Na palma da mão

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GOIÂNIA – “Na palma da mão” é clichezaço, reconheço, mas penso que o termo traduz bem a novidade que o Moto 1000 GP lançou cá em Goiânia: o aplicativo do Brasileiro de Motovelocidade, já disponível para a plataforma Android. Celulares e tablets que usam a plataforma iOS terão a ferramenta disponibilizada já nos próximos dias.

Mexi um pouquinho no aplicativo no celular de um colega. Bem completinho, de fato. Coisa bem feita.

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Sem bater datas

25 PORSCHE GT3 CUP

CASCAVEL – Egoísta que sou, poderia dizer simplesmente que rabisquei isso aqui vislumbrando um mundo ideal para mim no que diz respeito à agenda de trabalho nas corridas. Não há contratempo maior que dois eventos em que você trabalha de alguma forma acontecerem no mesmo dia, ou no mesmo fim de semana, ainda que em dias diferentes. Acontece a todo momento.

Ter de adotar qualquer critério para definir um entre dois eventos simultâneos em lugares diferentes está longe, bem longe, de ser exclusividade minha. A lista de quem passa por isso é imensa. Passa por colegas jornalistas, fotógrafos, engenheiros, mecânicos, profissionais da geração de imagens, equipes de apoio e demais fornecedores que são especializados em maior ou menor grau nas várias vertentes implícitas no esporte automotor. Dá para incluir os patrocinadores nesse grupo, também, por que não?

Dá para incluir os fãs das corridas, também. O que veio à evidência no último domingo, quando a Stock Car correu em Campo Grande e a Fórmula Truck correu em Curitiba. As duas corridas foram transmitidas ao vivo na televisão, obviamente em canais diferentes, e no mesmo horário. Os menos dispostos ou habilidosos à confecção de gambiarras digitais tiveram de escolher uma das duas para ver. Ou derreteram as pilhas do controle remoto do televisor alternando as duas.

24 MBC (FD)

E qual seria, afinal, o mundo ideal que citei no início da conversa? Calendários de corridas que não conflitem. Tenho comentado o tema com um ou outro e a observação quase unânime é de que deveria partir dos dirigentes e promotores a iniciativa de evitar esses conflitos. Aí, há que se considerar que cada promotor relaciona suas datas de acordo com os interesses e necessidades peculiares a cada evento. São muitas as competições existentes no Brasil – o que é ótimo para profissionais e fãs, e também para profissionais fãs – e confeccionar um calendário em que essas coincidências não aconteçam parece missão impossível.

Parecia a mim, também, até que tomei meus blocos de rascunho aqui em casa algumas noites atrás e comecei a rabiscar. Tomei por base os quatro eventos que me levam a viajar quase todo fim de semana para algum lugar onde haja um autódromo ou onde improvisem uma pista de corrida nas ruas, a saber: Stock Car (minhas funções lá não são propriamente na Stock, mas no Mercedes-Benz Challenge e na Copa Petrobras de Marcas, vocês sabem que narro as duas para a televisão, sem esquecer que o evento da Stock inclui ainda a Fórmula 3 e o Brasileiro de Turismo), Fórmula Truck (a agência da qual faço parte presta assessoria de imprensa a alguns dos pilotos), Porsche GT3 Cup (narro para a TV e dou uma canja na comunicação com quem está no autódromo) e Moto 1000 GP (a Grelak Comunicação, agência citada dois parênteses atrás, assina a assessoria de imprensa do evento).

É, incluí o Brasileiro de Motovelocidade na conversa, também.

Curitiba 01Pus esse assunto na cabeça meses atrás, quando disse em tom de brincadeira que gostaria de pagar um jantar em São Paulo e lá reunir o Maurício Slaviero, a Neusa Navarro, o Dener Pires e o Gilson Scudeler, promotores dos quatro eventos, para que rabiscassem juntos o calendário. Mas setembro chegou e estou tentando poupar uns trocados para pagar em  CPMF a conta da corrupção e do saque no país onde vivo. O jantar vai ficar para outra ocasião, então proponho por aqui mesmo que a discussão seja iniciada.

