hoje em dia os serviços de cronometragem tiram isso de letra, separam todo mundo por categorias, por campeonatos, pelo critério que o promotor bem entender. Haverá gente no grid disputando só a etapa do Brasileiro, haverá gente no grid disputando só a etapa do Paulista – meu caso –, haverá gente inscrita nos dois campeonatos com o mesmo carro, haverá gente participando dos dois campeonatos em carros diferentes. Haverá de tudo.

Fato é que, por conta da junção na etapa final do Paulista de Automobilismo, em programação que teremos em ação todas as categorias do campeonato e mais a Copa Truck, o grid de Marcas & Pilotos, ou de Turismo 1600, terá mais de 40 carros. Um grid desse porte vai fazer bem à saúde e ao planejamento do Paulista e do Brasileiro para 2018. No segundo caso, já com uma mostra do resultado esperado para o processo de, digamos assim, renovação de frota. O grid acolherá um novíssimo modelo Hyundai HB20, da equipe Fast Racing. A chegada do simpático carrinho será assunto na semana que vem.

Bem, com base no que foi dito até agora pelos envolvidos com a etapa, em telefonemas, conversas por aplicativos ou contato pessoal, arrisco aqui uma lista dos pilotos participantes. Que não deve ser tomada como absolutamente fiável, porque vou alterá-la aqui mesmo, no blog, sempre que souber de novas inscrições, atualização de números, mudanças nas formações de duplas, essas coisas. Os números que indico na lista, em parte, são fruto de minha memória nem sempre confiável, e há casos de pilotos diferentes que usam o mesmo número, e fatalmente um dos envolvidos vai ter de mudar – meu caso, também, já que por aqui o 66 é cativo do Luisinho Filgueiras.

2 – João Neto

4 – Aleandro (Arias Competições)

5 – Denis Marcolin

8 – Ricardo Lima

9 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

17 – Daniel Kaefer

27 – Edgard Amaral/Wanderson Freitas

31- Davi Plutarcho

31 – Thiago Azalini

32 – Eber Gomes/Jefferson Gomes

33 – Pablo Alves

36 – Carlos Auricchio/Anderson Scovoli

37 – Giovani Almeida

38 – André Jacob

42 – Larissa Cruzeiro

44 – Gabriel Correa

44 – Alexandre Peppe

46 – Edson do Valle

46 – Thiago Tambasco

53 – Wilton Pena

59 – Luiz Henrique Cirino

65 – Aldo Piedade Júnior

66 – Luís Filgueiras/Rodrigo Moreno

67 – Lamartine Pinotti

71 – Cláudio Ramenzoni

77 – Wanderson Freitas/Leandro Freitas

80 – Carlos Asciutti

84 – Paul Lanfredi

87 – Gustavo Mascarenhas

89 – Lucas Inoue

89 – Vicente Passarelli/Gustavo Passarelli

92 – Luís Piccolo

96 – Enrico Bucci

99 – César Bonilha

100 – Mateus Biriba

102 – Gilmar Gobetti de Souza

107 – Edson Henrique Bueno

166 – Luc Monteiro

171 – Alê Souza

174 – Alexandre Seda/Francisco Paiva Júnior

333 – Eduardo Doriguel

357 – Gustavo Veronez

555 – Leandro Reis/Renato Braga

Porsche 500

CUP ALLGAIER

Miguel Paludo volta a dividir o carro número 7 com Justin Allgaier. Beto Gresse, seu parceiro nas duas primeiras corridas e também líder do Endurance Series, vai para o carro número 50.

SÃO PAULO – Fim de semana de Porsche Império GT3 Cup Challenge Brasil cá em Interlagos. Escrevo no instante em que os pilotos vão à pista para o último treino livre da Porsche 500, a etapa final do Endurance Series, que também vai apontar o campeão geral – ou o Overall Champion, para usar o nome correto da soma de pontos dos dois campeonatos, o das corridas longas e o das curtas, que já terminou. Gosto de nomes de corridas com números. Indy 500, Goiânia 500, Porsche 500…

Grid de 30 carros – nada mau! –, sendo 20 na Cup e 11 na Challenge, nomes que vão sair de cena logo depois da bandeirada da corrida de amanhã. Em 2018 teremos a GT3 Cup e a Carrera Cup, que serão devidamente esmiuçadas por aqui e pela mídia oficial do campeonato no decorrer dos períodos.

São 69 os pilotos inscritos no Porsche 500. Tem bastante gente de fora. Justin Allgaier, dos EUA, Dennis Olsen, da Noruega, Thomas Preining, da Áustria, Marcus “Magic” Vario, do Panamá (mas nasceu na Itália), mais os chilenos Mario Chomalí e Carlos Ruíz, que estreiam em dupla. Ninguém da Argentina, curiosamente. Na Cup, os líderes do Endurance Series viram adversários. Miguel Paludo passa a ter Allgaier como parceiro, vendo Beto Gresse, ao lado de quem cumpriu as etapas do Velo Città e de Goiânia, atuar ao lado de Bia Figueiredo e Ramon Alcaraz.

