Casa cheia!

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Uma das relargadas da Cascavel de Ouro do ano passado, que teve 50 carros na pista. A corrida de 18 de novembro de 2018 teve seu grid ampliado para 55.

CASCAVEL – As pessoas ligadas ao automobilismo, vez ou outra, endereçam cumprimentos especiais ao Edson Massaro e a mim, nós dois encabeçando uma equipe de trabalho que desde fevereiro arregaça as mangas para que tenhamos, de novo, a maior e melhor edição da Cascavel de Ouro de todos os tempos. Agradecemos, como é praxe, mas não temos a resposta para a pergunta que costuma acompanhar essas gentis manifestações, e que só hoje já me foi feita duas vezes: qual é o segredo?

Não há segredo. Aliás, se há uma coisa inexistente nesse processo todo é qualquer coisa que se assemelhe a uma fórmula mágica. Apenas propusemos uma disputa sob uma fórmula que ao longo dos anos vem cultivando bons índices de aceitação de pilotos e equipes de todos os cantos do Brasil. Mas o Edson e eu não podemos disfarçar com falsa modéstia a satisfação que já temos com os números do evento de 17 e 18 de novembro no Autódromo Internacional Zilmar Beux. A Cascavel de Ouro, na 32ª edição de seus 51 anos de história, tem hoje 60 carros confirmados. Na #GoldClassic, torneio para carros clássicos e antigos que criamos para dar suporte à programação, são nada menos que 72 carros.

Falo, aqui, dos carros que já estão devidamente confirmados, com taxa de inscrição já depositada na conta do promotor e tudo mais. No caso da Cascavel de Ouro, que tem como atrativo a premiação de R$ 150 mil, todos os carros são configurados pelo regulamento da categoria Marcas 1.6, ou Turismo Nacional, como queiram. Quem chegar na frente leva, sem handicap, sem divisão de categorias. Diferente da #GoldClassic, que tem subdivisão em sete categorias, cada uma com premiação em separado a partir da soma de pontos das duas provas de cada grid. Teremos um grid para as classes Turismo Light e Speed Fusca, com uma corrida de meia hora no sábado e outra no domingo, e um grid para as classes Força Livre, Turismo Super, Gran Turismo Super, Gran Turismo Light e Fusca Cup, igualmente com uma bateria por dia.

Cada grid da #GoldClassic é limitado a 40 vagas por força das regras desportivas, a partir de uma fórmula que considera todos os números envolvidos – dimensões da pista e duração da disputa, principalmente. É uma fórmula regida pela FIA, totalmente alheia ao nosso controle ou conhecimento. Não tenho a menor dúvida quanto a preenchermos todas as 80 vagas. É a mesma fórmula que fixa em 55 carros o limite para a largada da Cascavel de Ouro, com suas três horas de duração e transmissão ao vivo do canal BandSports. Então cinco dos carros inscritos vão ficar fora?, você pode perguntar. Hoje, sim; até o fim de semana do evento serão mais. Fiz uma aposta hoje cedo, afirmei que teremos mais que 70 carros inscritos até a véspera da abertura da programação oficial.

A isso tudo somem-se os 15 carros da Sprint Race Brasil, que vai integrar o evento com as corridas de sua sétima e penúltima etapa. Nada menos que 147 carros de competição em um evento, e aí você pode perguntar outra coisa: tem espaço para tanto carro? Hoje não tem. Mas vamos criar esse espaço. Aliás, esse post seria publicado sob o título “Vai faltar espaço!”, mas resolvi mudar. A turminha do contra poderia entender como crítica.

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Até o momento são 60 os carros inscritos na disputa pelos R$ 150 mil oferecidos na 32ª Cascavel de Ouro. Apostei com um parceiro que até a véspera dos treinos oficiais vamos passar de 70.

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