São 12 etapas da Stock Car (as demais categorias são encaixadas dentro dessas 12), 10 da Truck, 9 do Porsche GT3 Cup e 8 do Moto 1000 GP. Logo, consumiriam 39 dos 52 fins de semana do ano. Aí, para que a coisa tenha mais propósito, é necessário evitar também datas como Páscoa, Dia dos Pais e Dia das Mães, quando todos os grupos que enumerei costumam preferir estar em casa com suas famílias. O domingo do GP do Brasil de Fórmula 1 não entra nessa conta, já que o Porsche GT3 Cup tem uma de suas etapas na mesma programação em Interlagos. No caso específico do ano que vem, seria de bom tom desviar também das datas dos Jogos Olímpicos do Rio, mais dois fins de semana – são três, mas um é o do Dia dos Pais, já economizado. Usaríamos 44 fins de semana só para esses quatro eventos. Considerando que em janeiro (aliás, por que não?) ninguém corre, e que em fim de dezembro também não, fica praticamente impossível desviar também dos feriados prolongados motivados por Tiradentes e Corpus Christi. Dá para evitar corrida no Carnaval, o que não ajuda muito – nunca houve corrida no Carnaval, acho.

Tendo essas informações em mãos, e também o calendário de 2016, lancei-me a confeccionar um calendário hipotético. Comecei considerando o pré-calendário da Fórmula 1, até porque a Stock Car não corre em fim de semana de F-1 por conta da cobertura da TV (parênteses acrescentados a posteriori: GPs que acontecem durante a madrugada pelo horário brasileiro, como os de China, Japão, Malásia, Austrália, não oferecem impedimento à realização de corridas da Stock Car nos mesmos dias). Distribuí nos domingos úteis – inventei essa definição agora – o mesmo número de etapas que cada campeonato programou na temporada atual. Depois disso foi só afastar etapas de uma mesma competição que ficaram muito próximas entre si e fazer demais ajustes assim.

Quando digo que meu calendário maluco foge da Olimpíada estou mentindo, obviamente. Nele, a sexta etapa do Moto 1000 GP (e não do Porsche GT3 Cup, como constava da primeira versão; explico as duas alterações ao fim da postagem) cai no último fim de semana dos Jogos do Rio, para quando estão previstas, além da presumida cerimônia de encerramento, disputas decisivas para o ouro no basquete, boxe, ciclismo/mountain bike, ginástica rítmica, handebol, luta livre e vôlei.

35 TRUCK LONDRINA 1

Claro, é uma sugestão meramente hipotética. Deve haver incompatibilidades não abrangidas pelo meu parco conhecimento das coisas e causas que cada promotor precisa contemplar. Bem provável que não seria possível cumprir a tabela que sugeri aqui, pela presumível necessidade de, seguindo o propósito disso tudo, inverter esse evento por aquele outro em determinada data.

Sugeri categorias e datas, sem meter o bedelho nas praças. Aliás, não havendo conflito entre os calendários dos vários promotores, eles próprios teriam um empecilho a menos para negociar suas etapas com as administrações dos autódromos. E a mídia de um fim de semana de corrida, que no Brasil não é grande coisa em termos de espaço, também seria toda concentrada na categoria da semana.

O que tentei, a bem da verdade, foi mostrar que é possível acomodar as principais categorias no calendário sem que batam data, como dizemos. Calendário que termina no dia 11 de dezembro, conforme relaciono aí abaixo. Procurei, de verdade, e não achei um ponto em que a distribuição proposta seja prejudicial a alguém. Enfim, apreciem, analisem, comentem, critiquem. Participem. Vocês que passam os olhos aqui pelo blog têm, de forma ou outra, interesse no assunto.

