Equipes em expansão

JpegPINHAIS – Uma breve caminhada pela área de boxes do Autódromo Internacional de Curitiba é suficiente para fazer ver que as equipes do Moto 1000 GP têm conciliado qualidade e quantidade. Várias delas vão ampliando, etapa a etapa, o número de pilotos que as defendem no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.

Exemplo claro dessa visão que tem incentivado a adoção de estruturas maiores por parte das equipes está no box da baiana Aclat Racing, única equipe que tem pilotos em todas as quatro categorias do Moto 1000 GP – a saber, GP 1000, GP Light, GP 600 e GPR 250. A representatividade é tamanha que, cá em Pinhais, dois boxes inteiros foram reservados à equipe, algo não muito comum na motovelocidade das bandas de cá.

São nove os pilotos da Aclat aqui no GP Curitiba. Deverão ser 12 a partir da primeira etapa de 2015. A foto lá no alto do post mostra, da esquerda para a direita, as motos de Herbert Pereira, da GPR 250, Luciano Ribodino, da GP 1000, Alen Modesto, da GP Light, Nico Ferreira, da GP 1000, Marcelo Dias, da GP 600, o espaço da moto de Thiago Fonseca, também da GP 600 – estava na área de vistoria técnica no momento em que saquei o celular do bolso e fiz a foto –, Fernando Silva, Rafa Nunes e Edson Luiz, todos inscritos na GP Light.

Sobre a Aclat, uma pequena curiosidade: podem procurar à vontade nas ferramentas de busca o significado do nome da equipe. Não vão encontrar. É uma sigla montada pelo Alen Modesto, que também é o chefe do time, a partir das iniciais dos nomes da família – ele próprio, a esposa Cintia e as filhas Laysa, Ayla e Thayla.

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Andando mais um pouquinho, surge o box da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, equipe que tem quatro pilotos na GPR 250, categoria de formação de pilotos do Moto 1000 GP. Na foto aparecem as Honda de Lucas Torres, José Duarte, Brian David e Guilherme Brito, que chega à equipe nesta etapa. Não custa lembrar que a estrutura trazida por Alexandre para o campeonato contempla, ainda, Douglas Figueiredo e Lucas Teodoro, pilotos da BMW Alex Barros Racing na GP e na GP Light, GP Light, além de Matthieu Lussiana e Lucas Barros, inscritos com as novas HP4 da BMW pela Petronas Alex Barros Racing na GP 1000 – Lucas, filho de Alex, está temporariamente afastado por conta de um acidente sofrido nos treinos da etapa de Cascavel.

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Outro box, ali pertinho, é o da argentina MGBikes Yamaha Racing, abarrotado de motos – todas Yamaha, obviamente. São seis nesse fim de semana e quatro deles são argentinos: Sergio Fasci, na GP 1000, Nicolas Tortone, na GP Light, Sebastian Martinez e o estreante Marias Ordonez, ambos da GP 600, categoria em que o time também é representado pelos brasileiros André Veríssimo e Marcus Trota. O uruguaio Maximiliano Gerardo, líder do campeonato na GP 600, também defende a equipe, mas não participa do GP Curitiba, impedido por um compromisso internacional.

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A Motonil Motors-PDV Brasil, dos irmãos Fábio e Nivaldo é outra equipe que tem de dar conta de várias motos. Na foto aí acima aparecem, em primeiro plano, as motos de Danilo Lewis, da GP 1000, Ian Testa, Gustavo Herrera e Rodrigo de Benedictis, todos da GP Light. Ali atrás, escondidinhas na foto, também estão as motos do vice-líder Wesley Gutierrez e de Philippe Thiriet, inscritos na GP 1000.

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Aí aparece, também, a JC Racing Team, uma das inúmeras equipes do Moto 1000 GP que conta com cinco pilotos. A foto mostra as motos de Sérgio Prates, Diego Pierluigi, Marcello Souza e Davi Costa – exceção feita ao argentino Pierluigi, nome forte da GP 1000, os três demais atuam na GP Light. Fora da foto também há na equipe a moto de Luís Fittipaldi, inscrito na GP 1000.

Cometo no post a clara injustiça de citar apenas cinco das equipes que abarrotam os boxes de motos. Há várias outras que aliam quantidade e qualidade, casos do paulista Team Suzuki-PRT ou da paranaense Paulinho Superbikes. Penso que, com essas cinco – que eu havia fotografado no início da manhã com a intenção inicial de postar uma pequena galeria de imagens no Facebook –, já dá para compartilhar com a audiência do blog uma leve noção da importância que os times de motovelocidade já reconhecem no Moto 1000 GP. Que, cá no GP Curitiba, terá 91 pilotos na pista.

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