Nossa história na Globo

CASCAVEL – Já devo ter mostrado por aqui, o que não é o menor problema. Sempre uma delícia reviver a história do autódromo de Cascavel através da reportagem que o “Globo Comunidade” exibiu no finzinho de 2005. Num trabalho coordenado pelo Luiz Sonda, que três anos mais tarde seria meu professor na faculdade de Jornalismo, a equipe da RPC, afiliada da Globo pelas bandas de cá, garimpou ouro puro para mostrar a quem quisesse ver e ouvir quão rica é a história desse esporte na cidade.

Revi agora o material, antes de compartilhá-lo com vocês. As maluquices dos anos 60 e 70, a inauguração da pista asfaltada, o riso debochado de Nelson Piquet, as lágrimas de David Muffato como campeão brasileiro, a tragédia que no mês que vem completa 30 anos, o saudoso Delci Damian manifestando seu sonho de ver a Stock Car voltando a Cascavel – partiu do nosso meio antes disso -, a nostalgia no tom de voz dos igualmente saudosos Zilmar Beux e Saul Caús,

Ao se despedir ao fim da reportagem, Sonda frisou que naquela tarde a Cascavel de Ouro daria sequência à história do automobilismo de Cascavel. E deu. Edgar Favarin e Flávio Poersch venceram, pilotando um simpático Escortinho que dez anos depois acabaria parando nas mãos de um jornalista e narrador pequenino que resolveu arriscar umas aceleradas. É legal poder contar pro filho, em que pese a dose de exagero, que também faço parte da história daquele lugar.

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O Marcas daqui

MARCAS

CASCAVEL – Ontem rolou no Autódromo Zilmar Beux a terceira etapa do Metropolitano de Marcas & Pilotos. Quatro corridas, duas de cada categoria, e para cada categoria foi uma prova no seco e outra no molhado. No total, 32 carros. É bom, mas cabem mais.

Na categoria A, chegou enfim o dia do Júnior Caús. Campeão em 2009, ele vinha de uma sequência indigesta. Ontem deu tudo certo. Terminou a primeira bateria em terceiro lugar, faturou a segunda e ficou com a vitória no geral. Ganharia mesmo se o Leandro Zandoná, líder do campeonato e vencedor da primeira prova, não tivesse abandonado a segunda quando era o terceiro colocado. Juninho, piloto da Caús Motorsport, foi o terceiro vencedor da temporada – Marcel Sedano, pela Stumpf Preparações, ganhou a primeira, no dia 29 de março; Zandoná, piloto da Ferrari Motorsport, foi o melhor na segunda, no dia 17 do mês passado. Nota-se que três equipes diferentes ganharam as primeiras etapas, também. E três modelos de carros – Sedano corre com um Volkswagen Gol, Zandoná pilota um Ford Fiesta e Caús é adepto do GM Celta.

MARCAS CAUS

No pódio de ontem, Caús teve a companhia de Thiago Klein, segundo com o VW Gol da Paraguay Racing, Zandoná, terceiro na soma de pontos, e Luiz Fernando Pielak, quarto com o Renault Clio da Ferrari Motorsport. Natan Sperafico, da Sérgio Ferrari Racing Team, ficou em quinto com o Ford Ka e não subiu ao pódio – foi representado na entrega de troféus pelo companheiro de equipe Anderson Portes, que compete na categoria B.

A categoria B compõe o mesmo grid da A. A etapa de ontem marcou a segunda vitória consecutiva de Paulo Barreiros Bento, com outro Fiesta da Ferrari Motorsport. Ele ganhou as duas baterias, ficando em oitavo lugar na classificação geral da primeira e em quinto na segunda. Vinicius Fagundes, com o GM Celta da Caús Motorsport, ficou em segundo e esteve no pódio ao lado do pai, o veterano Leônidas Fagundes Júnior, que levou o Fiat Palio ao quinto lugar. Portes ficou em terceiro com o Ford Ka da Sérgio Ferrari Racing Team, logo à frente de Odair dos Santos,  quarto com o Gol da Paraguay Racing – equipe que integra o quadr técnico da Stumpf Preparações.

MARCAS BENTO

Na categoria N, que neste ano tem grid próprio, Gelson Veronese teve um domingo sem problemas e levou o VW Apollo da Sete Motorsport à vitória nas duas baterias, assumindo com isso a liderança do campeonato. André Soffa, que havia vencido a classificação geral das duas primeiras etapas, ficou em segundo com o Gol da Soffa Racing. O pódio contou ainda com Lorenzo Massaro, terceiro pela Speed Car, Luciano Cortina, quarto com a Cortina Competições, e Cléber Fonseca, quinto competindo por equipe própria. Com exceção de Veronese, todos os pilotos do pódio são adeptos de alguma versão do Gol – no caso de Cortina, o modelo “quadrado”.

