R$ 100 mil em prêmios

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Grid da Cascavel de Ouro de 2016, com 41 carros na pista. Quantos serão na edição cinquentenária de novembro próximo?

SÃO PAULO – Ano atrás de ano a Cascavel de Ouro tem conquistado espaço de destaque ainda maior no automobilismo brasileiro. O que é ainda mais louvável em tempos de notórias dificuldades e por se tratar de uma corrida de essência regional. As três últimas edições tiveram na pista carros da categoria Marcas & Pilotos 1.6, configurados pelo regulamento técnico do Campeonato Paranaense. Um formato avalizado por pilotos e equipes a ponto de ter sido assumidamente incorporado, quase três meses atrás, na primeira edição das Oito Horas de Interlagos.

Desde que voltou ao calendário com os modelos de série 1.6 (tem piloto que dá chilique se escrever “marquinhas”, como às vezes dizemos nos autódromos), a Cascavel de Ouro só fez crescer. Alinhou 28 carros no grid de 2014, 38 no de 2015 e 41 no do ano passado – seriam 42, mas um deles ficou fora de combate por conta de um acidente nos treinos. A prova de 23 de outubro último teve inscrição de exatos 100 pilotos e, conquista inédita para um evento nacional deste porte, foi transmitida ao vivo na íntegra – foram quatro horas de evento! – pelo Fox Sports 2, um dos principais canais de televisão por assinatura segmentados em esportes no Brasil.

Faltam seis meses e meio para a 31ª Cascavel de Ouro, já confirmada para 19 de novembro no Autódromo Zilmar Beux. Posso apostar com qualquer um de vocês que o grid estabelecerá novo recorde de carros. Se não pela própria ascensão consolidada do evento, pela inédita premiação aos participantes, confirmada agora há pouco. Serão R$ 100.000,00 em prêmios. Não, você não leu errado: cem mil reais!

A divisão desse bolo ainda não está definida. Imagino, e não passa de mero exercício de palpite, que a dupla ou o trio campeão vá receber, além do troféu que batiza a prova, uma fatia de R$ 50 mil, que teria inspiração na idade da corrida – esta, esqueci de mencionar, será a edição cinquentenária da Cascavel de Ouro, disputada pela primeira vez em 1967, quando Bruno Castilho e Rodolpho Scherer revezaram a pilotagem do Simca Chambord vencedor.

A transmissão da corrida pela televisão também está garantida. Não posso confirmar que vai ser no mesmo canal do ano passado. Sei só que é coisa que será definida nos próximos dias.

Vencer a Cascavel de Ouro é nota digna que qualquer piloto se esforça para acrescentar ao currículo. Mesmo os aventureiros que não se veem em condições reais de chegar a tanto empreendem especial atenção a uma corrida desse porte – principalmente havendo 100 mil reais em.jogo. Meu caso, por exemplo. Já defini equipe, carro e parceiros pra participar da corrida. Sonhar não custa, né?

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