Na íntegra: Sprint Race 2015, 7/8

CASCAVEL – O Bandsports exibiu na última quinta-feira o VT da sétima e penúltima etapa da Sprint Race Brasil, disputada em Curitiba. Conteúdo que, como sempre, segue reproduzido aqui no blog.

A etapa final da Sprint Race, no dia 19 de dezembro, está confirmada para o autódromo de Interlagos, em São Paulo. Estarei lá.

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Tela veloz

FORMULA 1.jpgSÃO PAULO – É a primeira vez na história que o Porsche GT3 Cup Challenge Brasil tem etapas brasileiras em fins de semana consecutivos. Isso já aconteceu duas vezes, em 2012 e 2013, nas incursões europeias da categoria, nas abertura de temporada das jornadas Estoril-Algarve e Algarve-Barcelona.

O campeonato de 2015 acabou agora há pouco, confirmando os títulos de Ricardo Rosset na categoria Cup e Daniel Schneider na Cup Sport. Mas da etapa final a gente fala nos próximos dias, ok?

Por ora, o assunto é o penúltimo evento do calendário, que aconteceu semana passada, aqui mesmo em Interlagos, na programação preliminar do GP do Brasil de Fórmula 1. Foram duas corridas da categoria Cup, com vitórias de Rosset e de Ricardo Baptista, e uma da Challenge, que teve em primeiro o campeão antecipado JP Mauro – no caso desta classe, foi a etapa final da temporada.

Pois bem, essas três corridas serão apresentadas em VT pela Rede Bandeirantes neste domingo, 22 de novembro, a partir das 13h. Eu narro, com comentário do piloto convidado Ricardo Landi. O programa vai apresentar ainda um retrospecto dos dez anos de história do campeonato e um pouco de como a equipe técnica conduz a manutenção dos velozes Porsche GT3 911.

Com essas corridas, pelo 11º ano seguido, acompanhamos a etapa brasileira da Fórmula 1.

Tela veloz

SPRINT RACE

SÃO PAULO – Disputada em Curitiba no último fim de semana, a penúltima etapa da Sprint Race Brasil será apresentada em VT hoje, a partir das 19h30, no Bandsports. Produção do Beto Borghesi, com narração minha.

Essa corrida encaminhou a Sprint Race Brasil para o que imaginamos que possa ser a decisão de título mais interessante das quatro temporadas de história da categoria. Há um milhão e meio de pilotos, ou quase, isso, com chances de levar a taça – o site da competição esmiúça esse contexto todo muito bem.

Etapa final vai ser aqui mesmo, em Interlagos, no dia 19 do mês que vem. Estarei aqui vendo isso tudo de perto, claro.

Melhor de três

TRUCK PODIO

SÃO PAULO – A foto mostra o pódio da Fórmula Truck na etapa de domingo último em Cascavel. Felipe Giaffone em primeiro e Paulo Salustiano em segundo (como eu havia afirmado ao próprio Salu duas semanas antes, durante a Cascavel de Ouro), Wellington Cirino em terceiro e David Muffato em quarto (eu havia profetizado Muffato em terceiro e Cirino em quarto, errei por pouco) e Leandro Totti em quinto (nessa errei feio; meu prognóstico trazia em quinto o Jaidson Zini, que terminou a corrida em oitavo.

Pois bem. Totti, Salu e Giaffone vão para a etapa final da temporada, daqui a três semanas em Londrina, separados por 11 pontos na parte de cima da tabela. A etapa terá 53 pontos em jogo e todos eles têm chances interessantíssimas de título.

É a primeira vez desde 2006 que uma final de campeonato, digamos assim, terá três pilotos correndo pelo título. Isso era o que eu tinha na cabeça quando comecei a rabiscar, ontem à noite, algumas linhas para meu espaço no site da Fórmula Truck. Uma conferência de praxe nos números antes de enviar o material me refrescou a debilitada memória. Nesses nove anos de intervalo houve duas decisões envolvendo quatro pilotos, cada.

Falo disso lá no site da Truck. Está aqui, para quem quiser dar uma conferida.

Na íntegra: F-4 Sudamericana, 7/8

SÃO PAULO – Ia passar o último fim de semana sem narrar nada, até que tivemos em Cascavel, como preliminar da Fórmula Truck, a sétima e penúltima etapa da Fórmula 4 Sudamericana, categoria de base que tem sua sede no Uruguai.