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Quanto à categoria N, aliás, o trabalho que levou à implantação do grid específico passou por outras medidas, como premiação para os dez primeiros colocados em cada etapa. Do sexto ao décimo, portanto e pela ordem, também levaram troféus Cido Morais, com o Gol da Ribecar, César Cortina, primo de Luciano e piloto de outro Gol da Cortina Competições, Caíto Carvalho/Raul Haus, que revezou o Ford Escort da Stumpf Preparações, Mateus Seganfredo, estreante e piloto de outro Escort, e Ronaldo César da Silva, com o Voyage da Ronaldo Racing.

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A quarta etapa, abrindo a segunda metade da temporada, está confirmada para o dia 12 de julho – curiosidade, será o terceiro evento consecutivo da categoria realizado no mesmo domingo de uma etapa do Brasileiro de Fórmula Truck. Abaixo, a pedido dos próprios pilotos do Metropolitano, a classificação atualizada do campeonato em todas as categorias.

Marcas & Pilotos A – 1º) Leandro Zandoná, 110 pontos; 2º) Edoli Caús Júnior, 85; 3º) Thiago Klein, 75; 4º) Natan Sperafico, 73; 5º) Marcel Sedano, 59; 6º) Fernande Valandro/Guto Baldo, 50; 7º) Wanderley Faust, 47; 8º) Guilherme Sperafico, 39; 9º) Luiz Fernando Pielak, 38; 10º) Marco Romanini, 27; 11º) Daniel Kaefer, 25; 12º) Ingmar Biberg, 20.

Marcas & Pilotos B – 1º) Paulo Bento, 130 pontos; 2º) Anderson Portes, 91; 3º) Vinicius Fagundes, 88; 4º) Odair dos Santos, 48; 5º) Juliano da Silva, 46; 6º) Marcio Ocanha/Nuno Pagliato, 41; 7º) Marcelo Beux, 25; 8º) Cleyton Cezarotto e Leônidas Fagundes Júnior, 23; 10º) Juliano Bastos 20; 11º) Edson Massaro, 17; 12º) Rafael Paiva e Handryus Moresco, 12; 14º) Joacir Alves, 11; 15º) Marcos Mocelin, 5; 16º) Wyllian Cezarotto e César Chimin, 3.

Marcas & Pilotos N – 1º) Gelson Veronese, 120 pontos; 2º) André Soffa, 110; 3º) Lorenzo Massaro, 52; 4º) Marcos Cortina, 47; 5º) Cléber Fonseca, 39; 6º) Raul Haus Oliveira, 37; 7º) Cido Morais, 35; 8º) Caíto Carvalho, 32; 9º) Ronaldo César da Silva, 30; 10º) Luciano Cortina, 27; 11º) Rodrigo Larralde, 25; 12º) Cesar Cortina e Renato Hein Oliveira, 24; 14º) Wyllian Cezarotto, 22; 15º) Phelype Jean da Silva e André Marafon, 16; 17º) Beto Haus, 14; 18º) Mateus Seganfredo, 9; 19º) Fabiano da Silveira, 8; 20º) Flamarion Zacchi, 5.

Todas as fotos do post foram produzidas pela Sandra Zama. Que, até um tempinho atrás, eu pensava se chamar “Neusa”, era assim que a via ser tratada por alguns dos pilotos. Demorei a entender a piadinha da “japoneusa”.

À moda da casa

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CASCAVEL – Não tenho falado de outra coisa nos últimos dias. Até tenho, mas me refiro agora ao que se fala em público. A terceira etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil, que teve suas corridas no último sábado no Autódromo Internacional Zilmar Beux, escreveu de vez o nome de Cascavel na história do esporte sobre rodas. Desde dois dias atrás, absolutamente tudo que existe ou existiu no automobilismo brasileiro passou pela cidade. Só faltavam os Porsche. Não faltam mais.

Na pista, como era de se esperar, corridas muito boas. Na categoria Cup, a primeira vitória foi de Ricardo Baptista e a segunda coube a Franco Giaffone, que retornava ao grid. Já foram seis corridas em 2015 e contabilizamos, até agora, seis vencedores diferentes. Quer equilíbrio maior? A Challenge teve uma vitória do Elias Azevedo, que ainda não havia ganhado nenhuma – por incrível que pareça!; segundos lugares ele já tem sete – e é o novo líder do campeonato, e outra do JP Mauro, terceira dele no ano.

Talvez seja precipitado afirmar que o Porsche GT3 Cup caiu na graça de Cascavel. Uma eventual volta da competição à cidade nos poderá dar mais parâmetros para essa constatação. E por que falar em outra etapa em Cascavel? Porque a cidade, sim, caiu na graça do campeonato, de pilotos a integrantes da equipe técnica. Não só pela pista de corridas, atraente que é aos olhos dos pilotos por ter a maior média de velocidade do país. Falo da cidade, mesmo. A acolhida a quem veio de fora, muitos deles pela primeira vez, surpreendeu. O clima de evento oferecido pelos cascavelenses soou como novidade ao campeonato, que já havia passado por dez autódromos em quatro países.

