Vêm aí as 300 Milhas de Cascavel!

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Foto feita pelo Rodrigo Guimarães na Cascavel de Ouro, que classificou 50 dos 56 carros inscritos para as três horas de corrida. Os carros de Marcas vão voltar à pista em Cascavel no fim de janeiro.

CASCAVEL – Há quem vai dizer que é pelo grande sucesso da cinquentenária Cascavel de Ouro. E não é, embora a novidade vá incorporar muita coisa da Cascavel de Ouro nas searas técnica, desportiva e promocional. Fato é que o Orlei Silva, presidente do Automóvel Clube, acabou de confirmar para os dias 27 e 28 de janeiro a realização da primeira edição das 300 Milhas de Cascavel.

O anúncio sai um dia depois da maior edição de todos os tempos da Cascavel de Ouro (faz três anos que sempre falamos na maior de todos os tempos em se tratando da prova, e o mais legal é que em todas as vezes foi verdade). A ideia das 300 Milhas foi costurada já há dois meses e meio e foi opção do Automóvel Clube reservar o assunto até que a Cascavel de Ouro terminasse para que uma coisa não atropelasse a outra. Comentei com o Orlei, naquela ocasião, sobre as 8 Horas de Interlagos, de nome oficial Endurance Interlagos, prova de que participei em fevereiro último. Tinha a informação de que a corrida não vai acontecer no ano que vem, e ouvindo isso ele se propôs a fazer algo parecido pelas bandas de cá. Achei sensacional. Em mais dois ou três minutinhos de papo descartamos a ideia de corrida noturna, Orlei sugeriu um percurso de 300 milhas, que vai dar qualquer coisa em torno de quatro horas de corrida, como foi a Cascavel de Ouro em 2015 e 2016.

Na pista, só carros da categoria Marcas & Pilotos 1.6, configurados pelo regulamento técnico do Campeonato Paranaense. Ainda não sei dizer, o Orlei também não sabe, qual será a marca de pneus – se os da Pirelli, usados nos campeonatos do Paraná, ou os Dunlop, que calçam os carros do Brasileiro de Turismo 1600 e de praticamente todos os campeonatos regionais de Marcas.

Uma das diferenças desportivas em relação à Cascavel de Ouro está na manutenção das classes de pilotos A e B, que existem no Paranaense de Marcas. E que serão observadas também na hora do Orlei assinar os cheques da premiação – sim, haverá prêmios em dinheiro. Por ora, as 300 Milhas de Cascavel saem com garantia de R$ 5.000,00 para os vencedores da classe A e outros R$ 5.000,00 mil para os vencedores da classe B. E troféus, claro, belíssimos troféus para os cinco melhores de cada categoria.

As inscrições estão abertas desde já. Custam R$ 3.000,00 por carro, independentemente do número de pilotos – também no formato da Cascavel de Ouro, serão admitidos trios e duplas. Com estimadas quatro horas de corrida, os trios podem ser uma opção bacana. Na Cascavel de Ouro, com três horas, o melhor dos trios inscritos terminou em 15º, o que pode sugerir uma maior eficiência da participação em dupla. E como fazer inscrição? Sem protocolos. Basta falar com o Orlei, pelo celular (45) 9 9952-2360, ou comigo, no (45) 9 9937-1052. Os dois números são também contatos de WhatsApp.

 

Na íntegra: Cascavel de Ouro 50 anos

CASCAVEL – Há muito a ser dito sobre a Cascavel de Ouro 50 anos. Como também há muito a ser feito para que possamos dar por encerrado o evento que teve seu ponto alto ontem, com as três horas de corrida que tiveram transmissão ao vivo pelo BandSports.

Por ora, limito-me a compartilhar com a audiência o vídeo da transmissão, que foi calçada na geração de imagens da Master/CATVE. Narrei a corrida – foi minha primeira Cascavel de Ouro na televisão – ao lado do comentarista Eduardo Homem de Mello e do repórter Osires Júnior.

A minha Cascavel de Ouro

CASCAVEL – Já mencionei aqui em outra ocasião que não tenho vergonha de expor as bobagens que faço quando entro numa pista de corridas. Não seria diferente numa ocasião tão especial quanto participar de uma Cascavel de Ouro.

Sequer sabia que nosso carro, o Gol número 88 da equipe Speed Car, tinha uma câmera interna instalada. Tinha, por obra e graça da Cíntia Azevedo, do Velocidade Curitiba. Recebi por e-mail os arquivos de vídeo da Cíntia e me comprometi comigo mesmo a publicá-los independentemente de qual fosse o grau de insuficiência técnica da minha, digamos, pilotagem.

