Cascavel e Piquet, há 20 anos

CARUARU – Vídeo legal que o Bruno Vicaria indicou. Antes de publicar, assisti só pra ver se eu aparecia como papagaio de pirata – foi a primeira corrida de carros que cobri já como jornalista. Cai bem, o vídeo, para o momento atual, em que o Autódromo Internacional Zilmar Beux, de Cascavel, é foco da atenção do automobilismo brasileiro.

Etapa final do Sul-Americano de Fórmula 3 de 1992, 20 de dezembro em Cascavel. Marcos Gueiros já tinha conquistado o título por antecipação, a Suzane Carvalho também já era campeã da classe B, a corrida acabou valendo pela edição daquele ano da Cascavel de Ouro e quem ganhou foi o Constantino Júnior, com um carro da Amir Nasr Racing, resultado que lhe deu o vice-campeonato.

Mas o grande barato do evento, como diria o cidadão que está sentado aqui à minha frente, foi a presença de Nelson Piquet. Já devo ter comentado isso aqui. Meses depois de ter os pés esmigalhados num acidente em Indianápolis, o piloto voltou à cidade para receber a Cascavel de Ouro que venceu em 1976 – o troféu original havia ficado com o preparador de sua equipe da época.

Na manhã da prova cascavelense de 1992, Nelsão acelerou o F-3 de Pedro Muffato por quatro voltas. E falou sobre a chance de voltar a correr. “Primeiro tem que ficar bom, depois a gente corre”, foi sua eloquente frase.

A corrida era transmitida pela TV Manchete. Na narração e no comentário, os parceiros Luiz Carlos Largo e Lito Cavalcanti. Gelson Negrão era o repórter.

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