Bem, tudo isso vai ser mostrado ao vivo. Na parte que me cabe, narro as quatro tomadas de tempo classificatórias hoje, a partir das 16h30, para a transmissão ao vivo pela página do Facebook e pelo canal do YouTube. Amanhã, nesses mesmos meios, estaremos ao vivo com a corrida, que deverá durar qualquer coisa entre três horas e meia e quatro horas. Tiago Mendonça no comentário e Bruno Monteiro na reportagem me acompanham na jornada, que é calçada na inigualável geração de imagens da Master/CATVE.

Abaixo, porque sempre tem alguém que pergunta isso, deixo aí abaixo a lista de pilotos inscritos na Porsche 500.

CUP JIMENEZ

Sérgio Jimenez e Rodrigo Baptista, vencedores da prova e vice-campeões em 2016, mantêm a dupla para a disputa da Porsche 500. Mas, no carro 3, só Jimenez tem chance de título. 

0 – Sylvio de Barros/Cacá Bueno (Cup)

3 – Rodrigo Baptista/Sérgio Jimenez (Cup)

4 – Beto Leite/Nonô Figueiredo/Marcos Gomes (Cup)

5 – Marçal Müller/Denis Navarro (Cup)

7 – Miguel Paludo/Justin Allgaier (Cup)

10 – Adalberto Baptista/Bruno Baptista (Cup)

13 – Pedro Queirolo/Clemente Lunardi (Cup)

15 – Mario Chomali/Carlos Ruiz (Challenge)

18 – Carlos Ambrósio/Felipe Nasr (Cup)

19 – Tom Filho/Rodrigo Mello/João Gonçalves (Challenge)

20 – Marcel Visconde/Werner Neugebauer (Cup)

21 – Eloi Khouri/Diego Nunes (Challenge)

27 – Ricardo Baptista/Valdeno Brito (Cup)

31 – Luca Seripieri/Alan Hellmeister (Challenge)

34 – Marco Billi/Maurizio Billi (Challenge)

37 – Francisco Horta/Fábio Carbone/Guilherme Reischl (Cup)

44 – Marcos Vario/Dennis Olsen (Cup)

45 – Paulo Totaro/Ronaldo Kastropil/Laszlo Piquet (Challenge)

50 – Ramon Alcaraz/Bia Figueiredo/Norberto Gresse Filho (Cup)

52 – Marcelo Stallone/Beto Posses/Rodolfo Ometto (Cup)

53 – Rodolfo Toni/Dennis Dirani/Danilo Dirani (Challenge)

63 – Lico Kaesemodel/Ricardo Zonta (Cup)

71 – Kreis Júnior/Giulio Borlenghi/Lucas Foresti (Cup)

77 – Daniel Schneider/Thomas Preining (Cup)

79 – Marcus Peres/Lucas Peres (Challenge)

80 – Nando Elias/Rouman Ziemkiewicz (Challenge)

88 – Eduardo Rocha Azevedo/Ricardo Maurício (Cup)

90 – JP Mauro/Felipe Fraga (Cup)

99 – Tom Valle/Daniel Serra (Cup)

155 – Ricardo Mendes/Leandro Romera/Alexandre Auler (Challenge)

CUP GERAL

Os carros da Cup e da Challenge dividem a pista de Interlagos na Porsche 500, etapa final da 13ª temporada do Porsche Império GT3 Brasil. A foto feita durante os treinos livres é da Fernanda Freixosa.

Distribuição geográfica

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A “distribuição geográfica” do grid é um dos detalhes que chamam atenção na Sprint Race Brasil em sua sexta temporada. A foto, produzida momentos antes da etapa noturna de outubro em Londrina, é do Rodrigo Guimarães.

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – São mais de três horas de conexão no Afonso Pena na peregrinação até São Paulo, algo já corriqueiro para quem precisa se deslocar de Cascavel para qualquer canto do mundo. Por ora ainda há alguns voos partindo de Cascavel, uns para cá e outros para Viracopos, donde conseguimos seguir viagem para quaisquer outros lugares. É bom aproveitarmos. Não dá para saber até quando haverá voos tendo o aeródromo cascavelense na ponta de saída ou na de chegada.

Enfim, são mais de três horas no Afonso Pena, e o começo do dia comporta mais que meu desafio ao colesterol na Jatinho Lanches, onde o lanche é muito bom e a vitamina de maçã deixa bastante a desejar. Aproveito para organizar as anotações das corridas do fim de semana. Amanhã e sábado estarei em Interlagos com o Porsche Império GT3 Cup Challenge Brasil, em decisão do título da Endurance Series e também do Overall Championship. O campeonato usa muito os nomes em inglês, mas quem acompanha a categoria não tem a menor dificuldade com isso.