29 STOCK CAR CURITIBA (FF)

FEVEREIRO

20 E 21 – PORSCHE GT3 CUP (1)

27 E 28 – FÓRMULA TRUCK (1)

MARÇO

05 E 06 – STOCK CAR (1)

12 E 13 – MOTO 1000 GP (1)

19 E 20 – F1 (1) AUS / STOCK CAR (2)

26 E 27 – DOMINGO DE PÁSCOA

ABRIL

02 E 03 – F1 (2) BAH / FÓRMULA TRUCK (2)

09 E 10 – PORSCHE GT3 CUP (2)

16 E 17 – F1 (3) CHI / STOCK CAR (3)

23 E 24 – TIRADENTES (QUINTA, 21) / MOTO 1000 GP (2)

MAIO

30 E 01 – F1 (4) RUS / FÓRMULA TRUCK (3)

07 E 08 – DIA DAS MÃES

14 E 15 – F1 (5) ESP / PORSCHE GT3 CUP (3)

21 E 22 – STOCK CAR (4)

28 E 29 – CORPUS CHRISTI (QUINTA, 26) / F1 (6) MON / MOTO 1000 GP (3)

JUNHO

04 E 05 – STOCK CAR (5)

11 E 12 – F1 (7) CAN / FÓRMULA TRUCK (4)

18 E 19 – F1 (8) AZE / PORSCHE GT3 CUP (4)

25 E 26 – MOTO 1000 GP (4)

JULHO

02 E 03 – F1 (9) AUT / FÓRMULA TRUCK (5)

09 E 10 – F1 (10) ING / STOCK CAR (6)

16 E 17 – PORSCHE GT3 CUP (5)

23 E 24 – F1 (11) HUN / MOTO 1000 GP (5)

30 E 31 – F1 (12) ALE / FÓRMULA TRUCK (6)

AGOSTO

06 E 07 – OLIMPÍADA

13 E 14 – OLIMPÍADA / DIA DOS PAIS

20 E 21 – OLIMPÍADA / MOTO 1000 GP (6)

27 E 28 – F1 (13) BEL / FÓRMULA TRUCK (7)

SETEMBRO

03 E 04 – F1 (14) ITA / PORSCHE GT3 CUP (6)

10 E 11 – STOCK CAR (7)

17 E 18 – F1 (15) CIN / MOTO 1000 GP (7)

24 E 25 – PORSCHE GT3 CUP (7)

OUTUBRO

01 E 02 – F1 (16) MAL / STOCK CAR (8)

08 E 09 – F1 (17) JAP / FÓRMULA TRUCK (8)

15 E 16 – STOCK CAR (9)

22 E 23 – F1 (18) EUA / MOTO 1000 GP (8)

29 E 30 – STOCK CAR (10)

NOVEMBRO

05 E 06 – F1 (19) MEX / STOCK CAR (11)

12 E 13 – F1 (20) BRA / PORSCHE GT3 CUP (8)

19 E 20 – FÓRMULA TRUCK (9)

26 E 27 – F1 (21) ABU / PORSCHE GT3 CUP (9)

DEZEMBRO

03 E 04 – FÓRMULA TRUCK (10)

10 E 11 – STOCK CAR (12)

(ATUALIZANDO EM 23 DE SETEMBRO, ÀS 11h22)

Promovi uma pequena alteração em relação à sugestão publicada originalmente por conta de um detalhe que chegou ao meu conhecimento no último fim de semana. Quem salvou a primeira versão poderá comparar – nada que mude a cotação do dólar, o que nos tempos atuais é uma lástima. A sugestão continua valendo, inclusive.

(ATUALIZANDO DE NOVO EM 30 DE SETEMBRO, ÀS 17h42)

Saiu hoje o calendário da Fórmula 1 para o Mundial do ano que vem. Diante do já citado impedimento de corridas da Stock Car e suas categorias coligadas nos domingos de F-1, mexi de novo na sugestão original, cunhada a partir de um pré-calendário publicado meses atrás pelo GloboEsporte.com.

 

Brasileiro de Motos mantém oito etapas

M1GP 6

CASCAVEL – Voltando a falar sobre calendário, cabe também uma passadinha pelas duas rodas. O Moto 1000 GP divulgou agora há pouco, via assessoria de imprensa, as datas das oito etapas de sua quinta temporada.

Curitiba, Cascavel, Goiânia, Interlagos, Brasília e Santa Cruz do Sul são as pistas que receberão as categorias do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2015.

Campeões de quatro países

GP 600 07 - CHEGADACASCAVEL – Descansar é para os fracos. Assim, o domingo foi de cabo enrolado, gíria de gentes do mundo das motos, com a etapa final do Moto 1000 GP no autódromo de Cascavel.

As quatro corridas de hoje, de cujos troféus constava a inscrição “GP Petrobras”, proporcionaram uma festa esportiva digna de uma final de Campeonato Brasileiro, e o M1GP, como o tratamos no âmbito interno, é homologado como Brasileiro de Motovelocidade.

As quatro categorias chegaram aqui com os títulos indefinidos. E cada título foi carimbado no passaporte de um país diferente, o que atesta a condição internacional – também chancelada em tom oficial pela Federação Internacional de Motociclismo, frise-se – do campeonato.

O único título de um brasileiro no Campeonato Brasileiro foi o de Meikon Kawakami na série-escola GPR 250. Em seguida foi a vez de um argentino, Nicolas Tortone, na categoria GP Light – foi o primeiro piloto da história do Moto 1000 GP a levar uma moto Yamaha a um título. A equipe argentina da Yamaha comemoraria mais um título brasileiro poucos instantes depois, com o uruguaio Maxi Gerardo na GP 600. O cara é um colosso, parece. Só neste ano já tinha conquistado os títulos do Campeonato Argentino e do Campeonato Uruguaio. A Europa vai ser pequena pra ele – que, lembrei agora, não gosta de ser chamado de Maxi, o nome é Maximiliano. Na cereja do bolo do Moto 1000 GP, título do francês Matthieu Lussiana na GP 1000, embora a torcida da galera lá fora do alambrado torcesse pelo Wesley Gutierrez, que é bicho do Paraná, tinha vencido a corrida de agosto aqui, e tudo mais. Foi vice, o Wesley.

