Team Ginetta, a bola da vez

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Acompanhei o Team Ginetta durante a Homestead 500 do ano passado, quando a equipe comemorou pódios em várias categorias. O parrudo G57, galo de briga da vez, ainda não havia sido incorporado ao time.

CASCAVEL – Cá no Brasil, em se tratando de provas de automobilismo de longa duração, estamos de olho nas 8 Horas de Interlagos. A primeira edição vai ser daqui a dez dias, um desafio novo e de boa envergadura para o Interlagos Motor Clube e para os rapazes e moças da organização. Enquanto isso, uma série de outros brasileiros segue de olho em outra corrida longa, também marcada para 18 de fevereiro. É a Homestead 500, segunda etapa da temporada do FARA USA.

Um campeonato bem interessante, o FARA USA. Tive a oportunidade de testemunhar na Homestead 500 do ano passado o motivo de vários pilotos daqui se meterem em voos de várias horas para disputar corridas na Flórida. Fui para lá a convite do Team Ginetta, que tem brasileiros à frente – Adolpho Rossi e Alline Cipriani, que aguardam para fim de maio a chegada do Enzo, um provável piloto da equipe para daqui a 16 ou 18 anos.

E é ele, o Team Ginetta, a bola da vez do campeonato. Contando agora com o cobiçado modelo G57, a equipe abriu a temporada vencendo a Miami 500, também em Homestead, no mês de novembro. A vitória na estreia do carro foi consumada pelo britânico Mike Simpson e pelo brasileiro Giulio Borlenghi. Na corrida de daqui a dez dias, dois brasileiros estarão a bordo do G57: Borlenghi formará dupla com Artur Fortunato, fera da nova geração que conheci fazendo bonito nas corridas de Fórmula 3 no Brasil.

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O pomposo e veloz G57 do Team Ginetta é a bola da vez do FARA USA. O carro estreou com vitória na classificação geral da Miami 500, quase três meses atrás, com os pilotos Giulio Borlenghi e Mike Simpson.

Giulio e Artur não serão, logicamente, os únicos pilotos do Team Ginetta na Homestead 500. A equipe terá outros quatro carros na pista, todos do modelo G55. Três deles serão conduzidos por duplas brasileiras: Elias Azevedo/Júlio Martini, Ramon Alcaraz/Maurício Salla e Cássio Homem de Mello/Ricardo Barbosa. Dois norte-americanos vão revezar a pilotagem do quarto exemplar. O Adolpho não descarta a inscrição de um quinto G55. A simpática G40 com que me enamorei no ano passado também estará no grid, tendo como pilotos o brasileiro Ésio Vichiese e o norte-americano Ethan Law.

Isso sem contar vários outros amigos do Brasil que vão estar por lá pilotando carros de outras marcas. Sei que essa lista terá os nomes do Marcello Sant’Anna, do Cláudio Ramenzoni e do Witold Phellip. E serão muitos mais.

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