No domingo volto cedinho para cá e tomo um táxi (ou Uber, que é mais barato e fora de Cascavel funciona…) até o autódromo ali em Pinhais. Curitiba tem suas pistas de aviação e de corridas de carros nas cidades vizinhas, o que funciona bem. Lá, ou aqui, já nem sei mais, vão rolar as duas corridas finais da Sprint Race Brasil, campeonato também batizado em inglês, como seus minitorneios Winter Cup e Final Cup, que valem aos campeões uns bônus bem atrativos em dinheiro. Bem, eram as anotações da Sprint Race que eu estava organizando agora quando um detalhe me chamou atenção: a distribuição geográfica que o grid apresenta, com seis estados tendo seus pilotos envolvidos diretamente na disputa pelos títulos.

Os cinco primeiros colocados da classe Pro, por exemplo, são de Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. João Rosate, Juninho Berlanda, Raphael Campos, Gabriel Lusquiños e Erik Mayrink, respectivamente. Todos eles estão na disputa pelo título – Luiz Gustavo Túrmina e Vinicius Margiota, sexto e sétimo, também têm chances de título e são do Paraná e de São Paulo. Na categoria GP são quatro estados representados na disputa pelo título. A dupla líder tem o paranaense Kau Machado e o catarinense Jorge Martelli, ambos cientes de que o paulista Gerson Campos e o sul-mato-grossense Cláudio Buschmann estão vivinhos da silva na caça ao título.

As tabelas de pontuação podem ser conferidas no site da Sprint Race. Aliás, a categoria vai apresentar amanhã à noite a pilotos e convidados suas novidades e seus planos para 2018.

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As corridas do Endurance Series cativaram pilotos e torcedores além da expectativa nesses dois primeiros anos de provas longas no campeonato. A foto dos 300 km de Goiânia é do Luca Bassani.

Col vai promover o MB Challenge

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Luiz Carlos Ribeiro, campeão da CLA 45 AMG Cup em 2016, conquistou na etapa de outubro em Viamão sua primeira vitória no Mercedes-Benz Challenge. A foto é do repertório do Fábio Davini.

SÃO PAULO – Chegou agora à tarde às caixas postais dos pilotos e chefes de equipe do Mercedes-Benz Challenge o comunicado emitido pelo departamento de Marketing e Comunicação da Mercedes-Benz do Brasil. A missiva eletrônica formaliza a transferência de gestão do campeonato a partir da próxima temporada. Passa da marca alemã para a Mais Brasil, agência de Carlos Col. No mundinho das corridas é dispensável apresentar Col, que redefiniu os rumos da Stock Car ainda nos anos 90, que na última temporada foi consultor na fase de renascimento das corridas de caminhões no Brasil e, já anunciado, será o promotor da Copa Truck, campeonato recém criado e que assume sem surpresas, face à gestão eficiente, o status oficial de Campeonato Brasileiro.

Falta afinar detalhes e fazer o anúncio oficial, mas é sabido que Col e seu time, dos mais funcionais, passam a tocar o campeonato, que desde a falência da GT Brasil passou a integrar os eventos da Vicar, dividindo espaços e programações com a Stock Car e suas agregadas. Várias composições foram cogitadas para os CLA 45 AMG e os C250 com a estrela de três pontas na grade dianteira seguissem em ação. O Challenge vai mesmo acompanhar as etapas da Copa Truck – oito das nove confirmadas na última semana, e a exceção fica por conta da passagem dos caminhões por Buenos Aires. A conversa toda ainda vai passar pela associação de pilotos da categoria, claro. Para que haja um ok de todas as partes envolvidas, e a partir disso passa-se a tratar de toda a conversa da segunda página – transmissão de televisão, por exemplo.

O Mercedes-Benz Challenge foi criado em 2011, tendo seu grid composto por 22 carros da categoria C250 Turbo. João Campos e seu filho Márcio, correndo em dupla, foram campeões nas duas primeiras temporadas. Em 2013, em atuação individual, Márcio chegou ao tricampeonato – dali seguiu para o Brasileiro de Turismo, onde terminou uma temporada em terceiro e foi campeão das duas seguintes, para estrear na Stock Car no campeonato atual. Voltando à C250, Cristian Mohr faturou o título de 2014. Peter Michael Gottschalk foi o campeão duas vezes, em 2015 e no ano passado.

Em 2014, a expansão do campeonato levou à implantação de mais uma categoria, a CLA 45 AMG Cup, que trouxe à pista o modelo homônimo e, diante da manutenção dos C250, fez o grid atingir a casa de 40 carros. O paulista Arnaldo Diniz e os gaúchos Fernando Júnior e Luiz Carlos Ribeiro conquistaram os três títulos já decididos, e Júnior lidera com folga a classificação atual.

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A C250 Cup deu início à trajetória do Mercedes-Benz Challenge no Brasil e terá sob a batuta de Carlos Col, na programação da Copa Truck, sua oitava temporada de existência. Foto do Davini, também.