Outro detalhe legal é que os quatro conquistaram seus títulos ganhando as corridas do GP Petrobras.

E era isso. Tenho um apreço especial pelo Moto 1000 GP. Não entendo exatamente por quê, já que sou pouco – ou nada – afeito ao mundo das duas rodas. E não se trata, antes que um bobalhão qualquer lance gracinhas na área de comentários, de fazer média com o patrão. Trabalho no Moto 1000 GP como trabalho em alguma coisa na Sprint Race, no Porsche Cup, no Mercedes Challenge, na Fórmula Truck, no Brasileiro de Turismo, no Brasileiro e no Paulista de Marcas. Fosse o caso de uma puxação de saco desesperada, teria pares deles, os sacos, para sair arrastando por aí.

O Moto 1000 GP de volta a Cascavel

M1GP CASCAVEL 0CASCAVEL – A foto aí acima foi produzida na manhã de 31 de agosto de 2014. Sérgio Sanderson, o fotógrafo, embrenhou-se na lama na área reservada ao público que já aguardava no Autódromo Zilmar Beux as primeiras corridas do GP Cascavel, quarta etapa da temporada do Moto 1000 GP. Sim, lama, porque choveu horrores naquele dia. Fomos para casa como pintos molhados, como se diz, assim que o evento terminou. Mesmo com chuva, o GP Cascavel foi considerado um sucesso absoluto.

A etapa do Moto 1000 GP, ou do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, como queiram, era, seria, o penúltimo evento de credencial nacional no nosso circuito em 2014 – o último, até então, foi o Brasileiro de Arrancada para um oitavo de milha, esse aconteceu em outubro enquanto eu estava no Rio Grande do Sul com a Fórmula Truck, quem esteve por aqui conta que foi um sucesso estrondoso. Para depois disso as agendas do Wanderley Faust e do Jaci Pian contemplavam as corridas finais do Metropolitano de Marcas & Pilotos, a Cascavel de Ouro – falarei dela nos próximos dias -, eventos promocionais, sessões de Track Day, talvez uma missa do padre Marcelo Rossi, alguém aventou isso, acho que era mentira.

Mas tem mais. O próprio Moto 1000 GP vai voltar a Cascavel, no dia 14 de dezembro. A etapa final da temporada aconteceria em Goiânia, mas Cascavel é melhor que Goiânia. Não, talvez não seja, é bairrismo meu. A sério, os reais motivos da mudança são esmiuçados pelo promotor Gilson Scudeler.

O Moto 1000 já veio a Cascavel em outras oportunidades, claro. Em 2012, promoveu aqui, no início de dezembro, uma rodada dupla que valeu pelas quinta e sexta etapas, de um calendário de oito. Eram três as categorias em disputa naquela época – GP 600, GP Light e GP 1000, esta incorporando os pilotos inscritos na classe GP Máster. No ano passado, já incorporando a categoria de formação de pilotos GPR 250 e sem a classificação à parte para os pilotos Máster, foram dois eventos distintos, que contaram pontos pelas quarta e oitava etapas – um no dia 26 de agosto, outro em 1º de dezembro.

M1GP CASCAVEL 1

Dani Lenzi

DANI LENZI

PINHAIS – Era assim, pelo apelido “Dani”, que Daniel Lenzi se identificava. “Dani” era a inscrição na carenagem de sua moto de corridas, a BMW número 26, com que disputava a principal categoria do Moto 1000 GP.

A trajetória de Lenzi nas pistas e na vida chegou ao fim agora há pouco. Morreu em um acidente estúpido, como estúpido são todos os acidentes de que se tem notícia dentro de pistas de corridas ou fora delas. Tinha 34 anos e deixou para todo mundo aqui no autódromo, além do choque de uma perda, a lembrança de um sujeito daqueles que sempre têm disposição de sobra para ajudar no que for preciso. “Era um dos sorrisos mais alegres daqui”, foi como Gilson Scudeler, promotor do campeonato, definiu o companheiro de esporte que se foi.

É uma sensação estranha a de ver alguém partir assim, de repente, no mesmo lugar em que se está. Algo que já aconteceu em tantos e tantos campeonatos. Nunca havia acontecido perto de mim.

É difícil não incorrer em clichês. Então, nada mais há a dizer senão que valeu até aqui, Dani. A gente se vê em outra.

