Na íntegra: Metropolitano de Marcas de Cascavel 2015

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CASCAVEL – Já finalizada, a 15ª temporada do Campeonato Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel teve uma novidade: cinco de suas seis etapas tiveram transmissão de televisão. A quem tem pouco contato com o automobilismo, ou com as competições regionais do automobilismo, pode parecer insignificante. Para quem orbita esse meio de algum modo, faz uma diferença e tanto. São poucas, pouquíssimas, as categorias regionais que oferecem algo assim a seus pilotos e fãs e apoiadores e deus-e-todo-mundo.

Foi durante a primeira etapa, realizada no dia 29 de março, que surgiu a conversa sobre a viabilidade de se colocar o Metropolitano na televisão de algum modo. Acompanhei sem dar pitacos aquele papo no paddock do Autódromo Zilmar Beux, já que ninguém me pediu opinião – não se meter onde não se é chamado é uma lição fácil que custamos a aprender, aliás. Entrei na conversa dias depois, a pedido de um dos participantes do campeonato, e a partir disso foi configurada a transmissão ao vivo do evento seguinte.

A segunda etapa, disputada na tarde de 17 de maio, foi mostrada ao vivo pela CATVE, afiliada cascavelense da TV Cultura. As duas corridas das categorias A e B e uma das corridas da N. Narrei tendo como comentarista o piloto Cesar Chimin, bicampeão regional e campeão paranaense. Os pilotos do Metropolitano puderam bater no peito, porque contavam com o mesmo patamar de geração de imagens que Stock Car, Brasileiro de Marcas, Fórmula Truck, Porsche GT3 Cup e Moto 1000 GP, entre outros eventos atendidos pela Master/CATVE. A transmissão, compartilhada também no portal de internet da CATVE, foi como segue.

A aceitação ao televisionamento da etapa foi enorme e a coisa tinha de continuar, de alguma forma. Da terceira etapa em diante o Automóvel Clube de Cascavel celebrou parceria com o programa “Velocidade Máxima”, que o Beto Borghesi mantém em várias emissoras de televisão paranaense. Corridas editadas em pós-produção, com as provas das categorias A e B sendo exibidas poucos dias após a realização do evento e as da categoria N uma semana mais tarde. Estas, da terceira etapa, foram disputadas no dia 14 de junho.

A segunda metade da temporada começou no dia 12 de julho, com a quarta das seis etapas. A edição do “Velocidade Máxima” apresentou as duas provas das categorias A e B e um compacto breve com os principais momentos da categoria N.

A quinta etapa, no dia 9 de agosto, foi bem mais movimentada que de costume. As corridas do Metropolitano acolheram em seu grid os pilotos do Paranaense de Marcas e do Paranaense de Turismo, igualmente com carros injetados e carburados – de quebra, a programação teve ainda a quinta etapa da Sprint Race Brasil.

O campeonato terminou no dia 6 de setembro e tive uma pitoresca jornada dupla. Porque, além de narrar os VTs das corridas, participei de duas delas, pela categoria N. Aos vídeos.

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