Pedro Muffato, que atuou como comentarista das corridas na transmissão pelo Terra e pela Rede Bandeirantes, teceu no ar um agradecimento à categoria “em nome de Cascavel”, em palavras que tomo para mim, cascavelense que sou. Nesse caso específico, dou-me a liberdade de falar pelos dois lados: o Porsche GT3 Cup também tem muito a agradecer à cidade pelos momentos históricos do último fim de semana.

Que venha a próxima. De modo ou outro, estarei lá curtindo.

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Eles estão entre nós!

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CASCAVEL – A primeira edição de uma etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil em Cascavel já mobiliza os torcedores do automobilismo no Oeste paranaense. Os primeiros carros de competição da categoria foram desembarcados hoje pela manhã no Autódromo Internacional Zilmar Beux, palco das corridas do dia 23 de maio, um sábado, que vão marcar a terceira etapa da temporada. Os carros também serão expostos em vários pontos da cidade.

A presença dos carros da categoria, que acaba de completar 10 anos de existência no Brasil, tem chamado atenção. Um deles, o do piloto carioca Fábio Alves, atual campeão da categoria Challenge, foi exposto na praça da Catedral, no centro da cidade. Outro, do paulista Ramon Alcaraz, da Challenge Sport, está no Auto Posto Maçarico, um ponto de venda de ingressos e credenciais. A expectativa é de mais de 12.000 pessoas no autódromo no dia das corridas.

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Os torcedores terão mais oportunidades de conhecer de perto os carros do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil antes da etapa do dia 23. Entre sábado e domingo haverá três carros expostos no próprio autódromo, durante a segunda etapa do Campeonato Metropolitano de Marcas & Pilotos. A partir da manhã de domingo o Cascavel JL Shopping – também ponto de venda – terá um dos carros da competição em sua galeria superior.

Os ingressos para a etapa de Cascavel do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil estão à venda e custam R$ 30. Credenciais que dão acesso à área vip do autódromo têm preço de R$ 250. As duas modalidades estão disponíveis nos pontos da rede OK Ingressos nas cidades de Cascavel, Toledo, Medianeira e Foz do Iguaçu, ou pelo site okingressos.com.br, sem taxa adicional. Mais de 12.000 torcedores são esperados para o evento.

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Porsche GT3 Cup em Cascavel!

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Dener Pires, promotor do Porsche GT3 Cup, com o prefeito Edgar Bueno nos boxes do autódromo de Cascavel, que no mês que vem vai receber as corridas da categoria pela primeira vez.

CASCAVEL – O ano era 2009, meu primeiro lá dentro do campeonato, o palco era a parte de trás da área de boxes do finado autódromo de Jacarepaguá. Eu conversava pouco com o patrão naquela época, mas durante um café arrisquei perguntar sobre a possibilidade de uma etapa do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil cá no autódromo de Cascavel. A resposta foi uma sonora gargalhada, e por um bom tempo não voltei ao assunto. Tinha perguntado por falta de coisa melhor a dizer à mesa, mesmo. Tinha plena ciência de que, na situação de então, o autódromo daqui mal tinha condição de receber os eventos regionais que abrigava a cada mês.

Aí saiu um plano de reforma do autódromo, fins de 2011. Comentei a questão com o chefe em Interlagos, durante a última corrida daquele ano. Em vez de uma gargalhada acompanhada de um “esquece!”, ouvi um “se reformarem a gente pode conversar”, acompanhado de certo ar de desdém. Uma evolução e tanto. Passaram-se dois anos e, de autódromo já reformado, foi o chefe quem me chamou à conversa, nos boxes do Velo Città. “Como está Cascavel?”. Poderia ter respondido que vai bem, obrigado, mas sabia que era do autódromo que ele falava e descrevi o que podia, tomando o cuidado de, mesmo puxando deliberadamente a brasa para a sardinha cascavelense, não levantar falso testemunho e não exagerar.

Aí chegou a primeira etapa de 2015, Curitiba, essas conversas sempre acontecem em boxes de autódromos. Essa última, na verdade, transcorreu dentro da van que conduzia o staff ao aeroporto para os devidos voos de volta, mas começou atrás do box número 9. Puxei com o chefe uma conversa despretensiosa – ok, de despretensiosa não tinha nada – e o resultado é que o autódromo de Cascavel será o 11º do mundo a receber as corridas do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil. Os outros dez, por ordem cronológica atestada pelo Luiz Alberto Pandini, foram Interlagos, Curitiba, Jacarepaguá, Santa Cruz do Sul, Velopark, Buenos Aires, Estoril, Algarve, Velo Città e Barcelona.