Tive o Ricardo Montesano como comentarista na transmissão, em que imperdoavelmente apresentei o Juan Manuel Casella, uruguaio que é, como argentino. Não foi uma vez só. É de se supor que o Tato Salaverría, em futuras transmissões de TV da F-4, vá escalar um narrador que não seja disléxico – essa, aliás, foi a palavra que me faltou em determinado momento da transmissão.

Enfim, com a competentíssima geração de imagens da Master/CATVE, eis a transmissão das duas corridas do fim de semana cascavelense.

Cascavelense na pista

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CASCAVEL – O André Pedralli está que não cabe na camiseta baby-look de tão faceiro. Aos 20 anos e oferecendo um currículo que não é de se jogar fora, ele consegue, enfim, a oportunidade de disputar uma corrida no autódromo de sua cidade, aqui o de Cascavel. Vai disputar amanhã e domingo a penúltima rodada dupla da Fórmula 4 Sudamericana.

“Nem sei o que dizer. Meu desejo, como de todo piloto, é de estar dentro de um carro de corrida em qualquer pista, mas sendo a de Cascavel, na minha cidade, no autódromo onde nunca corri, isso dá mais força ainda”, exultou o André, que ganha a vida como DJ e instrutor de kart. O carro da F-4 não lhe é novidade – já competiu com esses monopostos na época da Fórmula Futuro do Felipe Massa, em 2011. Em 2012, disputou seis corridas na Fórmula 3 e alcançou o pódio em todas elas.

André fez carreira no kart desde 2004, quando tinha 9 anos. Foi Campeão brasileiro, bicampeão sul-brasileiro, tetracampeão paranaense, campeão paulista de Shifter, pole do Brasileiro de Shifter Kart em 2012 e amealhou outros feitos mais. Agora, faz enfim sua primeira participação em casa em corridas de carros, empreitada para a qual conseguiu apoio de GuiBon Foods, J. Padovani e Posto Casagrande.

Com isso, serão cinco os pilotos cascavelenses em ação no fim de semana, lista que terá o André na F-4 e Diogo Pachenki, Jaidson Zini, David Muffato e Pedro Muffato na Fórmula Truck.

Rafa

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CASCAVEL – Ironia do destino eu saber da morte do Rafael Zappelini no exato momento em que tinha em andamento um textinho para o jornal “Motorsport”, do Luiz Silvério, sobre o automobilismo ser uma paixão que passa de pai para filho. Escrevia sobre Edson Massaro, piloto aqui de Cascavel e que nesta última temporada colocou o filho Lorenzo para também viver esse nosso mundinho das corridas, quando o Djalma Fogaça me deu a notícia. Estava consternado ao extremo, o Djalma. Ele é pai de piloto, também. Além de tudo é pai.

Mencionei a ironia do texto que estava escrevendo porque o Rafa também entrou no mundo das corridas sob a influência e o incentivo do pai, Luiz Zappelini, que passou por várias categorias na terra e no asfalto e ganhou maior notoriedade na Fórmula Truck, onde dez anos atrás fez uma das ultrapassagens mais arrojadas que vi numa pista de corridas. Quanto ao Rafa, foi no Mercedes-Benz Challenge que ele atuou nas últimas temporadas. Na abertura da temporada passada, foi ao pódio de Interlagos como segundo colocado na corrida da C250 Cup – aquela corrida pode ser revista aqui.

Numa de nossas últimas conversas sobre o automobilismo que nos colocou nos mesmos lugares em alguns momentos das nossas vidas Rafa mencionou ter vendido seu carro de corridas para o pessoal da AGB Preparações. Falou que até considerava a possibilidade de correr algumas provas pela equipe ainda em 2015, mas que estava pensando em construir algo para voltar a correr 2016.

Tinha 32 anos, o Rafa. Um garoto, cujo astral era sempre o que podemos perceber na foto desse post, cedida pelo Fernando Peres Nunes. As pessoas têm ido embora muito cedo e isso entristece tanto quanto aborrece perder um colega de trabalho, é assim que vejo os pilotos de corrida, por algo tão estúpido quanto um acidente com motocicleta.