DANIEL LENZI PISTA

Equipes em expansão

JpegPINHAIS – Uma breve caminhada pela área de boxes do Autódromo Internacional de Curitiba é suficiente para fazer ver que as equipes do Moto 1000 GP têm conciliado qualidade e quantidade. Várias delas vão ampliando, etapa a etapa, o número de pilotos que as defendem no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.

Exemplo claro dessa visão que tem incentivado a adoção de estruturas maiores por parte das equipes está no box da baiana Aclat Racing, única equipe que tem pilotos em todas as quatro categorias do Moto 1000 GP – a saber, GP 1000, GP Light, GP 600 e GPR 250. A representatividade é tamanha que, cá em Pinhais, dois boxes inteiros foram reservados à equipe, algo não muito comum na motovelocidade das bandas de cá.

São nove os pilotos da Aclat aqui no GP Curitiba. Deverão ser 12 a partir da primeira etapa de 2015. A foto lá no alto do post mostra, da esquerda para a direita, as motos de Herbert Pereira, da GPR 250, Luciano Ribodino, da GP 1000, Alen Modesto, da GP Light, Nico Ferreira, da GP 1000, Marcelo Dias, da GP 600, o espaço da moto de Thiago Fonseca, também da GP 600 – estava na área de vistoria técnica no momento em que saquei o celular do bolso e fiz a foto –, Fernando Silva, Rafa Nunes e Edson Luiz, todos inscritos na GP Light.

Sobre a Aclat, uma pequena curiosidade: podem procurar à vontade nas ferramentas de busca o significado do nome da equipe. Não vão encontrar. É uma sigla montada pelo Alen Modesto, que também é o chefe do time, a partir das iniciais dos nomes da família – ele próprio, a esposa Cintia e as filhas Laysa, Ayla e Thayla.

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Andando mais um pouquinho, surge o box da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, equipe que tem quatro pilotos na GPR 250, categoria de formação de pilotos do Moto 1000 GP. Na foto aparecem as Honda de Lucas Torres, José Duarte, Brian David e Guilherme Brito, que chega à equipe nesta etapa. Não custa lembrar que a estrutura trazida por Alexandre para o campeonato contempla, ainda, Douglas Figueiredo e Lucas Teodoro, pilotos da BMW Alex Barros Racing na GP e na GP Light, GP Light, além de Matthieu Lussiana e Lucas Barros, inscritos com as novas HP4 da BMW pela Petronas Alex Barros Racing na GP 1000 – Lucas, filho de Alex, está temporariamente afastado por conta de um acidente sofrido nos treinos da etapa de Cascavel.

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Outro box, ali pertinho, é o da argentina MGBikes Yamaha Racing, abarrotado de motos – todas Yamaha, obviamente. São seis nesse fim de semana e quatro deles são argentinos: Sergio Fasci, na GP 1000, Nicolas Tortone, na GP Light, Sebastian Martinez e o estreante Marias Ordonez, ambos da GP 600, categoria em que o time também é representado pelos brasileiros André Veríssimo e Marcus Trota. O uruguaio Maximiliano Gerardo, líder do campeonato na GP 600, também defende a equipe, mas não participa do GP Curitiba, impedido por um compromisso internacional.

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A Motonil Motors-PDV Brasil, dos irmãos Fábio e Nivaldo é outra equipe que tem de dar conta de várias motos. Na foto aí acima aparecem, em primeiro plano, as motos de Danilo Lewis, da GP 1000, Ian Testa, Gustavo Herrera e Rodrigo de Benedictis, todos da GP Light. Ali atrás, escondidinhas na foto, também estão as motos do vice-líder Wesley Gutierrez e de Philippe Thiriet, inscritos na GP 1000.

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Aí aparece, também, a JC Racing Team, uma das inúmeras equipes do Moto 1000 GP que conta com cinco pilotos. A foto mostra as motos de Sérgio Prates, Diego Pierluigi, Marcello Souza e Davi Costa – exceção feita ao argentino Pierluigi, nome forte da GP 1000, os três demais atuam na GP Light. Fora da foto também há na equipe a moto de Luís Fittipaldi, inscrito na GP 1000.

Cometo no post a clara injustiça de citar apenas cinco das equipes que abarrotam os boxes de motos. Há várias outras que aliam quantidade e qualidade, casos do paulista Team Suzuki-PRT ou da paranaense Paulinho Superbikes. Penso que, com essas cinco – que eu havia fotografado no início da manhã com a intenção inicial de postar uma pequena galeria de imagens no Facebook –, já dá para compartilhar com a audiência do blog uma leve noção da importância que os times de motovelocidade já reconhecem no Moto 1000 GP. Que, cá no GP Curitiba, terá 91 pilotos na pista.