Depois de falar a respeito de Cascavel em tantos autódromos, hoje foi a vez do chefe vir ao autódromo de Cascavel, rascunhar tudo o que fosse possível para começar a preparar a inédita etapa cascavelense do campeonato que acabou de completar dez anos de vida. O chefe foi recebido pelo prefeito, pelo secretário, por nós que gostamos de automobilismo. Viu, mediu, anotou, observou, pitaqueou e confirmou: nossa próxima parada vai ser aqui mesmo.

Vai ser um sábado diferente para o público de Cascavel e região, esse 23 de maio, dia das corridas da terceira etapa – o calendário original reservava Interlagos como sede do evento, a mudança foi necessária como decorrência das obras que acontecem por lá.

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Caio Carvalho e o presidente do Automóvel Clube, Juraci Massoni, acompanham Dener Pires numa vistoria curva a curva pela pista de Cascavel, que vai ser a mais veloz do calendário da categoria.

À moda da casa

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CASCAVEL – Já havia um bom tempo que eu não conseguia pôs os pés no autódromo de Cascavel em dia de corridas do Campeonato Metropolitano de Marcas & Pilotos, culpa absoluta da agenda frenética de outras corridas aqui e ali onde invariavelmente apareço para defender o leite do Luc Júnior – é uma resposta que invariavelmente tenho de dar aos amigos cá da cidade que me cobram aquela aparição durante os eventos caseiros dos quais estive perto por tanto tempo na década passada.

Consegui, no último fim de semana. Abertura da temporada de 2015, o que me levou àquela sessão flash back – foi em 2001 que tudo começou, grid com menos de 20 carros, e estávamos todos lá, pimpões e esperançosos, apostando que todo aquele trabalho daria em alguma coisa. Como deu: foi o Campeonato Metropolitano, à época tratado como “regional”, que manteve ativo o automobilismo de circuito pelas bandas de cá. Ele, e por um bom tempo só ele, reunia no autódromo gente disposta a ver corridas.

Foi uma das coisas que me fizeram sorrir no autódromo: gente disposta a ver corridas. Vá lá que São Pedro não colaborou e confrontou-nos com um fim de semana carrancudo e de chuva. E não foi isso que impediu o público de Cascavel de montar tendas e churrasqueiras e posicionar suas caixas térmicas à beira da pista para acompanhar a etapa. É um dom de Cascavel, talvez exercitado em menor dose que em Guaporé ou Tarumã, mas que faz a gente chegar ao autódromo, examinar o panorama e sorrir.

Portão dos boxes adentro, cometi alguns sorrisos de satisfação. A categoria N, que mantém na ativa os carros carburados, passou a ter seu grid próprio. Foi rompido, enfim, o cordão umbilical com as classes A e B, essas ainda formando grid único com seus carros injetados, todos preparados à luz do mesmo regulamento, ficando a subdivisão em uma ou em outra categoria por conta meramente da graduação e do currículo de cada piloto. Isso dá certo em vários outros regionais e também dá certo por aqui.

Programação com quatro corridas. A e B somaram 21 carros na pista. O primeiro grid próprio do Marcas N teve 15 carros, um ótimo início em se tratando de um centro esportivo não tão forte quanto os eixos paulista, mineiro, gaúcho. Méritos todos ao Beto Haus, que arregaçou as mangas e fez com que a causa fosse abraçada – e, como o exemplo vem de casa, pôs na pista até o filho Raul. Exerceu liderança sem vaidades e deve ter sorrido satisfeito quando viu o grid pronto, cheio de potencial para abrigar mais e mais adeptos.

GRID

Quanto a resultados, domingo de seis vencedores: uma vitória do Leandro Zandoná e outra do Marcel Sedano na categoria A, uma do Anderson Portes e outra do Paulo Bento na B, uma do Gelson Veronese e outra do André Soffa na N – nessa, o André acabou beneficiado por uma punição em tempo aplicada ao Marquinhos Cortina, que na pista terminou em primeiro, mas tocou o carro de outro adversário e o fez rodar, e o CDA reza que se você tirar alguém da pista leva punição. Dura lex, sed lex.

A próxima etapa do Metropolitano vai acontecer no dia 3 de maio, claro que Autódromo Zilmar Beux. Mais uma em que não darei as caras, por ser o fim de semana da etapa de abertura do Moto 1000 GP em Curitiba. Mais de um mês para todo mundo envolvido preparar o espírito e o equipamento e, a título de sugestão da casa, para que se afine de vez a conversa que pode levar essas corridas às transmissões ao vivo pela televisão. Perto de atingir a idade adulta, o Metropolitano já faz por merecer.

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