Como só quem tem paciência para ver as imagens onboard é quem está onboard – ok, o torrônico Marcelo Gomes também tem –, pedi à Cíntia que selecionasse apenas as voltas que compreenderam a minha participação na corrida. Foram exatamente 21, segundo me revelam os mapas da Cronoelo, boa parte delas sob intervenções do safety car. A melhor do meu turno veio em 1min22s694, bem acima da mais rápida da corrida, que o Thiago Klein cravou em 1min18s232, recebendo por isso um bônus de mil dinheiros. Tomar quase quatro segundos e meio da melhor volta, em que pese o atenuante de não ter participado dos treinos por conta de uma viagem a trabalho, é coisa que incomoda bastante. Mas prometi não me fazer esse tipo de cobrança e preciso assumir o hábito de cumprir minhas promessas. A experiência toda foi bem divertida, que no fim das contas é o que vale. Para o ano que vem revejo e duplico minhas metas.

O material da Cíntia veio fragmentado em três partes por conta dos limites dos mecanismos de transferência. Vi cada vídeo três vezes antes de postar. Ficou bem nítido para mim, também vai ficar para quem se prestar a ver, que a zebra na saída do Bacião me amedronta bastante, sem que eu saiba exatamente por quê. As da entrada do Retão e da entrada da reta dos boxes assustam, também. Por que raios tenho esse receio de usar as zebras, se elas estão lá justamente para isso, para que as usemos?

Seguem os vídeos, pois. Sei que vão resultar em zombarias e dicas valiosas.

A Cascavel de Ouro e eu

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Leandro Romera, do Brasileiro de Marcas e do Mercedes-Benz Challenge, e Paulo Salustiano, da Fórmula Truck, foram meus parceiros na Cascavel de Ouro de 2016. Eu não devia dizer isso ainda, mas vamos repetir o trio na edição cinquentenária do ano que vem. A foto é do Cláudio Kolodziej.

CASCAVEL – Prometi rabiscar algumas linhas sobre a presença na Cascavel de Ouro, mais para eu mesmo refrescar a memória no futuro do que por imaginar que alguém tenha interesse nisso.

Rabisquei-as, pois. Aos que tiverem essa paciência toda, minhas considerações e impressões irrelevantes podem ser conferidas no blog da revista Racing, no site A Toda Velocidade ou ainda no portal da CATVE. Notaram que é só clicar em um dos links que indiquei neste parágrafo, né? Sempre vem um perguntar como faz para acessar.

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Salu na pista com o VW Gol número 88 da Speed Car, que nos foi cedido pelo Edson Massaro para a Cascavel de Ouro. Instituto da Visão, Massaro & Mascarello Advocacia, Inspevel – Inspeção Veicular de Cascavel, Motul, Grupo TB, Eucomm Telecom e Eucomm Racing foram nossos patrocinadores e parceiros.

 

Na íntegra: Cascavel de Ouro 2015

CASCAVEL – Já falei o que tinha para falar sobre a Cascavel de Ouro. Mas como mostrar é melhor que falar, os mais interessados no assunto terão interesse total nesse post aqui.

A CATVE transmitiu ao vivo as quatro horas da corrida do último domingo na TV e na internet, com o mesmo padrão de geração de imagens com que atende, via Master/CATVE, campeonatos como Stock Car, Fórmula Truck, Porsche GT3 Cup ou Moto 1000 GP, para citar só quatro dos eventos que atende no mundo dos motores.

Providenciem café, pipoca de microondas, desliguem o celular e deleitem-se com a corrida. Que tem narração do Vanderlei Luiz Ratto, comentário do Milton Sperafico e reportagem do Otil Bandeira e da Paty Cabral.

Aliás, não custa lembrar que em 2014, numa corrida de tarde de sábado com duração de uma hora a menos, a CATVE também transmitiu tudo ao vivo. Aquela corrida está nesse link aqui, para os que a quiserem rever.

Na íntegra: Cascavel de Ouro 2014

GOIÂNIA – A CATVE não só gerou e transmitiu na íntegra, ao vivo, a 28ª edição da Cascavel de Ouro, no último sábado, como também disponibilizou todo o conteúdo na internet. Normalmente trago ao “Na íntegra” corridas narradas por mim. Não foi o caso dessa, transmitida pelo bróder Vanderlei Luiz Ratto. A ocasião justifica perfeitamente a exceção – e o blog não é tão criterioso, assim.

A única informação que cabe trazer a quem vai ver depois, até porque quando a transmissão da CATVE terminou essa informação não existia, é que Edgar Favarin e Emílio Weiss, vencedores da prova, acabaram desclassificados. Os comissários técnicos relataram que o carro da dupla estava abaixo do peso mínimo exigido. Com isso, os nomes que foram parar na galeria da Cascavel de Ouro são os de Daniel Kaefer e Leandro Zandoná.